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Informativo Centelhas de Esperança

Informativo O Informativo "Centelhas de Esperança" é um Projeto sonhado a anos, que finalmente pôde ser realizado, graças à união de um grupo de amigos que voluntariamente se dedicaram à fundação do Instituto Beneficente Chico Xavier.

Sendo parte integrante do Instituto Beneficente Chico Xavier, o informativo será divulgado através do site da Instituição e também pela mídia impressa.

Estaremos divulgando com maior abrangência o trabalho assistencial realizado pelas Instituições Beneficentes, espíritas ou não.

Apresentaremos a história e trabalho realizado por Editoras e Distribuidores de Livros Espíritas, bem como Clube de Livros Espíritas de todo Brasil, que revertem parte ou totalidade de sua renda em prol de Instituições Beneficentes, muitas delas tornando-se sua principal mantenedora.

O Informativo  trará matérias sobre confrades espíritas que desenvolvem trabalhos de divulgação da Doutrina Espírita, como editores e oradores, mostrando a importância e responsabilidade que devemos ter com a divulgação da Doutrina Espírita.

Sejam todos bem-vindos ao Informativo "Centelhas de Esperança".

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“O pensamento é idioma universal e, compreendendo-se que o cérebro ativo é um centro de ondas em movimento constante, estamos sempre em correspondência com o objeto que nos prende a atenção.” – Emmanuel

A influência do pensamento na vida humana é indiscutível, criando reflexos negativos ou positivos, segundo o rumo que lhe dermos.

Pensamentos negativos conduzem à doença, ao desânimo.

Estabelecem sintonia com entidades menos felizes — sintonia que podem gerar obsessões angustiosas, caracterizando a “mediunidade torturada”.

Pensamentos elevados proporcionam saúde e bem-estar, curam enfermidades, mesmo graves, propiciam entusiasmo e alegria.

Favorecem a ligação com entidades superiores, ligação que pode ser o prelúdio de sublimes realizações mediúnicas.

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Suponhamos que a cada reencarnação recebemos do Criador um canteiro com uma terra muito fértil, para plantar flores, durante toda nossa vida.

Nascemos com as sementes das flores mas, ao invés de plantá-las, arranjamos sementes de espinhos e as semeamos, enchendo nosso canteiro de espinheiros.

vamos plantando os nossos espinhos, até o dia em que olhamos para trás e percebemos um grande espinheiro.

Então, podemos ter três atitudes diferentes:

Se cultivamos o culpismo, devido ao remorso de não ter plantado as flores que deveríamos, simplesmente nos condenamos a deitar e rolar no espinheiro para nos punirmos, tentando aliviar a consciência de culpa.

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Você já sentiu, alguma vez, a dor causada por uma pancada na quina da mesa, da cama, ou de outro móvel qualquer?

Sim, aquela pancada que quase nos faz perder os sentidos, e deixa um hematoma no corpo.

Em princípio surge uma marca avermelhada, depois arroxeada, e vai mudando de cor até desaparecer por completo.

Geralmente o local fica dolorido, e sempre que o tocamos sentimos certo desconforto.

A marca permanece por um tempo mais ou menos longo, conforme o organismo.

Agora imagine se, por distração, você bate novamente no mesmo lugar do hematoma...

A dor é ainda maior e a cor se intensifica.

Se isso se repetisse por inúmeras vezes, o problema poderia se agravar a tal ponto que a lesão se converteria num problema mais grave.

Com a mágoa acontece algo semelhante, com a diferença de que a marca é feita no coração e é causada por uma lesão afetiva.

No primeiro momento a marca é superficial, mas poderá se aprofundar mais e mais, caso haja ressentimento prolongado.

Ressentir quer dizer sentir outra vez e tornar a sentir muitas e muitas vezes.

É por isso que o ressentimento vai aprofundando a marca deixada no coração.

Como acontece com as lesões sofridas no corpo, repetidas vezes no mesmo lugar, também o ressentimento pode causar sérios problemas a quem se permite o ressentir continuado.

Se um hematoma durasse meses ou anos em nosso corpo, a possibilidade de se transformar em câncer seria grande.

