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Informativo Centelhas de Esperança

Informativo O Informativo "Centelhas de Esperança" é um Projeto sonhado a anos, que finalmente pôde ser realizado, graças à união de um grupo de amigos que voluntariamente se dedicaram à fundação do Instituto Beneficente Chico Xavier.

Sendo parte integrante do Instituto Beneficente Chico Xavier, o informativo será divulgado através do site da Instituição e também pela mídia impressa.

Estaremos divulgando com maior abrangência o trabalho assistencial realizado pelas Instituições Beneficentes, espíritas ou não.

Apresentaremos a história e trabalho realizado por Editoras e Distribuidores de Livros Espíritas, bem como Clube de Livros Espíritas de todo Brasil, que revertem parte ou totalidade de sua renda em prol de Instituições Beneficentes, muitas delas tornando-se sua principal mantenedora.

O Informativo  trará matérias sobre confrades espíritas que desenvolvem trabalhos de divulgação da Doutrina Espírita, como editores e oradores, mostrando a importância e responsabilidade que devemos ter com a divulgação da Doutrina Espírita.

Sejam todos bem-vindos ao Informativo "Centelhas de Esperança".

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INSTITUTO BENEFICENTE CHICO XAVIER LANÇARÁ EM FEVEREIRO UM CLUBE DE LIVRO ESPÍRITA

O Instituto Chico Xavier estará lançando em fevereiro um Clube de Livro Espírita.

O objetivo deste Clube de Livro será exclusivamente a divulgação da Doutrina Espírita e toda renda será revertida em prol do Instituto Chico Xavier.

A cada mês entrará no Clube um lançamento, que pode ser um livro de romance, auto-ajuda ou estudo.

O preço do Clube será no valor de R$ 14,00, e o livro será entregue por um voluntário, mediante pagamento.

O primeiro livro do Clube em fevereiro será "Tensão Emocional" do escritor, palestrante e articulista, Orson Peter Carrara.

O autor se inspirou na mensagem psicografada de Chico Xavier, chamada "Tensão Emocional", para escrever o livro e trás temas como: desajustes emocionais, stress, mágoa, ressentimento, entre outros.

Quem quiser fazer parte do Clube do Livro Espírita do Instituto Chico Xavier, pode entrar em contato pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. , com Rita, ou se inscrever diretamente em nosso site, no link do Clube do Livro Espírita.

Por: Rita Ramos Cordeiro

Ermance De La Jonchére Dufaux nasceu em 1841, na cidade de Fontainebleau, França. Próxima a Paris, abrigava a residência oficial de Napoleão III e de outros nobres. O pai de Ermance, rico produtor de vinho e trigo, era um deles. Tradicional, a família Dufaux residia num castelo medieval, herança de seus antepassados.

Em 1853, a filha dos Dufaux começou a apresentar inquietante desequilíbrio nervoso e a fazer premonições. Por causa desse problema, seu pai procurou o célebre médico Cléver De Maldigny.

Pelo relato do Sr. Dufaux, o médico disse que Ermance parecia estar sofrendo de um novo distúrbio nervoso, que havia feito diversas vítimas na América e que, agora, estava chegando à Europa. As vítimas da doença entravam numa espécie de transe histérico e começavam a receber hipotéticas mensagens do Além.

O médico aconselhou o Sr. Dufaux a trazer Ermance a seu consultório, o mais rápido possível. Assim foi feito. Alguns dias depois, a mocinha comparecia à consulta.

Maldigny colocou um lápis na mão da menina e pediu que ela escrevesse o que lhe fosse impulsionado. Ermance começou a rir, gracejando, mas, de súbito, seu braço tomou vida própria e começou a escrever sozinho. Ao ver-se dominada por uma força estranha, Ermance assustou-se, largou o lápis e não quis continuar a experiência.

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“O Ser real é constituído de corpo, mente e espírito. Dessa forma, uma abordagem psicológica para ser verdadeiramente eficaz deve ter uma visão holística do ser, tratando de seu corpo (físico e periespirítico), de sua mente (consciente, inconsciente e subconsciente) e de seu espírito imortal que traz consigo uma bagagem de experiências anteriores à presente existência e está caminhando para a perfeição Divina.” Joanna de Ângelis

Texto de Joanna de Angelis, do livro “Amor, Imbatível Amor” psicografado por Divaldo Franco.

Em 1980 foi estabelecido como sendo uma entidade específica, diferente de outros transtornos de ansiedade, aquele que passou a ser denominado como síndrome de pânico, ou melhor elucidando, como transtorno de pânico, em razão de suas características serem diferentes dos conhecidos distúrbios.

A designação tem origem no deus Pan, da Mitologia grega, caracterizado pela sua fealdade e forma grotesca, parte homem, parte cabra, e que se comprazia em assustar as pessoas que se acercavam do seu habitat, nas montanhas da Arcádia, provocando-lhes o medo.

Durante muito tempo este distúrbio foi designado indevidamente como ansiedade, síndrome de despersonalização, ansiedade de separação, psicastenia, hipocondria, histeria, depressão atípica, agorafobia, até ser estudado devidamente por Sigmund Freud, ao descrever uma crise típica de pânico em uma jovem nos Alpes Suíços. Anteriormente, durante a guerra franco-austríaca de 1871, o Dr. Marion da Costa examinou pacientes que voltavam do campo de batalha apresentando terríveis comportamentos psicológicos, com crises de ansiedade, insegurança, medo, diarréia, vertigens e ataques, entre outros sintomas, e que foram denominados como “coração irritável”, por fim tornando-se conhecido como “Síndrome de Da Costa”, pela valiosa contribuição que ele ofereceu ao seu estudo e terapia.

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Dona Aparecida Conceição Ferreira, nascida na cidade de Igarapava, S.P. dedicou 40 anos de sua vida aos portadores do Fogo selvagem, veio de família pobre e não se intimou quando teve que deixa-lá de lado para cuidar dos doentes.

Construído pela Sra. Aparecida Conceição Ferreira com dinheiro de esmolas, sem nenhuma ajuda do governo, o Hospital passa por sérias dificuldades: os salários não são pagos desde janeiro e a dívida já chega a R$55.000,00.

O Lar da Caridade, também chamado de Hospital do Fogo Selvagem, ou Hospital do Pênfigo já chegou a atender 300 pessoas; hoje, mal consegue atender 20 pacientes.

A Sra Aparecida de 94 anos iniciou seu trabalho com os portadores do Fogo Selvagem ainda jovem, quando, enfermeira em um hospital, se recusou a negar tratamento a portadores dessa doença e os levou para casa, para cuidar deles.

Sem o apoio da família, ela passou a lutar para construir um local onde abrigar aqueles doentes, que eram tratados com desprezo e preconceito pela população uberabense. D. Maria em uma entrevista chega a contar que numa casa onde pediu esmola com seus doentes, a proprietária da casa, passou álcool nas grades do portão onde D. Maria apoiou as mãos.

Sem poder contar com a caridade do povo de Uberaba, D. Maria passou a viajar para São Paulo, onde pedia esmolas para seus doentes.

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