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– Orson Peter Carrara

O fim de ano acentua a tristeza e a melancolia em muitas pessoas, nas recordações de perdas variadas coincidentes com o período em outras épocas ou com a saudade dolorida de um ser querido que já partiu. Ou mesmo nas frustrações e decepções que se acumulam sob variadas formas.

À costumeira pergunta que explode no coração deprimido, que se desencantou ou busca razões para entender a própria vida, permito-me transcrever pequeno trecho, ainda que parcial, em treze itens:

1 – “(...) a felicidade se encontra onde cada qual coloca o coração (...)”;

2 – “(...) se você situa as aspirações no prazer fugidiço, no ouro mentiroso e nas paixões que ardem e se apagam breve, a sua ausência produz a desdita (...)”;

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José Queid Tufaile Huaixan

Sabemos que a obsessão espirítica sempre esteve presente na vida do homem na Terra. Hoje, dado ao crescimento da humanidade e aos inúmeros problemas sociais que enfrenta o mundo, a obsessão torna-se verdadeiro flagelo. A ciência humana ainda reluta em aceitar os princípios espíritas e, por isso, deixa de curar inúmeros pacientes que a procuram, vitimados por desequilíbrios emocionais e psicológicos.

O Espiritismo ainda continua sendo a principal saída para a cura desta patologia. Em face disso, nós trabalhadores da causa espírita, temos que nos esforçar para termos um melhor conhecimento das causas da obsessão e dos métodos que poderão levar ao alívio e cura daqueles que batem às nossas portas.

A prática do Espiritismo passa por um período onde sua produtividade, a nível espiritual, deixa muito a desejar. Sabemos ser custoso reconhecer isto, mas é uma realidade difícil de ser questionada. Nunca estamos dispostos a avaliar nossos métodos de trabalho para termos idéia se estamos produzindo bem.

Na maioria das vezes, achamos que tudo o que fazemos está de acordo com a vontade do Alto. Um simples controle dos tratamentos na casa espírita pode deixar às claras sua verdadeira situação produtiva. Se o rendimento for baixo é preciso mudar, aperfeiçoar as atividades mediúnicas para que cumpram com sua finalidade.

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– Orson Peter Carrara

 A vaga tristeza que se apodera do coração, quase que de maneira imperceptível, levando a pessoa a considerar amarga a existência, chama-se melancolia. Se não combatida no íntimo pode desencadear estados de angústia profunda e depressão. 

Este abatimento se revela, muitas vezes, através de pequenos contratempos do cotidiano, coisas simples e corriqueiras que assumem cores mais escuras que a realidade. Ouvir uma reprimenda, tirar notas baixas na escola, desentender-se com um familiar... 

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TUDO ISTO E MUITO MAIS AMBICIONA O ESPÍRITO, QUANDO SE PROPÕE COMEÇAR A SUA REGENERAÇÃO. 

EM TAIS CIRCUNSTÂNCIAS ME ENCONTRAVA EU.

VIVERA MUITOS SÉCULOS PERAMBULANDO PELAS BIBLIOTECAS; NOITES MIL PASSARA NOS OBSERVATÓRIOS ASTRONÔMICOS, A PEDIR AOS ASTROS NOTÍCIAS DE DEUS; HAVIA PERGUNTADO ÀS CAMADAS GEOLÓGICAS COMO SE FIZERA O PLANETA HABITÁVEL, PEDIRA AOS FÓSSEIS A ÁRVORE GENEALÓGICA DOS MEUS ANTEPASSADOS. CHEGUEI A SER UM SÁBIO, COMO VULGARMENTE SE DIZ NA TERRA,

E, CONTUDO, QUANTO MAIS IGNORANTE ME RECONHECIA!

ASSIM, CHEGUEI A COMPREENDER QUE DEVIA EMPREGAR TODA A MINHA SABEDORIA, NÃO EM ENRIQUECER MUSEUS, NEM NO FAZER ADEPTOS DESTA OU DAQUELA ESCOLA FILOSÓFICA, A PRONUNCIAR DISCURSOS ELOQÜENTES PELAS ACADEMIAS
CIENTÍFICAS, MAS EM EDUCAR-ME A MIM MESMO, EM MORALIZAR-ME PARA REFREAR MINHAS PAIXÕES, PARA COMPREENDER MEUS DEVERES E DIREITOS, VISTO COMO DE HÁ MUITO ME HABITUARA A JULGAR SEM JULGAR-ME.

