Entrevistas


Certo dia, um menino de 10 anos bateu com uma colher num prato e escutou atentamente o som, que continuou a vibrar por algum tempo, parando, no entanto, quando o pequeno pôs a mão sobre o prato.

Com certeza, em muitos lugares do mundo, outros tantos garotos terão feito o mesmo e observado o fenômeno.

Mas, só um gênio como Blaise Pascal resolveu investigar o mistério e escreveu um tratado sobre o som: "Traité des sons".

Nascido aos 19 de junho de 1623, em Clermont Ferrand (Auvergne), cedo demonstrou a sua genialidade.

Uma vez, o pai o encontrou a riscar, com um pedaço de giz, "rodas e barras" no assoalho do seu quarto.

Rodas e barras eram na verdade os círculos e as linhas retas da Geometria, traduzidos na linguagem infantil.

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Por: Orson Peter Carrara

“Falhar não deve ser motivo de estagnação, mas de recomeço”


Natural de Curitiba (PR) e residente em Jundiaí (SP), Vânia Mugnato de Vasconcelos (foto) é espírita desde 1980. Assistente social, pós-graduada em RH, advogada e vinculada ao Centro Espírita João Batista, na cidade onde reside, coordena o Grupo de Pais, além de atuar como palestrante espírita. Suas respostas na presente entrevista oferecem uma visão abrangente sobre a doutrina e o movimento espírita.

Como e quando se tornou espírita?
Nascida católica, a questão religiosa sempre foi intensa em mim. Aos 12 anos de idade minha família visitou uma vizinha espírita e, embora todas as crianças estivessem interessadas em brincar, fiquei hipnotizada pela estante de livros, pois ler sempre foi um prazer. Lá encontrei a obra Lindos Casos de Chico Xavier, de Ramiro Gama, e, quanto mais eu lia, mais tinha certeza de que aquilo tudo fazia total sentido. Questionei a dona da casa sobre o que seria Espiritismo e desde então fui mergulhando cada vez na doutrina, a qual visto a camisa e amo profundamente. Sinto-me espírita, portanto, desde os 12 anos de idade.

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Nasceu Batuíra aos 19 de Março de 1839, em Portugal, na freguesia de Águas Santas, hoje integrada no conselho de Maia. Filho de humildes camponeses, tendo apenas completado a instrução primária, veio, com cerca de 11 anos de idade, para o Brasil, aportando na Guanabara a 3 de Janeiro de 1.850.

Durante três anos trabalhou no comércio da Corte. Daí passou para Campinas-SP, onde ficou por algum tempo até que se transferiu definitivamente para a capital paulista, que na ocasião deveria possuir menos de 30.000 habitantes. Aí, nos primeiros anos, foi distribuidor do "Correio Paulistano". Naquele tempo, não havia bancas de jornal nos lugares públicos. A entrega se fazia à tarde, de casa em casa, e tão somente aos assinantes.

Diligente, honesto e espírito dócil, Batuíra, como entregador de jornais, ia formando amigos e admiradores em toda parte. Parece que neste período que aprendeu a arte tipográfica, certamente nas próprias oficinas do "Correio Paulistano".
Batuíra, muito ativo, correndo daqui para acolá, foi apelidado "o batuíra", nome que o povo dava à narceja, ave pernalta, muito ligeira, de voo rápido, que frequentava os charcos na várzea formada, no atual Parque D. Pedro II, pelos transbordamentos do Rio Tamanduateí. O nome do rapazinho era ANTONIO GONÇALVES DA SILVA, mas, de então em diante, tomou para si o apelido de BATUÍRA.

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Rita de Cássia Ramos Cordeiro é casada e tem 01 filho de 15 anos chamado Jonathan. Fundou no ano de 2.000 o 1º Clube do Livro Espírita da cidade de Itu.

Foi a fundadora do CAVI - Centro de Ação Voluntária de Itu, onde foi presidente por três gestões e participou da diretoria por 10 anos.

Fundou o Instituto Beneficente Chico Xavier da cidade de Itu - SP no ano de 2010 onde realiza um trabalho de divulgação da Doutrina Espírita.

É articulista, editora e desenvolvedora de conteúdo do site do Instituto Chico Xavier www.institutochicoxavier.com
Fundou no ano de 2012 o Clube do Livro Espírita Emmanuel www.clubedolivroemmanuel.com.br que faz parte do Instituto Chico Xavier, que agrega associados de todo o Brasil, onde atua como coordenadora.

Tem publicado um romance espírita "Nas Garras do Tempo" pela Mythos Editora.
Desde 2014 trabalha atua como desenvolvedora de conteúdo do site do Grupo de Apoio à Adoção Virtual www.viveramornafamilia.com.br um grupo de apoio virtual de adoção de crianças e adolescentes, adoção tardia, formação da família. Em 2016 criou o site www.aservicodobem.com.br onde é desenvolvedora de conteúdo.

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No mês de agosto o livro Tensão Emocional de Orson Peter Carrara faz parte do Clube do Livro Emmanuel. Já em sua terceira edição o livro tem feito grande sucesso devido a um tema tão atual nos dias de hoje.
Orson que é palestrante, escritor, articulista e editor de livros espírita, nos conta um pouco sobre seus livros, seu trabalho de divulgação da Doutrina Espírita, e de seus projetos atuais.

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1 - Ao receber a mensagem do Além, para os seus livros, você fica consciente do que escreve ou só se reconhece ao terminar?

R - A obtenção de um livro mediúnico é trabalho árduo, que mobiliza todas as forças mentais e psíquicas do médium a serviço do agente comunicante, pois é transmissão de pensamento a pensamento. Nem todos os médiuns têm as mesmas características para a recepção desse gênero de trabalho. No que me diz respeito, sofro transe pronunciando, embora, não completo. Tenho consciência de mim mesma, mas qualquer rumor exterior me poderá perturbar. Por essa razão só escrevo altas horas da noite. Vou lendo o que escrevo como se se tratasse de um folhetim que me apresentassem. O impulso do braço e atordoamento é ligeiro, sem ser veloz. Às vezes, ouço o murmúrio do ditado como se se tratasse de um folhetim que me apresentassem. O impulso do braço é ligeiro sem ser veloz. Às vezes, ouço o murmúrio do ditado como se o espírito comunicante falasse aos meus ouvidos, o que facilita a recepção. Se a obra é de difícil captação, como Memórias de um Suicida e Nas Voragens do Pecado, o impulso vibratório do braço é menos rápido. Perco a noção do que me rodeia, mas não de mim mesma; somente me apercebo da tarefa que executo, por isso necessito de silêncio e tranquilidade. Às vezes, vejo as cenas que estou descrevendo, mas só me inteiro do conteúdo da obra, verdadeiramente, depois da sua publicação.

2 - Quantas obras já publicou e quais os seus autores?
R - Publicados tenho apenas onze, mas possuo várias outras inéditas, esperando oportunidade para virem a lume. Os autores são os espíritos de Adolfo Bezerra de Menezes, Camilo Castelo Branco, Charles, cujo sobrenome ainda desconheço, e Léon Tolstói. Nessas onze obras estão incluídas as duas constantes do volume Nas Telas do Infinito e as duas constantes do volume Dramas da Obsessão.

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