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VaniaEste é o tema que será abordado por Vânia Mugnato de Vasconcelos, oradora da cidade de Jundiaí, no Seminário "Nascer, Morrer, Renascer ainda e Progredir Sempre – Tal é a Lei”, que será realizado em Itu, no sábado do dia 29.10 a partir das 14:00.

Muitos consideram a reencarnação como castigo. Todavia, a reencarnação é antes, uma oportunidade de aprendizado e crescimento.

É nos momentos de dificuldades, que temos a oportunidade de colocar em prática todo aprendizado evolutivo que colecionamos por séculos de vivência no plano carnal.

Bem já disse um grande sábio, que se quisermos saber quem fomos em nossas vidas passadas, basta observar nossas imperfeições e maiores dificuldades de hoje.

O orgulho, a vaidade, a inveja, o ciúme, a maledicência, a preguiça, o ódio, o apego, são apenas algumas entre tantas as imperfeições acumuladas dentro de nós mesmos.

O conhecer a si mesmo e a reforma íntima é o melhor remédio que temos a disposição para nossa melhoria espiritual.

Admitir nossas imperfeições, nossos erros, procurando vencê-los já é o primeiro passo para a cura.

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A alegria é o primeiro passo para conquistar e manter a saúde. Viver em plenitude, apesar das dificuldades próprias de nossa condição humana, é investir no próprio equilíbrio e serenidade.

Mas o que é exatamente viver em plenitude? Como manter a alegria de viver diante de tantos e complexos desafios sociais e individuais que nos atingem diariamente?

Viver em plenitude seria ter e adquirir coisas, desfrutar de vantagens e confortos  que o dinheiro pode comprar e ocupar posições privilegiadas na vida? Não, absolutamente.

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Finalmente homenageado no cinema por Orson Peter Carrara

Ele surgiu com bases racionais, em critérios de bom senso e discernimento. Fruto da observação de leis naturais, apresentado em formato pedagógico incomparável – seja na sequência dos capítulos e assuntos ou pela didática de sua estrutura –, o fato real conclusivo é que é fonte inesgotável de conhecimentos, tendo se desdobrado em outras obras e continua jorrando como fonte de pesquisa, inspiração, estudos, debates, mantendo-se inatacável em sua atualidade e perfeita coerência com as conquistas da ciência e os mais exigentes questionamentos da filosofia e da religião.

Com extraordinária Introdução e notável Conclusão, cuja leitura e estudo não devem ser dispensados, é obra de síntese, compacta, justamente ensejando no tempo desdobramentos que não se esgotam, que pode analisar e estudar qualquer tema das questões humanas, seja das conquistas da ciência ou nos mais acalorados debates filosóficos e religiosos. Sua estrutura e conteúdo são de tal envergadura moral-filosófica e científica, totalmente embasados em leis naturais que quanto mais o tempo passa mais atual ele se torna, pois as conquistas humanas simplesmente confirmam seu conteúdo. É que nossas descobertas e amadurecimento vão propiciando enxergar os detalhes das entrelinhas, já delineados desde sua publicação.

Por evidente, falamos de O Livro dos Espíritos, lançado em 18 de abril de 1857, por Allan Kardec, pseudônimo do célebre e respeitado professor francês Hippolyte Léon Denizard Rivail, que nasceu em Lion no dia 3 de outubro de 1804, cujo aniversário, coincidentemente, comemoramos nessa primeira semana de outubro.

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(Considerações psicológicas e espirituais acerca do sentimento de culpa)

A atitude do ser humano de censurar severamente a si mesmo ocorre há séculos. Basta um só erro ou atitude da qual nos arrependamos para que venhamos a nos autopunir ou esperar algum tipo de castigo divino. Desta forma, acabamos por acumular em nosso íntimo angústias e pesares desnecessários, frutos de experiências mal sucedidas que não foram vistas como aprendizado.

A longa faixa de anos obscuros pelos quais passamos na Idade Média - período em que a Igreja pregava o temor a Deus e a punição severa de hereges nas fogueiras e de pecadores nos fogos do inferno -, acabou por fixar no inconsciente das pessoas a idéia de que todo erro deve ser punido. Esta espécie de "mandato" parece nos acompanhar até os dias de hoje. São igrejas,templos e consultórios psicológicos repletos de pessoas buscando alívio para um sentimento de culpa que insiste em buscar punição.

