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Imposição de mãos

A troca de energia através das mãos tem sua eficácia divulgada em várias correntes filosóficas e, nos últimos 40 anos, a ciência traz pesquisas da aplicação e benefícios da mesma na área da saúde

O Toque Terapêutico é uma técnica contemporânea de terapia complementar desenvolvida por Dolores Krieger e Dora Kunz, na década de 70. A expressão “toque terapêutico” corresponde à conhecida técnica de “imposição de mãos”, amplamente estudada pela Doutrina Espírita como fator promotor de benefícios na área da saúde.

Por ser um meio não invasivo, pode ser utilizado como complemento da terapia ou tratamento utilizado nos doentes.

O toque terapêutico tem registros antigos: aparece no Papiro de Ebers, um dos tratados médicos mais antigos e importantes que é conhecido. Este tratado foi escrito no Antigo Egito e é datado de 1552 a.C. A confirmação deste achado aparece também no livro “O Espiritismo perante à Ciência”, de Gabriel Delanne no trecho “Os egípcios ... empregavam, no alívio dos sofri¬mentos, os passes e a aposição de mãos, como os executa¬mos ainda em nossos dias”.

Esta prática aparece por toda a história da humanidade, como na Bíblia, na época dos romanos, na ascensão da medicina árabe com Aviccena, em épocas medievais, etc.

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Wellington Balbo - Bauru - SP

A pergunta acima pode soar estranha, porém, questione-se com toda sinceridade:

Você faz tempestade em copo d’agua?

Posso afirmar sem medo de errar que grande parte de nós fazemos tempestades em copos de água e com isso acabamos por nos irritar em demasia com os desafios corriqueiros da existência. É verdade, irritamo-nos com muita facilidade. Basta que alguém nos feche no trânsito para que percamos a compostura proferindo poucas e boas em direção daquele motorista distraído. Mas, sejamos sinceros:

Vale a pena ser assim? Questionemo-nos: Será que vale a pena irritar-se por uma atitude de outra pessoa? Afinal, quem manda em nossa vida? Nós ou os outros? Será que somos guiados pelo humor do semelhante?

Não vale dar a velha desculpa de que somos assim mesmo e que são os outros que nos estressam. Não, essa desculpa não é válida, afinal, somos seres inteligentes, dotados de raciocínio e por isso podemos controlar as nossas atitudes.

Você estará se perguntando: Mas como? Como vou controlar minha atitude diante do colega que discorda de minhas opiniões ou a fila do banco que não anda, ou, ainda, o cônjuge que não me compreende?

Não é simples, todos sabemos, todavia é possível sim controlar-se. De que forma? Mudando nossa maneira de perceber a vida. Se a fila não anda posso ao invés de reclamar e ficar ansioso aproveitar para treinar o desenvolvimento da paciência. Se o colega discorda de minhas atitudes eis uma ótima oportunidade de exercitar o respeito, afinal ele tem todo o direito de não pensar como eu penso. Se o cônjuge não me compreende pode ser, quem sabe, o momento de tentar saber os motivos de sua incompreensão.

Como podemos notar as coisas continuam acontecendo da mesma forma, todavia, como modificamos nossa percepção levamos uma vida mais leve, sem tantas irritações e tempestades em copo d’agua. Logo, nossos problemas já não levam essa alcunha e agora podemos chamá-los de desafios que vamos superando à medida em que procuramos ser os senhores de nosso destino.

A propósito, interessante comentar que em O Livro dos Espíritos na questão 909 Kardec questiona os mentores do espaço se é possível o homem vencer suas más tendências pelos esforços. Os Espíritos respondem que sim e advertem: Poucos dentre vós são os que se esforçam.

Entendemos que são as más tendências as grandes geradoras de nosso estresse, impaciência, irritação e etc. São as nossas más tendências as responsáveis pelas enchentes que vez ou outra inundam nossa casa mental e abalam as estruturas de nosso corpo físico. Ora, entretanto os Espíritos respondem que elas – nossas más tendências -  são perfeitamente superáveis, desde que para isso estejamos dispostos a arregaçar as mangas trabalhando para mudar nossas disposições íntimas. Trocando em miúdos, os Espíritos no dizem: Não façam, meus filhos, tempestades em copo de água, pois tudo nesta vida é superável com o nosso próprio empenho.

