Atualidades

É cada vez mais comum ouvirmos no consultório a seguinte frase : - Doutor, me receita um remédio pra dormir! Alguns ainda exigem a prescrição de determinados remédios, pois já experimentaram todos e sabem que no caso deles, alguns funcionam melhor.

Vivemos a época das pílulas milagrosas. Compramos milagres em cápsulas, diariamente e nosso limite é o Céu. Lutero teria de encarnar novamente para lançar uma contra reforma!
Deixemos que a ciência oficial trate da insônia, mas seria interessante abordar alguns aspectos do sono do ponto de vista espiritualista.

Allan Kardec, nos diz no Livro dos Espíritos, no capítulo que versa sobre a emancipação da alma, que o espírito nunca está inativo, e aproveita as horas de sono para manter relação direta com o plano espiritual, entrando em contato com espíritos encarnados e desencarnados, e visitando lugares bons ou ruins de acordo com sua evolução, de acordo com o que permite a sua própria energia. Isso explica o motivo pelo qual podemos acordar completamente descansados e inspirados e outros dias acordamos mais cansados do que nos deitamos.

Não é incomum, durante os tratamentos no centro espírita, observarmos que algumas pessoas simplesmente não conseguem dormir porque trazem a casa repleta de espíritos desencarnados que por algum motivo querem prejudicar aquela família, pois é da lei que colhamos hoje o que semeamos ontem. Vemos também que uma das causas frequentes de insônia é o despertar da mediunidade. Durante o entorpecimento natural do sono, quando o espírito começa a se despreender do corpo físico como faz toda noite, esses médiuns novatos começam a ver o ambiente espiritual da casa. Então com medo e receio do desconhecido, recusam-se a dormir, causando problemas enormes para a economia física, e no entanto, seria muito mais fácil estudar e entender o processo mediúnico, se libertando de receios infundados, baseados em crendices.

Leia mais...

Agravando esse quadro, lembremos que para o drama do alcoolismo, mesmo que ocorrido apenas nessa ocasião, corresponde outro quadro, assustador e muito preocupante: o vampirismo espiritual, ou seja, a ação dos espíritos inferiores sobre aqueles que se comprazem com a bebida. Isso acontece porque a morte não é um passe de mágica, não transforma moralmente ninguém, pois todos seguiremos de volta para o mundo espiritual carregando nossos vícios e virtudes.

Imaginemos a pessoa que levou a existência na base da bebida alcoólica, ou que bebia socialmente, fazendo disso um hábito. Desencarnada, essa pessoa continuará com as sensações do vício, mas sem poder encontrar a bebida do outro lado da vida. Então ela vai procurar influenciar um encarnado que tenha o mesmo vício, para que este beba, pois assim o espírito viciado conseguirá sorver as emanações fluídicas, energéticas, da bebida. Isso é o vampirismo, que faz parte da chamada obsessão.

E ainda temos as consequências espirituais do vício, quando, por exemplo, pais de família que se entregaram ao alcoolismo, respondem pelas desventuras que ocasionaram aos familiares, principalmente aos filhos, os quais necessitavam de amparo e orientação.

A bebida alcoólica é um flagelo familiar, social e espiritual. Evitar beber é o melhor remédio, prevenindo-se contra todas as consequências funestas desse vício. Lembrando que sempre respondemos perante a lei divina pelo que fazemos, não é melhor viver de consciência tranquila, e desencarnar sem arrependimento e remorso? Estamos reencarnados para ganhar a vida e não para perdê-la, e problema algum será resolvido afogando as mágoas num copo. Pense nisso!

Por: Marcus de Mario

FONTE: http://www.correioespirita.org.br/categoria-de-materias/artigos-diversos/1339-a-bebida-e-os-espiritos

José Lucas

A espiritualidade vai despertando cada vez com mais força junto dos jovens. A vontade de falar com os espíritos é grande e por vezes metem-se em aventuras que podem ser perigosas, como o jogo do copo.

05h10 da manhã. O telefone tocou! Alvoroço em casa, pensa-se logo o pior! Quem terá morrido? Quem terá tido um acidente? Ou seria alguma chamada urgente do trabalho? Ou alguma brincadeira de mau gosto por parte de quem tem insónias? Não, não era brincadeira. O telefonema era a sério.

Uma amiga nossa, de 15 anos de idade, de uma cidade vizinha, estava do outro lado da linha, num descontrole nervoso por demais evidente. A história conta-se em breves pinceladas.

Sofia, de 15 anos de idade, tinha feito uma sessão mediúnica para tentar falar com os espíritos, e assim tentar saber notícias do seu primo, há cerca de dois anos desencarnado (falecido) num desastre de moto. Juntou-se mais uns amigos e já não era a primeira vez que o faziam. À volta de uma mesa utilizavam o jogo do copo, com um abecedário em volta, a palavra sim e não, números de 0 a 9 e invocavam a presença de pessoas já falecidas. Nessa noite, Sofia vira o copo a mexer, (como aliás das outras vezes) e ao perguntarem quem estava presente a resposta fora: "Satanás". Entre outras "revelações" chocantes, acabaram por terminar o jogo.

