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Informativo Centelhas de Esperança

Informativo O Informativo "Centelhas de Esperança" é um Projeto sonhado a anos, que finalmente pôde ser realizado, graças à união de um grupo de amigos que voluntariamente se dedicaram à fundação do Instituto Beneficente Chico Xavier.

Sendo parte integrante do Instituto Beneficente Chico Xavier, o informativo será divulgado através do site da Instituição e também pela mídia impressa.

Estaremos divulgando com maior abrangência o trabalho assistencial realizado pelas Instituições Beneficentes, espíritas ou não.

Apresentaremos a história e trabalho realizado por Editoras e Distribuidores de Livros Espíritas, bem como Clube de Livros Espíritas de todo Brasil, que revertem parte ou totalidade de sua renda em prol de Instituições Beneficentes, muitas delas tornando-se sua principal mantenedora.

O Informativo  trará matérias sobre confrades espíritas que desenvolvem trabalhos de divulgação da Doutrina Espírita, como editores e oradores, mostrando a importância e responsabilidade que devemos ter com a divulgação da Doutrina Espírita.

Sejam todos bem-vindos ao Informativo "Centelhas de Esperança".

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Você já deve ter ouvido muitas vezes a palavra humildade, não é mesmo?

Essa palavra é muito usada, mas nem todas as pessoas conseguem entender o seu verdadeiro significado.

O termo humildade vem de húmus, palavra de origem latina que quer dizer terra fértil, rica em nutrientes e preparada para receber a semente.

Assim, uma pessoa humilde está sempre disposta a aprender e deixar brotar no solo fértil da sua alma, a boa semente.

A verdadeira humildade é firme, segura, sóbria, e jamais compartilha com a hipocrisia ou com a pieguice.

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Um autor desconhecido escreveu certa vez que a alegria, a tristeza, a vaidade, a sabedoria, o amor e outros sentimentos habitavam uma pequena ilha. Certo dia, foram avisados que essa ilha seria inundada.

Preocupado, o amor cuidou para que todos os outros se salvassem, falando:

Fujam todos, a ilha vai ser inundada.

Todos se apressaram a pegar seu barquinho para se abrigar em um morro bem alto, no continente. Só o amor não teve pressa. Quando percebeu que ia se afogar, correu a pedir ajuda.

Para a riqueza apavorada, ele pediu: Riqueza, leve-me com você.

Ao que ela respondeu: Não posso, meu barco está cheio de ouro e prata e não tem lugar para você.

Passou então a vaidade e ele disse: Dona Vaidade, leve-me com você...

Sinto muito, mas você vai sujar meu barco.

Em seguida, veio a tristeza e o amor suplicou: Senhora Tristeza, posso ir com você?

Amor, estou tão triste que prefiro ir sozinha.

Passou a alegria, mas se encontrava tão alegre que nem ouviu o amor chamar por ela.

Então passou um barquinho, onde remava um senhor idoso, e ele disse:

Sobe, amor, que eu te levo.

O amor ficou tão feliz, que até se esqueceu de perguntar o nome do velhinho.

Chegando ao morro alto, onde já estavam os outros sentimentos, ele perguntou à sabedoria:

Dona Sabedoria, quem era o senhor que me amparou?

Ela respondeu: O tempo.

O tempo? Mas por que ele me trouxe aqui?

Porque só o tempo é capaz de ajudar e entender um grande amor.

* * *

Dentre todos os dons que a Divindade concede ao homem, o tempo tem lugar especial. É ele que acalma as paixões indevidas, ensinando que tudo tem sua hora e local certos.

É ele que cicatriza as feridas das profundas dores, colocando o algodão anestesiante nas chagas abertas.

É o tempo que nos permite amadurecer, através do exercício sadio da reflexão, adquirindo ponderação e bom senso.

É o tempo que desenha marcas nas faces, espalha neve nos cabelos, leciona calma e paciência, quando o passo já se faz mais lento.

É o tempo que confirma as grandes verdades e destrói as falsidades, os valores ilusórios.

O tempo é, enfim, um grande mestre, que ensina sem pressa, aguarda um tanto mais e espera que cada um a sua vez, se disponha a crescer, servir e ser feliz.

E é o tempo, em verdade, que nos demonstra, no correr dos anos, que o verdadeiro amor supera a idade, a doença, a dificuldade, e permanece conosco para sempre.

