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Informativo Centelhas de Esperança

Informativo O Informativo "Centelhas de Esperança" é um Projeto sonhado a anos, que finalmente pôde ser realizado, graças à união de um grupo de amigos que voluntariamente se dedicaram à fundação do Instituto Beneficente Chico Xavier.

Sendo parte integrante do Instituto Beneficente Chico Xavier, o informativo será divulgado através do site da Instituição e também pela mídia impressa.

Estaremos divulgando com maior abrangência o trabalho assistencial realizado pelas Instituições Beneficentes, espíritas ou não.

Apresentaremos a história e trabalho realizado por Editoras e Distribuidores de Livros Espíritas, bem como Clube de Livros Espíritas de todo Brasil, que revertem parte ou totalidade de sua renda em prol de Instituições Beneficentes, muitas delas tornando-se sua principal mantenedora.

O Informativo  trará matérias sobre confrades espíritas que desenvolvem trabalhos de divulgação da Doutrina Espírita, como editores e oradores, mostrando a importância e responsabilidade que devemos ter com a divulgação da Doutrina Espírita.

Sejam todos bem-vindos ao Informativo "Centelhas de Esperança".

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Quando a minha filha mais nova nasceu eu tive de me refazer.

Quando um filho nasce, também nasce – de novo se preciso – uma mãe.

A gente renasce sempre, infelizes aqueles que não se fazem e refazem a cada novo evento, a cada novo dia. Não tem nada pior do que o mesmo do mesmo. Nós e nossas certezas...  

Belo aprendizado eu tive. Me achava o máximo da tolerância, preconceito é coisa de gente ignorante, de quem não tem humanidade, eu pensava. Mas quando a sombra da deficiência da minha filha começou a me meter medo, o pavor veio de onde? Eu estava realmente apavorada e era por medo da rejeição.

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Diante do debate público em torno da questão do aborto, sobretudo em razão da recente posição do Conselho Federal de Medicina (CFM), que propõe a possibilidade de realização do aborto até a 12ª semana de gestação, por vontade da gestante, a Associação Jurídico-Espírita do Brasil (AJE-BR) e as AJEs dos Estados do Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, São Paulo e do Distrito Federal manifestam o entendimento no sentido de que o direito à vida é de natureza fundamental a todo e qualquer ser humano, a contar da concepção, razão pela qual se posicionam contrariamente ao aborto.

De outro lado, as AJEs destacam, para além dos aspectos meramente criminais, o dever jurídico do Estado, em respeito ao princípio da dignidade da pessoa humana e ao objetivo constitucional de se construir uma sociedade livre, justa e solidária, de garantir total e irrestrita proteção à gestante, mediante efetiva implantação de políticas públicas de saúde e assistência social, proporcionando-lhe o acesso universal e igualitário às ações preventivas, de promoção e recuperação da saúde, aqui entendida tanto no aspecto físico, como psicológico e espiritual.

Por fim, como decorrência do dever estatal de proteção à família, à maternidade, ao nascituro, à infância, à adolescência e à velhice, as AJEs esperam do Poder Público a adequada e prioritária atenção à educação, único caminho que leva o ser humano ao exercício responsável e consciente da cidadania, permitindo-lhe o cumprimento de deveres e o gozo de direitos, num horizonte de convívio social que torne dispensável a sanção penal.

Associação Jurídico-Espírita do Brasil (AJE-BR), AJE-ES, AJE-GO, AJE-MG, AJE-MS, AJE-PE, AJE-RIO, AJE-RO, AJE-RS, AJE-SP e AJE-DF

Fonte: http://www.ajesaopaulo.com.br/

 

Foi no dia 18 de abril de 1857, na cidade de Paris, capital da França, que veio a lume "O Livro dos Espíritos", a obra basilar do Espiritismo, ditada pelo mundo invisível e compilada, separada, classificada e codificada pelo ínclito professor Hippolyte Léon Denizard Rivail, que, propositadamente, adotou o pseudônimo de Allan Kardec, nome que tivera em recuada existência pretérita, a fim de que a obra pudesse ser comprada, se fosse o caso, pelo seu conteúdo e não por quem a assinava, já que era ele muitíssimo conhecido e reconhecido, como professor e como autor de diversos livros, vários dos quais adotados pela Universidade de Paris, notadamente os que versavam sobre educação.

Teve considerável peso também, na adoção do pseudônimo, o fato de que o livro foi ditado pelos Espíritos Superiores, daí o título "O Livro dos Espíritos", não sendo obra dele, professor Rivail, portanto, não obstante tenha nela lançado inúmeros comentários e observações pessoais.

Nota-se, assim, desde logo, por esses detalhes, a conduta reta e ilibada do professor Rivail, o codificador do Espiritismo, que foi discípulo de Johann Heinrich Pestalozzi, famoso educador e fundador do Internato de Yverdon, na Suíça, e, posteriormente, seu substituto predileto, tendo sido considerado pelo célebre astrônomo francês Camille Flammarion "o bom senso encarnado", que, acrescente-se, sempre procurou agir com seriedade e sem rejeições apriorísticas, características do verdadeiro cientista.

Constituía traço característico de sua personalidade, por igual, a preservação da ética, sempre, em suas múltiplas e variadas expressões.

De 1855 a 1869, quando desencarnou em 31 de março, o eminente e ilustrado professor Rivail consagrou sua existência ao Espiritismo.

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Orson Peter Carrara

São muito justas as alegrias que nos envolvem pela ocorrência sempre grata trazida pelo dia 18 de abril, data comemorativa do lançamento de O Livro dos Espíritos, em 1857, na cidade de Paris. A lucidez da obra, o alicerce granítico dos fundamentos que representa e os desdobramentos próprios de sua grandeza oferecem perspectivas inesgotáveis para o progresso intelecto-moral da humanidade.

Selecionei pequenos trechos em algumas respostas das questões da obra para saudar a data (a numeração que antecede o texto é o número da pergunta no livro):

a)      826 – “(...) Desde que haja dois homens juntos, eles têm direitos a respeitar e não têm mais, por conseguinte, liberdade absoluta”.

b)      837 – “(...) A liberdade de consciência é um dos caracteres da verdadeira civilização e do progresso”.

c)       851 –“(...) para o que é prova moral e tentações, o Espírito, conservando seu livre arbítrio sobre o bem e sobre o mal, é sempre senhor de ceder ou resistir (...)”.

d)      860 – “(...) Ademais, para fazer o bem, como o deve ser, e como isso é o único objetivo da vida, pode impedir o mal, sobretudo aquele que poderia contribuir para um mal maior”.

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