Artigos

 

 

 



Por: Rita Ramos Cordeiro

Deus em Sua infinita Bondade nos concedeu ao reencarnarmos, o véu do esquecimento. E como foi abençoada esta oportunidade!

Imaginemos nos deparar na rua ou mesmo no seio familiar com nossos inimigos do passado e alguém que nos fez muito mal.

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FONTE: KARDEC RIO PRETO

Por: Antonio Carlos Navarro

No primeiro capítulo da segunda parte de O Livro dos Espíritos, Allan Kardec, tratando da forma dos Espíritos questiona na questão de número oitenta e oito:

“Os Espíritos têm uma forma determinada, limitada e constante?
– A vossos olhos, não; aos nossos, sim. O Espírito é, se quiserdes, uma chama, um clarão ou uma centelha etérea.”

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Fonte:  ANIMAIS E ESPIRITISMO

Os Espíritos ensinam que nos animais há uma inteligência, porém, limitada (questão 593). Comentando a questão, Kardec afirma que "há neles uma espécie de inteligência, mas cujo exercício quase que se circunscreve à utilização dos meios de satisfazerem às suas necessidades físicas e de proverem à conservação própria". Mais adiante, na questão 597, ensinam os Espíritos que há nos animais uma inteligência que lhes faculta certa liberdade de ação, princípio independente da matéria e que sobrevive ao corpo. "É também uma alma, se quiserdes, dependendo isto do sentido que se der a esta palavra. É, porém, inferior à do homem. Há entre a alma dos animais e a do homem distância equivalente à que medeia entre a alma do homem e Deus".

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Por: Morel Felipe Wilkon

É possível fazer pacto com o diabo?

Não do modo como isso popularmente é imaginado, até porque o diabo não existe – o diabo, como um ser, não existe.

O diabo existe?

O diabo não existe!

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FONTE: MEDICINA ESPIRITUAL - Por: Dra Giselle Fachetti

A Doutrina Espírita nos explica que as famílias terrenas têm uma história pretérita em comum o que é ainda mais evidente no caso dos gêmeos. São espíritos unidos por grande sintonia ou por imensa repulsa.

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Por: Abel Sidney de Souza

O hábito das conversações sadias, o exercício da meditação, as leituras edificantes e as preces ungidas de ardente fé, passaram a atrair os Espíritos visitadores que, informados dos esforços que os irmãos envidavam por adquirirem uma situação superior de vida, ali permaneciam em tertúlias ou repousos dos seus muitos quefazeres, saneando, com as suas irradiações mentais, a psicosfera ambiente.

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Wellington Balbo – Salvador BA

Kardec, em artigo postado na Revista Espírita de junho do ano de 1858 e que recebeu o título de “Os banquetes magnéticos”, relata a comemoração de dois grupos de magnetizadores que ocorre em Paris em virtude da data de aniversário de Mesmer, pai desta Ciência.

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Quando a dor o alcança, como você reage? Você se entrega e se lamenta ou a enfrenta e sai fortalecido?


Quando a dificuldade o martiriza, você reclama, chora e fica cheio de auto-piedade, ou luta, insiste, prossegue?
Tudo é uma questão de opção.

O jovem Karol Wojtyla sofreu os horrores da segunda guerra mundial. Os nazistas estavam determinados a apagar a Polônia do mapa da Europa.

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Um tipo de auxilio raramente lembrado: o respeito que devemos uns aos outros na vida particular.

Caro é o preço que pagamos pelas lesões afetivas que provocamos nos outros.

Nas ocorrências da Terra de hoje, quando se escreve e se fala tanto, em torno de amor livre e de sexo liberado, muitos poucos são os companheiros encarnados que meditam nas consequências amargas dos votos não cumpridos.

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FONTE: AGENDA ESPÍRITA - Por: Marcus Vinicius de Azevedo Braga

De chapeuzinho vermelho aos três porquinhos, o lobo sempre representou o perigo, a agressividade, a animalidade. Como uma antítese de seu primo domesticado, o cão, figura este animal nas florestas sombrias das lendas, atacando aos incautos que nestas se aventuram.

O lobo vem a se fundir com o ser humano no mito do lobisomem, analisado com maestria por Luís da Câmara Cascudo no seu clássico “Geografia dos mitos brasileiros” (Editora Global, 2002), que trata da lenda de Licaon, rei de Arcádia, que ao tentar matar seu hóspede, Zeus, e recebe como castigo do senhor do Olimpo a sua transformação em um lobo.

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FONTE: BLOG LETRA ESPÍRITA - 
Por: Rafaela Paes

É muito comum ouvirmos pessoas questionando acerca do por que reencarnamos com pessoas da família pelas quais alimentamos profunda e inexplicável antipatia. Perfeita explicação nos traz o Evangelho Segundo o Espiritismo, em seu capítulo XIV, item 8, denominado “A parentela corporal e a parentela espiritual”: “Os laços de sangue não criam necessariamente laços entre os Espíritos. O corpo procede do corpo, mas o Espírito não procede do Espírito, porque o Espírito existia antes da formação do corpo; não é o pai que cria o Espírito de seu filho; nada mais faz que lhe fornecer um invólucro corporal, mas deve ajuda-lo em seu desenvolvimento intelectual e moral, para fazê-lo progredir.

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