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Marcos Paterra


Quando se fala em inimigo oculto, logo se imagina um psicopata que mora por perto, ou um  falso amigo que descobrimos  ser um “inimigo”...  Será? Quem seria nosso maior ou pior inimigo? Quem poderia fazer-nos mal sem que percebamos?

A resposta tem múltiplas interpretações porém no espiritismo podemos nos ater na questão 919 do Livro dos espíritos.[1]

Temos infelizmente em nossa cultura o costume de pré-julgar e na maioria das vezes condenarmos o outro por simples ignorância e pior... Por puro egoísmo.

“[...] a maior barreira  à comunicação interpessoal  é a tendência  muito natural para julgar, para avaliar, para provar  ou para desaprovar as afirmações  de outra pessoa ou de outro grupo”[2]

Podemos nos perguntar:

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Doação de orgãosA temática "doação de órgãos e transplantes" é bastante freqüente na Doutrina espírita; As pessoas ainda hoje vêem com preconceito a idéia do transplante de órgãos, no entanto o  transplante de órgãos é a que demonstra com maior clareza a estreita relação entre a morte e a nova vida,

Para ser doador não é necessário deixar nada por escrito, mas é fundamental comunicar à sua família o desejo da doação.

A família sempre se aplica na realização deste último desejo, que só se concretiza após a autorização desta, por escrito.

Considera-se como potencial doador, todo paciente com morte encefálica (ausência de perfusão sangüínea cerebral ou ausência de atividade elétrica cerebral ou ausência de atividade metabólica cerebral).

O diagnóstico de morte cerebral significa, para o momento dos nossos conhecimentos médicos, a impossibilidade do retorno à vida, mas não representa o instante da desencarnação, nem a garantia de que o espírito já tenha partido definitivamente.

A questão n° 156 de O Livro dos Espíritos diz que “na agonia, a alma, algumas vezes, já tem deixado o corpo; nada mais existe que a vida orgânica”.
Conseqüentemente, tanto o corpo pode funcionar, tendo a desencarnação já se efetivado, quanto pode ocorrer a morte cerebral e o espírito não ter ainda efetivado sua liberação total da carne.

Como deve agir o Espírita perante a legislação recente da doação de órgãos?

Resposta do Emmanuel (reproduzida em “Manual Espírita do Principiante”, pg. 91), que adotamos pela precisão de conceitos e lucidez de raciocínio: “a doação de órgãos deve ser regida pela consciência individual.

Se o desencarnado é muito apegado ao corpo material, poderá sentir-se um tanto perturbado, mas sem gravidade. Tendo notícia do real papel do próprio corpo na trajetória ascensional do espírito, entenderá.

Uma vez inútil ao seu trabalho, algo dele serve ao outro, cuja máquina perdeu só um parafuso. Como o carro fundido ou acidentado cede peças sãs a um menos lesado.”

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– Orson Peter Carrara

Nem sempre compreendido, interpretado de mil formas por força da cultura e tradições humanas, gradativamente entendido conforme avança a mentalidade humana, Deus, a inteligência suprema do Universo, causa primeira de todas as coisas, pode ser chamado sem receio de a alma do Universo. Afinal é de sua ação e origem que vivemos, viemos e cá estamos nesse turbilhão de aprendizados.

Antes, numa época de extrema ignorância, foi comparado à mediocridade humana, como se fosse vingativo e possuidor de nossas tolas vaidades e sujeito às nossas intempéries emocionais. Passou o tempo das danças, tambores e homenagens próprias da infância intelectual, veio o Cristo que nos apresentou o Criador como Pai. Ele, o enviado de Deus, ensinou as Leis de Amor, provocou mudanças na história, alterando o calendário em antes e depois Dele, e trouxe mudança de trajetos na evolução humana.

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Os três estados essenciais do Ser

Por Claudia Gelernter

Pensando no que é obvio, o que podemos dizer é que, de repente nascemos, vivemos e, por fim [e já que não tem outro jeito], morremos.

No meio do caminho, aprendemos muitas coisas, trabalhamos bastante e, quando o roteiro é mais tranquilo, conseguimos viver lindas histórias de amor, começando com a mãe da gente, depois com o pai, com alguma paquera da escola, desaguando no par que elegemos para passar muito tempo ao nosso lado.

Se tivermos, então, a alegria de ver nascer um serzinho de dentro de nós, aí a aventura fica mais animada: a gente ri e chora, se preocupa e se alegra, endoidece e se delicia. Isso porque ter filhos é a melhor maneira de se descobrir como se pode viver sentimentos conflitantes e, no final, ainda se dizer feliz por isso. Um paradoxo.

Continuando nesta empolgante aventura, eis que, num determinado momento, nos damos conta de que tudo parece decair: nossa pele, nossa barriga, nossa memória... até mesmo nossa opinião parece ser incluída no hall das decadências. Os mais jovens – aqueles que sempre se acham os maiorais do mundo – não costumam dar atenção aos mais velhos e, portanto, mais sábios que eles - triste realidade da sociedade ocidental, diga-se de passagem.

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– Orson Peter Carrara

Motivos de aflições é que não faltam, diariamente. Especialmente de mães que se preocupam com o futuro dos filhos ou com as precipitações próprias da imaturidade daqueles que estão aprendendo viver.  Nesse Dia das Mães muitas delas não tem o que comemorar, seja pelos filhos ausentes ou rebeldes, ou mesmo porque tiveram seus filhos levados pela morte, em acidentes,enfermidades inesperadas ou prolongadas e até mesmo por filhos presos pelo desrespeito à Lei, em duros processos de reajuste social.

Se não bastassem as dificuldades financeiras da maioria da população e mesmo as limitações individuais que todos guardamos, que se agravam com os vícios que nos permitimos, ainda há a perversidade da corrupção e das drogas que matam esperanças e precipitam famílias inteiras em verdadeiras tragédias de doer o coração.

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Pedagogia é a ciência da educação ou método para ensinar.

Em sua ampla abrangência, imagine-se o conteúdo inesgotável de uma ciência da educação, com seus métodos, dinâmicas, estudos e pesquisas que resultaram na experiência desafiadora do presente, quando tantos processos na transmissão do ensino estão sendo adaptados à nova realidade mundial, não só no que se refere ao progresso da civilização, como principalmente pela nova postura das crianças atuais, ágeis e hiperativas por excelência.

Já a sensibilidade é a faculdade de sentir.

É a capacidade que requer sintonia com os altos propósitos da vida para que a dignidade, o belo, o progresso e a fraternidade inspirem essa possibilidade de sentir a própria vida e seus intensos processos que se renovam sem cessar.

Com essas considerações breves, já se pode perceber o alcance da expressão Pedagogia da Sensibilidade. A expressão foi usada em livro do educador Marcus Alberto de Mário, notável paulista radicado no Rio de Janeiro, palestrante e escritor que tem dedicado sua inesgotável capacidade para nutri conteúdos na área da educação, do desenvolvimento da sensibilidade e no aprimoramento d o sentimento.

Especialmente considerando nossa condição de criaturas potencialmente capazes de superar desafios, perseguir continuamente o próprio aprimoramento intelecto-moral e principalmente contribuir para uma vida melhor nos relacionamentos e no progresso social.

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