Modificar-se ao invés de modificar o mundo, eis ai a chave para viver de forma mais amena e tranqüila. Nada de dramas ou superdimensionamento de desafios normais, próprios da vida aqui na Terra. Nada de tempestades em copos de água. Nada de reclamações e queixas azedas, afinal, estamos aqui com um único objetivo: evoluir, e não será levando uma vida carregada e taciturna que atingiremos nossos propósitos de melhoria íntima.

Pensemos nisso.

por Claudia Gelernter - O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

As pessoas me perguntam, vez ou outra, como poderíamos conseguir superar certas perdas sem adoecer.

Pergunta relevante, sempre respondo, para depois passar a ponderar alguns pontos.

Certo é que algumas perdas, ou melhor, certas despedidas são extremamente dolorosas, levando-nos a um estado de tristeza tão profundo que para sairmos de lá demanda tempo, paciência, resiliência. Não devemos e nem podemos supor que uma vez espiritualizados, crendo na vida após a morte, estaremos isentos das dores do "até não sei quando". Ora, qual aquele que ama e que não sente a separação, mesmo que momentânea, de seu objeto de amor?

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Este é o tema que será desenvolvido por Claudia Mandato Gelernter, da cidade de Vinhedo, no Seminário “Nascer, Morrer, Renascer ainda e Progredir Sempre – Tal é a Lei.”, que será realizado na cidade de Itu no dia 29.10 (sábado), a partir das 14:00.

Para conhecer mais sobre o assunto que é considerado um tabu entres todos, o Instituto Chico Xavier, entrevistou Claudia Mandato Gelernter, especialista em Tanatologia, pela USP – faculdade de Medicina, junto à equipe do Dr. Franklin Santos.

Para se inscrever no Seminário “Nascer, Morrer, Renascer ainda e Progredir Sempre – Tal é a Lei”, acessem nosso site www.institutochicoxavier.com

 

  1. O que é Tanatologia?

R. Tanatologia é a ciência da vida e da morte que visa humanizar o atendimento aos que estão sofrendo perdas graves. O tema morte é um tabu no Ocidente. Muitos sentem dificuldade em discutir este assunto – embora seja a única certeza comum de todos – pois isso gera angústia, medo, incertezas. É como se a morte fosse um fracasso, um erro que deve ser escondido, abafado.

Além disso, tratar do tema “morte”, não se resume à perda do corpo físico, mas se refere a todas as perdas que ocorrem em nossas vidas, sejam elas materiais ou emocionais e onde temos relação de afeto importante e que pode vir a acarretar lutos patológicos quando não forem bem elaborados.

 

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VaniaEste é o tema que será abordado por Vânia Mugnato de Vasconcelos, oradora da cidade de Jundiaí, no Seminário "Nascer, Morrer, Renascer ainda e Progredir Sempre – Tal é a Lei”, que será realizado em Itu, no sábado do dia 29.10 a partir das 14:00.

Muitos consideram a reencarnação como castigo. Todavia, a reencarnação é antes, uma oportunidade de aprendizado e crescimento.

É nos momentos de dificuldades, que temos a oportunidade de colocar em prática todo aprendizado evolutivo que colecionamos por séculos de vivência no plano carnal.

Bem já disse um grande sábio, que se quisermos saber quem fomos em nossas vidas passadas, basta observar nossas imperfeições e maiores dificuldades de hoje.

O orgulho, a vaidade, a inveja, o ciúme, a maledicência, a preguiça, o ódio, o apego, são apenas algumas entre tantas as imperfeições acumuladas dentro de nós mesmos.

O conhecer a si mesmo e a reforma íntima é o melhor remédio que temos a disposição para nossa melhoria espiritual.

Admitir nossas imperfeições, nossos erros, procurando vencê-los já é o primeiro passo para a cura.

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A alegria é o primeiro passo para conquistar e manter a saúde. Viver em plenitude, apesar das dificuldades próprias de nossa condição humana, é investir no próprio equilíbrio e serenidade.

Mas o que é exatamente viver em plenitude? Como manter a alegria de viver diante de tantos e complexos desafios sociais e individuais que nos atingem diariamente?

Viver em plenitude seria ter e adquirir coisas, desfrutar de vantagens e confortos  que o dinheiro pode comprar e ocupar posições privilegiadas na vida? Não, absolutamente.

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