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Estágios da obsessão pedem cuidados.

No Discurso que proferiu, na Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, para o encerramento do ano social de 1858/1859, entre outras preciosas observações que merecem leitura e estudo integral (1) de todos nós, os espíritas da atualidade, está uma rápida abordagem, feita por Kardec, sobre a influência dos espíritos sobre a sociedade humana.

O texto remete ao sempre atual assunto da Obsessão, tão bem desenvolvido em O Livro dos Médiuns (capítulo XXIII, itens 237 a 254), onde podemos estudar os estágios de obsessão simples, fascinação e subjugação.

Em síntese, como coloca Kardec, a obsessão simples é a insistência de um espírito no constrangimento que tenta impor à sua vítima; a fascinação já é o mesmo quadro em estágio de fascinação para o médium que não se crê enganado; a subjugação, por sua vez, é a opressão que paralisa a vontade daquele que a sofre, e o faz agir a seu malgrado.

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Mais um ano está chegando ao fim...
Quantos não foram os percalços durante o ano...
Momentos de tristezas, de alegria...
Reencontro e perda de amigos...
Fizemos amigos e muitas vezes até inimigos...
Adquirimos várias conquistas e deixamos de obter outras...
Pessoas que normalmente durante o ano não retribuem um sorriso, nesta época do ano se desfazem em sorrisos e felicitações de Natal...
Dezembro chega repleto de alegria, para nos lembrar que assim segue a vida...
Chega o Natal para nos mostrar que até os corações endurecidos, podem aprender a amar, mesmo que seja por apenas um mês.
E porque permitir que o orgulho nos afaste desta alegria?
Da alegria de um sorriso, do calor de um abraço, por um mês que seja...
Porque não sorrir e também felicitar por uma passagem tão bonita?
Pela lembrança do aniversariante que nunca esquece de nós...
Por que perder a oportunidade da reconciliação, quando todos os corações estão fragilizados pelo Amor e magia do Natal?
Não nos preocupemos com as atitudes de nossos semelhantes, quando temos tanto que mudar em nós mesmos....
A mudança deve vir primeiro do nosso interior para o exterior.
Se mudarmos a nós mesmos, consequentemente as pessoas mudarão a nossa volta, pois a vida é um espelho de nós mesmos.
Faça sua parte e sorria para a vida, quando você menos esperar, a vida estará sorrindo para você.

Por: Rita Ramos Cordeiro

Por: Orson Peter Carrara

Ler, pensar e refletir sobre os textos de Emmanuel é sempre oportunidade renovada de aprender continuamente. A capacidade de síntese desse notável benfeitor que se utilizou das mãos abençoadas de Chico Xavier para nos orientar através de seus textos é admirável. Suas linhas compactas, seus parágrafos e textos lúcidos ensinam muito. Daí a importância de nos debruçarmos sobre seus livros para saciar a sede de conhecimento e aprender muito. Seus romances clássicos ou seus livros de mensagens que comentam o Evangelho ou os livros da Codificação são preciosos.

No livro Rumo Certo, editado pela FEB, no capítulo 49, encontramos a importante reflexão Não censures, de onde nos permitimos refletir sobre os ensinos ali contidos. Ao convidar à não censura, Emmanuel já traz valioso ensino no início de sua abordagem: Onde o mal apareça, retifiquemos amando, empreendendo semelhante trabalho a partir de nós mesmos.

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"Os filhos doentes são mensageiros de amor que Deus te envia, para que o amor se desentranhe de qualquer forma do egoísmo enquistado e se inflame de luz, na luz da sublimação". (Emmanuel)

Os laços de família não se verificam por acaso: há uma Lei Divina comandando o destino e a união das almas na vida corpórea. Antes de acolhermos nos braços, com ternura, o ser pequenino, pelas vias da maternidade sagrada, idealizamos para ele o melhor: o corpo mais perfeito, a saúde orgânica integral, a inteligência lúcida; mas não devemos esquecer que essa escolha já foi feita realmente por nós, desde muito tempo, sem ilusões e sonhos, na maioria das vezes, antes de reencarnarmos. Deste modo não devemos alarmar-nos com o que os filhos possam trazer para nós de trabalhos dificuldades e problemas, desde tenra idade.

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A Sabedoria da Vida situou o Natal de Jesus frente do Ano Novo, na memória da Humanidade, como que renovando as oportunidades do amor fraterno, diante dos nossos compromissos com o Tempo.

Projetam-se anualmente, sobre a Terra os mesmos raios excelsos da Estrela de Belém, clareando a estrada dos corações na esteira dos dias incessantes, convocando-nos a alma, em silêncio, à ascensão de todos os recursos para o bem supremo.

A recordação do Mestre desperta novas vibrações no sentimento da Cristandade.