* * *

Neste mundo, tudo tem a sua hora. Cada coisa tem o seu tempo.

Há o tempo de nascer e o tempo de morrer. Tempo de plantar e de colher. Tempo de derrubar e de construir.

Há o tempo de se tornar triste e de se alegrar. Tempo de chorar e de sorrir. Tempo de espalhar pedras e de juntá-las.

Tempo de abraçar e de se afastar.

Há tempo de calar e de falar. Há o tempo de guerra e o tempo de paz. Mas sempre é tempo de amar.


Autor:
Redação do Momento Espírita, com base no texto História de amor, de autoria desconhecida e no cap. 3, versículos 1 a 8 do livro Eclesiastes, da Bíblia, ed. Paulinas. Disponível no CD Momento Espírita, v. 5, ed. Fep

Do poeta e escritor gaúcho Mário Quintana, encontramos uma preciosidade que fala sobre algo muito simples: um laço.
Escreveu ele: Eu nunca tinha reparado como é curioso um laço... Uma fita... Dando voltas.
Enrosca-se, mas não se embola. Vira, revira, circula e pronto: está dado o laço.
É assim que é o abraço: coração com coração, tudo isso cercado de braço.
É assim que é o laço: um abraço no presente, no cabelo, no vestido, em qualquer coisa onde o faço.
E quando puxo uma ponta, o que é que acontece? Vai escorregando... Devagarzinho, desmancha, desfaz o abraço.
Solta o presente, o cabelo, fica solto no vestido.
E, na fita, que curioso, não faltou nem um pedaço.
Ah, então, é assim o amor, a amizade.
Tudo que é sentimento. Como um pedaço de fita.
Enrosca, segura um pouquinho, mas pode se desfazer a qualquer hora, deixando livre as duas bandas do laço.
Por isso é que se diz: laço afetivo, laço de amizade.
E quando alguém briga, então se diz: romperam-se os laços.
E saem as duas partes, igual meus pedaços de fita, sem perder nenhum pedaço.
Então o amor e a amizade são isso...
Não prendem, não escravizam, não apertam, não sufocam.
Porque quando vira nó, já deixou de ser um laço!

*   *   *

Tem toda razão o poeta em sua analogia. Amor e amizade são sentimentos altruístas.
Quem ama somente deseja o bem do ser amado. Por isso, não interfere em suas escolhas, em seus desejos.
Sugere, opina, mas deixa livre o outro para a tomada das próprias decisões.
Quem ama auxilia o amado a atingir seus objetivos. Nunca cobra o ofertado, nem exige nada em troca.
Quem ama não aprisiona o amado, não o algema ao seu lado. Ama e deixa o amado livre para estender suas asas.
Assim crescem os dois, pois há espaços para ambos conquistarem.
Na amizade, não se faz diferente o panorama. O verdadeiro amigo não deseja que o outro pense como ele próprio pois reconhece que os pensamentos são criações originais de cada um.
Entende que o amigo é uma bênção que lhe cabe cultivar e o auxilia a realizar a sua felicidade sem cogitar da sua própria.
Sente-se feliz com o bem daquele a quem devota amizade. Entende que cada criatura humana é um ser inteligente em transformação e que, por vezes, poderão ocorrer mudanças na forma de pensar, de agir do outro.
Mudanças que nem sempre estarão na mesma direção das suas próprias escolhas.
O amigo enxerga defeitos no coração do outro, mas sabe amá-lo e entendê-lo mesmo assim.
E, se ventos diversos se apresentam, criando distâncias entre ambos, jamais buscará desacreditar ou desmoralizar aquele amigo.
Tudo isso, porque a ventura real da amizade é o bem dos entes queridos.
Um laço que ata... Um laço que se desata..
Aqueles a quem oferecemos o coração, poderão se distanciar, buscar outros caminhos, atravessar outras fronteiras.
Eles têm o direito de assim proceder, se o desejarem. De nossa parte, lembremos da leveza do laço e cuidemos para que não se transforme em nó, que prende e retém.

Redação do Momento Espírita, com base em versos do poeta Mário Quintana e no cap. 12, do livro Sinal verde, pelo Espírito André Luiz, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Cec.
Em 02.02.2011

Continuamente os espíritas nos lembramos dos espíritos bondosos, comentando seus ensinamentos e amorosa assistência em nossas vidas, aprendendo com suas valorosas lições.

