Continuamente os espíritas nos lembramos dos espíritos bondosos, comentando seus ensinamentos e amorosa assistência em nossas vidas, aprendendo com suas valorosas lições.

Muito natural, afinal vem deles a assistência, a inspiração.

Meditei muito para escrever este capítulo, mas depois concluí que deveria fazê-lo.

Gostaria de lembrar-me aqui dos queridos companheiros encarnados, muitos entre nós.

Ocorre que o intercâmbio caloroso, sempre presente, a harmonia vivida, a participação conjunta em eventos do movimento, as cartas, telefonemas, e-mails, o ideal vivido com muito amor... isso fortalece, isso une.

Na verdade, gostaria mesmo de citar uma multidão de companheiros, próximos ou distantes fisicamente, mas correria o risco (e já não seria nem risco, pois o faria com certeza) de esquecer alguém, cometendo tremenda injustiça, pois a Doutrina nos proporciona ter grandes amigos em todo lugar e desfrutar a alegria da Doutrina em toda parte onde tenhamos oportunidade de estar. E como isto é bom!

É que, na verdade, quantos estímulos temos recebido! Quantas orientações tem chegado através de cartas sempre esperadas, de telefonemas ou e-mails e principalmente por meio de abraços que alimentam o fortalecem o trabalho.

Lembro-me de querido companheiro que certa vez disse que nunca deveríamos nos afastar das tarefas de promoção humana, por ser esta a defesa no ideal de divulgação. Nunca pude esquecer a advertência fraterna.

Nunca poderei esquecer, igualmente, as vibrações que fazem chorar de emoção nas participações em muitos encontros fraternos de estudos ou de convivência. Como apagar da memória as trocas de ideias em hospedagens ofertadas ou recebidas em nossas viagens pela causa?

O companheiro espírita que ora tem oportunidade de ler o presente texto bem sabe das preocupações e providências na organização de eventos do movimento e das alegrias que elas proporcionam quando ocorrem.

E todas essas citações, embora contem com a presença, participação e amparo dos bons espíritos, envolvem o espírita, o companheiro humano encarnado. Não podemos desconsiderar o trabalhador espírita, este que se espalha por todo o Brasil, mantendo todas essas obras em nome do Espiritismo, não importa se na tarefa assistencial, doutrinária ou de divulgação. É a Doutrina!

Sempre costumo dizer que quem não participa, quem se isola, nem imagina o que está deixando de viver. Esta fraternidade, meus caros irmãos, nos alimenta e quem viveu esses divinos e inesquecíveis momentos, sabe a que me refiro.

Quando tinha meus 14 anos (isto em 1974), meu querido pai levou-me a participar de uma prévia de uma Concentração de Mocidades Espíritas. O encontro entusiasmou-me. Não pude mais deixar de participar, organizar ou motivar o espírita para que participe das programações do Movimento, pois elas fazem grande bem à alma.

Sempre reflito nestas questões quando vejo pessoas sem perspectivas de vida, quando há tanta coisa boa à nossa volta.

Perdoe-me o leitor estas confidências. Ao falar sobre CAUSA E CASA ESPÍRITA, não poderia excluir essas lembranças queridas. O movimento pela causa leva à casa e a casa leva à causa. Não tem jeito. Só se afasta quem não vive, que não conhece.

Foi por estímulo de companheiros amigos que começamos e continuamos a escrever e falar para divulgar a Doutrina, apesar de nossas limitações.

Este capítulo tem um sabor de gratidão a tantos companheiros, distantes e presentes em nossa vida diária, especialmente aqueles da atividade do Centro Espírita Francisco Xavier dos Santos, em Mineiros do Tietê, na época em que lá residiamos.

Tem carinho, tem amor, tem saudade e pensamentos para que todos prossigam em suas tarefas, sejam sempre amparados por Deus.

Todo esse relacionamento, conquistado e ampliado através dos anos, nos permitiram abrir muitos caminhos para organizar jornadas, montar programações. Com o advento dos e-mails, tudo isso ficou facilitado, pois ampliou-se consideravelmente os canais de comunicação.

Com isso, a cada convite pessoal ou por e-mail, os contatos se ampliam e pela amizade, temos oportunidade de organizar jornadas também para outros palestrantes, numa sequencia lógica de cidades e casas e com divisão de custos de viagem/hospedagem entre todos, tornando viável a vinda de companheiros queridos e capacitados para a grave responsabilidade da divulgação espírita.

Isso nos enche o coração de alegria, mas principalmente de gratidão!

Avante, pois,companheiros!

Capítulo XX do livro CAUSA E CASA ESPÍRITA, do autor, esgotado, adaptado para essa transcrição
Por: Orson Peter Carrara


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