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Os dois amigos viveram situações bem extremas, para alívio de uma família e desespero de outra. Estavam sempre juntos, eram sócios inclusive.

Entendiam-se bem, respeitavam-se profundamente e no esforço comum mantinham sólida empresa que empregava muita gente, sustentando centenas de famílias. A amizade espontânea desde os bancos escolares estendeu-se depois que ambos formaram as próprias famílias; viajavam juntos nas férias, os filhos adolescentes igualmente eram amigos e as esposas participavam ativamente de nobre causa humanitária em favor de crianças com doenças terminais.

Tudo ia bem até que um acidente mudou completamente o panorama. Não que se desestabilizasse a sólida situação da empresa, mas a ocorrência trouxe imensa dor para todo o grupo familiar e mesmo para os funcionários que guardavam gratidão pelos patrões pela maneira como era conduzida a empresa.

Numa nova ala em construção, em que ambos haviam marcado uma reunião de avaliação dos projetos em andamento, um deles chegou cinco minutos depois do desabamento inesperado que vitimou fatalmente o outro amigo e sócio que se adiantou na chegada. Grande dor, desespero mesmo, inconformação.

Mas a lei se cumpria a pedido da própria consciência de ambos. Num passado não tão distante, um deles soterrou um inimigo. Apesar dos apelos do outro, que dizia: deixa para lá, não faça isso não. Fêz-se surdo e prosseguiu sua sede de vingança. Agora a lei se cumpre na reparação consciencial. O outro que tentou evitar chegou cinco minutos depois...

O mesmo raciocínio pode ser aplicado às grandes tragédias e acidentes. Uns chegam atrasados, por motivos variados, e não são vitimados; outros não escapam.  Nunca como castigo, mas sempre como conseqüência, mais cedo ou mais tarde, a lei de causa efeito sempre se cumpre, no tempo e espaço certo, providenciando as devidas e necessárias reparações conscienciais. As lesões que causamos teremos que reparar.

Por isso é melhor que observemos se nossas ações estão ou não causando prejuízos a terceiros. Quando estiverem, a vida nos trará as contas oportunamente.

Orson Peter Carrara

 

Tadeu Artur CavedemEm Itu, interior do Estado de São Paulo onde tudo tem fama de ser grande, encontramos um dos tarefeiros de Jesus, que com todo o entusiasmo e amor se dedica ao próximo, levando através da oratória, motivação e conhecimento do Evangelho de Jesus, permitindo assim que as pessoas possam reavaliar suas vidas e direcioná-las para o bem, para a fraternidade, para a caridade e para o amor.

Este orador, militante da Doutrina Espírita chama-se Tadeu Artur Cavedem.

Tadeu nasceu na cidade de Salto no dia 04 de Junho de 1955.

É casado com Marilene Ap. Rovani Cavedem e tem três filhos: Fábio de 33 anos, Fernando de 30 e Camila de 20 anos.

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A jovem, um tato afoita, adentrou a sala da benevolente diretora, e com voz emocionada, suplicou:

- Meu filho está com 1 ano, quando devo começar a educá-lo?

A educadora, com ternura no olhar e firmeza na voz, respondeu:

- Corra o mais depressa possível a educá-lo, porquanto você já perdeu 21 preciosos meses.

- Ora, como 21 meses? O garoto só tem 1 ano, ou seja 12 meses, disse a jovem.

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Em 1985, ao retornar para casa após mais um dia de trabalho, encontrei minha esposa acometida de uma inexplicável tremedeira. Entretanto, ela não estava doente e me disse que ficara assim após voltar da casa de uma amiga que se dizia espírita e que lhe dissera que aquela tremedeira tinha o nome de mediunidade.

Como eu e minha esposa não sabíamos o que era ser espírita, Espiritismo ou o que significava a palavra mediunidade, fui atrás de respostas. Foi quando tive a grata e maravilhosa surpresa de ser apresentado à Doutrina dos Espíritos. Inicialmente pareceu amor à primeira vista, embora em vários momentos ao longo dos anos, ao ler coisas que me pareciam uma releitura, assemelhava-se mais a um reencontro, o que posteriormente me foi confirmado por amigos espirituais.

Como sempre fui um leitor compulsivo, em pouco tempo eu já havia lido a Codificação e vários livros da série André Luiz. É evidente que eu gostei de todos. Entretanto, o que eu achava meio estranho, era a notoriedade que envolvia o médium Chico Xavier. Afinal, pelo que eu lera até então, para mim ele era “apenas” um médium, um “simples” instrumento da Espiritualidade amiga que nos brindava com obras sérias e maravilhosas.

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 Por: Wellington Balbo

O gosto pelo futebol me faz, sempre que possível, acompanhar com atenção os campeonatos estaduais. O Brasil é ainda o grande celeiro de craques do mundo, e nossos atletas desfilam pelos campos, com exímia habilidade, fazendo gols dos mais belos.

No entanto, não obstante a facilidade para empurrar a bola para as redes, parece-me que as comemorações dos tentos estão em descompasso com o que deve transmitir o esporte, pois nossos goleadores comemoram suas façanhas, nos gramados, imitando matadores com metralhadoras e revólveres. Ora, poderiam homenagear outros profissionais. Quem sabe os garis, os padeiros, os médicos, os pintores, os engenheiros... São tantas as atividades dignificantes, mas os atletas preferem reverenciar a triste figura do matador.

