Atualidades

O Portal do G1 realizou uma enquete na Câmara dos Deputados a  fim de saber qual a religião dos parlamentares.

Dos 414  deputados consultados, 309 se declararam católicos e 43  evangélicos. Os parlamentares que se declararam “espíritas”(!?)  foram 8.

Outros 13 disseram ser cristãos, mas não especificaram  se seguem uma religião.  

Oito se disseram agnósticos. Para nós, os  espíritas, esse quadro estatístico nada significa.

Por uma questão  muito elementar: “não há representantes oficiais do espiritismo  em setor algum da política humana", segundo André Luiz.     

A  Doutrina Espírita não estimula o engajamento em idéias e  políticas partidárias.

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A saúde é assim como a posição de uma residência que denuncia as condições do morador, ou de um instrumento que reproduz em si o zelo ou a desídia das mãos que o manejam.

A falta cometida opera em nossa mente um estado de perturbação, ao qual não se reúnem simplesmente as forças desvairadas de nosso arrependimento, mas também as ondas de pesar e acusação da vítima e de quantos se lhe associam ao sentimento, instaurando desarmonias de vastas proporções nos centros da alma, a percutirem sobre a nossa própria instrumentação.

Semelhante descontrole apresenta graus diferentes, provocando lesões funcionais diversas.

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Há um aumento significativo da violência nos centros urbanos. Será que a Humanidade está passando por um retrocesso nos caminhos da evolução?
Ninguém retrograda. Apenas revela-se, ou seja, mostra-se quem realmente é. A incidência maior dessas ocorrências decorre da reencarnação de multidões de Espíritos em estágios primários de evolução. Mas não devemos desanimar, porque neste século veio, através da reencarnação, uma grande equipe de espíritos missionários.


Há crimes chocantes, cometidos com requintes de perversidade. A que atribuir esse comportamento?
À ausência do senso moral. São Espíritos ainda dominados por instintos, sem noção razoável do bem e do mal. Obedecem aos seus impulsos, roubando, matando e lesando sem nenhum constrangimento. Desconhecem o que seja sentir culpa ou remorso.

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Após leitura de intrigante reportagem da Revista VEJA, deliberamos reproduzir e contextualizar alguns trechos da matéria publicada. Intitulada “A face humana do mais endeusado médium brasileiro” (1), a revista destacou a capacidade do famigerado médium de atrair gente do mundo inteiro para um município próximo do Distrito Federal. Afirma a reportagem que o “santificado médium” vive o cotidiano sob o manto da contradição entre o “espírito e a carne”, a “cura e a doença”, o “desprendimento e a vaidade”, os gestos de “generosidade, os arroubos de cólera” e os negócios terrenos (2) [é milionário], os amores [tem onze filhos com dez mulheres diferentes]. A cada dois anos o “curandeiro-endeusado do cerrado” troca a frota de carros da família. O dele é um Mohave Kia, avaliado em 170 000 reais.”. (3)

Sabemos que a mediunidade não guarda relação com o desenvolvimento moral; seu funcionamento independe das qualidades morais, assim como o coração pulsa independentemente dos sentimentos bons ou maus que a pessoa alimente.

O fato é que os médiuns de tais “cirurgiões do além” sempre seduzem grande número de fregueses, estabelecendo, não raro, com a mediunidade, um negócio rendoso, uma polpuda fonte de captação de dólares e reais. Para comprovar, consideremos o fato aqui comentado. Chequemos o seguinte: o PIB - Produto Interno Bruto - do município onde o “médium-feiticeiro do cerrado” comercializa disfarçada e generosamente a “cirurgia transcendental” é de 15 milhões de reais ao ano. No mesmo período, a instituição dirigida por tal “deus da mediunidade de cura” “ tem faturamento de, no mínimo, 7,2 milhões de reais, levando-se em conta exclusivamente o comércio de passiflora, preparado à base de maracujá, produzido ali mesmo, vendido a 50 reais o frasco e receitado a uma média de 3.000 visitantes semanais.”. (4)

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SÃO HABITADOS TODOS OS MUNDOS QUE GIRAM NO UNIVERSO (Jorge Hessen)

