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Informativo Centelhas de Esperança

Informativo O Informativo "Centelhas de Esperança" é um Projeto sonhado a anos, que finalmente pôde ser realizado, graças à união de um grupo de amigos que voluntariamente se dedicaram à fundação do Instituto Beneficente Chico Xavier.

Sendo parte integrante do Instituto Beneficente Chico Xavier, o informativo será divulgado através do site da Instituição e também pela mídia impressa.

Estaremos divulgando com maior abrangência o trabalho assistencial realizado pelas Instituições Beneficentes, espíritas ou não.

Apresentaremos a história e trabalho realizado por Editoras e Distribuidores de Livros Espíritas, bem como Clube de Livros Espíritas de todo Brasil, que revertem parte ou totalidade de sua renda em prol de Instituições Beneficentes, muitas delas tornando-se sua principal mantenedora.

O Informativo  trará matérias sobre confrades espíritas que desenvolvem trabalhos de divulgação da Doutrina Espírita, como editores e oradores, mostrando a importância e responsabilidade que devemos ter com a divulgação da Doutrina Espírita.

Sejam todos bem-vindos ao Informativo "Centelhas de Esperança".

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Com o respeitável nome de Erasto, cujas comunicações traziam sempre o "cunho incontestável de profundeza e lógica", como disse o próprio Codificador, encontramos duas personalidades, em momentos diferentes da História da Humanidade. 

A primeira, afirmativa do próprio Codificador, é de que ele seria discípulo de Paulo de Tarso (O livro dos médiuns, cap. V, item 98). A afirmativa tem procedência.

Na segunda epístola a Timóteo, escrita quando prisioneiro em Roma, relata o Apóstolo dos Gentios: "Erasto ficou em Corinto." ( IV,20). Segundo consta na epístola aos Romanos, na saudação final, este mesmo Erasto tinha cargo na cidade, pois se encontra no cap. 16, vers. 23: "Saúda-vos Erasto, tesoureiro da cidade".

Em Atos dos Apóstolos (XIX,22) lemos que Paulo enviou à Macedônia "...dois dos que lhe assistiam, Timóteo e Erasto..." , enquanto ele próprio, Paulo, permaneceu na Ásia. Interessante observar a proximidade dos dois discípulos de Paulo, pois em O Livro dos Médiuns, cap. XIX, encontramos longa mensagem assinada por ambos, a respeito do papel do médium nas comunicações (item 225). Juntos no século I da era
cristã, juntos na tarefa da Codificação. 

Ainda em O livro dos médiuns são de sua lavra os itens 98, cap. V, algumas respostas a perguntas constantes no item 99, itens 196 e 197 do cap. XVI, itens 230 do cap. XX, onde se encontra a célebre frase: "Melhor é repelir dez verdades do que admitir uma única falsidade, uma só teoria errônea." Finalmente, na comunicação de nº XXVII.

Em O Evangelho segundo o espiritismo, lê-se várias mensagens assinadas por  Erasto. A primeira se encontra no cap. I, item 11, a segunda no cap. XX, item 4 e se intitula: Missão dos espíritas, trazendo a assinatura de Erasto, anjo da guarda do médium, aditando oportunamente o Codificador de que o médium seria o sr. d'Ambel. 

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As vibrações disseminadas pelos ambientes de um Centro Espírita, pelos cuidados dos seus tutelares invisíveis; os fluidos úteis necessários aos variados quão delicados trabalhos que ali se devem processar, desde a cura de enfermos até a conversão de entidades desencarnadas sofredoras e à fé mesmo a oratória inspirada pelos instrutores espirituais, são elementos essenciais, mesmo indispensáveis a certa série de exposições movidas pelos obreiros da imortalidade a serviço da Terceira Revelação.

Essas vibrações, esses fluidos especializados, muito sutis e sensíveis, hão de conservar-se imaculados, portando, intactas, as virtudes que lhe são naturais e indispensáveis ao desenrolar dos trabalhos, porque, assim não sendo, se mesclarão de impurezas prejudiciais aos mesmos trabalhos, por anularem as suas profundas possibilidades.

Daí porque a Espiritualidade esclarecida recomenda, aos adeptos da Grande Doutrina, o máximo respeito nas assembléias espíritas, onde jamais deverão penetrar a frivolidade e a inconseqüência, a maledicência e a intriga, o mercantilismo, o ruído e as atitudes menos graves, visto que estas são manifestações inferiores do caráter e da inconseqüência humana, cujo magnetismo, para tais assembléias e, portanto, para a agremiação que tais coisas permite, atrairá bandos de entidades hostis e malfeitoras do invisível, que virão a influir nos trabalhos posteriores, a tal ponto que poderão adulterá-los ou impossibilitá-los, uma vez que tais ambientes se tornarão incompatíveis com a Espiritualidade iluminada e benfazeja.

