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Informativo Centelhas de Esperança

Informativo O Informativo "Centelhas de Esperança" é um Projeto sonhado a anos, que finalmente pôde ser realizado, graças à união de um grupo de amigos que voluntariamente se dedicaram à fundação do Instituto Beneficente Chico Xavier.

Sendo parte integrante do Instituto Beneficente Chico Xavier, o informativo será divulgado através do site da Instituição e também pela mídia impressa.

Estaremos divulgando com maior abrangência o trabalho assistencial realizado pelas Instituições Beneficentes, espíritas ou não.

Apresentaremos a história e trabalho realizado por Editoras e Distribuidores de Livros Espíritas, bem como Clube de Livros Espíritas de todo Brasil, que revertem parte ou totalidade de sua renda em prol de Instituições Beneficentes, muitas delas tornando-se sua principal mantenedora.

O Informativo  trará matérias sobre confrades espíritas que desenvolvem trabalhos de divulgação da Doutrina Espírita, como editores e oradores, mostrando a importância e responsabilidade que devemos ter com a divulgação da Doutrina Espírita.

Sejam todos bem-vindos ao Informativo "Centelhas de Esperança".

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"Porfiai por entrar pela porta estreita, porque eu vos digo que muitos procurarão entrar, e não poderão." - Jesus (Lucas, 13:24.)

Antes da reencarnação necessária ao progresso, a alma estima na "porta estreita" a sua oportunidade gloriosa nos círculos carnais.

Reconhece a necessidade do sofrimento purificador. Anseia pelo sacrifício que redime. Exalta o obstáculo que ensina. compreende a dificuldade que enriquece a mente e não pede outra coisa que não seja a lição, nem espera senão a luz do entendimento que a e levará nos caminhos infinitos da vida.

Obtém o vaso frágil de carne, em que se mergulha para o serviço de retificação e aperfeiçoamento.

Reconquistando, porém, a oportunidade da existência terrestre, volta a procurar as "portas largas" por onde transitam as multidões.

Fugindo à dificuldade, empenha-se pelo menor esforço.

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Senhor,

Fazei de mim um instrumento de vossa paz!

Onde houver ódio, que eu leve o amor,

Onde houver ofensa que eu leve o perdão.

Onde houver discórdia, que eu leve a união.

Onde houver dúvida, que eu leve a fé.

 

Onde houver erro, que eu leve a verdade.

Onde houver desespero, que eu leve a esperança.

Onde houver tristeza, que eu leve a alegria.

Onde houver trevas, que eu leve a luz!

 

Ó Mestre, fazei que eu procure mais.

Consolar que ser consolado.

Compreender que ser compreendido.

 

Amar que ser amado.

Pois é dando que se recebe.

Perdoando que se é perdoado

e é morrendo que se vive para a vida eterna!

Se dificuldades e provações te visitam, no relacionamento com o próximo, não te permitas requentar mágoas no coração.

Deixa que a confiança na Sabedoria Divina te dissipe qualquer sombra do pensamento, lembrando o Sol a desfazer nuvens diariamente para vitalizar e revitalizar os processos da vida.

Para isso, é imperioso que a compreensão te presida os impulsos. E a compreensão te fará saber que os outros são criaturas autônomas, gravitando sempre na direção de objetivos diferentes dos teus.

A certeza disso te livrará da solidão negativa, capaz de induzir-te a desânimo e desespero. A verdade nos ensina que ninguém realiza o bem e nem caminha para o bem, sem os outros, mas para que isso aconteça, ninguém pode exigir que os outros lhe carreguem a existência, nas sendas a percorrer.

Os outros serão nossos cooperadores, intérpretes, associados e companheiros, enquanto isso se lhes faça possível, ocorrendo o mesmo conosco, em relação a eles.

À vista disso, ama seus amigos sem prendê-los.

Esse terá sido o sustentáculo de tuas esperanças, por muito tempo; entretanto, é possível surja um dia em que não consiga permanecer inteiramente a teu lado, em face de novas tarefas que lhe despontam na senda.

Outro te entendia os propósitos, até ontem; no entanto, experiências, que se lhe fizeram necessárias, alteraram-lhe provisoriamente os raciocínios.

Aceita-os quais se mostram, continuando a agir no exercício do bem e seguindo adiante na construção da vida melhor em ti mesmo.

Ninguém aprende algo de bom e nem melhora a si mesmo, sem os outros, mas ninguém pode depender totalmente dos outros nas realizações que
demande nos momentos de mudança e renovação para aqueles que mais amas, afasta de ti a ideia de separação e não te lastimes.

