A Face Oculta Do Adoecimento Humano

E disse-lhes: Por que estais dormindo? Levantai-vos e orai, para que não entreis em tentação." (Lucas, 22:46.)

Já dizia o sábio Aristóteles (384 a.C. a 322 a.C) em seu livro Ética a Nicômaco que “é fazendo que se aprende a fazer aquilo que se deve aprender a fazer”. Em outras palavras: só saberemos o verdadeiro caminho das pedras quando aprendermos a trilhá-lo.

O saber pode ser a antessala do fazer, porém, é só através do fazer, do “botar a mão na massa” que conseguiremos a certeza sobre o que devemos realmente continuar fazendo. Confuso? Explico-me.

Depois de alguns anos realizando estudos sobre saúde mental, posso afirmar que foi só quando passei a freqüentar estágios no CAPS (Centro de Atendimento Psicossocial), em Campinas, junto aos doentes mentais que pude compreender melhor as questões do sofrimento psíquico, das síndromes, da loucura – suas faces e possíveis intervenções. Outra fonte preciosa de ‘saber através do fazer’ surgiu das vivências que tive (e continuo tendo) com meu pai, portador do mal de Alzheimer, com freqüentes episódios de delirium, além de outros sintomas comuns da doença.

Confesso que antes destas experiências, o doente mental surgia na minha mente como algo amedrontador, enigmático, até mesmo insondável. Evitava o contato com estas questões, talvez por medo de não saber como conseguir dar conta da situação. Até que surgiu a oportunidade, ou melhor, a necessidade do fazer. A partir daí, tudo mudou.

Entre outras aprendizagens, pude perceber algumas similaridades entre a loucura comum e o modo de viver de nossa sociedade, no ocidente.

É o que tentarei alinhavar neste despretensioso artigo.

Cabe dizer que ele não surge como manual para se conhecer a loucura. Existem muitos livros – ótimos, por sinal – que explicam as questões da semiologia dos transtornos mentais.

 

Buscarei trazer, em contrapartida, uma reflexão que tentará, de um lado, dar conta de sintetizar os sintomas típicos da esquizofrenia (psicose mais comumente encontrada pelos psiquiatras) e, de outro, elencar sintomas que surgem em nossa sociedade como um todo, que configuram o que chamarei de loucura social por alienação.

Iniciarei os esforços pelas vias da loucura comum.

Para tanto, imaginemos um diálogo entre dois loucos, num hospital psiquiátrico:

- Sou Jesus de Nazareth.
- Como soube disso?
- Uma revelação!
- Quem te disse?
- Deus.
- Mentiroso! Nunca lhe falei nada disso!

Embora engraçado, o diálogo traz a questão central da loucura: a perda de contato com a realidade. O sujeito cria uma realidade paralela para tentar dar conta de sua própria situação, para ele insuportável.

Os sintomas típicos desta síndrome são as alucinações, os delírios, pensamentos desorganizados e comportamento claramente bizarro. Cabe aqui diferenciar as alucinações dos delírios, pois sabemos que muitos confundem estes termos. Nas alucinações a pessoa tem ilusões auditivas ou visuais (ouve vozes, vê objetos, animais ou pessoas que não estão no ambiente). Os delírios são as idéias criadas, a realidade paralela – como no exemplo do diálogo acima.

Quanto à gênese deste transtorno, admite-se hoje que várias causas concorrem entre si para o aparecimento, como: quadro psicológico (consciente e inconsciente); o ambiente; histórico familiar da doença e de outros transtornos mentais; e mais recentemente, tem-se admitido a possibilidade de uso de substâncias psicoativas poderem ser responsáveis pelo desencadeamento de surtos e afloração de quadros psicóticos.

Allan Kardec, o codificador da Doutrina Espírita, afirma que “com efeito, a maior parte dos casos de loucura são provocados pelas vicissitudes que o homem não tem forças de suportar”.

