O que é o espiritismo?

No espiritismo vez ou outra nos deparamos com a palavra “Ovóides”, geralmente ligada a comentários sobre obsessões; mas o que são esses tais “ovoides”?

Para poder abordar esse assunto deve-se antes ter noção de o que é obsessão, onde podemos definir como espíritos que através de influencias telepáticas nos impulsionam para o mal e/ou nos causa danos físicos ou mentais, sobre esses espíritos Kardec afirma: “Os Espíritos exercem incessante ação sobre o mundo moral e mesmo sobre o mundo físico. Atuam sobre a matéria e sobre o pensamento e constituem uma das potências da Natureza, causa eficiente de uma multidão de fenômenos até então Inexplicados ou mal explicados e que não encontram explicação racional se não no Espiritismo.”[...] “As relações dos Espíritos com os homens são constantes. Os bons Espíritos nos atraem para o bem, nos sustentam nas provas da vida e nos ajudam a suportá-las com coragem e resignação. Os Maus nos impelem para o mal: é-lhes um gozo ver-nos “sucumbir e assemelhar-nos a eles.”[1]

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A nossa jornada espiritual é, na grande maioria dos casos, bem parecida, apesar do livre arbítrio e dos possíveis caminhos a serem escolhidos, como nos falam as questões 121 e 122 do Livro dos Espíritos, corroborada através da parábola do filho pródigo, a retratar o filho mais novo, ávido por novas venturas, nem sempre saudáveis, e ao exercício dos vícios. Exatamente como nós na atualidade, ou em um passado recente.

O fato é que, depois de infinitos erros, inúmeras iniquidades e incontáveis inconsequências, alguém nos resgata dos porões da servidão e da prática do mal. Normalmente, tal papel socorrista cabe a algum amado conhecido, sob os auspícios dos céus. Merecedores? Não, certamente necessitados. Nos é concedido então uma moratória espiritual. Novamente, sob os auspícios da divindade. Sob um ponto de vista econômico, moratória é o alargamento do prazo de pagamento ou suspensão temporária de um débito, normalmente sem incidência de juros. É como se, ao nos vermos endividados por conta do cartão de crédito, a operadora nos atendesse ao pedido de suspensão da dívida por alguns anos, sem a incidência de juros! Certamente, um sonho para muitos...

É exatamente essa moratória que Deus nos concede quando estamos no “fundo do poço”, quando a lama das nossas dificuldades morais sufoca-nos e as nossas dificuldades tornam-se por demais acerbas, fardos mais pesados que a capacidade dos nossos ombros, Mateus 23:4. Nesse momento, o Mestre chama e nos diz: “Vinde a mim e eu vos aliviarei”, Mateus 11:28. A “moratória espiritual” nos é concedida.

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REVISTA ESPÍRITA, julho de 1860

A Academia assim define esta palavra: "Diz-se dos Espírito que se supõe retornarem do outro mundo." Ela não diz que retomam; não há senão os Espíritas que possam ser bastante loucos para ousar afirmar semelhantes coisas. Qualquer que ela seja, pode-se dizer que a crença nos fantasmas é universal; ela está evidentemente fundada sobre a intuição da existência dos Espíritos, e a possibilidade de comunicar-se com eles; a esse título, todo Espírito que manifesta a sua presença, seja pela escrita de um médium, seja simplesmente batendo sobre uma mesa, seria um fantasma; reserva-se, porém, geralmente, esse nome, quase sepulcral, para aqueles que se tornam visíveis e que se o supõe, como disse com razão a Academia, virem em circunstâncias mais dramáticas.

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Qual a importância da evocação dos Espíritos nos dias de hoje? Será inadmissível ou errada a evocação dos desencarnados? É incontestável não haver qualquer dispositivo que impeça a evocação dos Espíritos na Codificação. Porém, Kardec faz ressalvas sobre o tema: “frequentemente as evocações oferecem mais dificuldades aos médiuns do que os ditados espontâneos, sobretudo quando se trata de obter respostas precisas a questões circunstanciadas. Para isto, são necessários médiuns especiais, ao mesmo tempo flexíveis e positivos”. Portanto, sem esse discernimento, se alguém evocar uma pedra ela responderá, pois “há sempre uma multidão de Espíritos prontos a tomar a palavra sob qualquer pretexto.”

Atualmente há cauteloso exercício da não evocação dos Espíritos. Como interpretar o empecilho evocatório nos grupos mediúnicos? Cremos que inexista qualquer proibição pelos dirigentes; o que acontece são apenas critérios de aconselhamentos para que tal prática seja evitada, em face das precipitações que proporciona. Em que pese não ser totalmente favorável à evocação dos Espíritos, não analisamos tal método como “coisa demoníaca”, desde que sejam aferidos os relevantes desígnios a que se propõem e, sobretudo, os valores morais dos evocadores.

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Leandro Martins - Revista Espiritismo

Cansaço, baixa imunidade às doenças, falta de equilíbrio e concentração, bem como excesso de irritabilidade podem ser indícios de uma perda energética provocada pelo vampirismo.

Quando a Doutrina Espírita se refere aos vampiros, não fala de seres mitológicos com dentes agudos, adaptados para sugar o sangue das pessoas saudáveis, mas sim, de encarnados e desencarnados, que, desrespeitando as leis de Deus, se munem de sentimentos de vingança contra desafetos do passado, ou mesmo de sentimento oportunista e passam a viver à custa de energia vital de outrem.

Há também aqueles seres que embora tenham deixado o corpo físico, continuam ainda vivendo os prazeres obscuros da carne e dos vícios como o fumo e as drogas, bem como os desregramentos da bebida e do sexo, entre outros e que por se encontrarem impossibilitados de satisfazerem seus prazeres, induzem outras pessoas encarnadas a fazê-lo, e delas captam os fluidos, sentindo-se assim os mesmos prazeres produzidos pelo ato.

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A Doutrina Espírita transforma completamente a perspectiva do futuro. A vida futura deixa de ser uma hipótese para ser realidade. O estado das almas depois da morte não é mais um sistema, porém o resultado da observação.

Ergueu-se o véu; o mundo espiritual aparece-nos em toda a plenitude de sua realidade prática; não foram os homens que o descobriram pelo esforço de uma concepção engenhosa, são os próprios habitantes desse mundo que nos vêm descrever a sua situação; aí os vemos em todos os graus da escala espiritual, em todas as fases da felicidade e da desgraça, assistindo, enfim, a todas as peripécias da vida de além-túmulo.

Eis aí por que os espíritas encaram a morte calmamente e se revestem de serenidade nos seus últimos momentos sobre a Terra.

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