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IRMÃ ROSÁLIA - Paris, 1860

 

9 – “Amemo-nos uns aos outros e façamos aos outros o que quereríamos que nos fosse feito”. Toda a religião, toda a moral, se encerram nestes dois preceitos. Se eles fossem seguidos no mundo, todos seriam perfeitos. Não haveria ódios, nem ressentimentos. Direi mais ainda: não haveria pobreza, porque, do supérfluo da mesa de cada rico, quantos pobres seriam alimentados! E assim não mais se veriam, nos bairros sombrios em que vivi, na minha última encarnação, pobres mulheres arrastando consigo miseráveis crianças necessitadas de tudo.

Ricos! Pensai um pouco em tudo isso. Ajudai o mais possível aos infelizes; daí, para que Deus vos retribua um dia o bem que houverdes feito: para encontrardes, ao sair de vosso invólucro terrestre, um cortejo de Espíritos reconhecidos, que vos receberão no limitar de um mundo mais feliz.

Se pudésseis saber a alegria que provei, ao encontrar no além aqueles a quem beneficiei, na minha última vida terrena!

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– Orson Peter Carrara

A expressão que usamos como título parece incoerente, mas é verdadeira: há um furto permitido por lei, com testemunhas inclusive. É um furto legalizado, no bom sentido da palavra. Nestes tempos bicudos de tensão, correria e preocupações, o texto abaixo, poético, real e suave, auxilia a dar uma trégua nas neuroses do cotidiano. Acompanhe comigo:

“(...) Há um furto legal permitido por Deus, pelas diversas religiões do globo e por todos os Códigos dos países cultos ou bárbaros:  – consiste em ir alguém a um lar venturoso, cobiçar um dos seus mais belos ornamentos e usurpá-lo, com o assentimento dos lídimos possuidores, contentes ou constrangidos. Chama-se casamento. É como se alguém entrasse num jardim florido e colhesse o mais precioso espécime, o que mais o deslumbrara, à vista do seu cultivador que, às vezes, não contém as lágrimas... Acho-me na situação desse egoísta, apreciador dos tesouros alheios, amigo... Observo a dita mais perfeita no vosso lar abençoado e venho roubar-vo-la em parte, ou antes, desejo transplantar para o meu, deserto e entristecido, por falta de um arcanjo doméstico, uma centelha de alegria, de felicidade, de luz espiritualizante, que as há em abundância no vosso: quero enfim, meu amigo, permitais a aliança nupcial de Sonia com o meu Henrique... (...)”.

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– Orson Peter Carrara

Considerando os relacionamentos humanos, suas dificuldades, alegrias, conquistas e desafios, o casamento é um deles onde a experiência é expressiva. Interessante porque o casamento pode ser classificado em cinco tipos.

O primeiro deles é o de afinidades. Almas afins que se unem para objetivos bem definidos e compartilhados, seja na criação dos filhos, seja numa empresa ou num ideal qualquer. Caracteriza-se pela harmonia nos relacionamentos, apesar das diferenças que podem apresentar entre si os cônjuges.

Depois encontramos os casamentos de renúncia. Normalmente um deles optou por amor a cuidar do outro, nas dificuldades trazidas ou adquiridas.

E há ainda os casamentos de testes de crescimento, onde um ou ambos vão crescer nas experiências difíceis, convidados que são à tolerância, ao desapego, a vencer ciúmes e à superação de egoísmos para ajudarem-se mutuamente.

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"Reconhece-se o verdadeiro

Espírita pela sua transformação

moral, e pelos esforços que faz

para domar suas más inclinações".

(Allan Kardec, ESE, XVII, 4)

Ponderando com Allan Kardec, torna-se simples definir quem é verdadeiro Espírita, afinal os podemos reconhecer pelos esforços que fazem em transformar-se em pessoas moralmente melhores e em domar suas más inclinações, geradas pelas imperfeições milenares que todos carregamos na alma imortal.

No entanto, embora o desejássemos, a temática é mais complexa do que podemos pensar inicialmente. Observando com um pouco de atenção, podemos facilmente reconhecer muitos “espíritas” ainda adormecidos perante suas responsabilidades, adquiridas através dos esclarecimentos que a Codificação oferta a 152 anos.

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Orson Peter Carrara

São exemplares os comportamentos daqueles que absorveram o conhecimento da proposta trazida pela Doutrina Espírita. Conheceram e se comprometeram. Foi o que aconteceu com Chico Xavier em toda sua conhecida trajetória de sacrifícios, humildade e perfeita conexão com o que conhecia.

O mesmo pode ser dito de Yvonne do Amaral Pereira e Cairbar Schutel, por exemplo, sem deixarmos de lembrar Bezerra, Eurípides, Batuíra, entre tantos outros que podem ser citados, inclusive aqueles que não se tornaram tão conhecidos. E se sairmos do ambiente espírita, amplia-se igualmente o número daqueles que entenderam a finalidade de viver, mesmo que sem o conhecimento espírita.

Situamo-nos, todavia, na rápida abordagem, no comprometimento de Yvonne e Cairbar. O primeiro, antes mesmo de conhecer o Espiritismo, já dava exemplos de perfeita conexão com os interesses da coletividade, envolvendo-se com várias iniciativas que beneficiassem os necessitados de toda ordem. Mais tarde, quando conheceu o Espiritismo, transformou sua vida num total comprometimento com a proposta do Espiritismo, merecendo o cognome de Bandeirante do Espiritismo, por todas as suas ações já conhecidas.

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Todas as previsões sobre o fim do mundo, dos maias ao apocalipse de João, de Nostradamus a Edgar Cayce, falam de tempos difíceis, de grandes dores e destruições a serem vividos pela Terra. 

Por outro lado, pelo menos duas outras frentes falam dos aspectos da renovação espiritual que urge ocorrer com a humanidade, uma delas proveniente de certa linha ufológica, onde canalizadores (o mesmo que médiuns para a Doutrina Espírita) menos preocupados com ufos e et`s e mais com a qualidade moral do espírito, repassam informações de seres de outros orbes, a exemplo de Bashar, orientando os interessados em questões de valores e virtudes. A outra frente é o próprio Espiritismo, o qual nasceu por orientação divina e iniciativa de espíritos de escol deste planeta, para falar de moral, mudança, progresso e transformação espiritual e material da Terra e dos homens.

Focando nesse último aspecto, que já não faz, como outrora, as pessoas olharem desconfiadas para quem crê em comunicabilidade com o mundo espiritual, nem mais incita pensamentos sobre os possíveis efeitos de loucura travestida de crença, ficamos com os alertas cristãos para a última hora - "muitos são os chamados e poucos os escolhidos" (Mateus 20:1-16).

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