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Informativo Centelhas de Esperança

Informativo O Informativo "Centelhas de Esperança" é um Projeto sonhado a anos, que finalmente pôde ser realizado, graças à união de um grupo de amigos que voluntariamente se dedicaram à fundação do Instituto Beneficente Chico Xavier.

Sendo parte integrante do Instituto Beneficente Chico Xavier, o informativo será divulgado através do site da Instituição e também pela mídia impressa.

Estaremos divulgando com maior abrangência o trabalho assistencial realizado pelas Instituições Beneficentes, espíritas ou não.

Apresentaremos a história e trabalho realizado por Editoras e Distribuidores de Livros Espíritas, bem como Clube de Livros Espíritas de todo Brasil, que revertem parte ou totalidade de sua renda em prol de Instituições Beneficentes, muitas delas tornando-se sua principal mantenedora.

O Informativo  trará matérias sobre confrades espíritas que desenvolvem trabalhos de divulgação da Doutrina Espírita, como editores e oradores, mostrando a importância e responsabilidade que devemos ter com a divulgação da Doutrina Espírita.

Sejam todos bem-vindos ao Informativo "Centelhas de Esperança".

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Quando encarnamos, recebemos uma carga de fluidos vital (fluido da vida).

Quando este fluido acaba, morremos. Somos como a pilha que com o tempo vai descarregando.
Chegamos ao ponto que os remédios já não fazem mais efeito. Daí não resta outra alternativa senão trocar de “roupa” e voltar para a escola planetária.
Mas a quantidade de fluido vital não é igual em todos seres orgânicos. Isso dependerá da necessidade reencarnatória de cada um de nós.
Quando chegamos á Terra cada um tem uma estimativa de vida. Vai depender do que viemos fazer aqui.
André Luiz, através da psicografia de Chico Xavier, explica que poucos são completistas, ou seja, nascemos com uma estimativa de vida e, com os abusos, desencarnamos antes do previsto, não completamos o tempo estimado, isso chama-se suicídio indireto.


Muito tem se falado ultimamente nas redes sociais sobre o caso do resgate dos cães Beagles .
Muitos aprovam o resgate dos animais e muitos se põem a questionar e julgar tal atitude alegando e se perguntando o motivo de se ter resgatado apenas esta raça de animais, quando tantas raças estão também passando pelo mesmo problema.
Outras pessoas, no entanto, discutem a questão alegando que tais pessoas poderiam usar suas energias ajudando os mais necessitados e carentes de todo canto do mundo ao invés de se preocupar apenas com os animais.
Todo este assunto dá abertura para grandes reflexões e posicionamentos e nos deixa a pergunta do que é a verdadeira caridade e de como devemos exercê-la.
A verdadeira caridade não se encontra apenas na beneficência, na parte material, mas principalmente no conjunto de todas as qualidades do coração, na bondade e na benevolência para com o próximo.
Segundo disse São Paulo “A caridade é paciente; é branda e benfazeja; a caridade não é invejosa; não è temerária, nem precipitada; não se enche de orgulho; - não é desdenhosa; não cuida de seus interesses; não se agasta, nem se azeda com coisa alguma; não suspeita mal; não se rejubila com a injustiça, mas se rejubila com a verdade; tudo suporta, tudo crê, tudo espera, tudo sofre.”
A verdadeira caridade é feita de muitas formas, mas principalmente em pensamentos, palavras e ações.
A verdadeira caridade está em tratar nossos semelhantes com amor, com respeito, com amabilidade e sem pré-julgamento.
A verdadeira caridade está em cumprir a máxima deixada por Jesus “Amar ao próximo como a si mesmo”, tratando o irmão de jornada como gostaríamos de ser tratados.
A partir desta definição é que podemos como verdadeiros cristãos, nos transformarmos em verdadeiros tarefeiros de Jesus, seguindo a frente de trabalho que mais nos afinizarmos.
A caridade nos permite uma grande frente de trabalho: mobilização em favor de animais, seres humanos, ou nos envolvendo com a ajuda material, ajuda espiritual, entre tantos outros tipos de caridade.
Não importa qual a frente de trabalho que escolhemos como caminho de vida para a praticar a caridade se não tivermos em nossos corações o verdadeiro sentido da caridade, solidariedade e fraternidade.
Não entenderemos o real sentido da caridade se insistirmos em manter nossos corações repleto de mágoas, ressentimentos, egoísmo e se ainda usarmos a maledicência, os julgamentos pré-concebido, o preconceito pelo nosso próximo, e a falta de compreensão pelo ser humano.
Quando decidirmos ser benevolentes, trabalhando em prol do próximo, e indulgentes, compreendendo as fraquezas ou escolhas do irmão do caminho evitando discriminá-lo, estaremos sendo cristãos, praticando o real sentido da caridade e do Evangelho de Jesus e nos tornaremos verdadeiros tarefeiros de Jesus, seja em qual frente de trabalho colocarmos nosso coração.