E AÍ ESTÁ O SEGREDO DA PROFIQÜIDADE DA MINHA EXISTÊNCIA.

PADRE GERMANO

Mediunidade é algo sério. Precisa ser tratada com respeito, conduzida com conhecimento. E isto só é possível quando se conhece suas bases, sua finalidade. Se for conduzida sem conhecimento, com leviandade, sujeita-se a absurdos e contradições. 


Não há outra maneira para evitar equívocos, senão estudando-a. E isto em fonte segura, O Livro dos Médiuns. 

Se você pensar bem, algumas distorções enquadram-se na ignorância do que ela realmente seja, ou de como usá-la. Outros desvios devem-se, todavia, à má-fé e até a uma certa ingenuidade. Vejamos alguns exemplos: 
a) Acreditar-se cegamente no que dizem os espíritos. Aqui é preciso lembrar-se que os espíritos não sabem tudo (portanto estão sujeitos a erros) e que também o médium tem grande influência na transmissão da mensagem. Ele pode filtrar o conteúdo, alterar, omitir ou acrescentar informações. Aqui entra o caráter moral do médium. 

b) Tornar-se dependente de médiuns e espíritos. A mediunidade existe para orientar, mas cada um terá que construir sua própria orientação de vida, de acordo com os conhecimentos que vai adquirindo. Toda dependência é prejudicial e gera verdadeiras neuroses. 

c) Achar que tudo é mediunidade. Todos vivemos uma vida intensa e achar que tudo é influência de espíritos é cair no ridículo. É preciso considerar que mesmo entre os encarnados há uma real influência recíproca. 



Entre estes e outros aspectos que podem ser considerados, já que o assunto é amplo, há um risco que merece "olhos bem abertos": o risco da ingenuidade. Para evitá-lo, chame-se o bom senso. Vamos citar único exemplo: 

Pessoa comparece ao Centro Espírita em busca de comunicação de parente desencarnado. Fornece nome, data do nascimento e morte, bem como a causa da morte. Apressados os médiuns recebem uma suposta manifestação do envolvido, citando frases chavões e consolando os parentes. Em seguida, a mensagem é desmascarada, pois os consulentes que foram ao Centro quiseram desmoralizar a mediunidade e usaram nome de pessoa encarnada...

Já pensou? Como ficamos? 

A Doutrina Espírita ensina com letras garrafais que uma manifestação espiritual não é algo tão simples como se pretende. E será mesmo que só ao citar nome de pessoa falecida já é condição para que o espírito se manifeste...? E as condições do espírito? E se realmente foi uma ironia de pessoas brincalhonas. Cuidado, minha gente. Mediunidade é coisa séria. Como evitar isso? Abrindo os olhos e usando o bom senso, sem pressa. Pesar tudo sob a luz da razão e da coerência. Só isso já vai evitar um monte de decepções.

