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Informativo Centelhas de Esperança

Informativo O Informativo "Centelhas de Esperança" é um Projeto sonhado a anos, que finalmente pôde ser realizado, graças à união de um grupo de amigos que voluntariamente se dedicaram à fundação do Instituto Beneficente Chico Xavier.

Sendo parte integrante do Instituto Beneficente Chico Xavier, o informativo será divulgado através do site da Instituição e também pela mídia impressa.

Estaremos divulgando com maior abrangência o trabalho assistencial realizado pelas Instituições Beneficentes, espíritas ou não.

Apresentaremos a história e trabalho realizado por Editoras e Distribuidores de Livros Espíritas, bem como Clube de Livros Espíritas de todo Brasil, que revertem parte ou totalidade de sua renda em prol de Instituições Beneficentes, muitas delas tornando-se sua principal mantenedora.

O Informativo  trará matérias sobre confrades espíritas que desenvolvem trabalhos de divulgação da Doutrina Espírita, como editores e oradores, mostrando a importância e responsabilidade que devemos ter com a divulgação da Doutrina Espírita.

Sejam todos bem-vindos ao Informativo "Centelhas de Esperança".

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Todos os seres vivos exercem atração entre si através da Lei do Amor.


Nós aqui nascemos (ou renascemos) justamente para fazer florescer este nobre sentimento: o amor incondicional. É preciso também fazer germinar a parte intelectual e moral. Agindo assim, estaremos dando passos largos rumos à perfeição.
O amor é despertado dentro do seio familiar.

Claro está que hoje temos objetivos mais amplos do que aqueles que tínhamos, por exemplo, na Idade Média.
Naquela época, a vida era monótona, tudo era predeterminado. Tudo, tudo mesmo, ficava circunscrito ao casamento (muitas vezes, arranjado), criar os filhos e trabalhar.

O nosso lado instintivo ainda predominava bastante.

Hodiernamente, já se planejam as gestações, o número de filhos que se deseja ter. Agora é possível se dar mais atenção às necessidades dos filhos. Pelo menos, deveria ser assim… Mas, coisa incrível, né?! Quantas oportunidades são perdidas!!!

Muitos genitores, infelizmente, suprem a sua ausência, sua indiferença, com excessos de zelos e mimos para com as crianças. As cumulam de presentes, mas fica faltando o principal, que é carinho e afeto. Eles erram muito agindo assim.
Outra coisa – trabalhar é uma necessidade, mas não se justifica o distanciamento que certos pais apresentam, a barreira que criam em relação aos filhos. Justificam o seu distanciamento culpando o excesso de trabalho.

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Orson Peter Carrara – O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

A Ciência, o cientista e o Espiritismo

Nascido em Goiania-GO e residente em São Carlos-SP desde 1978, nosso entrevistado é graduado em Física pela Universidade Federal de Goiás, possui Mestrado e Doutorado na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e trabalhou na PUC-Rio até final de 1977. Atualmente vincula-se ao Instituto de Física da USP São Carlos, como Professor e Pesquisador Senior.  Espírita desde 1962, é palestrante muito conhecido e está integrado à Obreiros do Bem, na mesma cidade onde reside. Submetemos ao amigo uma análise sobre os temas que trazemos na presente entrevista.

1 - Há como definir a ciência?
R. A ciência é o conhecimento ou um sistema de conhecimentos que abarca verdades as mais gerais e abrangentes possíveis bem como a aplicação das leis científicas derivadas, obtidas e testadas através do método científico. Nestes termos ciência é algo bem distinto de cientista, podendo ser definida como o conjunto que encerra em si o corpo sistematizado e cronologicamente organizado de todas as teorias científicas, bem como o método científico e todos os recursos necessários à elaboração das mesmas.


2-  E como situar o cientista?
R. O cientista é um fator essencial à ciência, e como qualquer ser humano, dotado de um cérebro imaginativo, criativo, crítico e também com sentimentos e emoções. O cientista certamente também tem suas crenças - convicções que podem ir além da realidade tangível, podendo mesmo ser, não raramente, um religioso convicto. Ao definirem-se ciência e cientista é relevante ressaltar que em seus trabalhos científicos saiba manter suas crenças separados de seus artigos científicos e das teorias científicas com as quais trabalha; constituindo-se estes dois elementos - ciência e cientista - certamente muito distintos.