Por: Rita Ramos Cordeiro
Fonte: http://ritaramoscordeiro.blogspot.com.br/



Se a presença de alguém te constrange a sofrer penosa impressão de mágoa, recorda que, nas vibrações desequilibradas a te impelirem para a inquietude, jaz um "ponto morto" do sentimento reclamando-te boa vontade para que se lhe extinga a perigosa existência.

Se a ofensa recebida foi impensadamente guardada por ti nas entranhas da alma, compelindo-te à lembranças aflitivas, não olvides de que aí fizeste um "ponto morto", exigindo-te reajuste.

Se a aversão te vence a tranqüilidade, ante a voz de um companheiro que se te apresenta menos simpático, aí surpreendes um "ponto morto" do passado, esperando por teu esforço na plantação da simpatia.

Se encontras no trabalho um associado de tarefa, de cuja cooperação desejarias prescindir, à face do mal estar que te impõe, aí possuis um "ponto morto" do caminho que precisas superar com a diligência do bem.

Se alguém te penetrou a família, em condições que te atormentam, suscitando-te pensamentos de animosidade, é que a bagagem de circunstâncias que trazes de passadas reencarnações aí te oferece um "ponto morto", solicitando-te suprimi-lo com aplicações de tolerância, em auxílio a ti mesmo.

Se em teu círculo de fé surge um irmão de ideal com quem te desarmonizas, tentando-te, às vezes, a abandonar os mais preciosos deveres para com os Desígnios Superiores que te presidem a tarefa, convence-te de que aí formaste um "ponto morto", que é preciso afastar, em teus exercícios de fidelidade aos compromissos assumidos.

Ninguém na Terra permanece imune contra semelhantes núcleos de provação.

Todos trazemos do pretérito "pontos mortos" que é indispensável banir da estrada, a fim de marcharmos ao encontro do futuro, na posição de almas livres, para a abençoada missão que nos é reservada.

Amarguras, pesares, dissabores, desencantos são regiões traumatizadas de nossa alma que nos compete sanar, usando os antissépticos da bondade e do perdão, do sacrifício e da renúncia.

Estejamos vigilantes contra os "pontos mortos" do coração, preservando a saúde moral, como nos apressamos a defender o equilíbrio do corpo físico.

Rendamo-nos à serenidade e à paciência, no serviço infatigável do bem com o Cristo de Deus, porque o Mestre da Ressurreição é igualmente o Grande Médico da Vida Eterna, capaz de libertar-nos do jugo tiranizante da morte.

Pelo Espírito Scheilla. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

Dizes-te pobre; entretanto, milionários de todas as procedências dar-te-iam larga fortuna por ínfima parte do tesouro de tua fé.

Dizes-te desorientado; contudo, legiões de companheiros, cujo passo a cegueira física entenebrece, comprar-te-iam por alta recompensa leve migalha da visão que te favorece, para contemplarem pequena faixa da natureza.

Dizes-te impedido de praticar o bem; todavia, multidões de pessoas algemadas aos catres da enfermidade oferecer-te-iam bolsas repletas por insignificante recurso da locomoção com que te deslocas, de maneira a se exercitarem no auxilio aos outros.

Dizes-te desanimado; sem te recordares, porém, de que vastas fileiras de mutilados estariam dispostos a adquirir, com a mais elevada quota de ouro, a riqueza de teus pés e a bênção de teus braços.

Dizes-te em provação; mas olvidas que, na triste enxovia dos manicômios, inúmeros sofredores cederiam quanto possuem para que lhes desses um pouco de equilíbrio e de lucidez.

Dizes-te impossibilitado de ajudar com a luz da palavra; no entanto, mudos incontáveis fariam sacrifícios ingentes para deter algum recurso do verbo claro que te vibra na boca.

Dizes-te desamparado; entretanto, milhões de criaturas dariam tudo o que lhes define a posse na vida para usar um corpo harmônico qual o teu, a fim de socorrerem os filhos da expiação e do sofrimento.

Por quem és, não lavres certidão de incapacidade contra ti mesmo.

Lembra-te de que um sorriso de confiança, uma prece de ternura, uma frase de bom ânimo, um gesto de solidariedade e um minuto de paz não têm preço na Terra.

Antes de censurar o irmão que traz consigo a prova esfogueante das grandes propriedades, sai de ti mesmo e auxilia o próximo que, muita vez, espera simplesmente uma palavra de entendimento e de reconforto, para transferir-se da treva à luz.

E, então, perceberás que a beneficência é o cofre que devolve patrimônios temporariamente guardados a distância das necessidades alheias, e que a caridade, lídima e pura, é amor sempre vivo, a fluir, incessante do amor de Deus.

Pelo Espírito Emmanuel


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