A missão da sonda Kepler da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) noticiou a descoberta de 715 novos exoplanetas (ou planetas fora do Sistema Solar), que orbitam 305 estrelas (sóis) em sistemas planetários similares ao nosso. Até agora foram descobertos 1700 exoplanetas. Pelas estimativas de Jean Schneider, até 27 de março de 2014, já haviam 1779 exoplanetas detectados. (1)


Para verificar os planetas, uma equipe de observação co-liderada por Jack Lissauer, cientista planetário no Centro de Pesquisa Ames da Nasa, analisou estrelas com mais de um planeta em potencial - todos detectados nos dois primeiros anos de observações da Kepler - Maio de 2009 a março de 2011. Atualmente a Kepler está com problemas operacionais. Para 2017 a agência espacial americana pretende lançar o satélite Tess, outro caçador de planetas.

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O livre-arbítrio quando estamos na erraticidade, ou seja, antes do processo reencarnatório, consiste na escolha do gênero de existência
e da natureza das provas, dois itens fundamentais na chamada programação reencarnatória.

O que rege as nossas existências, ensina o Espiritismo, não é o acaso, mas o livre-arbítrio, uma conquista do ser humano que se desenvolve com a evolução da alma. O livre-arbítrio exercita-se, porém, de modos diferentes quando estamos na erraticidade e quando no plano físico, assunto que Kardec elucida de forma magistral no item 872 d’ O Livro dos Espíritos.

Reportando-se ao assunto, André Luiz pede que evitemos o uso do vocábulo acaso, tanto quanto as palavras sorte e azar, porque tais termos não têm a significação que lhes atribuímos.

Depois de uma tempestade, diz o ditado popular, vem a bonança. André Luiz discorda, asseverando: “Depois da tempestade, aguarde outras”. Em compensação, em vez de afirmar que “há males que vêm para bem”, podemos dizer que “todos os males vêm para o nosso bem”.

Joanna de Ângelis confirma a tese exposta por André Luiz ao tratar dos chamados acontecimentos inesperados. “Imprevisível – diz ela – é a presença divina surpreendendo a infração. Insuspeitável é a interferência divina sempre vigilante. Inesperado é a ocorrência divina trabalhando pela ordem.” (Alerta, cap. 3, obra psicografada por Divaldo P. Franco.)

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O alcoolismo e a Medicina - Esteve em agosto de 1999 no Rio de Janeiro, para participar do 13o Congresso Brasileiro de Alcoolismo, o psiquiatra americano George Vaillant, autor do livro A História Natural do Alcoolismo Revisitada, fruto da maior pesquisa feita até hoje sobre o alcoolismo, em que pesquisadores da Universidade de Harvard acompanharam a vida de 600 homens.


Em sua obra e na entrevista que concedeu à revista VEJA de 18/8/99, dr. Vaillant afirma que, ao contrário do que muitos pensam, não existe o gene do alcoolismo, mas sim um conjunto de genes que tornam o indivíduo vulnerável à dependência do álcool.

O alcoolismo é, na verdade, uma doença provocada por múltiplos fatores e condições sociais e que, segundo a Organização Mundial de Saúde, é incurável, progressiva e quase sempre fatal.Eis, de forma sintética, as principais informações e esclarecimentos dados por George Vaillant na referida entrevista:

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Nas práticas médicas de todas as especialidades , o transplante de órgãos é a que demonstra com maior clareza a estreita relação entre a morte e a nova vida, o renascimento das cinzas como Fênix: o mitológico pássaro símbolo da renovação do tempo e da vida após a morte.(1)

A temática "doação de órgãos e transplantes" é bastante coetâneo no cenário terreno. Sobre o assunto as informações instrutivas dos Benfeitores Espirituais não são abundantes. O projeto genoma, as investigações sobre células-tronco embrionárias e outras sinalizam o alcance da ciência humana. Os transplantes , em épocas recuadas repletas de casos de rejeição, tornaram-se práticas hodiernas de recomposição orgânica. O esmero "in-vivo" de experiências visando regeneração de células e a perspectiva de melhoria de vida caminham adiante , em que pese às pesquisas ensaiarem, ainda, as iniciantes marchas. Isso torna auspiciosa a expectativa da ciência contemporânea. Contudo, o receio do desconhecido paira no imaginário de muitos.