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Entrar no Instituto de Oncologia Pediátrica (Hospital do Câncer Infantil do GRAACC) hoje é fácil. Na primeira vez com o meu filho não foi. Eu já havia ido lá para tratar de uma parceria profissional e tinha achado o lugar meio encantado. Sabe aquela poesia que a gente enxerga quando lida com um problema que não é nosso? Crianças valentes, esperança e muita cor – isso era tudo o que eu via.

No dia em que levei meu filho para a primeira consulta tudo estava diferente. Não lembro de cor e também não lembro de esperança. Quando entrei na porta senti que meus pés já não tocavam o chão. Crianças carecas, amarelas, algumas chorosas, mães cansadas e muito, mas muito mais gente do que eu gostaria de ver. O lugar estava lotado. Pra todos os lados que eu olhava eu via a criança na qual eu não queria que meu filho se transformasse. Por que eu tinha que ir parar ali? Eu queria ir embora. Dei meu nome, fiz o cadastro, resignada. Pronto, agora meu filho tinha um prontuário “naquele lugar”.

Mantive distância de outros pacientes, ainda sem aceitar a situação. Eu observava. 

Uma adolescente bem magra vomitava muito na cadeira da quimioterapia e brigava com a mãe como se ela fosse a responsável por sua doença. Pobre mãe, eu pensei – ainda tentando me sentir falsamente distante daquele mundo “triste”. A realidade desabou na minha cabeça quando cheguei na porta da sala onde o Lorenzo seria tratado. Crianças com retinoblastoma. Várias. Sequelas. Várias. Me sentia em um inferno. Eu não queria estar ali. Eu não queria que meu filho estivesse ali. Olhei pra ele e vi aquele jeitinho inocente. Tontura. Me encostei na parede e baixei a cabeça. Lágrimas, muitas lágrimas caíram, mas procurei disfarçar para não chatear as mães das outras crianças.

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Os companheiros Osmar Marthi e Elisabeth Pelosi irão abordar esse assunto, dada a importância do tema, muito debatido na sociedade.

Importante também para os trabalhadores das Casas Espíritas participarem, a fim de melhor se instrumentalizarem para a tarefa de orientação à Luz da Doutrina a todos os que buscam a Doutrina Espírita em torno dessa temática.

Contamos com sua presença e apoio na divulgação.

Mais informações, acesse o site da USE: www.usesorocaba.org.br/seminario-homossexualidade

Abraços a todos...

USE Sorocaba.
Departamento de Comunicação.

1835 – 1909 

Notável escritora, oradora, intelectual e polemista, congnominada, por aqueles que a conheceram e a admiraram, como a "Poetisa das Violetas"; encarnou em Sevilha, Espanha, no dia 10 de novembro de 1835; desencarnou, com 73 anos de idade, em 29 de Abril de 1909, a uma hora da madrugada, uma quarta-feira.

O personativo correto de Amalia é Amalia Domingo y Soler; é com "Y", sustentava Teixeira de Paula, e não como se vê em alguns autores, quer nacionais, quer estrangeiros: Amalia Domingo Soler; e não obstante, ela mesma, assim assine.

Grande dama e paladina do movimento espírita ibero-americano, Amalia Domingo Y Soler se fez muito admirada no Brasil, através da obra "Fragmentos das Memórias do Padre Germano".

Quase cega desde o berço, conseguiu, não obstante, com o seu denodo e a sua pena, elevar o nome do Espiritismo e da mulher espírita na Espanha. A propósito, relata em carta a nós dirigida o Arquiteto Pirondi, que o jornal espírita, "Flama Espírita", publicação do Centro Barcelonês de Cultura Espírita, publicou que Amalia ficou cega oito dias após o seu nascimento e que foi curada, após 3 meses de tentativas da medicina, por um modesto farmacêutico. Mas, seus problemas com a vista continuaram.

Começou a escrever com apenas 10 anos de idade e aos dezoito publicou as suas primeiras poesias.

Amalia não conheceu o afeto paterno. Seu pai, que partira para uma viagem, não voltou mais. Órfã de mãe aos 25 anos, ficou só no mundo.

Seu contato com o Espiritismo deve-se a um médico, que a possibilitou ler "El Critério", um periódico espírita publicado pela Federação Espírita Espanhola, e para o qual - também nos lembrou o Arquiteto Cícero Pirondi - enviou uma poesia, em 1872, e, na sua edição de nº 9, publicou o artigo "El Espiritismo es la Verdad".

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