Artigos

Sofremos uma angústia quase palpável ao ver atos de verdadeira insanidade serem praticados dentro do mundo revolto, criando chagas cada vez mais doloridas que se espalham aparentemente incontroláveis. Não há como um coração solidário, fraternal, manter-se indiferente em meio a tantos embates que a ainda bélica e egoística sociedade humana construiu e alimenta em si mesma.

Contudo, nos contradizemos o tempo todo quanto ao que falamos, fazemos, verdadeiramente acreditamos e o que dizemos acreditar. Erramos e depois nos entregamos em desespero aos resultados.

O choro alivia quando a tensão se intensifica, mas choro inativo é lamúria vazia, nada acrescenta, nada muda. A indignação é inversamente proporcional à fé que se diz sentir. Quem crê verdadeiramente em Deus compreende que Ele tudo sabe e deve haver uma razão para permitir que certas coisas ocorram - a vida tem intenção educativa, o que ainda nos falta aprender? 

Leia mais...

O problema da pobreza é muito diverso e complexo.

Talvez o ser pobre significa ter falta de segurança e estabilidade, portanto não é só uma questão de carência de dinheiro.

O mundo atual tem alguns vencedores e muitos perdedores. Os pobres se encaixam na categoria dos perdedores, daqueles que não podem surfar na onda de mudança e que, de certa forma, são esmagados por ela.
  A palavra “pobre” deriva do latim pauper, radicado em paucus (pouco).

No conceito original, “pobre” não era o deserdado, mas o terreno agrícola ou gado que não produzia o suficiente. Sob outro ponto de vista, entre alguns grupos, especificamente os religiosos, a pobreza é considerada como necessária e desejável, e deve ser aceita para alcançar um certo nível espiritual, moral ou intelectual.

Leia mais...

 

 

 

Jesus transcende tudo quanto a Humanidade jamais conheceu e estudou.

Personalidade singular tem sido objeto de aprofundadas pesquisas através dos tempos, permanecendo, no entanto, muito ignorado.

Amado por uns e detestado por outros, conseguiu cindir o pensamento histórico, estabelecendo parâmetros de felicidade dantes jamais sonhada, que passaram a constituir metas desafiadoras para centenas de milhões de vidas.

Podendo ter disputado honrarias e destaques na comunidade do Seu tempo, elegeu uma gruta obscura para iluminá-Ia com o Seu berço de palha e uma cruz hedionda para despedir-se do convívio com as criaturas em Sua breve existência, na qual alterou totalmente as paisagens culturais do planeta.

Vivendo pobremente, em uma cidade sem qualquer significado social ou econômico, demonstrou que a inteligência e a sabedoria promanam do Espírito e não dos fatores hereditários, ambientais, educacionais, que podem contribuir para o seu desdobramento, nunca, porém, para a sua gênese.

Movimentando-se entre multidões sequiosas de orientação, numa época de inconcebíveis preconceitos de todo gênero, elegeu sempre os indivíduos mais detestados, combatidos, perseguidos, excluídos, sem que abandonasse aqueles que se encontravam em patamares mais elevados na ribalta dos valores terrestres.

Portador de incomum conhecimento da vida e das necessidades humanas, falava pouco, de forma que todos lhe apreendessem os ensinamentos e os incorporassem ao cotidiano, sem preocupar-se com os formalismos existentes.

Leia mais...

Waldenir Aparecido Cuin

Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo. (Jesus)

Vencer o mundo é bem diferente de vencer no mundo. Sendo filhos de Deus, fomos criados na simplicidade e na ignorância, tendo como objetivo e meta chegar à perfeição, isso, obviamente, fazendo uso do livre-arbítrio e do esforço próprio, contando sempre com os mecanismos de apoio e segurança oferecidos pelo Pai Celestial.

No âmbito do código divino não existem privilégios a ninguém, assim, cada criatura humana colherá o fruto decorrente da semente plantada, recebendo o reflexo de cada ação que praticar.

Leia mais...

“A gente deve lutar contra o comodismo e a ociosidade; caso contrário, vamos retornar ao Mundo Espiritual com enorme sensação de vazio... Dizem que eu tenho feito muito, mas, para mim, não fiz um décimo do que deveria ter feito...” (Chico Xavier).

