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Informativo Centelhas de Esperança

Informativo O Informativo "Centelhas de Esperança" é um Projeto sonhado a anos, que finalmente pôde ser realizado, graças à união de um grupo de amigos que voluntariamente se dedicaram à fundação do Instituto Beneficente Chico Xavier.

Sendo parte integrante do Instituto Beneficente Chico Xavier, o informativo será divulgado através do site da Instituição e também pela mídia impressa.

Estaremos divulgando com maior abrangência o trabalho assistencial realizado pelas Instituições Beneficentes, espíritas ou não.

Apresentaremos a história e trabalho realizado por Editoras e Distribuidores de Livros Espíritas, bem como Clube de Livros Espíritas de todo Brasil, que revertem parte ou totalidade de sua renda em prol de Instituições Beneficentes, muitas delas tornando-se sua principal mantenedora.

O Informativo  trará matérias sobre confrades espíritas que desenvolvem trabalhos de divulgação da Doutrina Espírita, como editores e oradores, mostrando a importância e responsabilidade que devemos ter com a divulgação da Doutrina Espírita.

Sejam todos bem-vindos ao Informativo "Centelhas de Esperança".

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Uma das coisas mais difíceis no mundo é ter um coração puro.

Podemos ter corações amávei, gentis e abertos aos outros, mas puros e cheios de amor desinteressado...

quanto trabalho ainda deve ser feito, quanta renúncia, quanta aceitação e quanta doação! 

Não podemos negociar com Deus, fazer isso em troca daquilo, agir de uma certa forma para obter algum tipo de recompensa.

O amor é gratuito e nossa dedicação a Deus ou aos outros não deve depender do que obtemos de volta.

Aquilo que sai da nossa alma e do nosso coração devem ser ofertas, livres de quaisquer condições.

Deus nos dá em retorno?

Certamente, porém não como paga, mas como resultado da confiança que depositamos nEle.

Não somos bons quando damos de nós aos outros, nem quando fazemos caridade, nem mesmo quando abandonamos nossa vida por alguém que carece da nossa ajuda.

Somos bons quando as coisas, gestos e palavras saem do nosso coração como uma lecha e não ficamos observando se ela vai voltar.

Somos bons quando não contamos que nosso irmão tem mais que nós e nos sentimos ofendidos, quando o bem e a felicidade do outro passam a ser nosso bem e felicidade também.

Erram as pessoas que acham-se boas quando doam de si. Isso é orgulho.

Geralmente elas dão do que lhes sobra e seus objetivos são tornarem-se pessoas melhores.

Fazem por si no fim das contas, não pelos outros.

O caminho para o Alto é muito longo e a porta de entrada é estreita.

Os que acham que já estão na metade do caminho, certamente nem começaram ainda a subir.

É Deus quem nos eleva e precisamos dizer muitos "não" e muitos "sim" até que alcancemos um pedacinho do céu.

Amar demais aqui e odiar ali, anula o amor; escolher os que perdoamos é o mesmo que não perdoar ninguém, pois nosso coração continua com manchas.

O amor tem olhos fechados e é o maior de todos os dons, distribuído a todos na face da terra.

Mas segundo a Bíblia, há os que plantam, os que colhem, os que multiplicam e os que escondem.

Podemos fazer todos os bens do mundo, regar os jardins dos que precisam e oferecer-lhes nosso melhor sorriso, mas ainda assim não teremos começado nosso caminho se negamos a palavra a um irmão, se os ressentimentos corroem nosso coração, se contamos cada ato que realizamos.

Deus não precisa dos nossos gestos vazios, Ele apenas pede um coração sincero.

Aquele que sabe e reconhece não ser perfeito, mas abre-se a cada dia ao próximo, ao distante e tem por meta fazer o bem.

Deus ama a todos indistintamente, mas os que aprenderam o que é compartilhar, compreenderam melhor os preceitos do Seu coração.

E esses provam plenamente da Sua Graça.

* * * * *

Letícia Thompson

Um simples adesivo, fixado num vidro de carro, revela uma filosofia de vida muito perigosa.

Diz assim: A vida é curta. Quebre algumas regras.

Precisamos analisar esta cultura do Aproveite a vida, pois ela é curta, com bastante cuidado.

Percebemos que esse tipo de entendimento circula pelo mundo fazendo muitos adeptos que, por vezes, caem em armadilhas terríveis, sem perceber.

Parece haver em muitas pessoas uma aversão a regras, a leis, mesmo quando essas servem apenas para regular a vida em sociedade. Por isso, tão necessárias.