Muito natural, afinal vem deles a assistência, a inspiração.

Meditei muito para escrever este capítulo, mas depois concluí que deveria fazê-lo.

Gostaria de lembrar-me aqui dos queridos companheiros encarnados, muitos entre nós.

Ocorre que o intercâmbio caloroso, sempre presente, a harmonia vivida, a participação conjunta em eventos do movimento, as cartas, telefonemas, e-mails, o ideal vivido com muito amor... isso fortalece, isso une.

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Brilhante sob todos os aspectos a iniciativa do Grupo de Esperanto Pac-horo e da Associação Editora Espírita F.V. Lorenz, no esforço de reunir 25 escritores e palestrantes para responder perguntas de inúmeras Mocidades Espíritas do Estado do Rio de Janeiro, num único livro, com o mesmo título da presente abordagem.

Sim, já tenho em mãos o notável trabalho, que tive a honra e felicidade de partilhar ao lado de Raul Teixeira, Richard Simonetti, Sergio Felipe, Dalva Silva Souza, André Trigueiro Sandra Borba, Carlos Augusto Abranches, Ney Lobo, entre outros queridos e conhecidos autores do movimento espírita.

As diferentes mocidades apresentaram as perguntas que foram direcionadas aos diferentes entrevistados e o resultado aí está, materializado em mais uma obra de divulgação e estudo espírita: O Jovem Espírita Quer Saber, e com o subtítulo Questionamentos de Inúmeras Mocidades, que 25 Escritores Espíritas respondem.

Temas como Namoro, Homossexualidade, Sexo, Drogas lícitas e ilícitas, Timidez, Depressão, Suicídio, Morte, Aborto, Pais adolescentes, Gravidez na Adolescência, Família, Conflitos de Gerações, Arte, Mídia, Violência e Meio Ambiente, entre outros temas, fazem da obra um referencial para as mocidades espíritas, orientando os jovens e propiciando valiosas perspectivas de debates e estudos à luz do Espiritismo.

Na Apresentação da obra, indica a Equipe de Coordenação: “(...) um livro de muitas páginas com perguntas que vão de uma aparente ingenuidade à profundidade que nos faz refletir sobre nossa essência e nosso comportamento na família, no centro espírita, na sociedade (...)”.  E completa em outro trecho: “(...) Foi um esforço de muitos meses e de inúmeras mãos unidas e mentes afinadas, com o objetivo único de levar esclarecimentos, fazendo com que o jovem espírita cada vez mais questione, participe da sociedade de uma forma consciente e colabore, de fato, com todo vigor de jovem, para a construção de um mundo mais justo e fraterno, no qual, definitivamente, os ensinos do Cristo estejam em nossos corações! (...)”.

No Prefácio, assinado por Marcelo Teixeira, encontramos “(...) a presente obra, que tive a honra de revisar, é fruto do trabalho de muitas mentes sintonizadas com os anseios, dúvidas e expectativas dos jovens que lotam as mocidades nos centros espíritas, cada vez mais cheios de gente em busca de respostas consoladoras. (...)”. E mais adiante completa: “(...) nomes (...) do movimento espírita, se reúnem nas páginas seguintes para responder perguntas de jovens espíritas (...) em temas que inquietam o jovem de hoje, de ontem e de amanhã mas que, interpretados à luz da doutrina codificada por Kardec, ganham o tão consolador caráter que o Espiritismo sabe ter.(...)”.

Eis, pois, uma obra oportuníssima.

Pedidos, informações e contatos: fone 21-2221-2269 ou O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.   ou  O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.    .  

E como não poderia deixar de ser, o livro está abrilhantado com uma síntese biográfica do notável Leopoldo Machado, em matéria extraída do livro Personagens do Espiritismo, de Antonio de Souza Lucena e Paulo Alves Godoy, edição FEESP. Referido seareiro foi verdadeiro marco no incentivo às novas gerações com a criação das Mocidades Espíritas e das Escolas Espíritas de Evangelização para a Infância.

Nossos cumprimentos à Lorenz, aos inúmeros amigos anônimos e dedicados que se desdobraram para que a obra viesse à publicidade. Nossa alegria e nosso apelo ao movimento espírita nacional para divulgação da importante obra.

Por: Orson Peter Carrara


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