Não nos prenderemos aqui nas causas da loucura comum, visto não ser este o objetivo deste artigo, porém podemos destacar que vivências difíceis aliadas a questões anteriores de existências pretéritas (anomalias psíquicas do Espírito reencarnante) que encontram ressonância na genética da pessoa podem deflagrar a doença.

Parto agora para outro conceito, que fala de questões mais amplas, inconscientes e de longo percurso. Trata-se, então, da loucura social por alienação.

Para tanto, me apoiarei no conceito de normose, criado pelos pensadores Jean Yves Leloup na França, e Roberto Crema, no Brasil.

De forma resumida podemos dizer que normose é uma patologia moderna, caracterizada pela aceitação de comportamentos pessoais e sociais nocivos aos indivíduos, sem questionamento. São atitudes aceitas pela sociedade e reafirmadas, constantemente, seja através da mídia ou por outros meios de propagação de ideologias, que promovem o adoecimento do ser, com profundos comprometimentos psíquicos, sociais, biológicos e espirituais.

Trata-se de alienação existencial, resultando em estagnação e adoecimento.

Se na esquizofrenia temos, como ponto central, a questão da perda de contato com a realidade, na loucura social por alienação, não é diferente. E a normose surge para dar conta de explicar esta perda de contato, suas causas e desdobramentos.

Na alienação social (doença espiritual com desdobramentos globais – em todas as áreas do ser) o doente vive em outra realidade, arrastando os dias como gado marcado a seguir para o abate.

Não sabe de onde veio; a que veio; para onde vai; o que buscar e onde buscar.

Apenas “vive”, como a maioria sugere que se deva viver.

Com práticas em estilo pão e circo, tão ao agrado do povo desde antes ainda da era Romana, as pessoas seguem os dias, caminhando como autômatos, em busca de ideais patológicos.

Citaremos abaixo alguns sintomas típicos da loucura social por alienação, com fins didáticos, salientando que muitos outros existem, porém não tão evidentes.

Dentre eles, percebemos:

1. Delírios / Vivências delirantes.  Somos seres espirituais numa experiência reencarnatória. Estamos aqui para evoluir, aprender, seja através das ciências humanas, das experiências do cotidiano ou do exercício do amor, com fins de progresso contínuo até os limites da perfeição relativa.  Inúmeros missionários tem vindo à Terra comentar nossa verdadeira realidade e os melhores caminhos a seguir, dando poderosos exemplos de amor e equilíbrio. Homens e mulheres, nas mais diversas culturas e em todos os tempos, tem vestido a roupa da carne para nos ensinarem o que buscar, como buscar, onde buscar e quando buscar. Entretanto nós nos mantemos surdos aos seus apelos, tornando-os muitas vezes como mitos inatingíveis, citados nos livros e nas cerimônias, distantes de serem realmente vivenciados. Transitamos pelo mundo, portanto, numa construção paralela da realidade, numa formação delirante.

Dentro desta situação, surgem diversos sintomas, tais como:

1.1 Meta de vida incongruente – a partir do que temos aprendido na sociedade ocidental, acreditamos que o auge do sucesso pessoal está no acúmulo de dinheiro, de poder, de prazer, etc. Tais ‘bens de consumo’ tornam-se metas a serem atingidas e, paradoxalmente, se conquistadas, levam o sujeito ao adoecimento, seja por perda de energia vital constante, seja por desequilíbrios oriundos do processo, etc. Por outro lado, se não se consegue atingir tais metas, o ser adoece por crer-se incapaz, fracassado.

1.2  Relacionamentos rasos, fluidos, frágeis – Este sintoma surge em toda uma sociedade, como reflexo da precariedade dos laços afetivos. Os casais procuram manter relacionamentos abertos, que lhes possibilitem novos encontros, pois o par ideal é uma meta a ser atingida (sempre distante). Além disso, existe a busca do prazer momentâneo. A insatisfação está, portanto, constantemente presente na esfera da afetividade humana. As pessoas desejam interagir, buscam a vivência do afeto, mas não querem se comprometer. É o que o sociólogo polonês Zigmunt Bauman chamou de amor líquido.

