Atualidades

Escrito por Eliana Haddad

Se estivermos atentos à nossa sintonia vibratória, poderemos atrair a verdadeira alegria, levando muito amor no nosso estandarte

Todo espírita sabe que não é perfeito e qual o maior segredo para se manter fiel às leis divinas e atingir mais rapidamente a felicidade: orar e vigiar. Na maioria das vezes, porém, esta máxima ensinada por Jesus só é lembrada em momentos extremos – num grande perigo, oramos; numa cruel perseguição, vigiamos. Ainda custamos compreender que oração não quer dizer pedido e que vigília não significa olhar o outro. Muito mais que isso, orar e vigiar significa estar em comunhão com o Criador e, com a aproximação do carnaval, ainda ficamos divididos com relação ao nosso posicionamento sobre essa tradicional festa popular. De um lado, ficamos temerosos com as obsessões; de outro, sentimo-nos não só curiosos, mas realmente atraídos e mergulhados no assunto, pelos noticiários, pelo colorido, pelas músicas, pelas imagens na TV, nos jornais ou revistas.

Diante de tantas mensagens de permissividade e sensualidade, como se tudo parasse porque é carnaval, acabamos nos sentindo inseguros em participar de alguma forma deste período de folia, onde muitas vezes a libertinagem rompe regras, agredindo concepções sociais estabelecidas, transformando-o em espetáculo bastante característico, verdadeiro tesouro comercial para o mundo das comunicações.

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Guaraci de Lima Silveira

O professor José Herculano Pires foi, segundo Emmanuel, o melhor metro que mediu Kardec. Suas sábias palavras estão impressas em dezenas de livros, hoje tão esquecidos nas prateleiras das livrarias espíritas ou nas bibliotecas dos centros espíritas e particulares. Sua palavra forte e esclarecedora é atualíssima e deve fazer parte de grupos de estudos dos centros espíritas. Segundo o grande pensador espírita: “Se os espíritas soubessem o que é o Centro Espírita, quais são realmente a sua função e a sua significação, o Espiritismo seria hoje o mais importante movimento cultural e espiritual da Terra”. Texto inserido em seu livro: O Centro Espírita.

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Quando encarnamos, recebemos uma carga de fluidos vital (fluido da vida).

Quando este fluido acaba, morremos. Somos como a pilha que com o tempo vai descarregando.

Chegamos ao ponto que os remédios já não fazem mais efeito. Daí não resta outra alternativa senão trocar de “roupa” e voltar para a escola planetária.

A quantidade de fluido vital não é igual em todos seres orgânicos. Isso dependerá da necessidade reencarnatória de cada um de nós.


Quando chegamos á Terra cada um tem uma estimativa de vida. Vai depender do que viemos fazer aqui.

Se viemos acertar as pendências biológicas por mau uso do corpo, como no caso do suicídio, nós vamos ficar aqui pouco tempo. É só para cobrir aquele buraco que nós deixamos. Exemplo: Se nossa estimativa de vida é 60 anos e nós, por abusos, desencarnamos aos 40 anos, ficamos devendo 20 anos. Então, na próxima encarnação viverá somente 20 anos.

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Estabelecer critérios competitivos, faz parte da natureza humana em todos os aspectos da vida, sempre comparamos nossa vida e as situações que ela envolve com as das demais pessoas.

Acostuma-se dizer que política e religião não são passíveis de discussão, entretanto deixar de apresentar nossa opinião sobre os assuntos a nossa volta é tarefa quase impossível.              

No processo de estruturação de “O Livro dos Espíritos”, Allan Kardec perguntou aos espíritos na questão de número 842, qual seria a melhor religião.

Na íntegra a questão foi formulada da seguinte maneira:
– “Por que indícios se poderá reconhecer, entre todas as doutrinas que alimentam a pretensão de ser a expressão única da verdade, a que tem o direito de se apresentar como tal?”

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1. SEXO

1.1 - A EPÍFISE

Para se falar em relação sexual e energia procriadora, faz-se necessário mencionar algumas das informações trazidas até nós pelo Espírito ANDRÉ LUIZ, sobre as funções da Epífise.

Ela reativa as forças criadoras no ser humano aos 14 anos aproximadamente. Permanece no período do desenvolvimento infantil em fase de reajustamento, absorvendo novos ensinamentos e reflexos que são ministrados nesta fase da vida, que farão frente ou somar-se-ão às colheitas das vidas passadas, que ressurgirão, de acordo com a vontade, sob fortes impulsos.  

Por este motivo é denominada a glândula da vida Espiritual.  

A Epífise funciona como uma usina, fonte geradora de elementos psíquicos ou "UNIDADES FORÇA" necessárias a fecundação das diversas formas da criação. Podendo ser direcionada para fecundação dos mais nobres valores da divindade ou utilizada para a orgia dos prazeres das criaturas terrestres.  

1.2 - SEXO E AMOR

Palavras sublimes, tão vulgarmente pronunciadas por mentes insanas, nos meios atuais.

O sexo não é patrimônio exclusivo da humanidade terrestre, é tesouro Divino em todos os mundos no Universo infinito. Permanece nas mãos das criaturas humanas, que ainda estão distantes da compreensão e vivência das Leis Divinas, num quadro triste de ignorância, perversão e desequilíbrio. O sexo na existência humana, pode ser um dos instrumentos do amor, sem que o amor seja sexo.   O instinto sexual é força poderosa de atração, unindo os corpos físicos, reencontrando as almas, para resgates de débitos, dirigindo os homens para conquistas e objetivos da Lei Suprema: O AMOR, A FELICIDADE E A HARMONIA.

