Este é o tema que será abordado por Claudia Mandato Gelernter no Seminário “Evolução para o Terceiro Milênio”, que será realizado em Itu, no dia 10.03.2012, na Rua Maestro Jose Vitório, 137 – Centro (SINCOMÉRCIO).

Cada vez mais jovens tem adentrado para o perigo do mundo das substâncias psicoativas.

Muita vez, crianças ainda, raros possuem recursos básicos emocionais para poderem sustentar as dificuldades que surgem após a entrada na situação de dependência.

Um em cada cinco brasileiros, já consumiu, pelo menos uma vez na vida, algum tipo de droga psicotrópica.

As drogas mais consumidas são o álcool e o cigarro, chamados de drogas lícitas.

A primeira vista, esta informação pode parecer assustadora, uma vez que as drogas citadas são lícitas e aceitas socialmente.

São estas também as drogas mais consumidas entre os jovens e são o porto de entrada para o consumo de drogas mais pesadas, como a maconha e a cocaína.

Ao contrário do que costumam pensar os pais e professores, preocupados com a exposição das crianças e dos jovens às drogas, não é pela maconha que eles se iniciam, mas pela bebida e pelo cigarro. Eles gostam da sensação que o álcool e o tabaco provocam e não percebem neles algo perigoso.

A partir daí, a curiosidade natural da idade leva os adolescentes a buscar outras drogas, outras experiências.

Quanto mais cedo o contato com a droga, maior o risco de o adolescente se tornar usuário freqüente.

A pré-adolescência e a adolescência são fases de formação da identidade e de contato com o mundo, e se o jovem associar lazer e socialização com o uso de drogas, elas passam a ser parte de sua personalidade.

E o consumo de álcool começa cedo, aos 11 anos. O cigarro vem aos 12 e a maconha aos 13 anos.

Os especialistas advertem também para o consumo dos chamados “ices”, bebida de teor alcoólico maior que o da cerveja, mas tem gosto parecido com o do refrigerante e são consumidos até por crianças de 8 ou 9 anos.

Assim, os pais não devem se preocupar apenas com os traficantes que tentam aliciar os jovens na porta da escola, pois nos dias de hoje, os riscos estão por toda parte, até mesmo dentro da própria casa, como o consumo permissivo de drogas lícitas como o álcool.

A prevenção é o instrumento mais poderoso para impedir que os jovens acabem buscando uma saída nas drogas para diversos problemas.

Sem dúvida um dos meios mais eficazes de prevenção, é a ação preventiva e permanente dos pais, que devem ser iniciadas dentro da própria casa e dos professores dentro das salas de aula.

Diante de problemática de largo alcance, buscaremos através deste Seminário, sob a ótica da Doutrina Espírita, definir quais são os maiores desafios neste tema, assim como as possibilidades reais de ação efetiva, buscando minimizar tais impactos, envolvendo a todos nesta luta: usuários, famílias e sociedade.

Fonte: Grupo Saúde e Vida

Por: Rita Ramos Cordeiro


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