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"E também todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições." - Paulo, (II Timóteo, 3:12)

Incontestavelmente, os códigos de boas maneiras do mundo são sempre respeitáveis, mas é preciso convir que, acima deles, prevalecem os códigos de Jesus, cujos princípios foram por Ele gravados com a própria exemplificação.

O mundo, porém, raramente tolera o código de boas maneiras do Mestre Divino.

Se te sentes ferido e procuras a justiça terrestre, considerar-te-ão homem sensato; contudo, se preferes o silêncio do Grande Injustiçado da Cruz, ser-te-ão lançadas ironias à face.

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Para todo Espírita consciente da importância e finalidade do Espiritismo no mundo, a data de 18 de abril, não representa apenas um dia para se comemorar, mas sim, um marco que dividiu a nossa visão sobre a realidade espiritual em antes e
depois.


Esta é a data em que recebemos do Codificador da Doutrina Espírita, O Livro dos Espíritos, que é certamente uma obra fundamental, para não cairmos nas armadilhas do misticismo ilusório.

É pela sua importância natural, que da Casa Espírita deve sempre ter disponível aos seus frequentadores e trabalhadores, grupos de estudos dedicados ao entendimento de O Livro dos Espíritos, e estimular todos a este estudo.
Não existe a menor possibilidade de um Centro Espírita manter sua saúde moral, sem cultivar e aproximar seus frequentadores dessa obra única. Seja nas palestras, nos estudos ou em todas as oportunidades possíveis, é tarefa intransferível dos que conduzem as Instituições Espíritas, cantar a importância desse livro.

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É natural que nas nossas escolhas, nas nossas andanças, encontremos essa ou aquela filosofia de vida que mais nos pareça adequada.

É compreensível que a escolha religiosa de cada um de nós tenha um caráter próprio e pessoal, que mais concorde com nossa visão de mundo e de Deus.

Assim também escolhemos o partido político, o time de futebol, o esporte preferido para praticar, o hobby para os momentos de lazer, que nos pareça o melhor, e que tenha mais significado para nós.

Como temos histórias de vida diferentes, percepções de mundo, valores, capacidades intelectuais e emocionais muito pessoais e individualizadas, cada um de nós faz suas escolhas externas em coerência com aquilo que já conquistou intimamente.

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A palavra Páscoa tem  origem em dois vocábulos hebraicos: um, derivado do verbo pasah, quer dizer “passar por cima” (Êxodo, 23: 14-17), outro, traz raiz etimológica de pessach (ou pasha, do grego) indica apenas “passagem”. Trata-se de uma festa religiosa tradicionalmente celebrada por judeus e por católicos das igrejas romana e ortodoxa, cujo significado é distinto entre esses dois grupos religiosos.

No judaísmo, a Páscoa comemora dois gloriosos eventos históricos, ambos executados sob a firme liderança de Moisés: no primeiro, os judeus são libertados da escravidão egípcia,  assinalada a partir da travessia no Mar Vermelho (Êxodo, 12, 13 e 14). O segundo evento  caracteriza a vida em liberdade do povo judeu, a formação da nação judaica e  a sua  organização religiosa,  culminada com o recebimento do Decálogo ou Os Dez Mandamentos da Lei de Deus (Êxodo 20: 1 a 21). As festividades da  Páscoa judaica duram sete dias, sendo proibida a  ingestão de alimentos e bebidas fermentadas durante o período. Os pães asmos (hag hammassôt), fabricados sem fermento, e a carne de cordeiro são os alimentos básicos.

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Osório, sua esposa Selma e o filho Tiago almoçam, tranquilos, quando ouvem gritos. É Carmem, a filha mais nova, nos fundos da casa. Acodem rápido!

– Vejam que horrível! – mostra a jovem, asssustada.
Num canto do quintal, perto da piscina, o objeto de tamanho alarido: um boneco de pano, muito estranho, com várias costuras no ventre e na boca, manchas de sangue no tecido surrado, espetado por várias agulhas...
– Não toquem! Cuidado! É um despacho! – adverte Felismina, a serviçal doméstica.
– Não fazemos mal a ninguém! – reclama a dona da casa.
E dirigindo-se ao marido:
– Certamente é arte daquela sirigaita que trabalha em sua repartição! Ela não esconde que o considera um ótimo partido. Seria um viúvo disputado! Valha-me, Jesus amado! Sinto falta de ar!... É para mim essa encomenda das trevas!...
– Ora, querida – responde o esposo, conciliador –, não julgue assim a pobre Anita. Conheço-a bem. Seria incapaz de semelhante maldade! Sus¬peito antes do Costinha e sua mulher. São invejosos!... Provavelmente estão pretendendo amarrar nossa prosperidade! É preciso fazer algo rápido para neutralizar essa nefasta influência, porquanto também fui atingido... Ah! Minha enxaqueca... Parece que martelam meus miolos!...
– Coisa boa não é! – acrescenta, perturbado, Tiago – As agulhas parecem enterradas em meu próprio corpo. Dói tudo! O despacho é para mim! Quando me apaixonei pela Margarida e rompi o noivado com Júlia, ela jurou que eu pagaria pela desfeita. A família dela mexe com saravá!
– Você, que entende dessas coisas, o que nos diz, Felismina?

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A Doutrina Espírita, quando bem estudada, provoca o entendimento de que todos somos preparados para a independência espiritual, e dessa forma, não tem a finalidade de resolver os problemas das pessoas, mas confere a cada um, as bases para a compreensão das situações que o envolvem.

Com relação aos casos de perturbação espiritual, onde somos envolvidos por influências dos Espíritos perversos, algumas observações merecem especial atenção.

Geralmente, diante dessas situações, nos sentimos como vítimas dos seres invisíveis, no entanto, não somos tão inocentes assim, afinal, esses Espíritos são, na maioria das vezes, convidados daqueles que sofrem as perturbações.

Estes Espíritos desprovidos de paz, sentem-se atraídos pelas nossas emanações mentais, como aprendemos em O Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo Coletâneas de preces II – Para Afastar Os Maus Espíritos, no item 16 – Prefácio “Os maus Espíritos só estão aonde podem satisfazer a sua perversidade. Para afastá-los, não basta pedir, nem mesmo ordenar que se retirem: é necessário eliminar em nós aquilo que os atrai. Os Espíritos maus descobrem as chagas da alma, como as moscas descobrem as do corpo. Assim, pois, como limpais o corpo para evitar as bicheiras, limpai também a alma das suas impurezas, para evitar as obsessões. Como vivemos num mundo em que os maus Espíritos pululam, as boas qualidades do coração nem sempre nos livram das suas tentativas, mas nos dão a força necessária para resistir-lhes”.

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