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A Doutrina Espírita, quando bem estudada, provoca o entendimento de que todos somos preparados para a independência espiritual, e dessa forma, não tem a finalidade de resolver os problemas das pessoas, mas confere a cada um, as bases para a compreensão das situações que o envolvem.

Com relação aos casos de perturbação espiritual, onde somos envolvidos por influências dos Espíritos perversos, algumas observações merecem especial atenção.

Geralmente, diante dessas situações, nos sentimos como vítimas dos seres invisíveis, no entanto, não somos tão inocentes assim, afinal, esses Espíritos são, na maioria das vezes, convidados daqueles que sofrem as perturbações.

Estes Espíritos desprovidos de paz, sentem-se atraídos pelas nossas emanações mentais, como aprendemos em O Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo Coletâneas de preces II – Para Afastar Os Maus Espíritos, no item 16 – Prefácio “Os maus Espíritos só estão aonde podem satisfazer a sua perversidade. Para afastá-los, não basta pedir, nem mesmo ordenar que se retirem: é necessário eliminar em nós aquilo que os atrai. Os Espíritos maus descobrem as chagas da alma, como as moscas descobrem as do corpo. Assim, pois, como limpais o corpo para evitar as bicheiras, limpai também a alma das suas impurezas, para evitar as obsessões. Como vivemos num mundo em que os maus Espíritos pululam, as boas qualidades do coração nem sempre nos livram das suas tentativas, mas nos dão a força necessária para resistir-lhes”.

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Anteriormente, quando tomávamos conhecimento de alguma notícia chocante sobre homicídio, suicídio, suborno, indignidade de pessoas aparentemente respeitáveis, autoridades de qualquer jaez, éramos dominados pelo desencanto e, às vezes, pela compaixão.

Nos últimos tempos, de tal forma os crimes hediondos se tornaram tão repetitivos e descritos nos seus detalhes mais escabrosos, em manchetes espalhafatosas e comentários perturbadores, que estão quase banalizados.

Acostumamo-nos, cada dia, com os novos escândalos que diminuem de intensidade e levam ao esquecimento os anteriores, que nos haviam surpreendido de especial maneira, e já não causam tanto espanto nenhuma tragédia nem desgraça individual ou coletiva.

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A irresponsabilidade política – fruto de nossas imperfeições morais que geram omissão ou indiferença de eleitores e mesmo interesses de ambos os lados, e abusos dos eleitos – trouxeram o país ao quadro preocupante aí presente. Por outro lado a fragilidade de nossas leis e o sistema político, que não buscam o interesse da nação e permitem abusos de toda ordem, geraram o caos escancarado no panorama político que abala a Pátria.

Mas o país é mais que políticos e suas leis. Políticos desonestos ou corruptos responderão perante a própria consciência no devido tempo. As leis sofrerão, no amadurecimento trazido pelo tempo, as alterações que as tornem justas e não permitam os abusos ora em andamento. Aliás, vale dizer que a corrupção não está apenas na política, ela habita antes em nós mesmos...

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O mal de “Alzheimer”, assim chamado por ter sido descrito, pela primeira vez, em 1906, pelo psiquiatra alemão Alois Alzheimer, é uma doença degenerativa com profundas causas espirituais.

À semelhança de outras patologias psiquiátricas – diria, com maior propriedade, espirituais! –, como, por exemplo, a esquizofrenia, o mal de “Alzheimer”, cujo gene desencadeante, mais cedo ou tarde, a Ciência terminará por descobrir, tem no espírito a sua origem.

Ousaria dizer, nesta rápida análise, que a referida enfermidade, que, sem dúvida, vem, dia a dia, crescendo nas estatísticas médicas, longe de ser causa de prejuízo para o espírito reencarnado, surge justamente em seu auxílio, neste período decisivo para todos os que se encontram vinculados à Evolução do planeta.

Não mais se constitui em novidade para os estudiosos do Espiritismo que muitos, de alguns lustros para cá, estão tendo as suas últimas oportunidades sobre a Terra, aonde vem ocorrendo o mesmo fenômeno que provocou em Capela o êxodo de milhões e milhões de espíritos recalcitrantes.

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Imaginemos alguém que, com um perfume muito forte, permanece determinado tempo em ambiente fechado. A fragrância do seu perfume irá se espalhar pelo ambiente, que ficará impregnado, durante algum tempo, com o odor característico. Da mesma forma, o resultado do que pensamos e sentimos, fica indelevelmente plasmado naqueles ambientes que mais costumamos freqüentar.
Assim, os nossos lares, os ambientes de trabalho, os locais onde se realizam cultos religiosos e de outros tipos, ficam com suas atmosferas marcadas pelas formas-sentimento e formas-pensamento que comumente ali são expressadas. Quem penetrar em um desses ambientes, inconscientemente ou não, se sentirá inclinado a sintonizar-se psiquicamente com as vibrações ali caracterizadas, sejam agradáveis ou desagradáveis.

Por outro lado, se alguém com um perfume muito forte nos abraça, inevitavelmente herdaremos o odor que dessa pessoa é emanado, seja ele prazeiroso ou não. Da mesma forma que o perfume alheio nos invade a atmosfera pessoal, as vibrações espirituais de quem nos abraça também nos invadem a organização íntima, nem que essa troca energética se processe - e também se conclua - em poucos segundos, tempo necessário para que as defesas energéticas da aura administrem a invasão energética.

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No mês de dezembro, as indefectíveis resoluções do Ano Novo. As pessoas listam iniciativas que visam melhorar a qualidade de vida, em vários aspectos.

Saúde: Queimarei gorduras indesejáveis, malhando na academia. Desenferrujarei as pernas com caminhadas diárias. Porei cadeado na boca, reduzindo o excesso de peso Deixarei de ser o bobo na outra ponta do cigarro aceso.

