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Informativo Centelhas de Esperança

Informativo O Informativo "Centelhas de Esperança" é um Projeto sonhado a anos, que finalmente pôde ser realizado, graças à união de um grupo de amigos que voluntariamente se dedicaram à fundação do Instituto Beneficente Chico Xavier.

Sendo parte integrante do Instituto Beneficente Chico Xavier, o informativo será divulgado através do site da Instituição e também pela mídia impressa.

Estaremos divulgando com maior abrangência o trabalho assistencial realizado pelas Instituições Beneficentes, espíritas ou não.

Apresentaremos a história e trabalho realizado por Editoras e Distribuidores de Livros Espíritas, bem como Clube de Livros Espíritas de todo Brasil, que revertem parte ou totalidade de sua renda em prol de Instituições Beneficentes, muitas delas tornando-se sua principal mantenedora.

O Informativo  trará matérias sobre confrades espíritas que desenvolvem trabalhos de divulgação da Doutrina Espírita, como editores e oradores, mostrando a importância e responsabilidade que devemos ter com a divulgação da Doutrina Espírita.

Sejam todos bem-vindos ao Informativo "Centelhas de Esperança".

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Imposição de mãos

A troca de energia através das mãos tem sua eficácia divulgada em várias correntes filosóficas e, nos últimos 40 anos, a ciência traz pesquisas da aplicação e benefícios da mesma na área da saúde

O Toque Terapêutico é uma técnica contemporânea de terapia complementar desenvolvida por Dolores Krieger e Dora Kunz, na década de 70. A expressão “toque terapêutico” corresponde à conhecida técnica de “imposição de mãos”, amplamente estudada pela Doutrina Espírita como fator promotor de benefícios na área da saúde.

Por ser um meio não invasivo, pode ser utilizado como complemento da terapia ou tratamento utilizado nos doentes.

O toque terapêutico tem registros antigos: aparece no Papiro de Ebers, um dos tratados médicos mais antigos e importantes que é conhecido. Este tratado foi escrito no Antigo Egito e é datado de 1552 a.C. A confirmação deste achado aparece também no livro “O Espiritismo perante à Ciência”, de Gabriel Delanne no trecho “Os egípcios ... empregavam, no alívio dos sofri¬mentos, os passes e a aposição de mãos, como os executa¬mos ainda em nossos dias”.

Esta prática aparece por toda a história da humanidade, como na Bíblia, na época dos romanos, na ascensão da medicina árabe com Aviccena, em épocas medievais, etc.

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Marlene Nobre

1) Como surgiu a AME?
R: A Associação Médico-Espírita do Brasil surgiu em 17 de junho de 1995,
como resultado da união de esforços de nove AMEs. Hoje são perto de 50 associadas.

2) Como é a atuação da AME fora e dentro do movimento espírita?
R: A AME-Brasil tem por finalidade desenvolver o braço científico da Doutrina. A sua atuação dá-se na produção científica, por intermédio de cursos, simpósios, eventos em geral, elaboração de pesquisas, divulgação através de publicações diversas, tais como revista, livros, apostilas, boletins, etc. Os diretores das AMEs atuam nas Casas Espíritas às quais pertencem, favorecendo o trabalho de assistência social e educacional.

3) Quem são os associados da AME? Como se associar?
A AME-Brasil não tem quadro associativo próprio, é formada de todos os sócios das AMEs em geral. Qualquer cidade pode ter sua AME e os médicos podem se associar; há também a figura do sócio colaborador, isto é, da pessoa não médica que pode se associar.

4) Como podemos entender o conceito de saúde?
R: Segundo Emmanuel, "Saúde é a perfeita harmonia da alma". Assim, o
conceito de saúde evolui com o próprio homem. À medida que a alma progride do ponto de vista moral, vai se tornando cada vez mais saudável.

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Wellington Balbo - Bauru - SP

A pergunta acima pode soar estranha, porém, questione-se com toda sinceridade:

Você faz tempestade em copo d’agua?

Posso afirmar sem medo de errar que grande parte de nós fazemos tempestades em copos de água e com isso acabamos por nos irritar em demasia com os desafios corriqueiros da existência. É verdade, irritamo-nos com muita facilidade. Basta que alguém nos feche no trânsito para que percamos a compostura proferindo poucas e boas em direção daquele motorista distraído. Mas, sejamos sinceros:

Vale a pena ser assim? Questionemo-nos: Será que vale a pena irritar-se por uma atitude de outra pessoa? Afinal, quem manda em nossa vida? Nós ou os outros? Será que somos guiados pelo humor do semelhante?