É a repulsa à responsabilidade que ainda encontra forças em tantas mentes que teimam em não crescer.

Quebrar regras simplesmente por diversão ou por achar que a vida está muito certinha – como se fala – é atitude infantil, imatura e perigosa.

Basta, por exemplo, uma única vez, extrapolar na velocidade na condução de um automóvel para se comprometer uma vida toda.

Uma brincadeira, um simples pega, pelas vias de uma cidade, para se colocar em risco um grande número de vidas, inclusive a própria.

Assim, não é um tipo de regra que pode ser quebrada de quando em vez.

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Sem percebermos, a vida nos oferece convites sem cessar, em todos os aspectos, nas mais variadas situações.

São os planos Divinos, que arquitetam lições para nosso aprendizado.

Seja nas pequenas coisas do cotidiano, seja nas grandes decisões da vida, estaremos, não raro, sob os convites da vida, que estará a aguardar nossas decisões.

O bem avaliar de cada um desses convites será decisório em nosso caminhar, em nosso aprendizado.

Dessa forma, faz-se necessário avaliarmos com cuidado e maturidade cada uma das oportunidades que nos surge, cada situação que nos ocorre porque elas serão, sempre, os convites que teremos a analisar.

Não raro, alguns de nós, nas lides profissionais, somos convidados à desonestidade, à ilegalidade.

São convites à corrupção, ao suborno, às práticas ilícitas, quando lesamos a empresa que nos honra o salário ou a instituição governamental que representamos.

Assim, o policial rodoviário, quando convidado pelo motorista desonesto ao suborno, poderá aceitar ou não o dinheiro ilícito. É convite que a vida lhe oferece.

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Rememorando o Natal, lembramo-nos de que Jesus é o Suprimento Divino à Necessidade Humana.
Para o Sofrimento, é o Consolo;
Para a Aflição, é a Esperança;
Para a Tristeza, é o Bom Ânimo;
Para o Desespero, é a Fé Viva;
Para o Desequilíbrio, é o Reajuste;
Para o Orgulho, é a Humildade;
Para a Violência, é a Tolerância;
Para a Vaidade, é a Singeleza;
Para a Ofensa, é a Compreensão;
Para a discórdia, é a Paz;
Para o egoísmo, é a Renúncia;
Para a ambição, é o Sacrifício;
Para a Ignorância, é o Esclarecimento;
Para a Inconformação, é a Serenidade;
Para a Dor, é a Paciência;
Para a Angústia, é o Bálsamo;
Para a Ilusão, é a Verdade;
Para a Morte, é a Ressurreição.

Se nos propomos, assim, aceitar o Cristo por Mestre e Senhor de nossos caminhos, é imprescindível recordar que o seu Apostolado não veio para os sãos e, sim, para os antigos doentes da Terra, entre os quais nos alistamos...

Buscando, pois, acompanhá-lo e servi-lo, façamos de nosso coração uma luz que possa inflamar-se ao toque de seu infinito amor, cada dia, a fim de que nossa tarefa ilumine com Ele a milenária estrada de nossas experiências, expulsando as sombras de nossos velhos enganos e despertando-nos o espírito para a glória

imperecível da Vida Eterna.

(Do livro "Os Dois Maiores Amores" - Francisco C. Xavier - Autores Diversos)

 



Orson Peter Carrara – O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

Jovem espírita quer saber

Livro reúne 25 escritores e responde dúvidas da juventude espírita
Com lançamento previsto para abril, obra reúne questionamentos de mocidades espíritas do estado do Rio de Janeiro. Sobre o assunto, Flávio, natural de Piabetá, Magé-RJ, onde também reside, é Diretor Presidente do Centro Espírita Cultivadores do Evangelho. Formado em Administração de Empresas, atua junto ao Lar Fabiano de Cristo, como Assistente Financeiro.

1 - De onde surgiu e como se chama o projeto de publicação de um livro com temas e perguntas sugeridas pelos jovens?
Surgiu de um convite feito pelo meu grande amigo Celso Pinheiro, Vice-Presidente da Editora Lorenz e Presidente do Grupo Espírita Esperantista Hora da Paz. Inicialmente, pretendíamos elaborar um livro todo escrito pela juventude; entretanto, o projeto foi ganhando uma outra roupagem, quando decidimos que os jovens deveriam questionar (à semelhança do que fez Kardec) sobre assuntos ligados ao seu interesse, enquanto outros deveriam responder. Daí o nome do projeto e do livro: “O Jovem Espírita quer Saber”.

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