1.3  Aceitação sem questionamentos –  Assistimos as cenas de violência, de corrupção, de pornografia e, após breve comentário (quando surgem) passamos adiante, conformados, crendo ser ‘normal’ estas situações, na atualidade.

1.4  Eleição de bodes expiatórios – Alguns exemplos: o culpado pelo problema social é o governo; o culpado pelo problema em minha casa é meu companheiro/ minha companheira; o culpado pelo mau desempenho na empresa é o chefe mau humorado ou o colega imprudente; os culpados pela fome do mundo são as grandes potências, etc. Agimos como se fôssemos seres à parte do contexto, isentando-nos de nossa responsabilidade diante de todas as questões humanas e universais.

1.5  Ciência surge como deus – A partir do positivismo, as únicas verdades aceitas passam a ser as apresentadas pelas ciências humanas. Tendo em vista que tais ciências baseiam-se em paradigmas materialistas, percebemos que muitas vezes as receitas acabam por produzir e manter ideologias complicadas, como por exemplo, a higiene social, com táticas de exclusão.

1.6  Negação da morte – Este sintoma surge como resultado da higiene social, destacada no item anterior. A morte é um fracasso, um erro e deve ser colocada embaixo do tapete, negada. As pessoas seguem os dias sem se perceberem finitas, portanto sem refletirem sobre a própria vida.

1.7  Culto ao corpo biológico – O bom é o belo, o saudável, dentro dos padrões atuais (o magro, o musculoso, com contornos precisos), no âmbito corporal. Para manter tal padrão, as pessoas precisam comer pouco, malhar muito, se submeterem às cirurgias plásticas, etc.

1.8  Saber para promoção do poder – Os conhecimentos são buscados não para progresso íntimo e/ou social, mas para promoção e manutenção do poder (nas mais diversas instituições, inclusive as religiosas).

2.  – Vivências de vozes de comando (do coletivo/ sem reflexões). O individuo não sabe explicar como, porém ele segue crenças, conceitos que foram internalizados através da fala e exemplos de seus pais, de educadores na escola ou em relações outras.  Frases como “Você tem de ser assim! Isso é ser normal!” fazem parte do repertório comum.

3. Desequilíbrios freqüentes: Viver em alienação tem um preço alto. Somos Espíritos criados para a evolução. Quando negamos esta nossa dimensão, tendemos ao desequilíbrio, pois estamos fora da rota traçada pelo Criador. A dor (física e moral), a angústia e o adoecimento físico/mental passam a fazer parte de nossas vivências como forma de alerta.

4. Busca por ferramentas externas: Com a angústia resultante deste modo de existir, pessoas passam a buscar outros meios de sobrevivência psíquica. O aumento no uso de álcool, drogas, medicamentos SNC, relacionamentos patológicos, etc. têm sido o termômetro a sinalizar os níveis de alienação e desequilíbrios, na atualidade. Segundo a ONU, cerca de 200 milhões de pessoas usam drogas ilícitas em todo o mundo, mais da metade destas as consome ao menos uma vez por mês. Aproximadamente 25 milhões de pessoas são dependentes químicos. Outro dado relevante aponta que, em 04 anos, a venda do medicamento Rivotril cresceu em 36% no Brasil. O clonazepam (principio ativo do Rivotril) é normalmente prescrito como ansiolítico geral e também para Síndrome do Pânico, Ansiedade, Distúrbio bipolar, Agorafobia, Depressão (como coadjuvante de antidepressivos, pois estes, geralmente causam insônia) e para tratamento de epilepsia (também como coadjuvante), o que reflete como anda a saúde mental do povo brasileiro. Cabe citar que esta droga é uma das mais vendidas nas farmácias de nosso país.

5. Desserviço à educação de almas. Aqueles que vivem na normose são, por lógica, propagadores de normose. Tornam-se, portanto, péssimos educadores das almas que chegam ao Planeta, com fins evolutivos.

