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Muito tem se falado em caridade, fraternidade, solidariedade e amor ao próximo. Lindas palavras inspiradas e trazidas ao longo dos séculos pelo maior exemplo que surgiu na Terra: Jesus.
Exemplos que podemos e devemos seguir, mas a grande dúvida é como realizá-lo.
Nos dias atribulados de hoje e na correria do dia a dia, não sobra tempo para se dedicar a Solidariedade.
O cansaço após um extenuante dia de trabalho e a dedicação com a família não permite tal proeza.
Mas então o que fazer?
Engana-se quem imagina que a Solidariedade possa ser feita fora do lar e nosso ambiente social.
Não é necessário que se desloque até uma Instituição beneficente para realizar algum trabalho voluntário.
Seria extremamente valoroso este gesto, já que as Instituições Beneficentes lutam bravamente para se manter e auxiliar os mais necessitados.

Porém, a solidariedade não se resume apenas à parte material.
A solidariedade é bem mais ampla e todos tem condições de realizar.
É o tão falado Amor ao próximo, que infelizmente, poucos conseguem vivenciar.
A maioria das pessoas não consegue expressar este sentimento tão necessário a humanidade.
O amor ao próximo é simples e fácil de desenvolver e não requer grandes esforços.
É pelo respeito mútuo a todos os semelhantes que se pode iniciar este dom.
Tente iniciar seu dia ao levantar-se da cama, agradecendo ao Pai da Vida pela benção de mais um dia.
Observe a natureza a sua volta e sinta a beleza deixada pela Divindade Maior.

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Orson Peter Carrara

Ele veio para ensinar, exemplificar. Vida simples, mas cheia de grandeza, de abnegação e sacrifício, e deixou traços que não se apagam. Sua figura ultrapassa todas as concepções do pensamento. Eis por que não pode ela ter sido criada pela imaginação.

De serenidade incomparável, não se nota mácula nenhuma, nenhuma sombra, deixando claro que todas as perfeições se fundem, com uma harmonia tão perfeita que se nos afigura o ideal realizado.

Sua doutrina, toda luz e amor, dirige-se sobretudo aos humildes e aos pobres, a essas mulheres e homens curvados sobre o planeta, a inteligências esmagadas ao peso da provação e do sofrimento, em palavra de vida que as deve reanimar e consolar.

E essa palavra lhes é prodigalizada com tão penetrante doçura, exprime uma fé tão comunicativa, que lhes dissipa todas as dúvidas e os arrasta a seguir em tais pegadas.

Na verdade sua finalidade era colocar ao alcance de todos o conhecimento da imortalidade e da paternidade comum, cuja voz se faz ouvir na serenidade da consciência e na paz do coração.

Pouco a pouco tais ensinos, transmitidos verbalmente nos primeiros tempos, se alteram e sofrem adulterações sob influência de correntes opostas, que agitam a sociedade através do tempo.


Seus continuadores, escolhidos por Ele mesmo, muito bem o tinham sabido compreender; haviam recebido o impulso de sua vontade e de sua fé. Mas seus recursos intelectuais eram restritos à época em que viveram e não puderam senão conservar, pela memória do coração, as tradições, os pensamentos morais e o desejo de regeneração que lhes havia Ele depositado no íntimo. Na jornada que empreenderam, através do tempo, formaram, de cidade em cidade, grupos de cristãos, aos quais revelaram os princípios essenciais; depois alcançaram outras regiões.

Nestes momentos difíceis para a humanidade, a ÚNICA solução está Nele mesmo: Jesus de Nazaré! Não há alternativa de construção, ou reconstrução, da dignidade, do caráter, da solidariedade e da fé autêntica.

Mais que títulos que dividem a compreensão da fé, de incomparável autenticidade – desde que devidamente a conheçamos –, do exemplo de vida, dos ensinos e da potente força oriunda de sua doutrina, alcançamos uma época tal de maturidade intelectual que nos convida a estendermos as mãos uns aos outros, ao invés de nos debatermos em idéias localizadas ou motivadas por tolo egoísmo.

A clareza de sua doutrina, exaltando a imortalidade, apresentando o Pai comum e convidando ao amor (em toda a sua extensão), deve ser a alavanca de nosso ideal de vida; deverá constituir nossa maior motivação, será a fonte de orientação, consolo e coragem diante dos desafios naturais da vida humana. É luz, brilhante farol, a iluminar nossos caminhos; orientação segura que nos dirige, para nos reerguermos de nossos fracassos e limitações e exaltarmos o valor extraordinário da vida e de suas experiências.

Isto tudo convida à conjugação de verbos essenciais para a felicidade e paz que desejamos construir: trabalhar, solidarizar-se, tolerar. Sim, trabalho, solidariedade e tolerância. No alto sentido de compreendermo-nos uns aos outros, de estendermos nossas mãos. Afinal, todos, mas todos mesmo, precisamos muito uns dos outros...

