Atualidades

Agravando esse quadro, lembremos que para o drama do alcoolismo, mesmo que ocorrido apenas nessa ocasião, corresponde outro quadro, assustador e muito preocupante: o vampirismo espiritual, ou seja, a ação dos espíritos inferiores sobre aqueles que se comprazem com a bebida. Isso acontece porque a morte não é um passe de mágica, não transforma moralmente ninguém, pois todos seguiremos de volta para o mundo espiritual carregando nossos vícios e virtudes.

Imaginemos a pessoa que levou a existência na base da bebida alcoólica, ou que bebia socialmente, fazendo disso um hábito. Desencarnada, essa pessoa continuará com as sensações do vício, mas sem poder encontrar a bebida do outro lado da vida. Então ela vai procurar influenciar um encarnado que tenha o mesmo vício, para que este beba, pois assim o espírito viciado conseguirá sorver as emanações fluídicas, energéticas, da bebida. Isso é o vampirismo, que faz parte da chamada obsessão.

E ainda temos as consequências espirituais do vício, quando, por exemplo, pais de família que se entregaram ao alcoolismo, respondem pelas desventuras que ocasionaram aos familiares, principalmente aos filhos, os quais necessitavam de amparo e orientação.

A bebida alcoólica é um flagelo familiar, social e espiritual. Evitar beber é o melhor remédio, prevenindo-se contra todas as consequências funestas desse vício. Lembrando que sempre respondemos perante a lei divina pelo que fazemos, não é melhor viver de consciência tranquila, e desencarnar sem arrependimento e remorso? Estamos reencarnados para ganhar a vida e não para perdê-la, e problema algum será resolvido afogando as mágoas num copo. Pense nisso!

Por: Marcus de Mario

FONTE: http://www.correioespirita.org.br/categoria-de-materias/artigos-diversos/1339-a-bebida-e-os-espiritos

José Lucas

A espiritualidade vai despertando cada vez com mais força junto dos jovens. A vontade de falar com os espíritos é grande e por vezes metem-se em aventuras que podem ser perigosas, como o jogo do copo.

05h10 da manhã. O telefone tocou! Alvoroço em casa, pensa-se logo o pior! Quem terá morrido? Quem terá tido um acidente? Ou seria alguma chamada urgente do trabalho? Ou alguma brincadeira de mau gosto por parte de quem tem insónias? Não, não era brincadeira. O telefonema era a sério.

Uma amiga nossa, de 15 anos de idade, de uma cidade vizinha, estava do outro lado da linha, num descontrole nervoso por demais evidente. A história conta-se em breves pinceladas.

Sofia, de 15 anos de idade, tinha feito uma sessão mediúnica para tentar falar com os espíritos, e assim tentar saber notícias do seu primo, há cerca de dois anos desencarnado (falecido) num desastre de moto. Juntou-se mais uns amigos e já não era a primeira vez que o faziam. À volta de uma mesa utilizavam o jogo do copo, com um abecedário em volta, a palavra sim e não, números de 0 a 9 e invocavam a presença de pessoas já falecidas. Nessa noite, Sofia vira o copo a mexer, (como aliás das outras vezes) e ao perguntarem quem estava presente a resposta fora: "Satanás". Entre outras "revelações" chocantes, acabaram por terminar o jogo.

Ela, Sofia, ficou assustadíssima, não conseguia dormir, pois acreditava que tinha comunicado com o Satanás.

O Espiritismo precisa ser estudado... como aliás, qualquer outra ciência

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Riqueza e pobreza são duas faces de uma mesma moeda que visa ampliar a capacidade do espírito de se compreender os inúmeros papéis sociais terrenos e coloca o indivíduo diante das provas e desafios de cada situação. Nas romagens pela carne, importante salientar que ora se estagia pela riqueza, ora pela pobreza, a depender das necessidades evolutivas de cada um. Portanto, não há privilégios na ordem Divina. Embora muitos consideram que nascer na opulência, com polpuda conta bancária seja um privilégio, isso não se traduz em realidade, porquanto se fosse verdade todos os ricos seriam felizes e todos os pobres infelizes, e não é o que se verifica todos os dias. Há ricos felizes e infelizes, como há pobres na mesma ordem. O espírito que hoje tem uma vida abastada pode não tê-la em existência futura, eis, pois, que riqueza e pobreza são situações transitórias.