Acredito que eles – os atletas – não têm a exata noção de que são exemplos para a garotada. Meu filho, João Antonio, de 6 anos, antes palmeirense, virou casaca e bandeou-se para o lado corintiano, tudo por causa de Ronaldo e sua genialidade com a bola nos pés. Bem, coisas da vida... Mas, voltando às comemorações, se eu fosse um craque dos gramados, minha comemoração seria bem mais original. Neste 2010, em todos os gols, iria imitar um homem lendo livros ou, quem sabe, psicografando. Obviamente, foi o que fez Chico Xavier, em grande parte de sua vida: leu e psicografou obras das mais importantes da literatura mundial. Muito mais coerente é divulgar a figura amorosa e pacífica de Chico Xavier do que a de um homem atirando. Será que os atletas não se cansam de ver tanta violência, para repetir esses gestos nos gols? Porém, se eu fosse um craque dos gramados, faria diferente, e a mídia focalizaria minha figura homenageando Chico Xavier, o notável médium psicógrafo que, neste 2010, se estivesse encarnado, completaria 100 anos de existência física.

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Continuamente os espíritas nos lembramos dos espíritos bondosos, comentando seus ensinamentos e amorosa assistência em nossas vidas, aprendendo com suas valorosas lições.

Muito natural, afinal vem deles a assistência, a inspiração.

Meditei muito para escrever este capítulo, mas depois concluí que deveria fazê-lo.

Gostaria de lembrar-me aqui dos queridos companheiros encarnados, muitos entre nós.

Ocorre que o intercâmbio caloroso, sempre presente, a harmonia vivida, a participação conjunta em eventos do movimento, as cartas, telefonemas, e-mails, o ideal vivido com muito amor... isso fortalece, isso une.

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Quando surgem as crises – sejam de qualquer origem – o impositivo é de serenidade. Afinal, são nas crises que nos opomos uns aos outros.

A renovação que necessitamos não é obra de um dia ou de décadas, pois a conquista da sublimação exige variadas matérias de domínio pessoal. Um dos significados da palavra sublimação é engrandecer.  Sim, podemos entender dessa forma, engrandecer a vida humana, valorizar, exaltar as vivências. Por outro lado, se pensarmos bem na expressão matérias de domínio pessoal veremos a abrangência do quanto precisamos fazer para domarmos nossos ímpetos agressivos ou egoístas, nossas tendências de arrogância e vaidade, de prepotência ou de imposição e veremos o quanto precisamos na área do domínio pessoal. O mais grave é que agimos ao contrário: queremos dominar os outros...

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O Carma é uma punição ou um reequilíbrio?

Nós sabemos o que seja carma?

Por que parece que carma virou explicação para todo problema, toda situação triste ou infeliz na vida das pessoas. Mas quem é esse tal de carma?

De onde ele vem?

Inicialmente, é importante entender, que não devemos nos prender demais ao conceito de carma. Essa é uma posição da filosofia oriental que tem aproximações com a Lei de Causa e Efeito apresentada pelo Espiritismo, mas há distinções em relação ao entendimento disso na prática.

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Ler, pensar e refletir sobre os textos de Emmanuel é sempre oportunidade renovada de aprender continuamente. A capacidade de síntese desse notável benfeitor que se utilizou das mãos abençoadas de Chico Xavier para nos orientar através de seus textos é admirável. Suas linhas compactas, seus parágrafos e textos lúcidos ensinam muito. Daí a importância de nos debruçarmos sobre seus livros para saciar a sede de conhecimento e aprender muito. Seus romances clássicos ou seus livros de mensagens que comentam o Evangelho ou os livros da Codificação são preciosos.

No livro Rumo Certo, editado pela FEB, no capítulo 49, encontramos a importante reflexão Não censures, de onde nos permitimos refletir sobre os ensinos ali contidos. Ao convidar à não censura, Emmanuel já traz valioso ensino no início de sua abordagem: Onde o mal apareça, retifiquemos amando, empreendendo semelhante trabalho a partir de nós mesmos.

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Sempre que terminamos a leitura de uma biografia, ficamos com aquele gostinho de quero mais, pois desejamos em nosso íntimo, desvendar o passado daquela pessoa tão querida.

Não poderia deixar de ser diferente com nosso Orson Peter Carrara,  que em todos os lugares que passa, através de suas palestras ou de seus livros, causa emoção em centenas de pessoas, e inspira sentimentos de paz e principalmente amor pela vida.

Quem afinal é Orson Peter Carrara? Com certeza, alguém igual a qualquer um de nós. Que pode passar por momentos bons ou ruins, enfrentar dificuldades e provações como qualquer espírito em evolução neste nosso orbe terrestre.

Então, o que em toda a sua trajetória de vida, o torna esta pessoa tão querida ao Movimento Espírita? Citando uma frase do próprio Orson:

“Aprendi muito com meus pais, pelos exemplos de trabalho, honestidade, dedicação ao bem. Percebo, como acontece com todo mundo que minha infância preparou-me para o que hoje realizo”

Voltemos ao tempo para descobrir o que fez de Orson Peter Carrara, este ser humano, amoroso, amigo, batalhador e grande incentivador da Causa Espírita.

 

Orson nasceu em Mineiros de Tietê, no dia 10 de março de 1960.

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De novo? Eu já a repelira uma vez, há uns dez anos. Agora lá vinha ela mais uma vez se insinuando, com aquele jeitinho sutil e faceiro. E não vinha sozinha! Chegava trazida pelas mãos generosas de dois dos meus melhores amigos: o casal Hugo e Cida Albuquerque. Mesmo correndo o risco de ser descortês com os meus amigos, novamente tentei repeli-la deixando claro que eu já estava com outra e em outra. Hugo e Cida, provavelmente para me deixar mais à vontade, foram embora e ficamos eu e ela. Era o que eu estava esperando para tentei livrar-me dela o quanto antes!

Por favor! Desculpe-me a sinceridade, mas entenda que eu não quero nada com você! Tenho outra e estou muito bem! Eu lhe disse.

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