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Orson Peter Carrara

Todo mundo quer a felicidade. Todos desejamos nos sentir bem, sermos respeitados, alcançar estágios de convivência harmoniosa, de êxito nas ações e desfrutar de saúde ao lado de pessoas que amamos e igualmente sermos amados, compreendidos. Isso inclui conquistas valorizadas de acordo com o foco com que se enxerga a experiência de viver.

Muitos de nós valorizam o dinheiro onde se incluem o conforto, as viagens e tudo mais que o dinheiro pode adquirir; outros desejam o poder e muitos valorizam o sucesso que possam alcançar. Muitos de nós se esquecem da felicidade contida na saúde e na convivência familiar, só percebida depois que perdemos esses valores reais da felicidade humana.

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Estamos na época da apuração de valores individuais e coletivos. Não demora muito e os espíritos selecionados iniciarão a reconstrução ideológica do plano físico e adjacências deste planeta. Competirá a eles estabelecerem novas diretrizes comportamentais e educativas para a consolidação do Reino de Jesus em todo o sistema Terra. Época muito diferente da atual. Muito embora a grande maioria não se interesse por este assunto, taxando-o de futurista ou ilusório, a bem da verdade, devemos contribuir para que os mentores possam utilizar dos nossos recursos para a consolidação desse grande projeto.

O tempo de vivermos isolados dos planos espirituais é quase findo. Em mundos superiores a interação é total em todas as esferas que compõem os sistemas planetários. Até aqui isto não foi possível dado aos primórdios da evolução consciencial em curso. Estamos sendo avisados e preparados para as novas funções que aqui serão desempenhadas dentro do próximo ciclo da nossa casa cósmica. Necessitaremos realizar inúmeras transformações e uma delas deve ser bem observada por todos, uma vez que é comum a todos. Trata-se das nossas conversações diárias. Do estalar da língua, do construir de frases que soltamos diuturnamente, muitas vezes sem os devidos cuidados.

Sabemos que a palavra tem o poder de construir ou destruir. Que elas alteram as ondas, freqüências e estados gerais dos ambientes. Há casos em que num ambiente infestado pelo mal falar, as paredes ficam impregnadas de formas pensamentos deletérias que produzem enfermidades ao mesmo passo que atraem espíritos vampirescos fazendo deles seu habitat. Conhecem-se casos de crianças que adoecem repentinamente por causa dessas influenciações negativas e que sofrem diversas agressões em seus organismos físicos pela baixa da imunidade. Isto sem contar o ar muitas vezes irrespirável e alterado pelas imprecações das palavras mal ditas.

Falar é uma arte. Uma evolução conseguida a partir dos primeiros grunhidos que soltamos nas florestas quando saíamos da irracionalidade. Apurar a arte de falar é próprio dos seres racionais que todos somos. Um “palavrão” é um ato rebelde ou leviano do espírito que passa por determinada circunstância que não o agrada. As circunstâncias são geradas a partir das nossas opções. Daí que somos responsáveis absolutos por elas e devemos aproveitá-las ou desvencilharmos das suas agressões quando o caso, sem ferir ouvidos alheios, sem manchar ambientes, sem contribuir para colapsos frequenciais de ondas em desalinho.

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Desafios não são adversários. Transformo-os em continentes que devo desbravar e conquistar.

Iniciaremos este estudo com a citação do evangelista Mateus, 5:24: “Reconcilia-te depressa com o teu adversário”. Então perguntamos: quem são nossos adversários? O patrão, o vizinho, o lanterneiro, a cozinheira, o dirigente... E assim vai, por uma infinidade de pessoas e circunstâncias que dia a dia ombreiam conosco o caminho e que podem nos perturbar a paz. Sabemos que não temos o direito e nem a possibilidade de mudarmos quem quer que seja. Estamos todos, como diz Fritjof Capra, “... na teia da vida, interagindo mutuamente, interdependentes e individuais ao mesmo tempo”. Neste bailar de acontecimentos não nos cabe imputar a ninguém os espinhos que porventura nos atingem. Os espinhos são, antes de qualquer coisa, companheiros adequados aos nossos momentos. Sabemos que nesta “Teia da Vida” estamos construindo e destituindo simultaneamente. Destituindo complexos emocionais perniciosos que assomando do nosso inconsciente perturbam o consciente obrigando-o, em muitos casos, a situações e comportamentos indesejados. Ao mesmo tempo estamos construindo o nosso futuro, a partir de posturas outras, ligando-nos a avanços intelecto-morais, de conformidade com o que nos aconselha Kardec quando diz: “Reconhece-se o verdadeiro espírita pelo muito que faz para domar suas más inclinações”.

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Uma agradável festa de casamento trouxe reflexões importantes em data recente. Os vínculos familiares, as lembranças que saltam incontroláveis e mesmo o ambiente emotivo – próprio da ocasião –, levam às emoções.

Misturam-se as gerações, encontram-se e integram-se as famílias; os mais veteranos recordam, assustam-se com os novos que o tempo transformou em adultos. Curioso porque, ao mesmo tempo, os mais novatos (e aqui refiro-me às crianças mesmo) promovem o espetáculo da vida humana que se renova todo dia. Muitos estão ausentes, ou já se foram – gerando intensas saudades; outros trazem consigo os laços de futuras famílias que começam a se esboçar nos jovens casais de namorados.