Vida familiar: Não implicarei com meu marido, por não pendurar a toalha de banho, guardar os chinelos ou limpar os sapatos ao entrar em casa. Não me irritarei com minha cara-metade, quando estiver “atacada”, nos dias de tensão pré-menstrual. Nunca mais direi que feliz foi Adão, que não tinha sogra. Não verei meus filhos como “aborrecentes” interessados em me enlouquecer.

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Roosevelt A. Tiago
www.roosevelt.net.br


As Casas Espíritas são mantidas por trabalhadores voluntários, porém, algumas observações podem ser importantes para entendermos a finalidade e importância desse trabalho.

Primeiro lembramos de que a Casa Espírita não é sua estrutura física, paredes, portas e janelas, pelo contrário, ela é o conjunto dos seus trabalhadores. Porém, numa primeira análise, podemos acreditar que a prioridade desse trabalho é a de promover a caridade aos outros e de manter o Centro Espírita e suas funções em funcionamento.

No entanto, existe uma finalidade maior no trabalho Espírita, que é a de melhorar o trabalhador.
Lemos em II João capítulo 1:8 “Olhai por vós mesmos, para que não percais o fruto do nosso trabalho, antes recebeis plena recompensa”.

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“625. Qual o tipo mais perfeito que Deus tem oferecido ao homem, para lhe servir de guia e modelo?” “Jesus”. O LIVRO DOS ESPÍRITOS

Considerando a alta significação do Natal em tua vida, podes ouvir e atender os apelos dos pequeninos esquecidos no grabato da orfandade ou relegados às palhas da miséria, em memória de Jesus quando menino; consegues compreender as dificuldades dos que caminham pela via da amargura, experimentando opróbrio e humilhação e dás-lhes a mão em gesto de solidariedade humana, recordando Jesus nos constantes testemunhos; abres os braços em socorro aos enfermos, estendendo-lhes o medicamento salutar ou o penso balsamizante, desejando diminuir a intensidade da dor, evocando Jesus entre os doentes que O buscavam, infelizes; ofereces entendimento aos que malograram moralmente e se escondem nos recantos do desprezo social, procurando-os para os levantar, reverenciando Jesus que jamais se furtou à misericórdia para os que os foram colhidos nas malhas da criminalidade, muitas vezes sob o jugo de obsessões cruéis; preparas a mesa, decoras o lar, inundas a família de alegrias e cercas os amigos de mimos e carinho pensando em Jesus, o Excelente Amigo de todos…

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A Sabedoria da Vida situou o Natal de Jesus frente do Ano Novo, na memória da Humanidade, como que renovando as oportunidades do amor fraterno, diante dos nossos compromissos com o Tempo.

Projetam-se anualmente, sobre a Terra os mesmos raios excelsos da Estrela de Belém, clareando a estrada dos corações na esteira dos dias incessantes, convocando-nos a alma, em silêncio, à ascensão de todos os recursos para o bem supremo.

A recordação do Mestre desperta novas vibrações no sentimento da Cristandade.

Não mais o estábulo simples, nosso pr6prio espírito, em cujo íntimo o Senhor deseja fazer mais luz...

Santas alegrias nos procuram a alma, em todos os campos do idealismo evangélico

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Estágios da obsessão pedem cuidados.

No Discurso que proferiu, na Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, para o encerramento do ano social de 1858/1859, entre outras preciosas observações que merecem leitura e estudo integral (1) de todos nós, os espíritas da atualidade, está uma rápida abordagem, feita por Kardec, sobre a influência dos espíritos sobre a sociedade humana.

O texto remete ao sempre atual assunto da Obsessão, tão bem desenvolvido em O Livro dos Médiuns (capítulo XXIII, itens 237 a 254), onde podemos estudar os estágios de obsessão simples, fascinação e subjugação.

Em síntese, como coloca Kardec, a obsessão simples é a insistência de um espírito no constrangimento que tenta impor à sua vítima; a fascinação já é o mesmo quadro em estágio de fascinação para o médium que não se crê enganado; a subjugação, por sua vez, é a opressão que paralisa a vontade daquele que a sofre, e o faz agir a seu malgrado.

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Mais um ano está chegando ao fim...
Quantos não foram os percalços durante o ano...
Momentos de tristezas, de alegria...
Reencontro e perda de amigos...
Fizemos amigos e muitas vezes até inimigos...
Adquirimos várias conquistas e deixamos de obter outras...
Pessoas que normalmente durante o ano não retribuem um sorriso, nesta época do ano se desfazem em sorrisos e felicitações de Natal...
Dezembro chega repleto de alegria, para nos lembrar que assim segue a vida...
Chega o Natal para nos mostrar que até os corações endurecidos, podem aprender a amar, mesmo que seja por apenas um mês.
E porque permitir que o orgulho nos afaste desta alegria?
Da alegria de um sorriso, do calor de um abraço, por um mês que seja...
Porque não sorrir e também felicitar por uma passagem tão bonita?
Pela lembrança do aniversariante que nunca esquece de nós...
Por que perder a oportunidade da reconciliação, quando todos os corações estão fragilizados pelo Amor e magia do Natal?
Não nos preocupemos com as atitudes de nossos semelhantes, quando temos tanto que mudar em nós mesmos....
A mudança deve vir primeiro do nosso interior para o exterior.
Se mudarmos a nós mesmos, consequentemente as pessoas mudarão a nossa volta, pois a vida é um espelho de nós mesmos.
Faça sua parte e sorria para a vida, quando você menos esperar, a vida estará sorrindo para você.

Por: Rita Ramos Cordeiro


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