Isso também acontece com a mágoa agasalhada na alma por muito tempo.

A cada vez que nos lembramos do que motivou a mácula no coração, e nos permitimos sentir outra vez o estilete na alma, a mágoa vai se aprofundando mais e mais.

Além da possibilidade de causar tumores, gera outros distúrbios nas emoções de quem a guarda no coração.

Por todas essas razões, vale a pena refletir sobre esse mal que tem feito muitas vítimas.

Semelhante a um corrosivo, a mágoa vai minando a alegria, o entusiasmo, a esperança, e a amargura se instala...

Silenciosa, ela compromete a saúde de quem a mantém e fomenta ódio, rancor, inimizade, antipatias.

Muitas vezes a mágoa se disfarça de amor-próprio para que seu portador consinta que ela permaneça em sua intimidade.

E com o passar do tempo ela se converte num algoz terrível, mostrando-se mais poderosa do que a vontade de seu portador para eliminá-la.

De maneira muitas vezes imperceptível, a mágoa guardada vai se manifestando numa vingançazinha aqui, numa traiçãozinha ali, numa crueldade acolá.

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Não sei se é possível dizer o instante exato onde nasce a sementinha dos sonhos que plantamos em nós.

Sei apenas que um dia há aquele estalo mágico que nos faz acordar e projetar para os dias e anos que chegam aquilo que nasceu em nós e nosso coração recebeu aberto, como se toda a felicidade do mundo estivesse concentrada ali.

As horas que gastamos depois, nos planos que fazemos, nos incontáveis momentos onde colocamos o sono do lado da cabeceira para melhor viver os projetos, são uma parte do preço que pagamos e do qual cobraremos depois.

Ah!... mas esses sonhos, projetos, planos são sempre infalíveis na nossa cabeça, não contamos com os contras, com a possibilidade, mesmo que remota, de algo não dar certo, daquilo não se realizar.

É a idéia do positivismo que exige isso de nós e não posso dizer que essa atitude não seja já um meio caminho andado.

Mas só um meio... o restante, fica por conta do trabalho, da ação.

E por quê?

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A Face Oculta Do Adoecimento Humano

E disse-lhes: Por que estais dormindo? Levantai-vos e orai, para que não entreis em tentação." (Lucas, 22:46.)

Já dizia o sábio Aristóteles (384 a.C. a 322 a.C) em seu livro Ética a Nicômaco que “é fazendo que se aprende a fazer aquilo que se deve aprender a fazer”. Em outras palavras: só saberemos o verdadeiro caminho das pedras quando aprendermos a trilhá-lo.

O saber pode ser a antessala do fazer, porém, é só através do fazer, do “botar a mão na massa” que conseguiremos a certeza sobre o que devemos realmente continuar fazendo. Confuso? Explico-me.

Depois de alguns anos realizando estudos sobre saúde mental, posso afirmar que foi só quando passei a freqüentar estágios no CAPS (Centro de Atendimento Psicossocial), em Campinas, junto aos doentes mentais que pude compreender melhor as questões do sofrimento psíquico, das síndromes, da loucura – suas faces e possíveis intervenções. Outra fonte preciosa de ‘saber através do fazer’ surgiu das vivências que tive (e continuo tendo) com meu pai, portador do mal de Alzheimer, com freqüentes episódios de delirium, além de outros sintomas comuns da doença.

Confesso que antes destas experiências, o doente mental surgia na minha mente como algo amedrontador, enigmático, até mesmo insondável. Evitava o contato com estas questões, talvez por medo de não saber como conseguir dar conta da situação. Até que surgiu a oportunidade, ou melhor, a necessidade do fazer. A partir daí, tudo mudou.

Entre outras aprendizagens, pude perceber algumas similaridades entre a loucura comum e o modo de viver de nossa sociedade, no ocidente.

É o que tentarei alinhavar neste despretensioso artigo.

Cabe dizer que ele não surge como manual para se conhecer a loucura. Existem muitos livros – ótimos, por sinal – que explicam as questões da semiologia dos transtornos mentais.

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