Ela, Sofia, ficou assustadíssima, não conseguia dormir, pois acreditava que tinha comunicado com o Satanás.

O Espiritismo precisa ser estudado... como aliás, qualquer outra ciência

Leia mais...

 

 

 

 

Riqueza e pobreza são duas faces de uma mesma moeda que visa ampliar a capacidade do espírito de se compreender os inúmeros papéis sociais terrenos e coloca o indivíduo diante das provas e desafios de cada situação. Nas romagens pela carne, importante salientar que ora se estagia pela riqueza, ora pela pobreza, a depender das necessidades evolutivas de cada um. Portanto, não há privilégios na ordem Divina. Embora muitos consideram que nascer na opulência, com polpuda conta bancária seja um privilégio, isso não se traduz em realidade, porquanto se fosse verdade todos os ricos seriam felizes e todos os pobres infelizes, e não é o que se verifica todos os dias. Há ricos felizes e infelizes, como há pobres na mesma ordem. O espírito que hoje tem uma vida abastada pode não tê-la em existência futura, eis, pois, que riqueza e pobreza são situações transitórias.

Leia mais...

O domingo de 3 de fevereiro de 1974 prometia muitas alegrias para o estudante de Engenharia Jair Presente. Ele havia saído de casa, onde morava com os pais e a irmã, para um animado fim de semana com os amigos. Mas, o passeio terminaria em tragédia: Jair morreria afogado na Praia Azul, em Americana, a 37 quilômetros de Campinas. A história do rapaz, porém, não acabaria ali. Ele teria escrito 13 cartas após a morte, reproduzidas em psicografias do médium Chico Xavier. Quarenta anos depois, uma pesquisa científica investigou o conteúdo das mensagens e comprovou a autenticidade das informações.

O resultado do trabalho foi publicado pela revista científica “Explore”, da Editora Elservier, sediada em Amsterdã, na Holanda.

– Estas cartas produzem informações verificáveis. Não são informações genéricas. Trazem nomes de pessoas, situações que aconteceram, e estas informações eram, de modo geral, verídicas – observa o psiquiatra Alexander Moreira-Almeida, o diretor do Núcleo de Pesquisas em Espiritualidade e Saúde (Nupes), da Universidade Federal de Juiz de Fora, o orientador da pesquisa.

O estudo das cartas atribuídas a Jair Presente é o primeiro de uma série realizada pelos pesquisadores Alexandre Caroli Rocha e Denise Paraná, resultado do trabalho de pós-doutorado, parceria entre a Universidade Federal de São Paulo (USP) e a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).

– A grande discussão que existe no meio acadêmico é se estas cartas, efetivamente, proporcionam evidências, informações verídicas, sobre a pessoa falecida, e se o médium não teria tido acesso por meios normais. Esta é a grande pergunta – atesta Almeida, também coordenador das seções de Espiritualidade e Psiquiatria da Associação Mundial de Psiquiatria.

Leia mais...

O delinqüente deve sempre ser considerado um espírito enfermo, padecendo injunções alienantes que o levam ao delito.

Não obstante, cumpre à sociedade o dever de ensejar-lhe areeducação e o tratamento, quando colhido nas malhas da Lei.

Afastá-lo do convívio social, trabalhando pela sua reabilitação, a fim de que se transforme em cidadão útil, que contribua para o progresso da Humanidade, quanto à própria evolução moral, é dever impostergável de quantos pautam a vida pelos códigos de ética e de dignidade.

Evitar-se aplicar no infrator os mesmos processos violentos de que ele usa para colimar os seus objetivos malsãos, constitui uma atitude de civilidade e cultura superiores.

Impedir-se a usança de técnicas da agressividade ou da corrupção, ou os métodos da punição física, da coerção moral, da lavagem cerebral, significa utilização da Justiça que se propõe a soerguer o infeliz, embora implicitamente aplicando-lhe as penalidades que funcionam, como terapia retificadora e edificante.

Leia mais...


Cadastre-se em nosso informativo
  1. Nome
    Digite o seu nome
  2. Email(*)
    Digite o seu email
  3. Captcha
    Captcha
      RefreshInvalido

 

Pesquisa

Receba o Informativo

  1. Nome
    Digite o seu nome
  2. Email(*)
    Digite o seu email
  3. Captcha
    Captcha
      RefreshInvalido

PodCast do Miécio

PodCast Espirita no. 20 - Obsessão, desobsessão

PodCast Espirita no. 20 - Obsessão, desobsessão

  .. Download   No computador     Download mp3 (https://goo.gl/ooZ0N1)     No...

PodCast Espirita no. 19 - Mudanças na terra, como agir?

PodCast Espirita no. 19 - Mudanças na terra, como agir?

  .. Download   No computador     Download mp3 (https://goo.gl/LT27eq)     No...

Podcast no.: 18 - Deficiências, por quê?

Podcast no.: 18 - Deficiências, por quê?

  .. Download   No computador     Download mp3 (https://goo.gl/5V1Vug)     No...