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Informativo Centelhas de Esperança

Informativo O Informativo "Centelhas de Esperança" é um Projeto sonhado a anos, que finalmente pôde ser realizado, graças à união de um grupo de amigos que voluntariamente se dedicaram à fundação do Instituto Beneficente Chico Xavier.

Sendo parte integrante do Instituto Beneficente Chico Xavier, o informativo será divulgado através do site da Instituição e também pela mídia impressa.

Estaremos divulgando com maior abrangência o trabalho assistencial realizado pelas Instituições Beneficentes, espíritas ou não.

Apresentaremos a história e trabalho realizado por Editoras e Distribuidores de Livros Espíritas, bem como Clube de Livros Espíritas de todo Brasil, que revertem parte ou totalidade de sua renda em prol de Instituições Beneficentes, muitas delas tornando-se sua principal mantenedora.

O Informativo  trará matérias sobre confrades espíritas que desenvolvem trabalhos de divulgação da Doutrina Espírita, como editores e oradores, mostrando a importância e responsabilidade que devemos ter com a divulgação da Doutrina Espírita.

Sejam todos bem-vindos ao Informativo "Centelhas de Esperança".

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(Considerações psicológicas e espirituais acerca do sentimento de culpa)

A atitude do ser humano de censurar severamente a si mesmo ocorre há séculos. Basta um só erro ou atitude da qual nos arrependamos para que venhamos a nos autopunir ou esperar algum tipo de castigo divino. Desta forma, acabamos por acumular em nosso íntimo angústias e pesares desnecessários, frutos de experiências mal sucedidas que não foram vistas como aprendizado.

A longa faixa de anos obscuros pelos quais passamos na Idade Média - período em que a Igreja pregava o temor a Deus e a punição severa de hereges nas fogueiras e de pecadores nos fogos do inferno -, acabou por fixar no inconsciente das pessoas a idéia de que todo erro deve ser punido. Esta espécie de "mandato" parece nos acompanhar até os dias de hoje. São igrejas,templos e consultórios psicológicos repletos de pessoas buscando alívio para um sentimento de culpa que insiste em buscar punição.

Muitas pessoas, ao fazerem um exame de sua educação na infância, poderiam verificar que esse desejo de castigo foi oriundo de uma educação rígida e inflexível, a qual repreendia severamente qualquer atitude considerada errada por parte da criança. Para outras, porém, essa mesma idéia pode não ter sido moldada na vida presente, mas em um passado próximo ou remoto, no qual fomos consolidando a intransigência com nós mesmos. Então nos perguntamos: como superar o sentimento de culpa quando erramos? Como assimilar nossos erros sem buscarmos a autopunição como remédio? Para Hammed, um benfeitor espiritual e estudioso do psiquismo humano, quando sempre esperamos perfeição em tudo e confrontamos o lado inadequado de nossa natureza humana, nos sentiremos fatalmente diminuídos e envolvidos por uma aura de fracasso.

Dessa forma, aceitarmos nossa falibilidade perante a vida constitui-se uma tarefa inadiável. Como diz, ainda, o benfeitor árabe, "somos propensos a cometer erros de cálculo, enganos são inerentes à condição humana". Tal consciência e aceitação de nossa imperfeição somente ocorrerão, entretanto, no momento em que reconhecermos nosso lado inadequado aqueles comportamentos e idéias os quais não admitimos em nós, mas que ainda fazem parte de nosso ser, embora disfarçados.

Ao fazermos essa opção, passaremos a uma existência íntima de tranqüilidade perante nossos erros, de maneira a compreendê-los e não mais transformá-los em um calvário de dores e lágrimas, mas em um jardim florido, na qual cada flor representará um aprendizado colhido. Ainda há muito a se fazer para que superemos esse hábito tão arraigado em nossas mentes. Portanto, da próxima vez que você perceber-se com sentimentos de culpa, diga a si mesmo: "Não sou uma calculadora, sou um ser humano!"

- Adriano Oliveira (RS)

Vania Mugnato de VasconcelosTransmitindo profundos ensinamentos através da Doutrina Espírita.

“Não podemos perder tempo, o Espiritismo é um dos focos de luz deste planeta, há pessoas sedentas de luz precisando de orientação para permanecer na Terra após a transição planetária.”

Com esta bela frase percebemos o amor e dedicação que esta curitibana de 43 anos tem pela Doutrina Espírita.

Vania Mugnato de Vasconcelos é casada há 13 anos com Ricardo Henrique e tem um filho de 10 anos chamado Thiago. Reside atualmente na cidade de Jundiaí, interior de São Paulo, frequenta e colabora no Centro Espírita João Batista.