Por: Orson Peter Carrara




Muito tem se falado ultimamente nas redes sociais sobre o caso do resgate dos cães Beagles .
Muitos aprovam o resgate dos animais e muitos se põem a questionar e julgar tal atitude alegando e se perguntando o motivo de se ter resgatado apenas esta raça de animais, quando tantas raças estão também passando pelo mesmo problema.
Outras pessoas, no entanto, discutem a questão alegando que tais pessoas poderiam usar suas energias ajudando os mais necessitados e carentes de todo canto do mundo ao invés de se preocupar apenas com os animais.
Todo este assunto dá abertura para grandes reflexões e posicionamentos e nos deixa a pergunta do que é a verdadeira caridade e de como devemos exercê-la.
A verdadeira caridade não se encontra apenas na beneficência, na parte material, mas principalmente no conjunto de todas as qualidades do coração, na bondade e na benevolência para com o próximo.
Segundo disse São Paulo “A caridade é paciente; é branda e benfazeja; a caridade não é invejosa; não è temerária, nem precipitada; não se enche de orgulho; - não é desdenhosa; não cuida de seus interesses; não se agasta, nem se azeda com coisa alguma; não suspeita mal; não se rejubila com a injustiça, mas se rejubila com a verdade; tudo suporta, tudo crê, tudo espera, tudo sofre.”
A verdadeira caridade é feita de muitas formas, mas principalmente em pensamentos, palavras e ações.
A verdadeira caridade está em tratar nossos semelhantes com amor, com respeito, com amabilidade e sem pré-julgamento.
A verdadeira caridade está em cumprir a máxima deixada por Jesus “Amar ao próximo como a si mesmo”, tratando o irmão de jornada como gostaríamos de ser tratados.
A partir desta definição é que podemos como verdadeiros cristãos, nos transformarmos em verdadeiros tarefeiros de Jesus, seguindo a frente de trabalho que mais nos afinizarmos.
A caridade nos permite uma grande frente de trabalho: mobilização em favor de animais, seres humanos, ou nos envolvendo com a ajuda material, ajuda espiritual, entre tantos outros tipos de caridade.
Não importa qual a frente de trabalho que escolhemos como caminho de vida para a praticar a caridade se não tivermos em nossos corações o verdadeiro sentido da caridade, solidariedade e fraternidade.
Não entenderemos o real sentido da caridade se insistirmos em manter nossos corações repleto de mágoas, ressentimentos, egoísmo e se ainda usarmos a maledicência, os julgamentos pré-concebido, o preconceito pelo nosso próximo, e a falta de compreensão pelo ser humano.
Quando decidirmos ser benevolentes, trabalhando em prol do próximo, e indulgentes, compreendendo as fraquezas ou escolhas do irmão do caminho evitando discriminá-lo, estaremos sendo cristãos, praticando o real sentido da caridade e do Evangelho de Jesus e nos tornaremos verdadeiros tarefeiros de Jesus, seja em qual frente de trabalho colocarmos nosso coração.

Por: Rita Ramos Cordeiro
Fonte: http://ritaramoscordeiro.blogspot.com.br/



Tesouro nem sempre valorizado – Orson Peter Carrara

A maior felicidade que podemos desfrutar no cotidiano diário é a convivência com pessoas afins, com pessoas amigas de verdade. A juventude passa num instante, o dinheiro troca de mão e a saúde é sujeita às fragilidades próprias de nosso tempo.

O que fica realmente são os sentimentos. E eles são sólidos quando construídos pela afeição verdadeira, sem interesses e onde prevalecem o respeito e a consideração real.

Pessoas afins são pessoas que amam e são amadas mutuamente. Por isso sente-se o prazer da convivência recíproca. Daí a razão de se buscarem, de se alimentarem emocionalmente porque significam autenticidade nos sentimentos.

Segundo o dicionário, amigo é pessoa que quer bem a outra, defensor, protetor. Já a palavra amizade é definida como o sentimento de amigo, afeto que liga as pessoas, reciprocidade do afeto, benevolência, amor.

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Orson Peter Carrara

Todo mundo quer a felicidade. Todos desejamos nos sentir bem, sermos respeitados, alcançar estágios de convivência harmoniosa, de êxito nas ações e desfrutar de saúde ao lado de pessoas que amamos e igualmente sermos amados, compreendidos. Isso inclui conquistas valorizadas de acordo com o foco com que se enxerga a experiência de viver.

Muitos de nós valorizam o dinheiro onde se incluem o conforto, as viagens e tudo mais que o dinheiro pode adquirir; outros desejam o poder e muitos valorizam o sucesso que possam alcançar. Muitos de nós se esquecem da felicidade contida na saúde e na convivência familiar, só percebida depois que perdemos esses valores reais da felicidade humana.

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Estamos na época da apuração de valores individuais e coletivos. Não demora muito e os espíritos selecionados iniciarão a reconstrução ideológica do plano físico e adjacências deste planeta. Competirá a eles estabelecerem novas diretrizes comportamentais e educativas para a consolidação do Reino de Jesus em todo o sistema Terra. Época muito diferente da atual. Muito embora a grande maioria não se interesse por este assunto, taxando-o de futurista ou ilusório, a bem da verdade, devemos contribuir para que os mentores possam utilizar dos nossos recursos para a consolidação desse grande projeto.

O tempo de vivermos isolados dos planos espirituais é quase findo. Em mundos superiores a interação é total em todas as esferas que compõem os sistemas planetários. Até aqui isto não foi possível dado aos primórdios da evolução consciencial em curso. Estamos sendo avisados e preparados para as novas funções que aqui serão desempenhadas dentro do próximo ciclo da nossa casa cósmica. Necessitaremos realizar inúmeras transformações e uma delas deve ser bem observada por todos, uma vez que é comum a todos. Trata-se das nossas conversações diárias. Do estalar da língua, do construir de frases que soltamos diuturnamente, muitas vezes sem os devidos cuidados.

