...Glorificai, pois, a Deus no vosso corpo,

e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus.

Paulo (1 Coríntios 6:20)

 Somos seres imortais, vamos viver pela eternidade agora. Os bons colhendo os frutos do seu pomar, e os ignorantes colhendo suas expiações. Diz sabiamente Jesus: “A cada um segundo suas obras”. Mas ninguém está perdido; todos vão ter oportunidade de recomeçar e de ser feliz no futuro.

 

Um dos grandes equívocos nosso é o suicídio. Seja ele desejado ou seja ele ignorado. Sim, há os suicídios conscientes e os inconscientes. Fazem parte desses últimos as atitudes que ameaçam o nosso corpo e mente, como a que envolve os tóxicos para se ter um corpo escultural, perfeito; outros são os narcóticos (as drogas ilícitas – maconha, cocaína, crack, ecstasy e até remédios) e o fumo e o álcool, tão comum em nosso meio.

Um trovador que viveu em Tietê e viajava pela região, apresentando-se muitas vezes em Capivari, voltou do Além para contar as consequências do alcoolismo para nosso corpo e espírito. Trata-se de Cornélio Pires. 

O capítulo 1 do livro Diálogo dos vivos, de José Herculano Pires, transcreve a resposta em versos que Cornélio (espírito) enviou a um amigo que o interpelara, através de Chico Xavier, sobre o problema do alcoolismo na visão dos espíritos:

Informações do Além

 

"Recebi o seu bilhete,

Meu amigo João da Graça, 

Você deseja do Além

Notícias sobre a cachaça.                  

 

O assunto não é difícil.                  

Cachaça, meu caro João,                  

Recorda simples tomada                  

Que liga na obsessão.

 

(...)

 

Nas tentações manejamos

Nossa fé por luz acesa,

Mas se tomamos cachaça

Lá se vai nossa firmeza.                  

 

Olhe o caso de Antoninha.                  

Não queria desertar,                  

Encafuou-se na pinga,                  

Hoje é mulher sem lar.

 

Titino, homem honesto,

Servidor de tempo curto,

Passou a viver no copo,

Agora vive de furto.                  

 

Rapaz de brio e saúde                  

Era Juca de João Dório,                     

Enveredou na garrafa,                  

Passou para o sanatório.

 

Era amigo dos mais sérios

Silorico da Água Rasa,

Começou de pinga em pinga,

Acabou largando a casa.                  

 

Companheiro certo e bom                  

Era Neco de Tião,                  

Afundou-se na garrafa,                  

Aleijou o próprio irmão.

 

            (...)

Eis no Além o que se vê.                  

Seja a pinga como for,                  

Enfeitada ou caipira,                  

É laço de obsessor.

 

Nas velhas perturbações,

Das que vejo e que já vi,

Fuja sempre da cachaça,

Que cachaça é isso aí.”

 

Cornélio fala da cachaça, mas, com qualquer nome, é sempre o álcool destruindo vidas e famílias.

Rodrigues de Camargo

 


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