Artigos


A casa espírita deve ser impreterivelmente um centro formador da educação moral e espiritual e ser um santuário de oração e de serviço fraterno. 

Os aspirantes à prática da mediunidade necessitam ter consciência de que se deparam ante uma das mais sérias obrigações espirituais com a vida. Antes de serem fixados nas reuniões mediúnicas, os médiuns precisam cientificar-se, com segurança e discernimento, do que seja o Espiritismo.   Contudo, quase sempre os candidatos à tarefa mediúnica desconhecem os princípios fundamentais deixados por Allan Kardec nas obras basilares e nas instruções complementares. 

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Allan Kardec usou o título Atmosfera espiritual, em sua Revista Espírita de maio de 1867, para abordar a questão da influência dos maus fluidos - produzidos pelos sentimentos contrários à caridade -, que tornam os ambientes desagradáveis e muitas vezes intoleráveis.   

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José Reis Chaves - 
Sacrifícios de sangue agradam apenas aos espíritos atrasados

Praticando o mal, traçamos o nosso destino provisório de sofrimento, pois vamos colhendo o que semearmos como nos ensinam as escrituras sagradas de todas as religiões. E, assim, vamos caminhando, até que consigamos a difícil passagem pela porta estreita, segundo o Mestre dos mestres, aquela que muitos querem, mas não conseguem passar por ela, e ao que eu acrescento que, por enquanto, muitos nem sequer querem passar por essa porta. Mas não faltará o momento de eles o desejarem e por ela conseguirem passar, como aconteceu com o filho pródigo da parábola, que, só após colher os amargos e disciplinares frutos da má semeadura que fez, despertou para a sua libertação.

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Meu caro amigo(a) e leitor(a): não se impressione com o barulho que a mídia está fazendo com o tema "violência no país". Há um exagero em tudo isso. É claro que vivemos um período difícil e ninguém está querendo "tapar o sol com peneira", mas também vivemos o mais importante momento na história humana.

Mais importante porque toda essa crise moral vai despertar a humanidade. Se o ser humano não foi capaz de acordar com o ensino em todos os tempos, a dor será capaz de finalmente acordar-nos para a realidade e finalidade de existir.

A caminhada humana sempre foi de lutas e cada um, por si só, pode atestar essa afirmação em si mesmo. Quem de nós não trava imensas lutas interiores na conquista daquilo que julgamos o melhor para a própria felicidade...?

O que temos verificado, principalmente no recente dezembro e começo do ano, foi aquela "enxurrada" de pedidos de paz e votos de felicidade no ano novo. Pois bem, entrou o ano novo e a violência acelerou-se. O que acontece?

É que ficamos na teoria. O que efetivamente estamos realizando para construir a tão sonhada paz? Temos nos interessado pela imensa massa humana carente que está ao nosso redor? Que passa fome (de comida e de afeto), que não tem emprego, que vive esquecida e desprezada... Crianças sem rumo, sem escola, idosos abandonados, doentes sem assistência e tudo o mais que está por aí... Posição pessimista? Não, pura realidade que qualquer um constata a cada passo.

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Jesus tinha o hábito de ministrar ensinamentos por parábolas.

São pequenas histórias que contêm grandes lições.

O povo rude da época não possuía condições de compreender a amplitude das ideias do Mestre Divino.

Por isso, Ele sabiamente vestiu Suas ideias com uma capa de alegoria.

Cada qual identifica nessas histórias um ensinamento de acordo com seu nível de entendimento.

O Espiritismo lança luzes sobre uma série de questões que, por muito tempo, permaneceram incompreensíveis.

É interessante refletir sobre as parábolas tendo em mente princípios espíritas, como a reencarnação e as Leis de Liberdade e de Causa e Efeito.

A parábola do Filho Pródigo é emblemática, pelas graves reflexões que suscita.

Dentre elas, chama a atenção à postura do pai.

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Wellington Balbo – Salvador BA

O Espiritismo mostra pelos seus princípios ser o grande educador da alma humana na Terra.

Muito mais do que revelar que a vida rasga o véu da morte, a doutrina codificada por Kardec é um precioso roteiro para quem está encarnado.

Enfim, os Espíritos falam para nós, para quem está aqui neste planeta de provas e expiações. Por isso gosto tanto de mostrar como a Doutrina Espírita pode ser aplicada em nosso dia a dia a descomplicar as coisas.

Recordo-me que há aproximadamente 20 anos, quando iniciei meu contato com o Espiritismo, constatei um fato curioso que o estudo, sempre ele, iria desmistificar.
Frequentava determinado centro espírita e via as águas sendo colocadas na mesa para fluidificação. Interessante: alguns frequentadores destampavam as garrafas enquanto outros deixavam as garrafas abertas.

