O que é o espiritismo?



Como é que Deus, tão grande, tão poderoso, tão superior a tudo, pode imiscuir-se em detalhes ínfimos, preocupar-se com os menores atos e os menores pensamentos de cada indivíduo? Tal é a pergunta que muitas vezes se faz.

Em seu estado atual de inferioridade, só dificilmente os homens podem compreender Deus infinito, porque eles próprios são finitos, limitados, razão por que o imaginam finito e limitado como eles mesmos; representando-o como um ser circunscrito, dele fazem uma imagem à sua semelhança. Pintando-o com traços humanos, nossos quadros não contribuem pouco para alimentar este erro no espírito das massas, que nele mais adoram a forma que o pensamento.

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1. BATISMO

- Mamãe, quero ser batizado.
 Por que, meu filho?
- Meus amiguinhos, na escola, dizem que irei para o inferno!
E AÍ, como sair desta situação?   Diálogo como este, exprime as dificuldades de crianças cujos pais participam de movimentos religiosos onde não há o batismo, que, segundo a orientação ortodoxa, promove nossa reconciliação com Deus, após uma briga que não foi nossa.   O Espiritismo não alberga nenhum dogma, mas tem explicação racional para todos eles. Agora, pelo estudo sério e continuado das obras espíritas, o espírita, bem como simpatizante da doutrina espírita, bebe da fonte da libertação dos atavismos de inúmeras vidas passadas, de erros e escabrosidades.   

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Um dos grandes dilemas da humanidade em todos os tempos tem sido determinar a interface que separa os recursos da mente e do cérebro.

A infinita variedade do comportamento humano, a pequena proporção de atos reflexos e comportamentos básicos que são herdados (mais ou menos 20%) e certos fenômenos de percepção denominados atualmente pela ciência oficial de paranormais são aspectos da intrigante relação entre o cérebro orgânico e a mente. Na antiguidade era comum se atribuir a mente como expressão do espírito.

Com a evolução da neurofisiologia e neuropsicologia essa ideia foi estranhamente colocada de lado pela ciência.

Quando nos reportamos à evolução do homem deparamos com alguns aspectos interessantes. Sabe-se que segundo a teoria evolucionista introduzida por Charles Darwin, e amplamente reconhecida pela ciência, os animais apresentariam atualmente as características que, quando apareceram devido a mutações genéticas, lhes proporcionaram melhores condições de sobrevivência em relação aos outros que não tiveram as ditas mutações. Com isso as espécies foram selecionadas.

Essa é também a teoria adotada pela Doutrina Espírita. Entretanto sabe-se na neurologia que o homem possui áreas no cérebro que quando lesadas não apresentam sintomatologia importante e às vezes nenhum sintoma é detectado. O hemisfério direito do encéfalo apresenta algumas áreas destas no lobo frontal e nas profundidades do lobo temporal.

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Caso interessante e bastante ilustrativo das conseqüências da imprevidência de uns e da ganância de outros, foi o de um Pai recém-desencarnado em hospital e que retornou para o ambiente doméstico, atendendo aos automatismos mentais comuns nesses casos. Sem perceber que já havia “morrido”, foi conduzido à reunião mediúnica e atendido dentro do quadro que apresentou. Depois de apresentar-se sem grandes dificuldades pela psicofonia de médium da equipe, passou a comentar o que sentia.
 
Deu a entender que achava que o ocorrido fora algo de rotina. Uma ida ao hospital para atendimento aos males do corpo, próprios da velhice e o retorno à residência.
 
Mostrava-se irritado e reclamava dos parentes que não o cumprimentavam, passando por ele como se não o percebessem. Fato que ele tomava como total e absoluto desrespeito pela sua pessoa e condição de “chefe de família”.
Comentou que estivera sentado em sua cadeira preferida na sala de sua casa, quando um familiar quase sentou-se sobre ele. Reclamou, mas sem resultados, ficando ainda mais nervoso e irritado com a “falta de respeito” dos parentes.

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Um indivíduo comum, sem qualquer conhecimento de medicina, recebe pessoas doentes, diagnostica seus males e prescreve medicamentos. Não o faz por conta própria: alega agir como intercessor do espírito de um médico. Trata-se de um “médium receitista”.

Cenas como esta eram quase desconhecidas no Brasil da década de 1870, e começavam a ser noticiadas com grande espanto pelos jornais. Além da prática “receitista”, que normalmente indicava aos pacientes remédios homeopáticos, vinham ao conhecimento do público outras técnicas terapêuticas não-ortodoxas, como a dos “médiuns curadores” – que faziam algo semelhante aos “passes” dos atuais centros espíritas – e a chamada “desobsessão”, que curava a loucura causada pela intervenção de um espírito mal-intencionado.

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No Brasil, estima-se que 23 milhões de pessoas precisam de algum atendimento em saúde mental. Pelo menos 5 milhões sofrem com transtornos graves e persistentes

Para a medicina tradicional, uma questão genética, complexa, que pode ser, talvez, causada por alterações químicas no cérebro. E que, apesar de tantos estudos, ainda não se sabe ao certo a causa deles. Mas para os médicos espíritas, os transtornos mentais têm, sim, explicações. Essa área da medicina, inclusive, é a que mais se distancia da medicina tradicional. Questões emocionais desta e de outras vidas entram em jogo. "O transtorno mental é um resquício do passado", define o presidente da Associação Mineira dos Médicos Espíritas, Andrei Moreira, apontando aí as vidas passadas como ponto de partida para essa discussão.

Uma vez que as interpretações para os males mentais são diferentes para os médicos espíritas, as doenças mentais e neurológicas atingem aproximadamente 700 milhões de pessoas no mundo. No Brasil, estima-se que 23 milhões de pessoas precisam de algum atendimento em saúde mental. Pelo menos 5 milhões sofrem com transtornos graves e persistentes.

Segundo o psiquiatra e diretor-técnico do Hospital André Luiz, Roberto Lúcio Vieira, a psiquiatria é a área da medicina em que os ensinamentos espíritas mais conseguem aparecer. Isso porque, segundo ele, além de levar em consideração questões genéticas, assim como a medicina tradicional, os médicos espíritas, diante de um paciente com transtorno mental grave, levam em conta as vidas passadas. "O adoecer é o caminho para cura. Temos percebido que muitos males, como os quadros graves de esquizofrenia, geralmente são de espíritos que, em outras vidas, abusaram muito do poder que tinham, cometeram homicídios ou tentaram o suicídio várias vezes. Quando eles adoecem nesta vida, é porque bateu a culpa da vida anterior", explica Roberto.

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