É Assistente Social pós-graduada em RH, atualmente é esposa, mãe, espírita, estudante e nas horas vagas pratica Capoeira. Vania cursa o 4° semestre da Faculdade de Direito e pretende voltar ao mercado de trabalho quando seu filho entrar na adolescência, já que neste momento de sua vida dedica-se integralmente a sua família.

Vania nasceu em família católica e na infância residia próxima a igreja, seminário e convento, o que lhe causou grande impacto em relação à constante preocupação com a moral e a fé. Embora sua família não fosse particularmente religiosa, lhe ensinou os valores morais e cristãos, apresentando-lhe a Deus.

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Orson Peter Carrara – O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.


Teatro, contos, inspiração mediúnica e lúcida visão espírita

Com inspirado livro de contos recém-lançado, a experiência com o teatro e opiniões bem fundamentadas, entrevista é muito oportuna

GUARACI DE LIMA SILVEIRANatural de Oliveira Fortes-MG e radicado em Juiz de Fora-MG desde 1966, Guaraci é espírita desde a infância e com orientação da “Casa do Caminho”, na mesma cidade onde reside, pode equilibrar a mediunidade e estudar o Espiritismo com dedicação. Vinculado ao movimento espírita da cidade e mais particularmente à Associação Espírita Paz e Amor, onde atua na mediunidade, é também palestrante e possui dois livros publicados: Navegador Racional, de poesias (1999, pela Minas Editora) e Destinos, Marcas e Respostas, de contos (2011, Mythos), ambos psicografados, além de duas centenas de peças teatrais – sendo que três delas estão publicadas em livros e são comercializados pela Editora Eletrônica Gato Sabido: Reencontro - O aborto sob a visão espírita, As Caudas do Dragão - Peça Infantil e Aquarela de Luz - Educação para o Trânsito. As lúcidas respostas à nossa entrevista trazem preciosas orientações.

1 - De onde e como surgiu a vontade de escrever contos?
Quando jovem, escrevia contos e os lia em reuniões culturais na Sociedade Luso Brasileira desta cidade. Percebi que era muito bom fazê-los. Lembro-me de um que se chamava: "A Felicidade Existe". Teve boa repercussão naquela época. Depois o teatro entrou prá valer em minha vida. Deixei os contos um pouco de lado. Um dia recomecei a escrevê-los e os adaptar para o palco. Um deles: ”Estranha Caixa” foi premiado num Festival de Teatro desta cidade. Outros eu os montava e apresentava em Centros Espíritas. Recentemente tenho mais de 120 contos escritos, distribuídos em sete livros, a serem publicados, sendo que o primeiro acaba de sair: Destinos, Marcas e Respostas - Contos inspiradores para elevar a alma. O conto Suarrina, que faz parte dessa Obra, também teve montagem para o teatro.

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Francisco de AssisA linda simplicidade da cidade de Assis ainda hoje conserva a mesma arquitetura das construções, que se erguem sobre uma colina de onde se avistam vastos campos de girassóis em flor, de quando João - o Evangelista, discípulo amado do Mestre Jesus - retornou ao vaso de carne em 1181 - e recebeu o nome dado por seu pai de Francesco em homenagem aos franceses que este admirava e com os quais exercia um rendoso comércio.

Seu pai chamava-se Pedro Bernadone que empreendia freqüentes viagens à França e lá adquiria boas partidas de pano para cardar, tosar e cortar; transportava-as para sua terra e comerciava em franca prosperidade.

Durante uma de suas viagens a França, a esposa, Joana Picá de Bourlemont, que ficara grávida e já se aproximava dos últimos dias causou grande consternação geral na cidade por ser por todos muito querida, relata-nos Frei Câncio Berri-OFM, em seu livro "Vida de São Francisco de Assis" o seguinte fato:

"Durante quatro dias, seu estado era de morte. A casa enche-se de gente. Todos querem saber dela.

Eis senão quando aparece um peregrino, que ninguém antes vira em Assis. Penetra no quarto da doente, e diz, claramente, aos circunstantes: "Leve-se a senhora a uma estrebaria, onde há de nascer-lhe o filhinho entre palhas e será colocado numa manjedoura. Segui o meu conselho se quereis salvá-la. E desapareceu.

Admirados, logo a transportaram para o estábulo vizinho, e lá , de fato como por encanto, veio ao mundo gracioso menino, que descansaram sobre o feno. A mãe viu-se salva do iminente risco de morte".

Sem consentimento do marido, a mãe levou o pequenino à pia batismal da igreja católica e lhe deu o nome de João.

- Muito vulgar o nome que deste ao nosso filho, - disse Bernadone ao chegar da França - e acrescentou: ora, João! Meu filho não é um Joãozinho qualquer, não. Venho da França onde fiz um excelente negócio por isso ele se chamará Francesco.

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