Naquela época a incidência de mosquistos na casa espírita tornava quase impossível a missão de nenhum deles – os mosquitos – invadirem as garrafas e serem também fluidificados. Brincadeiras à parte, comum o orador chamar atenção das pessoas:
Gente, não há problema algum, tampem as garrafas, podem tampar.

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O Espiritismo não se resume à mediunidade, da qual não é nem dono nem criador. A mediunidade é capacidade fisiológica que todos têm em maior ou menor grau e que permite comunicação direta ou sutil com a espiritualidade, de modo que os encarnados na Terra possam receber apoio espiritual para vencer a si mesmos. Esse dom, quando ostensivo, necessita ser estudado para que não seja um entrave, mas sirva de apoio na evolução dos homens.
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O Espiritismo não se resume a atividades de recepção de energias, quais sejam os passes, água fluidificada e vibrações: ele precisa ser compreendido uma vez que é doutrina cristã que estimula a prática real e cotidiana dos ensinamentos de Jesus, exigindo estudo dos seus conceitos através do conhecimento da codificação espírita, para melhor serem utilizados.
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O Espiritismo não se resume na reencarnação, lei natural que independe da vontade dos homens. Ele a explica como prova de justiça divina que dá a todos a oportunidade de renascerem e evoluírem até que tenham quitado seus débitos e se purificado espiritualmente nas incontáveis vidas na pobreza, riqueza, poder ou humildade, como homens e mulheres, saudáveis ou doentes, perfeitos ou deficientes, ou seja, em toda oportunidade de aprendizado possível.

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“… tempos virão, para a Humanidade terrestre, em que o estábulo, como o lar, será também sagrado.” Missionários da Luz – André Luiz & Francisco Cândido Xavier)

É natal! Tempo de paz? Sim, mas não para os animais; irmãos em Cristo que continuam a ter as suas vidas ceifadas para a comemoração do nascimento de Jesus. Contraditório comemorar a vida com a morte, mas sempre é tempo para refletir e mudar.

O que nos faz evoluir é a capacidade de reflexão. Ler, interpretar, buscar de alguma forma informação e fazer desta, conhecimento para a mudança de posturas.

Grandes lições nos são ofertadas pela obra Antologia Mediúnica ao Natal. E que possamos refletir com alguns pequenos trechos sobre as questões que envolvem os nossos irmãos animais:

 

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Todas as religiões cristães reverenciam, com extremado carinho e profunda gratidão, a figura ímpar de Maria de Nazaré, a sublime mãe de Jesus.
No Espiritismo - doutrina que se assenta em bases científicas, filosóficas e religiosas, sendo que, nesta última, como Cristianismo redivivo, caracteriza o Consolador prometido por Jesus - também aprendemos a reconhecer em Maria uma Entidade evoluidíssima, que já havia conquistado, há 2000 anos, elevadas virtudes, tornando-a apta a desempenhar na crosta terrestre tão elevada missão, recebendo em seus braços o Emissário de Deus que se fez menino para se transformar "no modelo da perfeição moral que a Humanidade pode pretender sobre a Terra." (1)
  Além do que se conhece nas antigas tradições religiosas, especialmente no Novo Testamento, encontramos na literatura espírita outros importantes dados biográficos de Maria, que vieram até nós por via mediúnica, naturalmente extraídos de arquivos fidedignos do Mundo Espiritual, revelando-nos que Ela continua até hoje zelando com muito carinho pela Humanidade terrestre, encarnada e desencarnada.

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No último 21 de setembro, proclamado pela ONU como Dia Internacional da Paz, e recentemente a data 2 de outubro ela proclama Dia da Não Violência. Estas datas comemorativas têm como intuito despertar as criaturas e sensibilizá-las para o tema, mesmo sabendo que verdadeira paz independa de leis, normas, códigos; ela depende da nossa decisão em nos tornarmos pessoas que vivenciam a paz. Para isso, auto educar-se, transmutando os hábitos de violência, seja física ou moral para hábitos saudáveis, nos quais exista o respeito ao próximo.

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Cintilância não é sinônimo de harmonia e paz.

Há claridade nos incêndios destruidores que consomem vidas e bens.

Resplendor sinistro transparece nos bombardeios que trazem a morte.

Reflexos radiosos surgem do lança-chamas.

Relâmpagos estranhos assinalam a movimentação das armas de fogo.

No Evangelho, porém, é diferente.

Comentando o Natal, o Evangelista Lucas assevera que o Cristo é a luz para iluminar as nações.

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