Sabemos que a palavra tem o poder de construir ou destruir. Que elas alteram as ondas, freqüências e estados gerais dos ambientes. Há casos em que num ambiente infestado pelo mal falar, as paredes ficam impregnadas de formas pensamentos deletérias que produzem enfermidades ao mesmo passo que atraem espíritos vampirescos fazendo deles seu habitat. Conhecem-se casos de crianças que adoecem repentinamente por causa dessas influenciações negativas e que sofrem diversas agressões em seus organismos físicos pela baixa da imunidade. Isto sem contar o ar muitas vezes irrespirável e alterado pelas imprecações das palavras mal ditas.

Falar é uma arte. Uma evolução conseguida a partir dos primeiros grunhidos que soltamos nas florestas quando saíamos da irracionalidade. Apurar a arte de falar é próprio dos seres racionais que todos somos. Um “palavrão” é um ato rebelde ou leviano do espírito que passa por determinada circunstância que não o agrada. As circunstâncias são geradas a partir das nossas opções. Daí que somos responsáveis absolutos por elas e devemos aproveitá-las ou desvencilharmos das suas agressões quando o caso, sem ferir ouvidos alheios, sem manchar ambientes, sem contribuir para colapsos frequenciais de ondas em desalinho.

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Desafios não são adversários. Transformo-os em continentes que devo desbravar e conquistar.

Iniciaremos este estudo com a citação do evangelista Mateus, 5:24: “Reconcilia-te depressa com o teu adversário”. Então perguntamos: quem são nossos adversários? O patrão, o vizinho, o lanterneiro, a cozinheira, o dirigente... E assim vai, por uma infinidade de pessoas e circunstâncias que dia a dia ombreiam conosco o caminho e que podem nos perturbar a paz. Sabemos que não temos o direito e nem a possibilidade de mudarmos quem quer que seja. Estamos todos, como diz Fritjof Capra, “... na teia da vida, interagindo mutuamente, interdependentes e individuais ao mesmo tempo”. Neste bailar de acontecimentos não nos cabe imputar a ninguém os espinhos que porventura nos atingem. Os espinhos são, antes de qualquer coisa, companheiros adequados aos nossos momentos. Sabemos que nesta “Teia da Vida” estamos construindo e destituindo simultaneamente. Destituindo complexos emocionais perniciosos que assomando do nosso inconsciente perturbam o consciente obrigando-o, em muitos casos, a situações e comportamentos indesejados. Ao mesmo tempo estamos construindo o nosso futuro, a partir de posturas outras, ligando-nos a avanços intelecto-morais, de conformidade com o que nos aconselha Kardec quando diz: “Reconhece-se o verdadeiro espírita pelo muito que faz para domar suas más inclinações”.

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Uma agradável festa de casamento trouxe reflexões importantes em data recente. Os vínculos familiares, as lembranças que saltam incontroláveis e mesmo o ambiente emotivo – próprio da ocasião –, levam às emoções.

Misturam-se as gerações, encontram-se e integram-se as famílias; os mais veteranos recordam, assustam-se com os novos que o tempo transformou em adultos. Curioso porque, ao mesmo tempo, os mais novatos (e aqui refiro-me às crianças mesmo) promovem o espetáculo da vida humana que se renova todo dia. Muitos estão ausentes, ou já se foram – gerando intensas saudades; outros trazem consigo os laços de futuras famílias que começam a se esboçar nos jovens casais de namorados.

Depois os abraços, as recordações, a visão de como o tempo passou. E, por mais paradoxal que possa parecer, também o futuro vivo mostrando-se com toda sua força e potencialidade. Que coisa linda é a vida! Que espetáculo de alegria e amor!

Nela concentram-se maturidade, a juventude, a inocência, a pureza. Nela também está a dificuldade, a esperança, o otimismo, a alegria, a tristeza. Igualmente mostram-se os quadros da diversidade de experiências que trazem a sabedoria, a prudência, o cuidado.

Por isso mesmo a vida familiar é das mais notáveis oportunidades que recebemos do Criador. É nesta permuta, neste intercâmbio, que crescemos. É justamente através das diferenças que um faz o que outro deixa de fazer; que um ajuda o outro; que um ensina, outro aprende. Estamos todos num grande processo de crescimento individual e coletivo.

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