Atualidades

 

Recentemente, um jornalista brasileiro foi seqüestrado, durante cinco horas, no Líbano, por integrantes de um grupo terrorista religioso. O fato ocorreu em Dahiye, bairro controlado pelo Hezbollah, "o partido de Deus". O Hezbollah também atua na política, luta contra Israel e faz oposição ao governo libanês. O governo libanês admitiu que, contra o "partido de Deus", pouco ou nada pode fazer. Em verdade, o fenômeno do terrorismo contemporâneo tem invadido o noticiário internacional. Jornais, revistas, sites e emissoras de televisão de todo o mundo dedicam tempo e espaço robustos para espetacularizar o tema com as suas variações e implicações nas sociedades atingidas pela violência da ação.

Os discursos psicopatológicos e religiosos são apontados como fatores de compreensão causais da questão, na atualidade. Na difusão midiática, esses elementos são a base para a compreensão do fenômeno, eliminando, praticamente, fatores sócio-políticos e econômicos do seu discurso. Contudo, a busca pelo entendimento mais amplo do problema envolve conhecimento das Relações Internacionais, História, Política e Sociologia e Antropologia, aos quais o jornalista atualizado pode recorrer, sempre que se reportar ao terrorismo contemporâneo.

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Lúcia Moysés

A cena se repete todas as manhãs: a mãe tentando fazer com que o filho acorde e ele resistindo, querendo ficar só mais um pouquinho. Como dorme pouco, o corpo reage a ter que sair da cama.

Com a popularização da internet e, em especial das redes sociais, jovens de todas as idades estão deixando de dormir para ficarem conectados com seus pares até altas horas da noite, esquecidos de que na manhã seguinte têm colégio. O fenômeno vem se alastrando de forma intensa, trazendo preocupação para as famílias, educadores e profissionais da saúde. Sabe-se, por exemplo, que está havendo aumento nos problemas de ordem física em função de um estilo de vida mais sedentário. Professores relatam que os alunos chegam pela manhã sonolentos, apáticos e com dificuldades de concentração.  São os efeitos da privação do sono.

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O PARTO

 (matéria publicada na Folha Espírita em setembro de 2006)

Dra. Cristiane Ribeiro Assis (AME-SP) é ginecologista e obstetra, com especialização em Medicina Fetal ( O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ).

O nascimento de um bebê encerra uma etapa importante no processo de reencarnação. Durante meses, inúmeras foram as preocupações e os questionamentos que envolveram a mente dos pais, amigos e familiares. Apesar de os exames de ultrassonografia permitirem a visualização do feto ainda no ambiente intrauterino, todos esperam ansiosamente por segurar a criança em seus braços.

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Quando alguém tiver um filho contumaz e rebelde, que não obedecer à voz de seu pai e à voz de sua mãe, e, castigando-o eles, lhes não der ouvidos, Então seu pai e sua mãe pegarão nele, e o levarão aos anciãos da sua cidade, e à porta do seu lugar; E dirão aos anciãos da cidade: Este nosso filho é rebelde e contumaz, não dá ouvidos à nossa voz; é um comilão e um beberrão. Então todos os homens da sua cidade o apedrejarão, até que morra; e tirarás o mal do meio de ti, e todo o Israel ouvirá e temerá. (Deuteronômio 21:18-21)

“Uma sociedade depravada certamente precisa de leis severas. Infelizmente, essas leis mais se destinam a punir o mal depois de feito, do que a lhe secar a fonte. Só a educação poderá reformar os homens, que, então, não precisarão mais de leis tão rigorosas.” (Resposta à questão 796 em "O Livro dos Espíritos", Allan Kardec)

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(matéria publicada na Folha Espírita em abril de 2007)
Cláudia Santos entrevista a Dra. Irvênia Prada, médica veterinária
"Somos todos espíritos na vivência dos infinitos degraus do processo evolutivo, do qual os seres humanos deste ínfimo planeta, por mais que sua pretensão assim o deseje, não representam o ponto final."

Recentemente, circulou, na internet, mensagem que mostrava como macacos têm auxiliado deficientes em suas tarefas diárias e até a se alimentarem. Em uma das imagens, um deles dava comida a um tetraplégico. Histórias de cachorros que salvaram vidas, gatos que não saíram do lado de seus donos no leito, enquanto doentes, e tantas outras envolvendo animais são mais comuns do que pensamos. Não só as cenas apresentadas no e-mail, mas tantas outras histórias que já lemos e ouvimos, comprovam que os animais são, mesmo, capazes de fazer coisas que nem imaginamos e possuem, sim, um nível de inteligência, de acordo com o grau de evolução que atingiram.

"Devemos muito mais aos animais do que temos consciência", acredita a médica veterinária Irvênia Prada, que atua há mais de 20 anos no meio espírita como expositora em cursos e palestras, defendendo a tese de que os animais, como seres em evolução, são nossos companheiros de jornada. "Hoje existem centros de treinamento nos Estados Unidos para ensinar ações a esses macaquinhos e é incrível o que eles são capazes de fazer. As demonstrações de trabalho feito com cães-guias de cegos também", conta.

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Nada obstante o aluvião de fatos agressivos e perversos, quase nos acostumando com a violência que domina a Terra, há pouco mais de duas semanas fomos surpreendidos com mais uma página de dor que comoveu o mundo e tornou-se um símbolo da imensa tragédia dos refugiados da Líbia e de outros países, buscando amparo na Europa. Foi o encontro do cadáver do pequenino Aylan Kundi, de apenas três anos, numa praia da cidade de Bodrum, na Turquia. A postura em que se encontrava dava a impressão de estar levemente adormecido com parte do rosto semienterrada na areia. Havia sido vítima de um naufrágio no qual, além dele, desencarnaram um irmãozinho e a genitora.

A fotografia do militar carregando-o após o encontro é significativa e atesta que, no coração do ser humano, apesar de todas as aflições desta hora difícil, permanece viva a chama do amor.

Aquele pequeno e frágil ser, cuja existência foi arrebatada pela loucura que tomou conta da Terra, na forma de uma guerra vergonhosa, como se todas não o fossem, em que os interesses de algumas nações poderosas do Ocidente estão em jogo, comoveu o mundo, e demo-nos conta que somente com o retorno à solidariedade e ao respeito aos direitos alheios, lograremos viver em paz. Diversos países europeus que enriqueceram com a escravidão negra, com os tesouros da África sofrida e das Cruzadas vergonhosas contra o Oriente, estão sendo convidados a devolver o furto e o roubo, a resgatar atitudes impiedosas e os crimes desalmados dos colonizadores que destruíram vidas, comunidades e impuseram os seus costumes e crenças; recebem agora as vítimas do seu cruel domínio no passado.

São centenas de milhares e talvez milhões, que ora se voltam para as terras da esperança, conduzindo os males e horrores que os assinalam e irão gerar problemas imprevisíveis no porvir. No entanto, enquanto houver crianças, como assinala o poeta indiano Rabindranath Tagore, temos a certeza de que Deus ainda está de bem com a humanidade.
 
Artigo de Divaldo Franco publicado no jornal A Tarde, coluna Opinião, em 24/09/2015.


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