"A questão mais aflitiva para o espírito no Além é a consciência do tempo perdido". (Chico Xavier)
(Do Livro "O EVANGELHO DE CHICO XAVIER", por Carlos A. Baccelli). 

O título deste artigo refere-se a uma lição extraída da obra “Nossas Riquezas Maiores”, psicografada pelo confrade José Raul Teixeira, onde a benfeitora espiritual Thereza de Brito aborda a questão do comodismo.

Ela assevera que “Se você se detiver a examinar as múltiplas dificuldades que impedem seu crescimento mais dinâmico para Deus, com sinceridade, verificará que elas se apoiam no comodismo”.

Leia mais...

Jorge Hessen

O sentimento e a sabedoria são as duas asas com que a alma se elevará para a perfeição infinita. O Espírito de Verdade adverte: "Espíritas: amai-vos, eis o primeiro ensinamento; instruí-vos, eis o segundo”. Tal pensamento tem sido amplamente divulgado nas hostes espíritas. O primeiro ensinamento é claro, reforçando a base cristã do Espiritismo. É a reprodução das palavras do Cristo, "Este é o meu mandamento: Amai-vos uns aos outros, como eu vos amo". O segundo amplia-nos a capacidade de raciocínio, por isso devemos estudar incessantemente a fim de amarmos com grandeza e liberdade.

Com o amor e a instrução alcançamos o avanço moral e adiantamento intelectual, ambos são imprescindíveis ao nosso progresso, sendo importante, contudo, ponderar a superioridade do primeiro sobre o segundo, porquanto o aspecto intelectual sem a moral pode oferecer numerosa perspectiva de queda, na repetição das experiências, enquanto que o avanço moral jamais será excessivo, representando o núcleo mais importante das energias evolutivas.

Leia mais...

É comum se ouvir falar de ingratidão. Amigos que depois de terem privado da maior intimidade, se voltam violentos, desejando destruir. Basta uma pequena contrariedade, uma questão política, um diverso ponto de vista religioso. Eis formada a querela. O distanciamento.

Esquece-se de todos os benefícios recebidos. Dos abraços, das promessas, das alegrias repartidas e vividas em conjunto.

Esse tipo de comportamento demonstra como o homem, embora se diga humano, muito necessita crescer para se considerar como verdadeiro participante da Humanidade.

Recordamos de uma antiga lenda judia que fala de um homem condenado à morte e que ia ser apedrejado.
Os carrascos lhe jogaram grandes pedras. O réu suportou o terrível castigo em silêncio. Nenhum grito. Na sua condição, compreendia que a desgraça havia caído sobre ele e que seus gritos de nada serviriam.
Passou por ali um homem que havia sido seu amigo. Pegou uma pequena pedra e atirou na direção do condenado. Somente para demonstrar que não era do seu partido.

Leia mais...

Muito frequentemente, ouvimos adeptos do Espiritismo, declararem, não sabemos, baseados em que autoridade, que os códigos firmados por Allan Kardec foram “ultrapassados”, por obras espíritas modernas, incluindo também Léon Denis, a par do Codificador nesse conceito irreverente.

Mesmo alguns espíritas de certa circunspeção têm afirmado tal à novidade de suas tribunas, incorrendo, portanto, em melindrosa responsabilidade perante a doutrina.

No entanto, bastará pequeno raciocínio para observamos que, nem Allan Kardec, nem Léon Denis foram ultrapassados agora, e nem serão tão cedo, assim como não foi o Evangelho , que há dois mil anos, aos homens o mais perfeito código de moral até hoje conhecido, código que, não obstante ainda não é acatado pelos próprios cristãos, com poucas exceções visto que a própria Terra, com seus prejuízos de planeta inferior, não comporta por enquanto, a prática integral de tão elevados, princípios. E não poderia Allan Kardec estar ultrapassado, porque ainda não apareceram, depois dele, no mundo inteiro obras melhores que as por ele firmadas, sobre o mesmo assunto.

A humanidade, por sua vez, ainda não foi despertada pelos ensinamentos que os livros deles apresentam, e os próprios espíritas os conhecem tão poucos que, no próprio movimento espírita, são eles ainda desconhecidos nas suas mais belas e significativas expressões.

