O que é o espiritismo?

20 - O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO

ALLAN KARDEC

CAPÍTULO III: HÁ MUITAS MORADAS NA CASA DE MEU PAI

ITEM 2: DIFERENTES ESTADOS DA ALMA NA ERRATICIDADE

Em primeiro lugar, vamos analisar o termo erraticidade, que não encontrei no novo dicionário Houaiss, mas que está no Caldas Aulete, volume II, editora Delta S.A., autorizada por E. Pinto Cia. Ltda, Lisboa-Portugal, organizado por Hamílcar de Garcia : " o mesmo que erratibilidade, substantivo feminino, caráter do que é errático.(Espiritismo): Estado dos espíritos durante os intervalos das suas encarnações."

O termo erraticidade se refere ao plano espiritual, onde vivem as almas dos desencarnados.

Quanto ao termo errante, encontramos nos dois dicionários citados os mesmos significados: " que anda ao acaso, sem destino certo"

Vem do latim errans, errantis, que significa " que anda sem destino, que se engana."

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1 – Espírito tem sexo?  
Essa pergunta foi formulada por Allan Kardec, na questão 200, de O Livro dos Espíritos. A resposta dos mentores espirituais, "Não como entendeis, porque os sexos dependem de constituição orgânica", é afirmativa. Não obstante, traz importante ressalva: não se trata de uma condição morfológica. Não há órgãos sexuais masculinos ou femininos na personalidade imortal, estabelecendo a distinção.

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«Observações preliminares — A classificação dos espíritos baseia-se no grau de adiantamento deles, nas qualidades que já adquiriram e nas imperfeições de que ainda terão de despojar-se. Esta classificação, aliás, nada tem de absoluta. Apenas no seu conjunto cada categoria apresenta carácter definido. De um grau a outro a transição é insensível e, nos limites extremos, os matizes apagam-se, como nos reinos da natureza, como nas cores do arco-íris, ou também como nos diferentes períodos da vida do homem...

«Os espíritos, em geral, admitem três categorias principais, ou três grandes divisões. Na última, a que fica na parte inferior da escala, estão os espíritos imperfeitos, caracterizados pela predominância da matéria sobre o espírito e pela propensão para o mal. Os da segunda caracterizam-se pela predominância do espírito sobre a matéria e pelo desejo do bem: são os bons espíritos. A primeira, finalmente, compreende os espíritos puros, os que atingiram o grau supremo da perfeição.

«Esta divisão pareceu-nos perfeitamente racional e com caracteres bem positivados. Só nos restava pôr em relevo, mediante subdivisões em número suficiente, os principais matizes do conjunto.

«Com o auxílio desse quadro, fácil será determinar a ordem, assim como o grau de superioridade ou de inferioridade dos que possam entrar em relações conosco e, por conseguinte, o grau de confiança ou de estima que mereçam. É, de certo modo, a chave da ciência espírita, porquanto só ele pode explicar as anomalias que as comunicações apresentam, esclarecendo-nos acerca das desigualdades intelectuais e morais dos espíritos.

TERCEIRA ORDEM - ESPÍRITOS IMPERFEITOS

«Caracteres gerais - Predominância da matéria sobre o espírito. Propensão para o mal. Ignorância, orgulho, egoísmo e todas as paixões que lhes são consequentes.

«Têm a intuição de Deus, mas não o compreendem.

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É no momento do sono que nosso espírito se desprende do corpo físico, permanecendo ligado por um cordão fluídico, e assume suas capacidades espirituais.

Como está descrito no Evangelho Segundo o Espiritismo, "o sono foi dado ao homem para a reposição das forças orgânicas e morais. Enquanto o corpo recupera as energias que perdeu pela atividade no dia anterior, o espírito vai se fortalecer entre outros espíritos".

Por isso a importância de termos uma conduta moral aplicada, com boas companhias, leituras e músicas. Nossas companhias do dia serão as da noite, ou seja, o nosso pensamento vai atrair espíritos encarnados ou desencarnados que tenham a mesma sintonia que a nossa.

 

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Esta questão abre o Capítulo I de "O Livro dos Médiuns" e o leitor deve encarar este livro, portanto, como um tratado superior de fenomenologia paranormal. O Livro dos Médiuns apresenta a solução dos problemas em que ainda colhem as pesquisas atuais e convida os estudiosos a avançar. Mas tudo isso com critério e métodos científicos, segundo o próprio Charles Richet o reconheceu ao se referir a Kardec no Tratado de Metapsíquica. Ainda no capítulo I de "O Livro dos Médiuns" existem argumentos interessantes que demonstram por raciocínio lógico a existência dos espíritos, trecho o qual transcrevemos abaixo:

“4. A existência de Deus e da alma, consequência uma da outra, constitui a base de todo o edifício do Espiritismo. Antes de aceitarmos qualquer discussão espírita, temos de assegurar-nos se o interlocutor admite essa base. Se ele responder negativamente às perguntas: 'Crê em Deus? Crê na existência da alma? Crê na sobrevivência da alma após a morte?' ou se responder simplesmente: 'Não sei; desejava que fosse assim, mas não estou certo', que geralmente equivale a uma negação delicada, disfarçada para não chocar bruscamente o que ele considera preconceitos respeitáveis, seria inútil prosseguir. Seria como querer demonstrar as propriedades da luz a um cego que não admitisse a existência da luz. As manifestações espíritas são os efeitos das propriedades da alma. Assim, com semelhante interlocutor, se não quisermos perder tempo, só nos resta seguir outra ordem de ideias. Admitidos os princípios básicos, não apenas como probabilidade, mas como coisa averiguada, incontestável, a existência dos Espíritos será uma decorrência natural.

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Quando encarnamos, recebemos uma carga de fluidos vital (fluido da vida).

Quando este fluido acaba, morremos. Somos como a pilha que com o tempo vai descarregando.
Chegamos ao ponto que os remédios já não fazem mais efeito. Daí não resta outra alternativa senão trocar de “roupa” e voltar para a escola planetária.
Mas a quantidade de fluido vital não é igual em todos seres orgânicos. Isso dependerá da necessidade reencarnatória de cada um de nós.
Quando chegamos á Terra cada um tem uma estimativa de vida. Vai depender do que viemos fazer aqui.
André Luiz, através da psicografia de Chico Xavier, explica que poucos são completistas, ou seja, nascemos com uma estimativa de vida e, com os abusos, desencarnamos antes do previsto, não completamos o tempo estimado, isso chama-se suicídio indireto.


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