Muitas pessoas, ao fazerem um exame de sua educação na infância, poderiam verificar que esse desejo de castigo foi oriundo de uma educação rígida e inflexível, a qual repreendia severamente qualquer atitude considerada errada por parte da criança. Para outras, porém, essa mesma idéia pode não ter sido moldada na vida presente, mas em um passado próximo ou remoto, no qual fomos consolidando a intransigência com nós mesmos. Então nos perguntamos: como superar o sentimento de culpa quando erramos? Como assimilar nossos erros sem buscarmos a autopunição como remédio? Para Hammed, um benfeitor espiritual e estudioso do psiquismo humano, quando sempre esperamos perfeição em tudo e confrontamos o lado inadequado de nossa natureza humana, nos sentiremos fatalmente diminuídos e envolvidos por uma aura de fracasso.

Dessa forma, aceitarmos nossa falibilidade perante a vida constitui-se uma tarefa inadiável. Como diz, ainda, o benfeitor árabe, "somos propensos a cometer erros de cálculo, enganos são inerentes à condição humana". Tal consciência e aceitação de nossa imperfeição somente ocorrerão, entretanto, no momento em que reconhecermos nosso lado inadequado aqueles comportamentos e idéias os quais não admitimos em nós, mas que ainda fazem parte de nosso ser, embora disfarçados.

Ao fazermos essa opção, passaremos a uma existência íntima de tranqüilidade perante nossos erros, de maneira a compreendê-los e não mais transformá-los em um calvário de dores e lágrimas, mas em um jardim florido, na qual cada flor representará um aprendizado colhido. Ainda há muito a se fazer para que superemos esse hábito tão arraigado em nossas mentes. Portanto, da próxima vez que você perceber-se com sentimentos de culpa, diga a si mesmo: "Não sou uma calculadora, sou um ser humano!"

- Adriano Oliveira (RS)

A transcrição é parcial. O texto é simplesmente maravilhoso. Pela impossibilidade de transcrição integral, destaco pequenos trechos. Após a introdução que situa a maneira como chegou para os diversos personagens apresentados pelo Evangelho e registrados pela história dos contemporâneos do Mestre, o autor destaca:

"(...)A mensagem do Cristo continua chegando às diversas seitas que se dizem cristãs, mas permanecem sem o Cristo... A mensagem do Cristo chega – nos tempos hodiernos – por meio da Veneranda Doutrina dos Espíritos desfraldando a bandeira da Fraternidade, da Caridade e do Conhecimento da Verdade, e é vilipendiada por muitos que até se dizem cristãos e negligenciada por outros tantos que se dizem espíritas...  (...) chegou para os corações amorosos e compassivos de Madre Tereza de Calcutá, de Irmã Dulce, de Francisco Cândido Xavier e se reverteu em bênçãos para toda a humanidade em expansões de amor incondicional aos filhos do calvário... Tão altissonantes são essas mensagens que, passados dois mil anos, constituem e sempre constituirão o roteiro luminoso da emancipação espiritual, o marco maior da misericórdia do Pai para com a Humanidade... Os tempos são chegados. Urge não malbaratar a oportunidade de ascensão espiritual. (...)"

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Muito se fala hoje no movimento de unificação que envolve as instituições espíritas, contudo, muitas vezes percebemos uma falta de compreensão com relação à finalidade deste movimento, pois afinal, devemos unificar o que?

Muitas vezes a ideia de unificação pode compreender que as casas espíritas devem padronizar métodos de condução dos centros, de aplicação de passes e até formas de pensar, o que é um grande equívoco.

Devemos nos dedicar na unificação de nosso movimento, respeitando a forma e a liberdade de pensar de cada instituição, a unificação deve ser apenas em guardar fidelidade aos preceitos de Allan Kardec. O próprio Codificador definiu os espíritas como “livres pensadores” e desta forma, é doutrinariamente incorreto querer que todos os espíritas pensem iguais e não é essa a unificação necessária e sim a padronização de se aceitar Kardec como base de estudo para todas as casas espíritas.

Existem grandes organizações espíritas que se dedicam aos propósitos da unificação, e que devemos entender como a promoção da união dos espíritas para que se auxiliem na disseminação do espiritismo em favor de nossa CAUSA e que é maior que qualquer CASA.

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