Leia mais...

Estudando a Doutrina Espírita, entendemos nossa posição como seres criados por Deus. Como verdadeiras pedras preciosas, necessitamos de polimento para brilhar. Todo polimento exige forte atrito. Assim para brilhar como filhos de Deus, necessitamos de muita luta para que possamos atingir a beleza espiritual. Costuma-se chamar “espirito de luz” os mais avançados em moral e sentimento.

Contudo, somos agraciados com muitos momentos de felicidade neste mundo de expiação e provas. Ainda conservamos grande parcela de orgulho e egoísmo e assim deixamos de aproveitar as coisas simples e belas em nossa existência. Não observamos as dádivas do Criador que a todo o momento envolve suas criaturas em sons e cores, através da natureza.

Leia mais...

Jorge Hessen 

Será que o veneno da língua maledicente aproxima as pessoas fuxiqueiras? Pesquisadores das universidades de Oklahoma e do Texas (EUA) afiançam que “amizades” mais duráveis partilham julgamentos negativos (intrigas) sobre coisas e pessoas em comum, por isso depreciam os outros ao redor. Há grupos de “amigos” que tendem acolher as mesmas coisas e as mesmas pessoas fofoqueiras e rejeitar as pessoas miradas pelo grupo. Se alguém conhece um conluiado que faz restrições idênticas (afinidade moral) sobre o comportamento de outrem, as chances de se “gostarem” são grandes.

Quando se fala mal de algo ou de alguém para um cúmplice e este concorda com o que é dito, ambos sentem-se “melhores” e “avigorados”, pois ambos legitimam aquele sentimento ruim, e faz com que “percebam” mais força, e ganhem uma imensa “autoconfiança” para o mal. O filósofo Platão admoestou: “Calarei os maldizentes continuando a viver bem; eis o melhor uso que podemos fazer da maledicência” Platão.

Leia mais...

DISSERTAÇÃO MORAL DITADA POR SÃO LUÍS À SENHORITA ERMANCE DUFAUX - 6 de janeiro de 1858


REVISTA ESPÍRITA - ALLAN KARDEC - FEVEREIRO 1858 - ANO I
1. Tu, que possuis, escutas-me. Certo dia, dois filhos de um mesmo pai receberam, cada um, o seu alqueire de trigo. O mais velho guardou o seu num lugar oculto; o outro encontrou no caminho um pobre a pedir esmolas; dirigindo-se a ele, despejou no seu manto metade do trigo que lhe coubera; depois, seguiu caminho e foi semear o resto no campo paterno. Ora, por esse tempo veio uma grande fome, as aves do céu morriam à beira dos caminhos. O irmão mais velho correu ao seu esconderijo, ali não encontrando senão poeira; o caçula, tristemente, ia contemplar o trigo que havia secado no pé, quando depara com o pobre que havia assistido. - Irmão, disse-lhe o mendigo, eu ia morrer e tu me socorreste; agora que a esperança secou em teu coração, segue-me. Teu meio alqueire quintuplicou em minhas mãos; aplacarei tua fome e viverás em abundância.

Leia mais...


Cadastre-se em nosso informativo
  1. Nome
    Digite o seu nome
  2. Email(*)
    Digite o seu email
  3. Captcha
    Captcha
      RefreshInvalido

 

Pesquisa

Receba o Informativo

  1. Nome
    Digite o seu nome
  2. Email(*)
    Digite o seu email
  3. Captcha
    Captcha
      RefreshInvalido

PodCast do Miécio

PodCast Espirita no. 20 - Obsessão, desobsessão

PodCast Espirita no. 20 - Obsessão, desobsessão

  .. Download   No computador     Download mp3 (https://goo.gl/ooZ0N1)     No...

PodCast Espirita no. 19 - Mudanças na terra, como agir?

PodCast Espirita no. 19 - Mudanças na terra, como agir?

  .. Download   No computador     Download mp3 (https://goo.gl/LT27eq)     No...

Podcast no.: 18 - Deficiências, por quê?

Podcast no.: 18 - Deficiências, por quê?

  .. Download   No computador     Download mp3 (https://goo.gl/5V1Vug)     No...