Um dos flagelos de antigamente era a “barbárie, que perpetuava os desregramentos do instinto”; e a “ignorância, que alentava as trevas do espírito”.

Veio Jesus e ensinou: “Conhecereis a verdade e a verdade vos fará livres”.

A instrução, portanto, pode nos libertar – para uma vida mais plena.

Pensando nisso, hoje vamos falar sobre o cigarro.

Não fume:

 

Essa é uma regra básica para viver melhor, com muito mais saúde, toda uma vida de bênção aqui na Terra.

Se fumar, você corre o risco de adquirir: dependência da nicotina; enfermidades diversas, como o câncer e infarto, mau hálito, impotência sexual, entre outras tantas desgraças que o fumo causa no organismo humano.

O fumante, além de ter a saúde enfraquecida, perde espaço em vários locais devido às atuais proibições de uso do cigarro.

Além de prejudicar sua saúde e sua qualidade de vida no futuro, comece a anotar quanto dinheiro você está queimando, e ficará chocado. Por exemplo: uma das marcas mais vendidas custa mais de R$ 8,00. A pessoa que fuma um maço a cada 2 dias, fuma 15 maços no mês, o que dá R$ 150 – no ano, são R$ 1.800. Aqueles que fumam há muito tempo, em 20 anos terão gastado pelo menos R$ 36.000!

No Brasil, aproximadamente 550 pessoas param de fumar por dia; no ano, são 200 mil brasileiros. Mas não se surpreenda: eles param de fumar porque morreram. É claro, pelo uso de tabaco. São índices do INCA – Instituto Nacional do Câncer, órgão do Ministério de Saúde do Brasil.

Se você fuma, veja os benefícios em abandonar o cigarro:

Após duas horas sem a nicotina (sua duração na corrente sanguínea é de duas horas), nota-se que a pressão e a pulsação voltam ao normal.

Em 8 horas, o nível de oxigênio no sangue se normaliza.

Em 48 horas, a capacidade de sentir cheiro e sabor melhora.

De 2 semanas a 3 meses, você vai notar que a circulação melhora, fica mais fácil caminhar e a função pulmonar aumenta. Quem pratica esporte nota substancial diferença.

E então, após 5 a 10 anos, os especialistas dizem que o risco de derrame e de enfarto reduz ao mesmo nível que o das pessoas que nunca fumaram.

Dicas para parar de fumar:

– Escolha um bom momento, como férias e finais de semana.

– Se optar por diminuir aos poucos, coloque um plano com data limite para parar de vez, com número de cigarros/dia.

– Melhor cortar radicalmente o hábito do que diminuir aos poucos.

– Escreva e deixe claro as vantagens em deixar o vício, e leia-as diariamente.

– Evite estar com fumantes ou em locais fechados com cigarro pelo menos no início de sua decisão.

– Procure caminhar, e comece aos poucos; pratique esportes adequados a você (lembre-se: é aconselhável orientação médica).

– Se sentir vontade de fumar, pode mascar cenoura crua, pedacinho de canela em pau, cravo da índia, ou até palito, se necessário.

– Beba bastante água, chás, como camomila, hortelã, maçã, suco de maracujá.

– Escove os dentes logo que se alimentar.

– Evite álcool, café, chocolate, chá preto e mate.

– Evite o estresse e sobrecarga do trabalho; resolva um problema de cada vez.

– Lembre–se, tudo acontece no seu devido momento.

– Procure dormir o suficiente, pelo menos de 7 a 8 horas diariamente. O presidente que não tomou posse, Tancredo Neves, dizia que dormia quatro horas por noite porque não tinha tempo a perder: alegava que tinha a eternidade. E mudou-se bem cedo mesmo para a eternidade, sem governar um dia.

O médico Nubor Orlando Facure, neurocirurgião, ex-professor titular da UNICAMP (Universidade Estadual de Campinas), no seu livro O cérebro e a mente, diz que, entre as doenças espirituais compartilhadas, além da obsessão, está o vampirismo. O que seria isso? E qual a relação com o cigarro?

Diz o neurocirurgião: “O mundo espiritual é povoado por uma população numerosíssima de espíritos. Contamos com eles como guias e protetores, mas, na maioria das vezes, nós atraímo-los pelos vícios e eles aprisionam-nos pelo prazer. Nesses desvios da conduta humana, a mente do responsável agrega em torno de si elementos fluídicos que, aos poucos, vão construindo miasmas psíquicos com extrema capacidade corrosiva do organismo que a hospeda. Nessa associação, há uma tremenda perda de energia por parte do responsável pelo vício, daí a expressão vampirismo ser muito adequada para definir essa parceria”.

Portanto, quem cultiva o hábito do fumo atrai companhias que fumam espiritualmente junto delas. Se você deseja a companhia dos bons e da saúde, evite os vícios, tanto os físicos (álcool, fumo, etc.) como os morais.

Arnaldo Divo Rodrigues de Camargo é editor da Editora EME e especialista em dependência química pela USP-SP-GREA.

 

 

 


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