Não mais o estábulo simples, nosso pr6prio espírito, em cujo íntimo o Senhor deseja fazer mais luz...

Santas alegrias nos procuram a alma, em todos os campos do idealismo evangélico

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Quem já não esteve durante a infância numa rodinha entre amigos falando deste tão temível assunto?

Era realmente um momento assustador, quando vinha a tona várias histórias de arrepiar.

Eram fantasmas em casas assombradas onde havia barulho de correntes, batidas onde não havia ninguém.

Histórias de pessoas mortas que retornavam para puxar os pés dos vivos.

Quem não se lembra da loira do banheiro que aparecia nas escolas?

Momentos aterradores aqueles, quando no final da noite corríamos para dormir com os pais.
O tempo passou, a tecnologia avançou e com isso a criatividade de quem tem uma farta imaginação também mudou.

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A impaciência toma conta das criaturas humanas dando lugar à agressividade e à violência. Na louca busca de atendimento a diferentes questões em simultâneo, a irritação e a intranquilidade vencem as resistências morais e conduzem as suas vítimas a aflições perfeitamente desnecessárias.

No livro O poder da paciência, publicado pela editora Sextante, a sua autora, M. J. Ryan, reflexiona que alguns McDonald’s, nos Estados Unidos, prometem atender o cliente em até um minuto e meio, ou, do contrário, o pedido é grátis; a consulta com um médico, no mesmo país, é normalmente de oito minutos, enquanto que num restaurante popular, em Tóquio, a cobrança é feita pelo tempo em que se come o repasto; e repete o lema usado pelo presidente da divisão de computadores portáteis da Hitachi, de que “a velocidade é de Deus, o tempo é o diabo”.

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O homicídio é um tipo de delito considerado grave em todas as legislações e em todos os tempos, divergindo a sua valorização de acordo com a cultura dessa época em que vivem os legisladores. O que pensa, porém, a doutrina espírita a respeito deste tema?

A questão do homicídio é abordada sob o titulo de Assassínio, na pergunta 746 de O Livro dos Espíritos. Interroga Kardec: “É crime, aos olhos de Deus, o assassinato?” responde o espírito: “Grande crime, pois que aquele que tira a vida ao seu semelhante, corta um fio de uma existência de expiação ou de missão. Aí está o mal.”

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Mônica, Cebolinha, Cascão, Magali, Anjinho e Penadinho vivem aventuras de cunho espírita em livro para crianças!

O cartunista Mauricio de Sousa já contou histórias de sua Turma da Mônica nas mais variadas situações – inclusive religiosas. O que nunca tinha feito é um livro que juntasse Mônica, Cebolinha, Cascão, Magali, Anjinho e Penadinho em histórias de cunho espírita. Esse é o tema de Meu pequeno evangelho, livro que ele lançará em São Paulo no próximo dia 13 de dezembro. O livro é ilustrado por Mauricio de Sousa e escrito pelo designer peruano Luis Hu Rivas, um entusiasta do espiritismo, e pelo baiano Alã Mitchell, convertido aos 15 anos.

Por: Felipe Patury



Nós, espíritas, aceitamos os princípios básicos do Espiritismo e acreditamos que nos esforçamos para viver conforme a doutrina dos espíritos superiores.

Nós assistimos palestras, estudamos as obras básicas e complementares da doutrina, ouvimos e falamos repetidas vezes aquelas verdades que acreditamos ser o ideal para nossa vida. Exatamente por isso somos espíritas.

Allan Kardec utilizou métodos científicos para codificar a doutrina espírita e, através da racionalidade, alcançou o seu objetivo unindo os resultados dos seus experimentos para deixar no nosso mundo este grande legado.

Muitos de nós, ao nos depararmos pela primeira vez com a doutrina, nos esforçamos para transformar a nossa vida e nortear nossos pensamentos, sentimentos e ações, de acordo com a lei de amor, justiça e caridade. Posteriormente, tendo isso fidelizado em nós, partimos para outros estudos visando o progresso intelectual que deve nos levar ao progresso moral, conforme nos diz o Espiritismo.

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Todos somos médiuns?

Todos somos portadores da mediunidade natural que é o canal psíquico pelo qual recebemos as influências boas ou ruins que estimulam as experiências do Espírito na vida terrena. Porém, nem todos somos médiuns, conforme denominou Allan Kardec.

Então o que é um médium?
Segundo Allan Kardec, médium é todo aquele que sente a presença ostensiva dos Espíritos, seria aquele que serviria de ponte entre o mundo visível e o invisível. A prática da mediunidade é o intercâmbio entre o mundo físico e o mundo espiritual. A faculdade mediúnica liga-se a uma disposição orgânica, porém o uso que se faz.

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