E, por sermos tão iguais e tão diferentes, ao mesmo tempo, em todas as situações e circunstâncias, é que nos cabe o dever da mútua compreensão, mútua tolerância, mútuo trabalho e mútua solidariedade. Há outro caminho?

Ele é o modelo e guia para a Humanidade. Esforcemo-nos para segui-lo, mais que a rótulos ou divisões humanas.

Orson Peter Carrara

Ele veio para ensinar, exemplificar. Vida simples, mas cheia de grandeza, de abnegação e sacrifício, e deixou traços que não se apagam. Sua figura ultrapassa todas as concepções do pensamento. Eis por que não pode ela ter sido criada pela imaginação. De serenidade incomparável, não se nota mácula nenhuma, nenhuma sombra, deixando claro que todas as perfeições se fundem, com uma harmonia tão perfeita que se nos afigura o ideal realizado.

Sua doutrina, toda luz e amor, dirige-se sobretudo aos humildes e aos pobres, a essas mulheres e homens curvados sobre o planeta, a inteligências esmagadas ao peso da provação e do sofrimento, em palavra de vida que as deve reanimar e consolar.

E essa palavra lhes é prodigalizada com tão penetrante doçura, exprime uma fé tão comunicativa, que lhes dissipa todas as dúvidas e os arrasta a seguir em tais pegadas.

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Em pleno século 21, num momento de grande transição planetária, o ser humano se encontra enraizado em torno dos mais variados preconceitos, entre eles o preconceito religioso e o preconceito contra o ser humano.

Deus concedeu ao espírito, o livre arbítrio para que o ser humano fizesse sua opção de escolha e caminho a seguir que melhor lhe aprouver.
Muitas dúvidas se encontram nesta questão, pois a maioria das pessoas usa o livre arbítrio erroneamente, e aí fica a pergunta que não quer calar:
O que é certo e errado?

A bússola que nos guiará para o caminho do bem, chama-se consciência.
É fato comprovado que a religião não muda interiormente o homem, mas sim, sua reforma íntima e as escolhas e atitudes que toma durante a vida, para torná-lo um homem de bem.
A religião apenas socializa o homem, tirando-o de seu isolamento interior, colocando-o em convivência com suas afinidades.

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– Orson Peter Carrara

Agora que a poeira assentou, dirijo-me aos leitores que me perguntaram sobre o lamentável e duro episódio de Santa Maria-RS. Também, como qualquer ser humano, comovi-me às lágrimas diante do episódio tão comovente e cortante ao coração.

As especulações foram muitas, as notícias fartamente exploradas, muita bobagem foi dita tentando explicar o acontecimento. O fato é que vários fatores, e nem é preciso repetir aqui, desencadearam a tragédia. E não adianta agora procurar culpados, é um fato consumado. Deixemos que o tempo responda às nossas dúvidas doídas.

O que é importante nesse momento é a vibração amiga em favor dos pais, cortados pela dor que não podemos imaginar. A prece em favor deles é, aliás, nosso dever, para que sintam ao menos o conforto da solidariedade.

Não temos condições de fechar a questão, pois nos faltam informações que fogem à alçada de simples mortais e limitada condição humana. Por mais que tentemos explicar, sempre faltará um componente cuja origem desconhecemos. Aliás, todos desconhecemos a história de cada vítima, de cada família, de cada jovem que ali sucumbiu. E não me refiro à história presente, mas à bagagem trazida de outras experiências.

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Luiz Carlos D. Formiga

O Sonho é uma interrogação para muitas pessoas. No livro de Carlos Bernardo Loureiro - “A Visão Espírita do Sono e dos Sonhos”, Casa Editora O Clarim. Matão, SP. 144 páginas, vamos encontrar muitas respostas.

É possível determinar relações precisas entre essas percepções e os aspectos da realidade ordinária? Como analisar esse psiquismo noturno?

Erick Fromm afirma que“o inconsciente só o é em relação ao estado normal de atividade”, “ são simplesmente estados mentais diversos, que se referem às modalidades existenciais diferentes.” Assim, podemos admitir que a mente consciente constitui apenas parte do psiquismo total. Existe uma vida psíquica chamada de “inconsciência”. Esta atividade psíquica é o principal protagonista quando o sono retira a outra de cena. Na realidade o inconsciente acha-se representado naquela fração do sonho que se registra na memória consciente.

O que se deve pensar das significações atribuídas aos sonhos?

“Os sonhos não são verdadeiros como o entendem os ledores de buena-dicha, pois fora absurdo crer-se que sonhar com tal coisa anuncia tal outra.

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