6. Aumento dos crimes, da violência, da pornografia, etc. Até aqui falamos sobre a alienação nesta vida, ou seja, na existência física, a atual. Como resultado destas vivências, temos, além da pouca qualidade emocional, a abreviação da própria vida física¹ , com enormes prejuízos ao Espírito Imortal. Ganhamos alguns tímidos passos na escada evolutiva, através de nossas experiências, mas deixamos de caminhar longos quilômetros por falta de bússola e boa vontade.

Temos aprendido, através da Doutrina Espírita que a vida não se resume a esta existência, muito ao contrário – após a morte física somos lançados em outra dimensão, de acordo com nosso padrão mental.

E, na outra vida – a verdadeira vida, a situação fica ainda mais complicada.

A partir deste momento passaremos a destacar nossas experiências no campo mediúnico², aliadas ao saber Espírita que se consolidou através de inúmeros estudos,

1. Muitos programam estagiar no mundo físico por 70, 80 anos, tendo de retornar ao Mundo Espiritual antes do tempo, por desgastes provocados através deste modo de ser – são os chamados suicídios indiretos.

2. A autora do artigo realiza atividades no campo mediúnico, como médium, há 21 anos, sendo, também, monitora de estudos avançados espíritas com a importantíssima contribuição dos Espíritos André Luiz, Emmanuel, Humberto de Campos [entre outros], através da mediunidade de Francisco Cândido Xavier.

Tanto nas obras ditadas por estes valorosos Espíritos como em nossas experiências no campo da mediunidade, temos visto relatos de irmãos nossos, que freqüentemente visitam as Casas Espíritas em busca de alivio para suas dores e angustias, trazendo na fala os sintomas típicos da alienação a que se submeteram durante a vida física, com maiores agravantes. São alguns deles:

1. Desconhecimento sobre o próprio estado:

1.1  Sono angustiante por longos períodos – São os que habitualmente crêem no sono após a morte, com despertar previsto para o momento do juízo final - seguindo os preceitos da religião que abraçaram.

1.2  Ficam perdidos, caminhando, sem saber para onde - Não sabem de onde vem, nem para onde vão. Fogem daquilo que acreditam ser perigoso, sem contudo conseguirem encontrar algo familiar, que lhes dê algum conforto ou alívio. Por vezes voltam aos seus lares, mas não entendem porque as pessoas não lhes vêem e nem lhes dão ouvidos.

1.3 Estágios de longos períodos nas regiões umbralinas ou trevosas – Após a morte física demoram-se em locais nos quais se reúnem muitos Espíritos sofredores, aumentando suas dores e angústias. Não têm consciência de onde estão, tampouco de como poderiam fazer para sair dali.

2. O Espírito sabe onde está, mas não consegue sair:

2.2  Fixam-se em seus lares - desequilibram os familiares, pois, mesmo sabendo que já não pertencem mais ao mundo físico, perdem-se em lamúrias, cobranças, falas que não podem ser ouvidas, porém sentidas, abalando sobremaneira os seres amados.

2.3  Fixam-se no ambiente de trabalho – desequilibram o ambiente profissional, tentando manipular decisões, alterar rumos, etc.

2.4  Ficam em torno das mesmas sensações -  fumantes, drogaditos, alcoólatras, etc. fixam seu psiquismo em torno das pessoas que fazem uso destas substâncias, em busca dos prazeres que sentiam, quando em vida física.

2.5 Cristalizados em determinadas posses ou acontecimentos – Espíritos que viveram em prol do acumulo financeiro tendem a se imantarem junto daqueles que recebem heranças; outros fixam-se nos últimos acontecimentos reencarnatórios, repetindo as vivências criticas do momento da morte física, num continuum que resulta em enormes sofrimentos.

Estas experiências fazem-nos relembrar o lúcido comentário de Jesus de Nazareth, citado por Mateus, no capítulo 6, versículo 21: "Porque, onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração".