Depois os abraços, as recordações, a visão de como o tempo passou. E, por mais paradoxal que possa parecer, também o futuro vivo mostrando-se com toda sua força e potencialidade. Que coisa linda é a vida! Que espetáculo de alegria e amor!

Nela concentram-se maturidade, a juventude, a inocência, a pureza. Nela também está a dificuldade, a esperança, o otimismo, a alegria, a tristeza. Igualmente mostram-se os quadros da diversidade de experiências que trazem a sabedoria, a prudência, o cuidado.

Por isso mesmo a vida familiar é das mais notáveis oportunidades que recebemos do Criador. É nesta permuta, neste intercâmbio, que crescemos. É justamente através das diferenças que um faz o que outro deixa de fazer; que um ajuda o outro; que um ensina, outro aprende. Estamos todos num grande processo de crescimento individual e coletivo.

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Nos dias atuais, nesta imensa massa humana que habita a Terra, as palavras: ódio, amor e perdão ainda não são totalmente bem assimiladas pelo ser humano.

O ódio, este sentimento mundano é mais comum do que imaginamos.

As pessoas ocultam este sentimento e guardam-no dentro do coração, inflamando sentimentos e criando mágoas  e ressentimentos que se tornam verdadeiros lodos em nosso organismo.

Este sentimento tão bem camuflado é causado pelo ciúmes, inveja, orgulho, desentendimentos mal resolvidos, julgamentos pré-concebidos, entre outras tantas ciladas criadas pelo próprio ser humano.

Causa prejuízos para todos os envolvidos, tanto para quem é alvo dele, como para quem libera este sentimento tão destrutivo.

É através do ódio que se desfazem vínculos familiares e de amizades.

É através dele que se criam inimigos, desafetos por séculos, tanto no plano espiritual, quanto nas vindouras encarnações futuras.

O espírito ainda desconhecedor do amor e do perdão cria uma grande simbiose com seu desafeto, e faz com que esta ligação se perpetue indefinidamente, trazendo-lhe sofrimentos, instabilidade emocional e uma angústia que não lhe permite ter paz.

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– Orson Peter Carrara

 

Afinal, o que é o destino? Está determinado? Como compreender tantas circunstâncias e mesmo a adversidade?

O detalhe todo está na liberdade de agir. Nada surgirá em termos de felicidade e bem-estar sem que estejamos dispostos ao uso nobre dessa liberdade de que dispomos. Essa vontade e ação de agir no bem próprio e em favor de todos é o grande segredo da construção de uma vida harmoniosa e feliz que buscamos.

A vontade é, pois a alavanca do destino. Mas essa alavanca traz um dispositivo que permite ir para um lado ou para o outro. Ela possui uma direção e essa direção somos nós que conduzimos.

Quando guiamos com honestidade e bondade, justiça e equilíbrio, encontraremos a felicidade a caminhar conosco. Isso significa paz no caminho, apesar das lutas.  Se agimos sem justiça e até com perversidade, estamos atirando o carro da existência ao rochedo das adversidades inevitáveis, como conseqüência natural do comportamento.

Essa decisão de seguir adiante é vital para a construção da paz interior. Aceitar o desânimo e a tristeza é criar obstáculos que se agigantam impedindo a construção que desejamos. Obter vantagens, sejam quais forem, com prejuízo alheio, é cavar um buraco de aflições em futuro próximo.

É sempre oportuno pensar se a vantagem de agora será proveito depois...

O destino é, pois, construção diária. Nossas escolhas e decisões de agora criam o futuro que nos aguarda. É preciso cuidado e atenção com o que fazemos.

Como esperar retorno sem investimento?

A vontade, pois, é uma alavanca poderosa. É preciso ter a vontade de agir, ter a iniciativa de buscar, de planejar. E aplicar nas ações o critério da bondade e da justiça.

Como ainda não temos, na íntegra, tais virtudes, é preciso exercitá-las diariamente. Pensando se o que estamos fazendo é justo ou não, se estamos ou não prejudicando alguém; se nossas ações geram lesões ou criam felicidade. Isso nos ajudará a tornar nossa alavanca um instrumento saudável de criar felicidade e harmonia à nossa volta, onde somos o maior beneficiado.

Por outro lado, há que se raciocinar que as ações que gerem gratidão em outras pessoas ou promovam o bem geral, cria méritos ao seu autor. E os méritos criam o mecanismo de retorno em favor de seu autor, no momento certo da necessidade.

Quando guardamos méritos de ações no bem, um pedido nosso tem outro valor, o retorno é diferente e pode ser imediato ou mais demorado, a considerar o mérito da bagagem. Quando pedimos em favor de alguém, o mecanismo é o mesmo.

Tratemos, pois, de agir no bem de todos. É mais inteligente e saudável e inclusive terapêutico. Evita doenças.

Mas façamos uma experiência. Doemos algo de nós em favor de alguém. Experimentemos hoje fazer a felicidade de alguém e veja a resposta do destino. Observe atentamente o destino construído com uma atitude ou um gesto e até mesmo um sorriso.

Procuremos gerar gratidão em alguém. Experimentemos! E depois observemos a resposta do destino.


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