Alguns espíritas recusam-se a autorizar, em vida, a doação de seus próprios órgãos após o desencarne, alegando que Chico Xavier não era favorável aos transplantes. Isso não é verdade! Mister esclarecer que Chico Xavier quando afirmou "a minha mediunidade, a minha vida, dediquei à minha família, aos meus amigos,ao povo. A minha morte é minha. Eu tenho este direito. Ninguém pode mexer em meu corpo; ele deve ir para a mãe Terra", fê-lo porque quando ainda encarnado Chico recebeu várias propostas [inoportunas] para que seu cérebro fosse estudado após sua desencarnação. Daí o compreensível receio de que seu corpo fosse profanado nesse sentido.

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Por Simone Simões
Entrevista de Divaldo Pereira Franco ao Programa Televisivo O Espiritismo Responde, da União Regional Espírita - 7ª Região, Maringá, em 21.03.2007.

Espiritismo Responde - Um de seus mais recentes livros publicados tem por título “A Nova Geração: A visão Espírita sobre as crianças índigo e cristal”. Quem são as crianças índigo e cristal?

Divaldo - Desde os anos 70, aproximadamente, psicólogos, psicoterapeutas e pedagogos começaram a notar a presença de uma geração estranha, muito peculiar.
Tratava-se de crianças rebeldes, hiperativas que foram imediatamente catalogadas como crianças patologicamente necessitadas de apoio médico. Mais tarde, com as observações de outros psicólogos chegou-se à conclusão de que se trata de uma nova geração. Uma geração espiritual e especial, para este momento de grande transição de mundo de provas e de expiações que irá alcançar o nível de mundo de regeneração.

As crianças índigo são assim chamadas porque possuem uma aura na tonalidade azul, aquela tonalidade índigo dos blue jeans (Dra. Nancy Ann Tape).

O índigo é uma planta da Índia (indigofera tinctoria), da qual se extrai essa coloração que se aplicava em calças e hoje nas roupas em geral. Essas crianças índigo sempre apresentam um comportamento sui generis.

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Quando um paciente está em estado de COMA, é uma situação parecida com a do sono, em O Livro dos Espíritos, os Espíritos Superiores nos esclarecem que durante o sono a alma se liberta parcialmente do corpo.

Quando dorme, o homem se acha por algum tempo no estado em que ficará permanentemente depois que morre, mas nesse caso ainda ligado ao corpo pelos laços fluídicos ou energéticos, que pode se aplicar no caso do coma também, apenas o corpo está paralisado, o espírito se encontra parcialmente liberto ou seja o complexo Espírito e Perispírito (que é o laço de união entre o espírito e a matéria, também conhecido como corpo fluídico ou corpo espiritual) podem estar distantes do corpo físico, mas fica a ele ligado por um laço fluídico.

Muitos perguntam onde fica o espírito durante o COMA e o Espiritismo nos esclarece que sempre depende do grau evolutivo de cada um, se ele for apegado em demasia ao mundo material, ao seu corpo, aos seus bens, ele ficará jungido ao corpo, mas se for um espírito mais elevado, enquanto seu corpo é tratado, ele poderá se deslocar pelas dimensões espirituais (mundo astral) do espaço infinito, visitando lugares e espíritos afins, mas estará sempre ligado a seu corpo pelo cordão fluídico, enquanto seu corpo tiver vida orgânica.

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É comum, nas Instituições Espíritas, a crença de que elas possuem proteção superior, o que é real, no entanto elas também possuem inimigos naturais, afinal, Espíritos menos felizes desaprovam, por uma questão lógica, o trabalho de libertação das consciências, promovido pela Doutrina Espírita.

Crer que os Espíritos nos protegem e isso dispensa nossos cuidados é ilusão, afinal, todos os Espíritos são livres, bons e maus, sem contar que nós encarnados, também e podemos nos ligar ao que desejamos pelo pensamento.

Desta forma, atraímos e somos atraídos o tempo todo, por meio de nossas disposições mentais. E da mesma forma em que os processos obsessivos podem envolver as pessoas, podem envolver também grupos inteiros, ou Centros Espíritas completos.

Não nos esqueçamos de que estamos em período de experimentação, de provas e expiações e por isso temos a nossa volta Espíritos tão imperfeitos como os encarnados, interagindo mutuamente.

Certamente que cada Espírita ao ler esse texto deve pensar:
— No meu Centro Espírita isso não acontece!

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