Por: Orson Peter Carrara

Vivemos um processo de guerra. Não de armas, mas de ideias, de justas discordâncias e questionamentos oportunos. Objetivo final é a liberdade e o progresso, não há dúvidas, em toda expansão que as duas palavras permitem e alcançam.

 

Se pensarmos bem, cada um de nós traz consigo uma tarefa comum: instruirmo-nos mutuamente, ajudar no progresso coletivo e melhorar nossas variadas instituições;

A liberdade é o direito de proceder conforme nos pareça adequado com a ressalva de que esse direito não vá contra o direito alheio; também é a condição humana necessária para cada um construir seu destino, individual ou coletivamente;

O progresso, por sua vez, é o desenvolvimento, o movimento progressivo da civilização ou a marcha e movimento para diante, ou ainda a caminhada para um estado de coisas cada vez mais de acordo com a justiça e a razão. Ele também pode ser classificado como a aplicação das leis que realizem a maior soma de ordem, bem-estar, liberdade e fraternidade; podemos até defini-lo ainda como a extensão da liberdade.

Para sermos verdadeiramente coerentes, no uso do inevitável progresso, é preciso nos libertarmos da escravidão da ignorância e das baixas paixões ou apetites vulgares, educando-nos moralmente com a aquisição de virtudes ou aprimorando-as.

Essas considerações nos fazem pensar no momento histórico do país, face à corrupção a abusos morais de toda ordem num país de extensão continental, com um povo aberto e fraterno, solidário. O nível de amadurecimento da mentalidade humana já não aceita mais – e nem combina – a corrupção, a desonestidade, a omissão ou os desvios morais de toda ordem. Vivemos um novo tempo, de progresso e liberdade.

Afinal, desde que haja duas pessoas juntas, ambos têm direitos a respeitar e já não possuem liberdade absoluta. Por outro lado, sempre temos, individual ou coletivamente, o poder da escolha e somos sempre senhores da capacidade de ceder ou resistir às tentações de toda ordem e às paixões que desequilibram a individualidade ou a própria sociedade.

E há que se considerar que o dever – definido pelo dicionário como aquilo que precisa ser feito – convida-nos ao bem e ao progresso e esta atitude de agir e não permanecer na indiferença ou na omissão pode evitar o mal decorrente do não comprometimento com as boas causas – único objetivo da vida –, sobretudo aquele que poderia contribuir para um mal maior em prejuízos mais abrangentes para a coletividade.

O excesso do mal em andamento – em todos os sentidos, desde a corrupção, à violência ou omissão de governos e governados – faz compreender a necessidade do bem e das reformas nas leis, nos hábitos, nos costumes.

A escolha e voto de nosso candidato deve ser consciente, no interesse da Pátria, nunca por paixão ou no interesse pessoal.


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