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José Queid Tufaile Huaixan

Sabemos que a obsessão espirítica sempre esteve presente na vida do homem na Terra. Hoje, dado ao crescimento da humanidade e aos inúmeros problemas sociais que enfrenta o mundo, a obsessão torna-se verdadeiro flagelo. A ciência humana ainda reluta em aceitar os princípios espíritas e, por isso, deixa de curar inúmeros pacientes que a procuram, vitimados por desequilíbrios emocionais e psicológicos.

O Espiritismo ainda continua sendo a principal saída para a cura desta patologia. Em face disso, nós trabalhadores da causa espírita, temos que nos esforçar para termos um melhor conhecimento das causas da obsessão e dos métodos que poderão levar ao alívio e cura daqueles que batem às nossas portas.

A prática do Espiritismo passa por um período onde sua produtividade, a nível espiritual, deixa muito a desejar. Sabemos ser custoso reconhecer isto, mas é uma realidade difícil de ser questionada. Nunca estamos dispostos a avaliar nossos métodos de trabalho para termos idéia se estamos produzindo bem.

Na maioria das vezes, achamos que tudo o que fazemos está de acordo com a vontade do Alto. Um simples controle dos tratamentos na casa espírita pode deixar às claras sua verdadeira situação produtiva. Se o rendimento for baixo é preciso mudar, aperfeiçoar as atividades mediúnicas para que cumpram com sua finalidade.

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– Orson Peter Carrara

 A vaga tristeza que se apodera do coração, quase que de maneira imperceptível, levando a pessoa a considerar amarga a existência, chama-se melancolia. Se não combatida no íntimo pode desencadear estados de angústia profunda e depressão. 

Este abatimento se revela, muitas vezes, através de pequenos contratempos do cotidiano, coisas simples e corriqueiras que assumem cores mais escuras que a realidade. Ouvir uma reprimenda, tirar notas baixas na escola, desentender-se com um familiar... 

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TUDO ISTO E MUITO MAIS AMBICIONA O ESPÍRITO, QUANDO SE PROPÕE COMEÇAR A SUA REGENERAÇÃO. 

EM TAIS CIRCUNSTÂNCIAS ME ENCONTRAVA EU.

VIVERA MUITOS SÉCULOS PERAMBULANDO PELAS BIBLIOTECAS; NOITES MIL PASSARA NOS OBSERVATÓRIOS ASTRONÔMICOS, A PEDIR AOS ASTROS NOTÍCIAS DE DEUS; HAVIA PERGUNTADO ÀS CAMADAS GEOLÓGICAS COMO SE FIZERA O PLANETA HABITÁVEL, PEDIRA AOS FÓSSEIS A ÁRVORE GENEALÓGICA DOS MEUS ANTEPASSADOS. CHEGUEI A SER UM SÁBIO, COMO VULGARMENTE SE DIZ NA TERRA,

E, CONTUDO, QUANTO MAIS IGNORANTE ME RECONHECIA!

ASSIM, CHEGUEI A COMPREENDER QUE DEVIA EMPREGAR TODA A MINHA SABEDORIA, NÃO EM ENRIQUECER MUSEUS, NEM NO FAZER ADEPTOS DESTA OU DAQUELA ESCOLA FILOSÓFICA, A PRONUNCIAR DISCURSOS ELOQÜENTES PELAS ACADEMIAS
CIENTÍFICAS, MAS EM EDUCAR-ME A MIM MESMO, EM MORALIZAR-ME PARA REFREAR MINHAS PAIXÕES, PARA COMPREENDER MEUS DEVERES E DIREITOS, VISTO COMO DE HÁ MUITO ME HABITUARA A JULGAR SEM JULGAR-ME.

E AÍ ESTÁ O SEGREDO DA PROFIQÜIDADE DA MINHA EXISTÊNCIA.

PADRE GERMANO

Mediunidade é algo sério. Precisa ser tratada com respeito, conduzida com conhecimento. E isto só é possível quando se conhece suas bases, sua finalidade. Se for conduzida sem conhecimento, com leviandade, sujeita-se a absurdos e contradições. 


Não há outra maneira para evitar equívocos, senão estudando-a. E isto em fonte segura, O Livro dos Médiuns. 

Se você pensar bem, algumas distorções enquadram-se na ignorância do que ela realmente seja, ou de como usá-la. Outros desvios devem-se, todavia, à má-fé e até a uma certa ingenuidade. Vejamos alguns exemplos: 
a) Acreditar-se cegamente no que dizem os espíritos. Aqui é preciso lembrar-se que os espíritos não sabem tudo (portanto estão sujeitos a erros) e que também o médium tem grande influência na transmissão da mensagem. Ele pode filtrar o conteúdo, alterar, omitir ou acrescentar informações. Aqui entra o caráter moral do médium. 

b) Tornar-se dependente de médiuns e espíritos. A mediunidade existe para orientar, mas cada um terá que construir sua própria orientação de vida, de acordo com os conhecimentos que vai adquirindo. Toda dependência é prejudicial e gera verdadeiras neuroses. 

c) Achar que tudo é mediunidade. Todos vivemos uma vida intensa e achar que tudo é influência de espíritos é cair no ridículo. É preciso considerar que mesmo entre os encarnados há uma real influência recíproca. 



