Atualidades

Está na moda! Devemos incluir! Dar direitos iguais, olhar o outro de modo igual! O progresso da legislação parece estar acompanhando o progresso do homem, que já consegue perceber os diferentes como semelhantes!.

E nesse ritmo, homossexuais se casam, deficientes têm oportunidade de emprego, o racismo é punido, idosos tem prerrogativas que facilitam sua condição. Sim, a inclusão é uma evolução, pois com ela concluímos que somos todos da mesma espécie, ainda que diferentes!

Mas, será que não pregamos inclusão social hipocritamente?

Quantos pregam a inclusão do alto de sua falsa e aparente superioridade? A mesma inclusão que tantos esquecem de realizar enquanto se dizem cristãos e pregam, muitas vezes, uma religião que tem o entendimento da fraternidade!

E que se dirá destes se forem espíritas, portanto reencarnacionistas, convictos de que a vida é uma experiência educativa necessária, cujo curso todos escolhemos antes de encarnar com o objetivo primordial de aprender a amarmos uns aos outros!?

Quantas pessoas boas se tornam egoisticamente más ao segregarem e/ou julgarem seu próximo por causa do lugar em que nasceram ou por suas escolhas, por desejarem que o pouco que lhes foi dado ou permitido socialmente seja preservado, por agirem sem pensar no amanhã, nem na coletividade, muito preocupados que estão em conseguir o pão que deverão comer agora?

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Tema central do filme O Amigo Oculto, estrelado por Robert De Niro, as crianças realmente se entretêm com amigos imaginários?

Segundo diversos psicólogos, a resposta é sim, e o percentual dos casos apurados em todo o mundo revela que o fato é mais comum do que se pensa, ou seja, não é uma ou outra criança que diz conversar com amigos que ninguém vê. O seu número seria muito grande.

A questão que se impõe é, portanto, outra: – Os amigos supostamente imaginários são fruto da imaginação infantil ou seres reais que os adultos não vêem mas que as crianças vêem e que com elas conversam, como fazem os amiguinhos encarnados?

A vidência mediúnica, que Allan Kardec estudou em minúcias nos itens 100 e 190 de O Livro dos Médiuns, é assunto pacífico no campo da fenomenologia espírita.

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O Dr. Emil Kräepelin estabeleceu que não há doenças que, quanto algumas funcionam na esfera psicológica, têm uma resposta fisiológica, não se podendo conceituar separadamente a mente e o espírito. Teve o cuidado de classificar em fichas todos os possíveis desequilíbrios mentais, liberando a Psiquiatria da Neurologia e dando-lhe um campo de investigação independente. Foi cognominado o pai da Psiquiatria moderna. Por outro lado, os notáveis trabalhos dos Drs. Breuler e Freud abriram espaço à Psicanálise, enquanto Alfred Adler e Carl Gustav Jung, discordando da ditadura do sexo proposta por Freud, ampliaram os estudos dando diferentes rumos à compreensão da psique humana.

Desde quando o Dr. Eugene Breuler, em 1911, definiu a esquizofrenia como “fragmentação das funções mentais”, a questão tem tomado vultos significativos, e as terapêuticas aplicadas variaram desde o lamentável “poço das serpentes”, aos eletrochoques, aos barbitúricos, às “catarses verbais", às recreações, etc.

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Estabelecer critérios competitivos, faz parte da natureza humana em todos os aspectos da vida, sempre comparamos nossa vida e as situações que ela envolve com as das demais pessoas. Acostuma-se dizer que política e religião não são passíveis de discussão, entretanto deixar de apresentar nossa opinião sobre os assuntos a nossa volta é tarefa quase impossível.

No processo de estruturação de “O Livro dos Espíritos”, Allan Kardec perguntou aos espíritos na questão de número 842, qual seria a melhor religião. Na íntegra a questão foi formulada da seguinte maneira: - “Por que indícios se poderá reconhecer, entre todas as doutrinas que alimentam a pretensão de ser a expressão única da verdade, a que tem o direito de se apresentar como tal?”

A resposta é inundada de profundo bom senso:
- “Será aquela que mais homens de bem e menos hipócritas fizer, isto é, pela prática da lei de amor na sua maior pureza e na sua mais ampla aplicação. Esse é o sinal por que reconhecereis que uma doutrina é boa, visto que toda doutrina que tiver por efeito semear a desunião e estabelecer uma linha de separação entre os filhos de Deus, não pode deixar de ser falsa e perniciosa.”

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Todas as segundas-feiras às 21:00 o Instituto Chico Xavier realizada um curso sobra a doutrina espírta
Cada aula tem uma duração média de 30 minutos, no qual os participantes podem fazer suas pergutas.

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Cada país convenciona sua própria data para comemorar o dia das crianças. O Brasil escolheu em 05 de novembro de 1924 o dia 12 de outubro para a celebração. Porém a data foi se tornar feriado apenas em 1955, através de uma campanha de marketing promovida pela Estrela S.A e outras empresas do ramo de brinquedos, que revitalizaram o dia 12 de outubro, a ponto de ser transformado em feriado nacional.

Certo, mas o que significa ser criança para o espiritismo?