Não vale dar a velha desculpa de que somos assim mesmo e que são os outros que nos estressam. Não, essa desculpa não é válida, afinal, somos seres inteligentes, dotados de raciocínio e por isso podemos controlar as nossas atitudes.

Você estará se perguntando: Mas como? Como vou controlar minha atitude diante do colega que discorda de minhas opiniões ou a fila do banco que não anda, ou, ainda, o cônjuge que não me compreende?

Não é simples, todos sabemos, todavia é possível sim controlar-se. De que forma? Mudando nossa maneira de perceber a vida. Se a fila não anda posso ao invés de reclamar e ficar ansioso aproveitar para treinar o desenvolvimento da paciência. Se o colega discorda de minhas atitudes eis uma ótima oportunidade de exercitar o respeito, afinal ele tem todo o direito de não pensar como eu penso. Se o cônjuge não me compreende pode ser, quem sabe, o momento de tentar saber os motivos de sua incompreensão.

Como podemos notar as coisas continuam acontecendo da mesma forma, todavia, como modificamos nossa percepção levamos uma vida mais leve, sem tantas irritações e tempestades em copo d’agua. Logo, nossos problemas já não levam essa alcunha e agora podemos chamá-los de desafios que vamos superando à medida em que procuramos ser os senhores de nosso destino.

A propósito, interessante comentar que em O Livro dos Espíritos na questão 909 Kardec questiona os mentores do espaço se é possível o homem vencer suas más tendências pelos esforços. Os Espíritos respondem que sim e advertem: Poucos dentre vós são os que se esforçam.

Entendemos que são as más tendências as grandes geradoras de nosso estresse, impaciência, irritação e etc. São as nossas más tendências as responsáveis pelas enchentes que vez ou outra inundam nossa casa mental e abalam as estruturas de nosso corpo físico. Ora, entretanto os Espíritos respondem que elas – nossas más tendências -  são perfeitamente superáveis, desde que para isso estejamos dispostos a arregaçar as mangas trabalhando para mudar nossas disposições íntimas. Trocando em miúdos, os Espíritos no dizem: Não façam, meus filhos, tempestades em copo de água, pois tudo nesta vida é superável com o nosso próprio empenho.

Modificar-se ao invés de modificar o mundo, eis ai a chave para viver de forma mais amena e tranqüila. Nada de dramas ou superdimensionamento de desafios normais, próprios da vida aqui na Terra. Nada de tempestades em copos de água. Nada de reclamações e queixas azedas, afinal, estamos aqui com um único objetivo: evoluir, e não será levando uma vida carregada e taciturna que atingiremos nossos propósitos de melhoria íntima.

Pensemos nisso.

São compreensíveis as lamentações e os pesares, o pranto e os suspiros, pois o ser humano passa por processos psicológicos de adaptação e de reajuste às perdas da vida.

“Preciso é que tudo se destrua para renascer e se regenerar. Porque, o que chamais destruição não passa de uma transformação, que tem por fim a renovação e melhoria dos seres vivos.” (resposta à questão 728 do Livro dos Espíritos: É lei da Natureza a destruição?)

Nascer e morrer fazem parte de um fenômeno comum e necessário. Tudo nasce, tudo se desenvolve, mas tudo se definha. Sempre há um tempo de partir.

A morte na Terra é o término de uma existência física, é a passagem do ser infinito para uma nova forma existencial. Ela é um interlúdio, ou seja, um intervalo entre as diversas transformações da vida, a fim de que a renovação e a aprendizagem se estabeleçam nas almas, ao longo da eternidade.

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Mente sã, corpo são.

Possivelmente, nunca antes fez tanto sentido o provérbio popular, derivado de antigo poema romano.

Estudos e mais estudos têm sido produzidos, ligando a qualidade de nossos pensamentos à saúde do corpo físico.

Nunca se falou tanto em somatização.

As ciências tradicionais ocidentais finalmente encontraram na alma humana a fonte da saúde e da doença.

Pensamento e saúde são termos da mesma equação da vida.

Não existem doenças, mas sim doentes. O pensamento em desequilíbrio, a alma enferma e desestabilizada, produz no organismo o desajuste das células.

Em contrapartida, a mente sã, povoada de pensamentos de alegria, cooperação e amor, gera naturalmente, no corpo físico, a harmonia celular, produzindo saúde em abundância.

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