Entre estes e outros aspectos que podem ser considerados, já que o assunto é amplo, há um risco que merece "olhos bem abertos": o risco da ingenuidade. Para evitá-lo, chame-se o bom senso. Vamos citar único exemplo: 

Pessoa comparece ao Centro Espírita em busca de comunicação de parente desencarnado. Fornece nome, data do nascimento e morte, bem como a causa da morte. Apressados os médiuns recebem uma suposta manifestação do envolvido, citando frases chavões e consolando os parentes. Em seguida, a mensagem é desmascarada, pois os consulentes que foram ao Centro quiseram desmoralizar a mediunidade e usaram nome de pessoa encarnada...

Já pensou? Como ficamos? 

A Doutrina Espírita ensina com letras garrafais que uma manifestação espiritual não é algo tão simples como se pretende. E será mesmo que só ao citar nome de pessoa falecida já é condição para que o espírito se manifeste...? E as condições do espírito? E se realmente foi uma ironia de pessoas brincalhonas. Cuidado, minha gente. Mediunidade é coisa séria. Como evitar isso? Abrindo os olhos e usando o bom senso, sem pressa. Pesar tudo sob a luz da razão e da coerência. Só isso já vai evitar um monte de decepções.

Por: Orson Peter Carrara




Muito tem se falado ultimamente nas redes sociais sobre o caso do resgate dos cães Beagles .
Muitos aprovam o resgate dos animais e muitos se põem a questionar e julgar tal atitude alegando e se perguntando o motivo de se ter resgatado apenas esta raça de animais, quando tantas raças estão também passando pelo mesmo problema.
Outras pessoas, no entanto, discutem a questão alegando que tais pessoas poderiam usar suas energias ajudando os mais necessitados e carentes de todo canto do mundo ao invés de se preocupar apenas com os animais.
Todo este assunto dá abertura para grandes reflexões e posicionamentos e nos deixa a pergunta do que é a verdadeira caridade e de como devemos exercê-la.
A verdadeira caridade não se encontra apenas na beneficência, na parte material, mas principalmente no conjunto de todas as qualidades do coração, na bondade e na benevolência para com o próximo.
Segundo disse São Paulo “A caridade é paciente; é branda e benfazeja; a caridade não é invejosa; não è temerária, nem precipitada; não se enche de orgulho; - não é desdenhosa; não cuida de seus interesses; não se agasta, nem se azeda com coisa alguma; não suspeita mal; não se rejubila com a injustiça, mas se rejubila com a verdade; tudo suporta, tudo crê, tudo espera, tudo sofre.”
A verdadeira caridade é feita de muitas formas, mas principalmente em pensamentos, palavras e ações.
A verdadeira caridade está em tratar nossos semelhantes com amor, com respeito, com amabilidade e sem pré-julgamento.
A verdadeira caridade está em cumprir a máxima deixada por Jesus “Amar ao próximo como a si mesmo”, tratando o irmão de jornada como gostaríamos de ser tratados.
A partir desta definição é que podemos como verdadeiros cristãos, nos transformarmos em verdadeiros tarefeiros de Jesus, seguindo a frente de trabalho que mais nos afinizarmos.
A caridade nos permite uma grande frente de trabalho: mobilização em favor de animais, seres humanos, ou nos envolvendo com a ajuda material, ajuda espiritual, entre tantos outros tipos de caridade.
Não importa qual a frente de trabalho que escolhemos como caminho de vida para a praticar a caridade se não tivermos em nossos corações o verdadeiro sentido da caridade, solidariedade e fraternidade.
Não entenderemos o real sentido da caridade se insistirmos em manter nossos corações repleto de mágoas, ressentimentos, egoísmo e se ainda usarmos a maledicência, os julgamentos pré-concebido, o preconceito pelo nosso próximo, e a falta de compreensão pelo ser humano.
Quando decidirmos ser benevolentes, trabalhando em prol do próximo, e indulgentes, compreendendo as fraquezas ou escolhas do irmão do caminho evitando discriminá-lo, estaremos sendo cristãos, praticando o real sentido da caridade e do Evangelho de Jesus e nos tornaremos verdadeiros tarefeiros de Jesus, seja em qual frente de trabalho colocarmos nosso coração.

Por: Rita Ramos Cordeiro
Fonte: http://ritaramoscordeiro.blogspot.com.br/



Tesouro nem sempre valorizado – Orson Peter Carrara

A maior felicidade que podemos desfrutar no cotidiano diário é a convivência com pessoas afins, com pessoas amigas de verdade. A juventude passa num instante, o dinheiro troca de mão e a saúde é sujeita às fragilidades próprias de nosso tempo.

O que fica realmente são os sentimentos. E eles são sólidos quando construídos pela afeição verdadeira, sem interesses e onde prevalecem o respeito e a consideração real.

Pessoas afins são pessoas que amam e são amadas mutuamente. Por isso sente-se o prazer da convivência recíproca. Daí a razão de se buscarem, de se alimentarem emocionalmente porque significam autenticidade nos sentimentos.

Segundo o dicionário, amigo é pessoa que quer bem a outra, defensor, protetor. Já a palavra amizade é definida como o sentimento de amigo, afeto que liga as pessoas, reciprocidade do afeto, benevolência, amor.

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