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Informativo Centelhas de Esperança

Informativo O Informativo "Centelhas de Esperança" é um Projeto sonhado a anos, que finalmente pôde ser realizado, graças à união de um grupo de amigos que voluntariamente se dedicaram à fundação do Instituto Beneficente Chico Xavier.

Sendo parte integrante do Instituto Beneficente Chico Xavier, o informativo será divulgado através do site da Instituição e também pela mídia impressa.

Estaremos divulgando com maior abrangência o trabalho assistencial realizado pelas Instituições Beneficentes, espíritas ou não.

Apresentaremos a história e trabalho realizado por Editoras e Distribuidores de Livros Espíritas, bem como Clube de Livros Espíritas de todo Brasil, que revertem parte ou totalidade de sua renda em prol de Instituições Beneficentes, muitas delas tornando-se sua principal mantenedora.

O Informativo  trará matérias sobre confrades espíritas que desenvolvem trabalhos de divulgação da Doutrina Espírita, como editores e oradores, mostrando a importância e responsabilidade que devemos ter com a divulgação da Doutrina Espírita.

Sejam todos bem-vindos ao Informativo "Centelhas de Esperança".

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Este é o tema que será desenvolvido por Vânia Mugnato de Vasconcelos, no Seminário “Evolução para o Terceiro Milênio”, que será realizado no dia 10.03.2012, na cidade de Itu.

Para iniciar este tema, é necessário primeiramente definir a palavra livre arbítrio.

O dicionário da língua portuguesa, define livre arbítrio como a capacidade individual de autodeterminação, ou seja, de decidir por si mesmo.

O apóstolo Paulo de Tarso, nos ensinou que “Tudo nos é lícito, mas nem tudo nos convêm.”

Com esta frase, ele queria nos mostrar a importância da liberdade de escolha.

Se uma pessoa deseja a felicidade, a paz e o amor, deve promovê-la, não somente através de suas ações, mas também de seus pensamentos e palavras.

Deus em toda Sua bondade, nos ofertou as leis morais do trabalho, reprodução, conservação, destruição, como também a lei da sociedade.

Deste modo propicia ao homem, a construção de sua própria felicidade, pela livre observância e cumprimento destas leis.

Ao livre arbítrio corresponde, no entanto, a responsabilidade por seus atos, arcando com todas as conseqüências que dele decorrerem.

Deus concedeu ao homem a liberdade de agir, para que ele acrescente à sua felicidade, o mérito da iniciativa e espontaneidade na busca do próprio bem.

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Obras complementares confiáveis e o Movimento Espírita Brasileiro, na atualidade.

Por: Claudia Gelernter

Francisco Cândido Xavier foi um homem que muito deu e pouco pediu.

Deu de si o que tinha de melhor e um de seus poucos pedidos foi para que não o transformássemos num semi-deus, uma figura mitológica, digna de bajulações ou idolatria.

Ele sabia que quando mitificamos uma pessoa, de certa forma nos afastamos dela. Tornamo-la um ser olímpico, inacessível, incomparável: uma utopia, um sonho impraticável para nós, pobres mortais.

Respeitando um de seus poucos pedidos, não idolatraremos Chico. Buscaremos uma aproximação real dele, não como um mito inatingível, mas como exemplo a ser seguido.

Chico, o médium de Uberaba, o médium do Brasil e do mundo foi, indiscutivelmente, um clássico da divulgação espírita.
Os clássicos são atemporais, eles podem ser evocados como uma referência em qualquer época e nunca serão considerados ultrapassados. Por isso são ‘clássicos’.

Chopin, Bach, Mozart são clássicos da música. Podemos estudar estes mestres da composição e perceberemos que eles são atemporais, são e sempre serão uma referência musical. Commenius, J. Jacques Rousseau e Pestalozzi são clássicos da Pedagogia; Freud, da Psicanálise; Einstein da quântica, Sócrates da filosofia, e por aí vai.

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Desenvolvimento Mediúnico é o ato de fazer crescer, progredir, expor a faculdade que permite aos homens comunicarem-se com os Espíritos.

Se nós falamos somente em desenvolvimento mediúnico e não em “criar” mediunidade ou médiuns, é, certamente porque esta faculdade não se cria numa determinada pessoa que não a possua.

A mediunidade é uma faculdade tão natural no homem quanto qualquer outro dos cinco sentidos habituais (visão, audição, olfato, tato e paladar).

Tomemos o paladar para exemplo. Ninguém inventa faculdade inata, pronta para ser utilizada, como que programada por milênios e milênios de existências anteriores, documentada na nossa memória espiritual.

É preciso, contudo, em cada existência que se reinicia, reaprender a utilizá-lo adequadamente para selecionar alimentos, definir preferências ou recusar substâncias prejudiciais. Assim também é a mediunidade um atributo físico do homem.

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