O que é o espiritismo?

Caso interessante e bastante ilustrativo das conseqüências da imprevidência de uns e da ganância de outros, foi o de um Pai recém-desencarnado em hospital e que retornou para o ambiente doméstico, atendendo aos automatismos mentais comuns nesses casos. Sem perceber que já havia “morrido”, foi conduzido à reunião mediúnica e atendido dentro do quadro que apresentou. Depois de apresentar-se sem grandes dificuldades pela psicofonia de médium da equipe, passou a comentar o que sentia.
 
Deu a entender que achava que o ocorrido fora algo de rotina. Uma ida ao hospital para atendimento aos males do corpo, próprios da velhice e o retorno à residência.
 
Mostrava-se irritado e reclamava dos parentes que não o cumprimentavam, passando por ele como se não o percebessem. Fato que ele tomava como total e absoluto desrespeito pela sua pessoa e condição de “chefe de família”.
Comentou que estivera sentado em sua cadeira preferida na sala de sua casa, quando um familiar quase sentou-se sobre ele. Reclamou, mas sem resultados, ficando ainda mais nervoso e irritado com a “falta de respeito” dos parentes.

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Um indivíduo comum, sem qualquer conhecimento de medicina, recebe pessoas doentes, diagnostica seus males e prescreve medicamentos. Não o faz por conta própria: alega agir como intercessor do espírito de um médico. Trata-se de um “médium receitista”.

Cenas como esta eram quase desconhecidas no Brasil da década de 1870, e começavam a ser noticiadas com grande espanto pelos jornais. Além da prática “receitista”, que normalmente indicava aos pacientes remédios homeopáticos, vinham ao conhecimento do público outras técnicas terapêuticas não-ortodoxas, como a dos “médiuns curadores” – que faziam algo semelhante aos “passes” dos atuais centros espíritas – e a chamada “desobsessão”, que curava a loucura causada pela intervenção de um espírito mal-intencionado.

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No Brasil, estima-se que 23 milhões de pessoas precisam de algum atendimento em saúde mental. Pelo menos 5 milhões sofrem com transtornos graves e persistentes

Para a medicina tradicional, uma questão genética, complexa, que pode ser, talvez, causada por alterações químicas no cérebro. E que, apesar de tantos estudos, ainda não se sabe ao certo a causa deles. Mas para os médicos espíritas, os transtornos mentais têm, sim, explicações. Essa área da medicina, inclusive, é a que mais se distancia da medicina tradicional. Questões emocionais desta e de outras vidas entram em jogo. "O transtorno mental é um resquício do passado", define o presidente da Associação Mineira dos Médicos Espíritas, Andrei Moreira, apontando aí as vidas passadas como ponto de partida para essa discussão.

Uma vez que as interpretações para os males mentais são diferentes para os médicos espíritas, as doenças mentais e neurológicas atingem aproximadamente 700 milhões de pessoas no mundo. No Brasil, estima-se que 23 milhões de pessoas precisam de algum atendimento em saúde mental. Pelo menos 5 milhões sofrem com transtornos graves e persistentes.

Segundo o psiquiatra e diretor-técnico do Hospital André Luiz, Roberto Lúcio Vieira, a psiquiatria é a área da medicina em que os ensinamentos espíritas mais conseguem aparecer. Isso porque, segundo ele, além de levar em consideração questões genéticas, assim como a medicina tradicional, os médicos espíritas, diante de um paciente com transtorno mental grave, levam em conta as vidas passadas. "O adoecer é o caminho para cura. Temos percebido que muitos males, como os quadros graves de esquizofrenia, geralmente são de espíritos que, em outras vidas, abusaram muito do poder que tinham, cometeram homicídios ou tentaram o suicídio várias vezes. Quando eles adoecem nesta vida, é porque bateu a culpa da vida anterior", explica Roberto.

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José Carlos Pereira Jotz 

Doença e saúde se referem ao estado em que se encontram as pessoas e não ao estado de órgãos ou partes do corpo. O corpo físico nunca está só doente ou só saudável, já que nele se

expressam realmente as informações da consciência.

O corpo de um ser humano vivo deve seu funcionamento ao espírito que o habita.   Quando as várias funções corporais se desenvolvem em conjunto dentro de uma harmonia, ele se encontra num estado que denominamos de saúde.

Se uma função falha, ela compromete a harmonia do todo e então falamos que ele se encontra em um estado de doença. A doença é a perda relativa da harmonia. Esta perturbação da harmonia acontece em nível de consciência, que é a parte espiritual do ser, enquanto o corpo é a forma de apresentação desta desarmonia.

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Para que um saber se insira na sociedade é necessária à existência  de estruturas formais  que assegurem a sua difusão, a criação de uma consciência coletiva de profitentes e o desenvolvimento de práticas que validem e utilizem tal conhecimento de modo a fazê-lo mais aceito. Por isto a Cosmovisão espírita, construída a partir da revelação espiritual codificada por Allan Kardec, presentificando-se no mundo, vivencia os mesmos processos de outras mundividências para se instaurar nas entranhas da sociedade.

Em que pese suas profundas diferenças de organização em relação a outros saberes, a começar pela inexistência de hierarquia bem como o contato permanente com participantes interexistenciais  – espíritos desencarnados – o Espiritismo constituiu uma célula máter para desenvolver suas atividades: o centro espírita  hoje considerado sua unidade fundamental.

Nele realizamos  os mais variados trabalhos em consonância com as demandas evolutivas  das pessoas que o buscam  organizando suas atividades sob a ótica dos princípios espíritas que nos oferece os parâmetros necessários para discernirmos o que convém efetivar, seu modo de operar e como avaliar nossas ações.

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Muitos espíritas acreditam que todos os homens e mulheres, após a desencarnação, deverão passar pelo Umbral, região espiritual caracterizada pelo sofrimento. Será isso verdade? Como nem sempre as afirmações possuem base doutrinária segura, vamos neste estudo tentar melhor compreender o processo da volta ao mundo espiritual. E para isso nada melhor do que iniciar com Allan Kardec, o codificador do Espiritismo, trazendo para nossas reflexões o capítulo 3 da 2ª parte de O Livro dos Espíritos, “Retorno da Vida Corpórea à Vida Espiritual”.

Logo no início, a partir da questão 149, ficamos sabendo que a morte nada mais é do que o retorno da Alma ao mundo espiritual, onde ela mantém a sua individualidade e faz sua identificação através do perispírito, ou corpo espiritual. Na questão 150b os benfeitores espirituais da humanidade ensinam que levamos de volta o desejo de ir para um mundo melhor, e quanto mais pura for a Alma mais ela estará desligada das coisas materiais. Essa informação já provoca um questionamento: se o indivíduo, homem ou mulher, que é a Alma imortal, teve uma existência dedica ao bem e vivendo com simplicidade, levando consigo a aspiração de conseguir elevação espiritual por isso, por que haveria de passar, mesmo que por um minuto, nas zonas umbralinas?

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