Significado de criança para o espiritismo Na primeira fase da vida somos crianças. Não por acaso, ao nascer, nascemos pequenos, frágeis e lindinhos. Kardec explica no Livro dos Espíritos, que o esquecimento do passado ocorre de forma providencial na reencarnação da criança, uma vez que, se os pais reconhecem no bebê de colo o inimigo do passado todo o resgate estaria comprometido. A ciência explica que a fragilidade do bebê leva não apenas a mãe, mas todos que o rodeiam a ter cuidados especiais e uma maior atenção.

Conforme cresce, a criança aprende com os pais conceitos de como se portar em sociedade, moral e atitudes. Algumas dessas atitudes são trazidas como parte de sua memória de vidas passadas, necessitando da atenção dos pais para corrigi-las ou incentivá-las.

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Tenho ouvido muitas pessoas dizerem que com a modernidade acabou com o tempo para o voluntariado espírita.

Permitam-me discordar desta explicação, porque o voluntariado nunca esteve tão em moda.

A Copa do Mundo e as Olimpíadas do Rio de Janeiro atrairão milhares de voluntários, mesmo que todos saibam o quanto estes eventos arrecadam com publicidade. Quando motivados pela aprendizagem, muitos alunos não se importam em fazer estágios voluntários, certos da importância da experiência que irão adquirir em sua formação.

Outra contradição está dentro do próprio movimento espírita: somos todos voluntários. Dirigimos as casas voluntariamente, dirigimos reuniões voluntariamente, participamos de eventos para arrecadação de fundos voluntariamente (na verdade, até pagamos para participar), aplicamos passes voluntariamente, organizamos cursos e seminários voluntariamente... Nossa história na casa espírita é voluntária, ou seja, fazemos porque temos vontade.

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Uma Campanha mais que envolvente.

Amplie o bem que existe em você.

Participe, faça e ensine a fazer,

O Evangelho no Lar e no Coração.

Campanha permanente do Conselho Federativo Nacional da FEB

Apoio:

União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo

Faça download do material sobre o

Evangelho no Lar disponibilizado pela FEB:

Clique aqui para fazer o download

 

Fonte : http://www.agendaespiritabrasil.com.br/

Richard Simonetti - O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

Qualquer pessoa medianamente informada conhece o complexo de Édipo, consagrado por Sigmund Freud (1856-1939), como a tendência de se ligarem os filhos às suas mães, em oposição aos pais. Ele se inspirou- numa tragédia grega:Édipo Rei, de Sófocles (495-406 a.C.).

Édipo, segundo os oráculos, mataria seu pai e se casaria com a mãe, o que efetivamente aconteceu, numa fantasia recheada de lances dramáticos e mirabolantes, bem ao gosto da mitologia grega.

A tese de Freud, porém, não resiste aos fatos. Há filhos “vidrados” na figura paterna. Além disso, a afinidade ou animosidade entre pais e filhos decorre muito mais de ligações harmônicas ou conflituosas de vidas anteriores.

Se alguém reencontra no pai um rival do passado, quando disputavam o amor de uma mulher, hoje possivelmente ligada a ambos como mãe e esposa, enfrentará conflitos em seu relacionamento. Em contrapartida, dar-se-á muito bem com o genitor que foi amigo ou familiar ligado ao seu coração.

E há que se considerar o comportamento.  Se não cultivarmos valores elementares de convivência civilizada – compreensão, atenção, respeito, tolerância, cooperação, solidariedade… –, os melhores amigos do pretérito nos parecerão figadais inimigos a nos aborrecerem no ambiente doméstico.

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Por: Roosevelt A Tiago

Quando não prestamos atenção na maneira em que nos conduzimos na vida, acabamos fazendo aquilo que condenamos nos outros.

Guardando sempre as melhores intenções, tomamos partido em defender posturas éticas e corretas, sempre indo ao encontro dos acontecimentos que experimentamos em nossa vida.

Quem é vítima da violência, claramente se coloca contra ela, mas esquecemos de algo importante, de que a violência é sempre a violência e assim, não nos juntamos, ao contrário, nos dividimos muito mais.

Existem uns que se mobilizam contra a violência à criança, mas não se interessam em combater a violência ao idoso.

Outros são determinados a trabalhar contra a violência aos animais, mas não participam das campanhas para aniquilar a violência contra a mulher.

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por: Jorge Hessen

Certa feita fomos informados sobre determinado homem de 87 anos de idade que deu um grande susto em seus familiares ao acordar durante seu próprio funeral. Eles oravam sobre seu corpo quando o “falecido” teria começado a engasgar e, de repente, “acordou”. O velho havia sido levado do hospital, vestido adequadamente para o funeral e colocado no local onde seria realizado o velório. Após "reviver", o homem foi novamente encaminhado ao hospital. Segundo informações do jornal Shangai Daily, os médicos ficaram perplexos com a sua impressionante recuperação.

Caso semelhante ocorreu em Zamboanga do Sul, nas Filipinas. Uma menina de três anos que havia sido declarada morta pelos médicos "acordou" durante o seu funeral. Ela havia tido febre severa durante vários dias e, por isso, teria sido levada a uma clínica para passar por uma consulta. O médico e o assistente confirmaram que a menina não tinha mais pulso e estava clinicamente morta.

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