3. Não conhecem o valor da oração - Quando convocados a orar, confessam não ter se lembrado disso, nem no mundo físico. Não tiveram contato com esta poderosa ferramenta de reequilíbrio.

4. Não conseguem visualizar a ajuda - Não percebem os parentes, os amigos, os protetores que se aproximam, tentando ajudá-los, devido a grande distância no padrão vibratório.

5. Sofrimentos “físicos” e morais - Dores, taquicardia, falta de ar, enjôos, angustias são comuns. O corpo perispiritual, atingido pelas ações equivocadas, apresenta deformidades. Devido ao estado demasiadamente ‘animalizado’ do Espírito, as sensações são idênticas as vivências físicas, muita vez potencializadas.

Enfim, estes são alguns dos sintomas que vemos surgir nos relatos dos nossos irmãos desencarnados. Cabe salientar que tais sintomas variam ao infinito, uma vez que existem inúmeras formas de ser e de agir no mundo. O que, porém, nos salta aos olhos são as dores e desequilíbrios que a maioria deles traz até nós, desesperados por conseguirem algum alívio.

Quando ‘despertados’ para aquilo que deveriam ter realizado, a dor moral reaparece, desta vez com outras disposições, convocando-os ao reajuste, através de novas tentativas. Já dizia o médium Francisco Cândido Xavier que “o maior sofrimento para o Espírito no além é a consciência do tempo perdido”.

Emmanuel, na lição Por Que Dormis?, do livro Caminho Verdade e Vida, comenta que "inúmeras comunidades de alicerces cristãos permanecem dormindo nas convivências pessoais, nos mesquinhos interesses, nas vaidades efêmeras. Falam do Cristo, referem-se à sua imperecível exemplificação, como se fossem sonâmbulos, inconscientes do que dizem e do que fazem, para despertarem tão-só no instante da morte corporal, em soluços tardios". Por fim, conclama: "Levanta-te e esforça-te, porque é no sono da alma que se encontram as mais perigosas tentações, através de pesadelos ou fantasias". (EMMANUEL, pag. 189).

Ninguém que abandona o corpo desvitalizado se torna consciente, como num passe de mágica. Geralmente este despertar surge a custa de muito sofrimento. Devemos buscar este despertar para nossa verdadeira vida desde já, o quanto antes.

Na loucura comum usamos os antipsicóticos, as terapias, para alivio dos sintomas de nossos irmãos em desequilíbrio.

Na loucura social, entretanto, o antídoto é a reflexão, a oração e a vivência modificada.

Só os que conseguem respirar acima dos padrões ‘normóticos’ da atualidade, poderão perceber quais são e de que forma devem atingir seus objetivos existenciais.

São estes, ainda, que conseguirão, através da lucidez espiritual [na qual firmam seus passos], auxiliar com eficácia aqueles que ainda não despertaram para a grande realidade de todos nós, ajudando na construção de um amanhã melhor, mais justo, mais equilibrado, mais feliz.

 

 

Referências Bibliográficas:

ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco. Introdução, tradução e notas de António de Castro Caeiro. São Paulo: Atlas Editora, 2009;

BAUMAN, Z. Amor líquido: sobre a fragilidade dos laços humanos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editora; 2004.

DALGALARRONDO, P. Psicopatologia e Semiologia dos Transtornos Mentais; 2. Ed. Porto Alegre: Artmed, 2008.

KARDEC, A. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Capítulo V. Bem Aventurados os Aflitos. Item 14 - O suicídio e a loucura. FEB, Rio de Janeiro; 2001.

LELOUP, Jean-Yves; CREMA, R.; WEIL, P. Normose, a patologia da normalidade. Campinas: Verus, 2003.

SCHNEIDER, K. Psicopatologia Clinica. São Paulo: Mestre Jou, 1976

XAVIER, F. C.; Caminho, Verdade e Vida, pelo Espírito Emmanuel, capítulo Por Que Dormis?; Rio de Janeiro, FEB, 2005.


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