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O domingo de 3 de fevereiro de 1974 prometia muitas alegrias para o estudante de Engenharia Jair Presente. Ele havia saído de casa, onde morava com os pais e a irmã, para um animado fim de semana com os amigos. Mas, o passeio terminaria em tragédia: Jair morreria afogado na Praia Azul, em Americana, a 37 quilômetros de Campinas. A história do rapaz, porém, não acabaria ali. Ele teria escrito 13 cartas após a morte, reproduzidas em psicografias do médium Chico Xavier. Quarenta anos depois, uma pesquisa científica investigou o conteúdo das mensagens e comprovou a autenticidade das informações.

O resultado do trabalho foi publicado pela revista científica “Explore”, da Editora Elservier, sediada em Amsterdã, na Holanda.

– Estas cartas produzem informações verificáveis. Não são informações genéricas. Trazem nomes de pessoas, situações que aconteceram, e estas informações eram, de modo geral, verídicas – observa o psiquiatra Alexander Moreira-Almeida, o diretor do Núcleo de Pesquisas em Espiritualidade e Saúde (Nupes), da Universidade Federal de Juiz de Fora, o orientador da pesquisa.

O estudo das cartas atribuídas a Jair Presente é o primeiro de uma série realizada pelos pesquisadores Alexandre Caroli Rocha e Denise Paraná, resultado do trabalho de pós-doutorado, parceria entre a Universidade Federal de São Paulo (USP) e a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).

– A grande discussão que existe no meio acadêmico é se estas cartas, efetivamente, proporcionam evidências, informações verídicas, sobre a pessoa falecida, e se o médium não teria tido acesso por meios normais. Esta é a grande pergunta – atesta Almeida, também coordenador das seções de Espiritualidade e Psiquiatria da Associação Mundial de Psiquiatria.

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Abaixo, trechos da entrevista de Divaldo Franco extraída do livro Conversando com Divaldo Pereira Franco editado pela Federação Espírita do Paraná sobre as obras espíritas, inclusive sobre reencarnação no mundo espiritual.

FEP: O movimento espírita tem sido invadido por uma enxurrada de publicações que trazem a informação de serem mediúnicas. Temos visto que os dirigentes, vários deles, não utilizam qualquer critério de seleção doutrinária. O que nos aconselha?

Divaldo: “O nosso pudor em torno do Index Expurgatorius da Igreja Romana leva-nos, sem nos darmos conta, a uma tolerância conivente. Como não nos é lícito estabelecer um mapa de obras que mereçam ser estudadas em detrimento daquelas que trazem informações inautênticas em torno dos postulados espíritas, muitos dirigentes, inadvertidamente, divulgam obras que prejudicam mais a compreensão do Espiritismo do que aclaram.

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A Folha Espírita entrevistou a Dra Maria Julia Peres, psiquiatra e criadora da Terapia Reestruturativa Vivencial Peres – TRVPeres e o Dr. Jaider Rodrigues de Paulo (AME-MG).

O medo é uma emoção presente em quase todos os seres da natureza, representada por um conjunto de sentimentos que se manifestam com grande inquietação e angústia diante de um perigo real ou imaginário de um fato desencadeante de ameaça, pavor, susto, perdas e dor profunda (física ou mental), entre outros.

Ele é expressado nos seres humanos por reações corporais como o susto, olhar espantado, boca seca, taquicardia e sudorese, entre outros, traduzindo o incômodo físico e mental que provoca. Sua presença excessiva é um dos grandes fatores de angústia para o ser. “O medo, em si, não constitui uma patologia e sim, um comportamento de cautela para maior segurança do indivíduo. Ele é racional, perfeitamente controlável, não interfere nas atividades diárias, nem desencadeia sintomas físicos, psicossomáticos”, declara a psiquiatra e especialista em terapia regressiva Maria Júlia Peres, criadora da Terapia Reestruturativa Vivencial Peres – TRVPeres. “Ele é ontológico na raça humana, uma reação emocional a um agente externo, o qual é percebido como agressor à integridade física do indivíduo”, completa o psiquiatra Jaider Rodrigues de Paulo, da Associação Médico-Espírita de Minas Gerais (AME-MG). Para a ciência psíquica, segundo ele, um dos diferenciais com a ansiedade é o fato de ele ter um objeto real e ela nem sempre. “O medo se caracteriza a partir de uma vivência objetiva, como, por exemplo, de animais, altura e escuro, entre outros. A ansiedade expressaria mais os fantasmas internos”, completa.

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