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Vania Mugnato de Vasconcelos é curitibana, casada há 15 anos com o Engenheiro Químico Ricardo e mãe de um garoto de 12 anos, chamado Thiago. Reside no interior de São Paulo, na cidade de Jundiaí, há 9 anos, é colaboradora do Centro Espírita João Batista, no Bairro do Anhangabaú, dentre outros nos quais é palestrante frequente. Esposa, mãe, espírita e idealista, fez magistério, é Assistente Social, pós-graduada em Recursos Humanos e estudante de quarto ano do curso de Direito, atualmente também Estagiária da Defensoria Pública do Estado na área de Família e Sucessões.

Palestrante há cerca de 10 anos, Vania volta a contribuir com o Instituto Chico Xavier, desta vez no Seminário Família – Desafio e Importância em nossas vidas, que acontecerá em Itu – SP no dia 05.10, abordando o tema “O lar, os valores morais e os desafios do mundo. "

Saiba mais sobre a palestrante e o tema que abordará, acompanhando a entrevista abaixo.

  1. 1. Há dois anos você vem realizando Seminários em parceria com o Instituto Chico Xavier. Como foi para você estes dois anos de parceria?

Antes de qualquer coisa, sou extremamente grata ao Instituto, pela confiança e oportunidades. O ICX me fez ampliar horizontes... trouxe-me possibilidades novas, contato e amizade com outros palestrantes de qualidade, muito dedicados e de índole nobre.  O mundo se tornou maior depois que eu, simples palestrante de uma cidade do interior, percebi que meus ideais têm parceria com outros idealistas!

  1. 2. Você tem realizado palestras por toda região de São Paulo. Como você entende que está sendo realizada a divulgação da Doutrina Espírita por onde passa?

Os espíritas continuam sendo muito receptivos às palestras, divulgam, dizem que querem participar, mas noto um aumento do seu comodismo. Explico: por mais que os temas empolguem, que muitos perguntem se haverá como assistir ou ouvir a palestra virtualmente, no dia e hora poucos aparecem para compartilhar momentos de fraternidade e conhecimento; as casas espíritas raramente lotam se o palestrante não for autor de um livro ou orador do naipe de um Divaldo. Frio, chuva e tardes de sábado também não são nada estimulantes aos espíritas... o que me faz ponderar que talvez estejamos perdendo um pouco da essência, do sentido de realmente estarmos na Terra. Quando pequenos contratempos nos colocam rapidamente no lugar mais cômodo ou quando nos estimulamos muito mais pelas aparências, é hora de nos preocuparmos.

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A mediunidade ganha espaços cada vez maiores na mídia, na arte e na literatura espírita ou não. É a Espiritualidade formando continuamente os trabalhadores da intermediação entre espíritos. Mediunidade não é atributo especial de ninguém. É caminho lógico para todos. Chega o momento que necessitamos entender esta realidade. Há, contudo, os que não a aceitam ou que atormentam médiuns, taxando-os de embusteiros. Pode ser que a pessoa desista e sofra desastrosas consequências. O que fazer e como responder aos ataques de dentro e de fora que ameaçam candidatos a medianeiros?

Calderaro disse a André Luiz, em O Mundo Maior, que mediunidade impõe ao homem “a soledade e a incompreensão, por vezes dolorosas”. O animismo é diagnóstico de primeira hora. E

quem julga? Aos médiuns iniciantes, tempo. Aos experientes, contínuos aperfeiçoamentos. Onde a linha que separa animismo de mediunidade? Certo que os espíritos necessitam dos conhecimentos dos medianeiros. Mas, será que só eles bastam? Há assuntos que os médiuns nem conhecem e são intérpretes!

Diz Calderado: “A tese animista é respeitável. Partiu de investigadores conscienciosos e sinceros, e nasceu para coibir os prováveis abusos da imaginação; entretanto vem sendo usada cruelmente pela maioria dos nossos colaboradores encarnados, que fazem dela um órgão inquisitorial, quando deveriam aproveitá-la como elemento educativo, na ação fraterna.” Vê-se bem que a interação entre os dois planos acontece com a colaboração mútua das partes.

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