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Você ja está se preparando para comprar os presentes de Natal para sua Família.
Por acaso ja pensou em presentear uma criança carente?
Talvez quem sabe auxiliar ou doar uma cesta básica ou de Natal para uma Família carente?
Não sabe como fazer isso?
Em sua cidade deve haver inúmeras Instituições Beneficentes que necessitam de auxílio nesta época do ano. Basta entrar em contato com a Secretaria de Promoção Social de sua Cidade.
Que tal unir os amigos, escolher uma Instituição e fazer uma Campanha de Natal? Pense nisso!

Na cidade de Itu - SP, além da Secretaria de Promoção Social, podemos indicar o Albergue Noturno de Itu.
Para mariores informações maiores, podem entrar em contato pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. '; document.write(''); document.write(addy_text59517); document.write('<\/a>'); //-->\n O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.
com Carminha ou pelo telefone (11) 4023-0085.

Não há quem não conheça a frase de Jesus sobre amar ao próximo como a si mesmo (Mateus, 12). Ele se preocupou com isso por que, como disse Pedro (I, 4:8), o amor cobre uma multidão de pecados. Co

todos somos moralmente imperfeitos, como podemos cobrar do outro aquilo que também não somos?

E se amar a um estranho é difícil, o que se dirá de amar ao próximo mais próximo? Parece simples, no entanto é na intimidade que as pessoas mais mostram seus "espinhos", nem sempre desejando que não firam (* referência à lenda dos porcos-espinhos que tiveram que aprender a suportar alguns espinhos alheios, para não morrerem de frio durante certa era glacial).

Os espíritos são compelidos a encarnar na família com aqueles com quem tem afinidades e com seus desafetos, para evoluírem juntos ou aprenderem a amar-se. E, pensando bem, quantos pais e filhos, quantos irmãos, quantos companheiros amam-se e odeiam-se ao mesmo tempo? Ou apenas odeiam-se?

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– Orson Peter Carrara

Quem de nós já não “bateu a cara”? Isso é comum, é humano. Os tropeços da existência humana ocorrem diariamente, isso não é novidade para ninguém. Eles são resultantes principalmente da inexperiência no trato com situações novas, necessários, porém, ao aprendizado. Resultam também da precipitação, da ansiedade, do medo e, claro, da falta de conhecimento.

Nem sempre estamos capacitados para atuar em determinada área e aí acontecem as decepções, as frustrações, e mesmo desequilíbrios emocionais, inclusive com danos à saúde. Estão em todas as áreas de atividade, até mesmo dentro de casa, na convivência familiar, com a palavra mal conduzida, o comportamento agressivo e sem psicologia no trato, e se estendem para a vida social, com os conhecidos desdobramentos das violências e intensos desafios sociais.

Os tropeços estão na vida individual, na vida pública, na profissão, nos relacionamentos, na sociedade em geral. Um motorista negligente e irresponsável, por exemplo, levará o tropeço além das dificuldades naturais, causando prejuízos e até tragédias. O exemplo do motorista enquadra-se em muitas outras situações, inclusive na profissão, na política, na administração de uma empresa, na presidência de uma instituição, podendo desdobrar-se em grandes prejuízos, falências e mesmo no desvirtuamento de uma ideia ou da finalidade de uma iniciativa documentada ou fundada com nobres bases estabelecidas.

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O movimento espírita vive momento difícil que merece atenção. Ele é resultante dos riscos eminentes de deturpação dos ensinos espíritas a que estamos todos expostos quando nos deixamos dominar pela vaidade, pela prepotência ou por interesses outros que desfiguram os genuínos propósitos da Doutrina Espírita.

Já se sabe que o objetivo prioritário da presença do Espiritismo na face do planeta é nosso progresso moral. Curiosamente nos perdemos do foco central e desviamos nossas práticas para finalidades estranhas, incoerentes e desfiguradas dos verdadeiros propósitos a que deveríamos direcionar nossa máxima atenção.

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Orson Peter Carrara

O sábio instrutor Emmanuel escreveu brilhante página para falar sobre a imortalidade da alma, muito própria para endereçar aos corações que se sentem despedaçados pela partida do ente amado no fenômeno natural, ainda que acidental, da morte biológica. A mensagem intitula-se Eles Vivem! Reflitamos sobre o precioso texto:

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– Orson Peter Carrara

A garotinha, de apenas cinco anos, perguntou ao pai no velório da avó:  – Pai, o que morreu, a cabeça ou o corpo da vovó? O pai, encabulado pela pergunta e igualmente surpreendido pela indagação, respondeu que tudo morreu, que morre tudo junto.

A garotinha insistiu:  – Não, pai, você não entendeu. Eu estou perguntando dos pensamentos que estavam dentro da cabeça da vovó. Eles morreram também?

O pai ficou perplexo. E nós, que ouvimos essa história e que agora repassamos ao leitor, podemos constatar a lucidez e a inteligência da pergunta. Nossas crianças realmente estão bem mais amadurecidas.

O teor da pergunta, inclusive, demonstra uma grande verdade, sempre esquecida: morre o corpo, mas o ser permanece íntegro. Não somos o corpo, somos um ser imortal que conserva após sua destruição física e biológica, sua personalidade, suas tendências, seus gostos, conquistas, seus laços de afeto e desafeto, permanecendo com a necessidade de continuar aprendendo e se aprimorando, intelecto-moralmente e, claro, também emocionalmente e psicologicamente.

A vida é um ciclo constante de aprendizados, que continua além da morte física. Nossos seres amados que se foram prosseguem vivendo normalmente, pensando, sentindo, amando ou odiando – o que sugere que muito ainda precisa aprender, se ainda guardando ódio ou vingança no coração e, claro, cabem também os sentimentos de mágoas, ciúmes, inveja, desânimos ou entusiasmos e determinação, entre outros –, quer dizer, continuam a ser o que eram e prosseguem a própria caminhada de aprendizados e relacionamentos.

Estamos falando dos seres amados que já se foram, deixando saudades e que também sentem saudades, mas o mesmo raciocínio cabe a cada um de nós. Afinal, fisicamente ou biologicamente todos seremos brevemente cadáveres. Mas não somos o cadáver, somos o ser imortal que sobrevive à morte, seja por velhice, enfermidade, acidentes, etc.

Esta é a lógica da vida. Ela não se extingue. Os pensamentos e sentimentos e, portanto, as conquistas do intelecto e do sentimento continuam. Como também não se extingue a necessidade de continuar aprendendo. Há uma imensa justiça e bondade nessa realidade palpável, que tanto preconceito enfrentou ao longo do tempo e que agora começa ser percebida com clareza. Se somos seres imortais, a vida continua. Se continua, iremos para algum lugar. Um lugar deverá ser compatível com o que somos, sem perda do que somos, por bondade do Criador. Sendo uma continuidade natural, iremos para o lugar que vamos construindo gradativamente a cada dia. Céu e inferno são apenas estados conscienciais, por isso a necessidade de agirmos de forma a não guardarmos arrependimento ou remorso. Estes sim são o autêntico inferno.

Mas como Deus é bom e sábio, justo e misericordioso, as portas nunca se fecham e podemos recomeçar, reconstruir o que não fizemos bem ou deixamos de fazer. Justamente para merecer as alegrias que aguardam aqueles que cumprem o seu dever.

 

 


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