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São estes dias de incertezas. Em toda parte ameaças de belicosidade e violência transformam-se em terrível realidade, transformando a Terra em permanente arena de criminalidade e de hediondez. É certo que as gloriosas conquistas da ciência e da tecnologia alcançam os seus mais elevados índices de glória. No entanto, jamais houve tanta insegurança e desencanto como na atualidade, quando incalculável número de existências vazias de idealismo e autorrealização tombam nas malhas soezes da depressão, da bulimia, da anorexia, do distúrbio do pânico, do suicídio...

As manchetes das tragédias aparecem a todo instante, e quando pensamos que já havíamos visto os porões da perversidade humana, ainda somos surpreendidos por espetáculos mais dantescos, quase nos aparvalhando. Os pontos de guerra multiplicam-se no globo terrestre, e os ferrenhos combates são dizimadores, ceifando vidas em floração em toda parte, especialmente no atual Levante e na África, quando crianças e jovens são sacrificados nas garras do fanatismo religioso, cidades e aldeias devastadas pelo ódio e etnias.

Concomitantemente, enfermidades terríveis se expandem, embora o esforço de homens e mulheres extraordinários, como os médicos sem fronteiras, os missionários do bem e do amor, vitimados alguns pelo ebola e outras viroses pouco conhecidas. Por outro lado, o exibicionismo dos poderosos, a loucura pelo prazer arrebanham as massas e as exaurem nos seus espetáculos de hedonismo e de luxúria, de drogadição, de alcoolismo e tabagismo, multiplicando aterradoramente o número de acidentes e de crimes deles decorrentes.

Faz-se urgente a mudança de atitude mental e moral do ser humano aturdido e quase em decomposição, mediante a reflexão em torno do objetivo essencial da existência e de como conseguir a diretriz para o comportamento saudável e feliz. Essa diretriz está no Evangelho de Jesus, quando Ele propõe o amor como solução para todos os problemas.

Por: Divaldo Franco - Artigo publicado no jornal A Tarde, coluna Opinião

 

 

Centro Espírita A Caminho da Luz 
www.ceacluzjundiai.com.br
Rua Jair Peres 581
Vila Nova Jundiainópolis
Jundiaí - SP

 

O Centro Espírita não é simplesmente um templo religioso onde os adeptos do Espiritismo ali comparecem para rituais de devoção, como a oração (prece), o passe e assim por diante.

É, na verdade, instituição social que possui várias características:

1 - é hospital, quando atende as pessoas que o procuram, e que carregam consigo males físicos (saúde) e espirituais (obsessão), encaminhando-as para as terapias disponíveis;

2 – é escola, quando esclarece os porquês das aflições e prepara as pessoas para compreenderem a imortalidade da alma, a reencarnação e outros princípios que constituem o Espiritismo, e sua aplicação à vida;

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“Os vossos olhos são a luz do corpo, mas se essa luz for trevas, todo o seu corpo estará em trevas“. (Jesus)

Dentre as muitas assertivas do mestre Jesus, no seu Evangelho de amor, talvez essa seja uma das mais importantes para o homem terreno, porque ela adverte que, os nossos sentidos materiais, a visão, o tato, a audição, o olfato e o paladar, constituem antenas vivas, que mostram com nitidez aqui e do outro lado da vida, o uso que fazemos deles.

Os nossos sentidos são sagrados e com destinações divinas, por isso não podem ser desviados de suas destinações principais, porque isso faria que o corpo físico entrasse em desequilíbrio, comprometendo a consciência imortal, nos levando ao erro e ao ilícito, atrasando consequentemente nossa jornada evolutiva a caminho da luz.

O divino mestre Jesus assinalou os olhos, porque é o sentido de primeiro contato com as coisas externas, mas a observação do maior dispensador de bens eternos do mundo serve também para todos os outros sentidos, a fim de que nos possamos nos acautelar no uso deles, principalmente no relacionamento com os nossos irmãos de luta terrena.

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Anne Leitrim, uma inglesa de 70 anos de idade, residia sozinha em Bournemouth, no sul da Inglaterra, e foi encontrada morta no quarto do seu apartamento (após seis anos). Os vizinhos supunham que ela tinha se mudado e a família (pasmem!) não sentiu sua ausência durante todo esse tempo.

Diante do caso, o servidor Cliff Rich, membro da organização Contact the Elderly, instituição filantrópica de apoio a idosos, alegou que muitos anciães são praticamente “invisíveis” para o resto da sociedade inglesa. 1Observemos que estamos diante da sociedade mais conservadora da Terra, tida como de “primeiro mundo”, onde se apregoa muito a importância do “bem-estar” dos idosos.

“No Brasil, alguns sociólogos afirmam que, se um país como o nosso precisa de um "estatuto dos idosos" (ou seja, de uma lei), para lembrar a respeitabilidade deles, isso indica que algo está muito errado com a sociedade.”. 2Certo dia escutei um cidadão (brasileiro) na fila do cartório, esbravejando que o direito do idoso era uma incoerência, um exagero. Revoltado, arrazoava: “vamos ao banco, ao cinema, em qualquer fila, até as de emergência, e aquele montão de pessoas passa na nossa frente se dizendo “preferencial”.

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Você sabe que o medo é o seu pior inimigo, não sabe? É aquele que boicota as suas melhores intenções, aquele que atrapalha todos os seus passos, aquele que faz a sua jornada parecer difícil, aquele que faz você mentir pra si mesmo. Aquele que lhe faz passar vergonha, e lhe segura os pés, e lhe puxa para trás quando você teima em avançar. Não estou me referindo aos seus piores defeitos. Esses são o orgulho e o egoísmo, sempre. Falo do seu inimigo, que talvez lhe persiga há muitas reencarnações. O medo! O podre, covarde e horripilante medo!

O medo pode perseguir suas vítimas por muitos séculos. Vida após vida, encarnado ou desencarnado, o medo pode persegui-lo sem piedade. Tem aquela velha história de que o medo tem sua utilidade, que ele nos acompanha desde a pré-história, quando tínhamos que fugir das feras etc.  Conversa pra boi dormir.
Não estou negando a existência e conveniência dos instintos. Mas o medo já não é só instinto, é sentimento de inferioridade, é falta de confiança em si mesmo, é sensação de impotência perante a vida, as pessoas, o mundo, os fatos.

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