Prossegue trabalhando, porque, pelos Desígnios da Vida Superior, outros virão ao teu encontro para a execução das tarefas que o mundo te conferiu e os que se afastam de ti voltarão depois, com mais força de amor, a fim de te auxiliarem ou serem auxiliados.

A verdade não se deteriora.

Somente perde os seres queridos aquele que possessivamente os procura, quando se fazem distantes, porquanto quem ama, ama sempre, e de tal modo que, ainda mesmo quando os corações amados se distanciam, o coração que ama prossegue amando-os e abençoando-os, sabendo conscientemente que, pelas forças do espírito, jamais deles se afastará.

Mensagem de Emmanuel – Psicografia Chico Xavier

(Considerações psicológicas e espirituais acerca do sentimento de culpa)

A atitude do ser humano de censurar severamente a si mesmo ocorre há séculos. Basta um só erro ou atitude da qual nos arrependamos para que venhamos a nos autopunir ou esperar algum tipo de castigo divino. Desta forma, acabamos por acumular em nosso íntimo angústias e pesares desnecessários, frutos de experiências mal sucedidas que não foram vistas como aprendizado.

A longa faixa de anos obscuros pelos quais passamos na Idade Média - período em que a Igreja pregava o temor a Deus e a punição severa de hereges nas fogueiras e de pecadores nos fogos do inferno -, acabou por fixar no inconsciente das pessoas a idéia de que todo erro deve ser punido. Esta espécie de "mandato" parece nos acompanhar até os dias de hoje. São igrejas,templos e consultórios psicológicos repletos de pessoas buscando alívio para um sentimento de culpa que insiste em buscar punição.

Muitas pessoas, ao fazerem um exame de sua educação na infância, poderiam verificar que esse desejo de castigo foi oriundo de uma educação rígida e inflexível, a qual repreendia severamente qualquer atitude considerada errada por parte da criança. Para outras, porém, essa mesma idéia pode não ter sido moldada na vida presente, mas em um passado próximo ou remoto, no qual fomos consolidando a intransigência com nós mesmos. Então nos perguntamos: como superar o sentimento de culpa quando erramos? Como assimilar nossos erros sem buscarmos a autopunição como remédio? Para Hammed, um benfeitor espiritual e estudioso do psiquismo humano, quando sempre esperamos perfeição em tudo e confrontamos o lado inadequado de nossa natureza humana, nos sentiremos fatalmente diminuídos e envolvidos por uma aura de fracasso.

Dessa forma, aceitarmos nossa falibilidade perante a vida constitui-se uma tarefa inadiável. Como diz, ainda, o benfeitor árabe, "somos propensos a cometer erros de cálculo, enganos são inerentes à condição humana". Tal consciência e aceitação de nossa imperfeição somente ocorrerão, entretanto, no momento em que reconhecermos nosso lado inadequado aqueles comportamentos e idéias os quais não admitimos em nós, mas que ainda fazem parte de nosso ser, embora disfarçados.

Ao fazermos essa opção, passaremos a uma existência íntima de tranqüilidade perante nossos erros, de maneira a compreendê-los e não mais transformá-los em um calvário de dores e lágrimas, mas em um jardim florido, na qual cada flor representará um aprendizado colhido. Ainda há muito a se fazer para que superemos esse hábito tão arraigado em nossas mentes. Portanto, da próxima vez que você perceber-se com sentimentos de culpa, diga a si mesmo: "Não sou uma calculadora, sou um ser humano!"

- Adriano Oliveira (RS)

Vania Mugnato de VasconcelosTransmitindo profundos ensinamentos através da Doutrina Espírita.

“Não podemos perder tempo, o Espiritismo é um dos focos de luz deste planeta, há pessoas sedentas de luz precisando de orientação para permanecer na Terra após a transição planetária.”

Com esta bela frase percebemos o amor e dedicação que esta curitibana de 43 anos tem pela Doutrina Espírita.

Vania Mugnato de Vasconcelos é casada há 13 anos com Ricardo Henrique e tem um filho de 10 anos chamado Thiago. Reside atualmente na cidade de Jundiaí, interior de São Paulo, frequenta e colabora no Centro Espírita João Batista.

É Assistente Social pós-graduada em RH, atualmente é esposa, mãe, espírita, estudante e nas horas vagas pratica Capoeira. Vania cursa o 4° semestre da Faculdade de Direito e pretende voltar ao mercado de trabalho quando seu filho entrar na adolescência, já que neste momento de sua vida dedica-se integralmente a sua família.

Vania nasceu em família católica e na infância residia próxima a igreja, seminário e convento, o que lhe causou grande impacto em relação à constante preocupação com a moral e a fé. Embora sua família não fosse particularmente religiosa, lhe ensinou os valores morais e cristãos, apresentando-lhe a Deus.

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