Artigos

Orson Peter Carrara

 

A conquista dessa notável virtude, normalmente confundida com falta de recursos materiais e com sentimento de inferioridade, requer alguns estágios, exercícios continuados e disposição real. Ela, a humildade, abre caminhos para conquista das demais virtudes. Daí a necessidade de empenho que possamos dedicar na busca desse ideal.

Para conquistá-la, é preciso alcançar a capacidade de verificar as próprias limitações, imperfeições morais e o quanto nos equivocamos nos caminhos diários, cometendo erros e nem sempre capazes dessa aceitação. Outro passo é vencer as tolas vaidades pessoais  e anularmos a velha tendência humana de desvalorizarmos esforços alheios. Afinal, convenhamos, quem somos nós, que autoridade ou competência detemos para diminuir ou discriminar alguém?

Aí já entramos no terreno dos julgamentos tão inapropriados e inconvenientes, comuns em nosso hábito humano e de tantos prejuízos. Como podemos julgar, emitir opiniões descabidas muitas vezes, se normalmente não conhecemos a realidade completa? Isso é no mínimo leviandade.

Em seguida vem a aceitação da realidade de cada um, que nos pede respeito às diferenças de todas as ordens, que traz consigo o exercício da tolerância e da paciência frente às dificuldades e realidades nem sempre compreendidas ou aceitas por nossa maneira de viver.

A humildade é extraordinária porque depois de vencidas essas etapas, o sentimento se dispõe, com naturalidade, a estender a mão sem julgamentos, condenações ou ideias preconcebidas.

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Paulo Roberto Wollmer

"Acrescentemos que o estudo de uma doutrina, qual a Doutrina Espírita, que nos lança de súbito numa ordem de coisas tão nova quão grande, só pode ser feito com utilidade por homens sérios, perseverantes, livres de prevenções e animados de firme e sincera vontade de chegar a um resultado. Não sabemos como dar esses qualificativos aos que julgam a priori, levianamente, sem tudo ter visto; que não imprimem a seus estudos a continuidade, a regularidade e o recolhimento indispensáveis. Ainda menos saberíamos dá-los a alguns que, para não decaírem da reputação de homens de espírito, se afadigam por achar um lado burlesco nas coisas mais verdadeiras, ou tidas como tais por pessoas cujo saber, cujo caráter e convicções lhes dão direito à consideração de quem quer que se preze de bem-educado. Abstenham-se, portanto, os que entendem não serem dignos de sua atenção os fatos. Ninguém pensa em lhes violentar a crença; concordem, pois, em respeitar a dos outros.

O que caracteriza um estudo sério é a continuidade que se lhe dá. (...)".

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por Wellington Balbo 

Com freqüência recebo alguns livros encaminhados por  editora espírita a fim de que analise a obra e veja a possibilidade de sua publicação.

As obras são, em geral, romances mediúnicos.

Contudo, constata-se que grande parte desses livros enviados para uma editora espírita apreciar não são livros espíritas, porquanto não trazem em seu bojo ensinamentos da Doutrina codificada por Allan Kardec.

Muitos, aliás, nada falam sobre Kardec, centro espírita, Evangelho segundo o Espiritismo, Jesus, O Livro dos Espíritos e tantos outros temas ligados à Codificação. São livros mediúnicos apenas, muitos até com uma história envolvente, emocionante  e bem escritos, contudo, definitivamente não se tratam de livros espíritas.

Aqui vale destacar que há uma confusão envolvendo Espiritismo e Mediunidade.

Muitos consideram Mediunidade e Espiritismo sinônimos, mas não o são.

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– Orson Peter Carrara

Foi em 1925, numa época em que não dispúnhamos das facilidades tecnológicas atuais, que Cairbar Schutel – considerado O Bandeirante do Espiritismo – lançou na então pequena Matão a sua Revista Internacional de Espiritismo, bastante conhecida como RIE. São 87 anos de circulação ininterrupta e atingindo dezenas de países, com credibilidade reconhecida, e cumprindo as funções que seu fundador idealizou: divulgar o Espiritismo, discutir especialmente o tríplice aspecto da Doutrina Espírita: ciência, filosofia, religião.

Cairbar ficou conhecido pela sua lucidez, determinação e grande ousadia criativa, com ações destemidas em seu tempo, quando enfrentou perseguições e grande resistência numa época de intensa limitação cultural e predomínio do preconceito pelas ideias libertadoras apresentadas por uma Doutrina ainda incompreendida naquela época.

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Este é o tema que será desenvolvido por Vânia Mugnato de Vasconcelos, no Seminário “Evolução para o Terceiro Milênio”, que será realizado no dia 10.03.2012, na cidade de Itu.

Para iniciar este tema, é necessário primeiramente definir a palavra livre arbítrio.

O dicionário da língua portuguesa, define livre arbítrio como a capacidade individual de autodeterminação, ou seja, de decidir por si mesmo.

O apóstolo Paulo de Tarso, nos ensinou que “Tudo nos é lícito, mas nem tudo nos convêm.”

Com esta frase, ele queria nos mostrar a importância da liberdade de escolha.

Se uma pessoa deseja a felicidade, a paz e o amor, deve promovê-la, não somente através de suas ações, mas também de seus pensamentos e palavras.

Deus em toda Sua bondade, nos ofertou as leis morais do trabalho, reprodução, conservação, destruição, como também a lei da sociedade.

Deste modo propicia ao homem, a construção de sua própria felicidade, pela livre observância e cumprimento destas leis.

Ao livre arbítrio corresponde, no entanto, a responsabilidade por seus atos, arcando com todas as conseqüências que dele decorrerem.

Deus concedeu ao homem a liberdade de agir, para que ele acrescente à sua felicidade, o mérito da iniciativa e espontaneidade na busca do próprio bem.

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Obras complementares confiáveis e o Movimento Espírita Brasileiro, na atualidade.

Por: Claudia Gelernter

Francisco Cândido Xavier foi um homem que muito deu e pouco pediu.

Deu de si o que tinha de melhor e um de seus poucos pedidos foi para que não o transformássemos num semi-deus, uma figura mitológica, digna de bajulações ou idolatria.

Ele sabia que quando mitificamos uma pessoa, de certa forma nos afastamos dela. Tornamo-la um ser olímpico, inacessível, incomparável: uma utopia, um sonho impraticável para nós, pobres mortais.

Respeitando um de seus poucos pedidos, não idolatraremos Chico. Buscaremos uma aproximação real dele, não como um mito inatingível, mas como exemplo a ser seguido.

Chico, o médium de Uberaba, o médium do Brasil e do mundo foi, indiscutivelmente, um clássico da divulgação espírita.
Os clássicos são atemporais, eles podem ser evocados como uma referência em qualquer época e nunca serão considerados ultrapassados. Por isso são ‘clássicos’.

Chopin, Bach, Mozart são clássicos da música. Podemos estudar estes mestres da composição e perceberemos que eles são atemporais, são e sempre serão uma referência musical. Commenius, J. Jacques Rousseau e Pestalozzi são clássicos da Pedagogia; Freud, da Psicanálise; Einstein da quântica, Sócrates da filosofia, e por aí vai.

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