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“Permaneça o amor fraternal.” — Paulo. (HEBREUS, CAPÍTULO 13, VERSÍCULO 1.)

As afeições familiares, os laços consangüíneos, as simpatias naturais podem ser manifestações muito santas da alma, quando a criatura as eleva no altar do sentimento superior, contudo, é razoável que o espírito não venha a cair sob o peso das inclinações próprias.

O equilíbrio é a posição ideal.

Por demasia de cuidado, inúmeros pais prejudicam os filhos.

Por excesso de preocupações, muitos cônjuges descem às cavernas do desespero, defrontados pelos insaciáveis monstros do ciúme que lhes aniquilam a felicidade.

Em razão da invigilância, belas amizades terminam em abismo de sombra.

O apelo evangélico, por isto mesmo, reveste-se de imensa importância.

A fraternidade pura é o mais sublime dos sistemas de relações entre as almas.

O homem que se sente filho de Deus e sincero irmão das criaturas não é vitima dos fantasmas do despeito, da inveja, da ambição, da desconfiança. Os que se amam fraternalmente alegram-se com o júbilo dos companheiros; sentem-se felizes com a ventura que lhes visita os semelhantes.

As afeições violentas, comumente conhecidas na Terra, passam vulcânicas e inúteis.

Na teia das reencarnações, os títulos afetivos modificam-se constantemente. É que o amor fraternal, sublime e puro, representando o objetivo supremo do esforço de compreensão, é a luz imperecível que sobreviverá no caminho eterno.

Livro: Pão Nosso. Emmanuel / F.C. Xavier

Um rapaz de vinte e dois anos adentra o palco do Korea’s Got Talent. Programas semelhantes existem, com versões mais ou menos parecidas, em vários países do mundo.

E, vez ou outra, pessoas muito especiais ali comparecem.

Elas têm um sonho, desejam seguir uma carreira, mudarem o rumo da própria vida.

Com Choi Sung-Bong não foi diferente. Abandonado aos três anos de idade, ele viveu em um orfanato até aos cinco anos. Fugiu, confessa, depois de ter apanhado de pessoas responsáveis pela instituição.

Por dez anos, viveu pelas ruas. Vendia chicletes e bebidas. Dormia em escadas e banheiros públicos. Sempre que encontrava, nas ruas, aulas gratuitas de música, ele comparecia.

Fez o supletivo para o ensino fundamental e teve seu primeiro contato com a escola, ao iniciar o ensino médio.

Hoje, trabalha como servente de pedreiro. Seu sonho é se tornar um cantor. Um sonho que foi despertado de estranha maneira.

Certa feita, estando a vender chicletes em uma casa noturna, ele viu um cantor no palco, se apresentando.

A música animada o envolveu e ele ficou fascinado pelo que fazia aquela pessoa no palco. Decidiu: seria cantor.

 

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Generaliza-se e se intensifica, na sociedade hodierna, a irradiação agradável do encanto pessoal de cada criatura, que passa a condicionar-se  em padrões de comportamentos capazes de conquistar admiração e gerar afetividade.

Campeões da beleza estudam técnicas de apresentação e postura, a fim de mais expandirem os recursos de que são dotados, colocando-se a serviço do mercado das sensações, de que desfrutam largas fatias de fama e de dinheiro.

Representantes do sexo em expansão, fixam conduta e artifícios de sedução, adquirindo certo magnetismo artificial de que se impregnam, conquistando espaço nos veículos de comunicação de massa, vendendo sensações fortes, sob o açodar de interesses vigorosos.

Criaturas ambiciosas esfalfam-se em cursos de variada denominação, tentando imitar os seus ídolos, adaptando-se aos modismos, de forma a competir nos jogos das forças em desgoverno da propaganda exagerada, buscando aparecer e brilhar sob as luzes dos refletores.

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"Porfiai por entrar pela porta estreita, porque eu vos digo que muitos procurarão entrar, e não poderão." - Jesus (Lucas, 13:24.)

Antes da reencarnação necessária ao progresso, a alma estima na "porta estreita" a sua oportunidade gloriosa nos círculos carnais.

Reconhece a necessidade do sofrimento purificador. Anseia pelo sacrifício que redime. Exalta o obstáculo que ensina. compreende a dificuldade que enriquece a mente e não pede outra coisa que não seja a lição, nem espera senão a luz do entendimento que a e levará nos caminhos infinitos da vida.

Obtém o vaso frágil de carne, em que se mergulha para o serviço de retificação e aperfeiçoamento.

Reconquistando, porém, a oportunidade da existência terrestre, volta a procurar as "portas largas" por onde transitam as multidões.

Fugindo à dificuldade, empenha-se pelo menor esforço.

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Senhor,

Fazei de mim um instrumento de vossa paz!

Onde houver ódio, que eu leve o amor,

Onde houver ofensa que eu leve o perdão.

Onde houver discórdia, que eu leve a união.

Onde houver dúvida, que eu leve a fé.

 

Onde houver erro, que eu leve a verdade.

Onde houver desespero, que eu leve a esperança.

Onde houver tristeza, que eu leve a alegria.

Onde houver trevas, que eu leve a luz!

 

Ó Mestre, fazei que eu procure mais.

Consolar que ser consolado.

Compreender que ser compreendido.

 

Amar que ser amado.

Pois é dando que se recebe.

Perdoando que se é perdoado

e é morrendo que se vive para a vida eterna!


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