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– Por que a vida se interrompe com tanta frequência na infância?

“A duração da vida da criança pode representar, para o Espírito que nela está encarnado, o complemento de uma existência interrompida antes do término devido, e sua morte, quase sempre, constitui provação ou expiação para os pais.” (Questão 199, de O Livro dos Espíritos.)

A morte de crianças, seres recém iniciados na vida física, desafia há séculos a inteligência humana, que busca razões filosófico/religiosas para os motivos desta ocorrência.

À luz das religiões tradicionais fica difícil, senão impossível, entender Deus que, aparentemente de forma injusta, retira do seio familiar seres ainda não comprometidos perante a lei divina, na visão da unicidade da existência.

No Espiritismo, doutrina que demonstra as múltiplas existências do Espírito - reencarnação –, encontra-se explicações lógicas para tal ensejo, compreendendo a perfeita justiça e misericórdia divina na morte das crianças.

André Luiz ¹ afirma que “Muitas existências são frustradas no berço, não por simples punição externa da Lei Divina, mas porque a própria Lei Divina funciona para todos nós, desde que todos existimos no hausto do Criador”.

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"É PRECISO AMAR AS PESSOAS COMO SE NÃO HOUVESSE AMANHÃ"!

A CIRURGIA ESPIRITUAL é um procedimento já bastante conhecido entre os espiritualistas ou não, e também entre esotéricos e outras religiões.

Quando o ser está em sofrimento, a busca pela cessação da dor, seja física ou psicológica, é uma prioridade.

Espera-se sempre a cura milagrosa, o passe de mágica que, de repente, traga o retorno à saúde.

É importante que, além da divulgação dos tratamentos complementares, seja também explicado o processo que leva à cura.

O termo cura vem do latim e significa cuidado, dar atenção, tratar. A cura é um caminho a seguir para restituir a saúde.

Muitas vezes, confunde-se a palavra cura com são. Sanar o desequilíbrio é o resultado da cura.

A cura implica em uma trajetória para a consciência de si mesmo.

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Desde que o mundo é mundo, a Humanidade tem lutado contra as enfermidades mais variadas.

Quando consegue controlar uma delas, outras surgem, mais cruéis e ameaçadoras. Tem-se lutado com ardor para extirpar as doenças da face da Terra. Mas por que não se consegue, já que a ciência moderna tem recursos fantásticos?

A resposta é simples: tem-se buscado curar os efeitos e não as causas. Ou seja, temos envidado esforços para curar os corpos, esquecidos de que o enfermo é o Espírito imortal e não o corpo que perece. O corpo é como um mata-borrão, que absorve e exterioriza as chagas que trazemos na alma. A mente elabora os conflitos, os ressentimentos, os ódios que desatrelam as células dos seus automatismos, degenerando-as e possibilitando a origem de tumores de vários tipos, especialmente cancerígenos, em razão da carga mortífera de energia que as agride. A sede de vingança volta-se contra o organismo físico e mental daquele que a acalenta, facilitando a instalação de úlceras cruéis e distonias emocionais perniciosas que empurram o ser para estados desoladores. As angústias cultivadas podem ocasionar as crises nervosas, as enxaquecas, entre outros males.

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Por: Richard Simonetti

“Chocou a opinião pública o episódio na Brasilândia, São Paulo, em que supostamente um adolescente matou quatro familiares e matou-se, algo inconcebível, principalmente por partir de alguém que aparentemente não tinha problemas psicológicos, nem carência afetiva. Era, inclusive, o centro das atenções dos pais, em face de enfermidade congênita.

Admitindo que tenha ocorrido a ação do menino, algo que parece confirmado pelas evidências e que se constitui em apenas mais um episódio dentre semelhantes que se sucedem na atualidade, especulações são feitas, na tentativa de uma explicação.

Nas lides religiosas fala-se da influência do demônio, empenhado em chocar a população para impor seu reinado de horrores.

No meio espírita as teses são mais sofisticadas, avançando nos domínios dos resgates cármicos e na ação de Espíritos que cobram por ofensas desta ou doutras existências.

Das fantasias teológicas às teses propostas pela Doutrina Espírita, das informações especulativas à investigação policial, há uma profusão de possibilidades.

Parece-me, todavia, leitor amigo, que o buraco é mais embaixo, considerando-se que tragédias dessa natureza são meros sintomas de uma humanidade enferma que, digamos, perdeu o rumo de Deus.

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A cortina fúnebre, à porta, anuncia o velório. Sobre a mesa, em sala de regulares proporções, está a urna funerária em que um homem dorme seu último sono. Não terá mais de 45 anos… 

Ao lado, a viúva, inconsolável, recebe condolências. Muitos repetem, à guisa de conforto, as clássicas palavras: “Chegou sua hora... Deus o levou!...” 

Piedosa mentira! Aquele homem foi um suicida! Aniquilou-se, lentamente, fazendo uso desse terrível corrosivo que se chama irritação. Incapaz de sofrer impulsos violentos, eterno repetente nos exames de compreensão, favoreceu a evolução de distúrbios circulatórios, culminando com a trombose coronária fulminante que lhe abreviou os dias! 

A máquina física possuía vitalidade para mais vinte anos, no mínimo. Duas décadas perdidas na Escola da Reencarnação! Regressa ao plano espiritual enquadrado no suicídio inconsciente, que lhe imporá longo período de perturbação e sofrimento nas regiões umbralinas. 
Raros, segundo André Luiz, os que atingem a condição de completistas, isto é, que aproveitam, integralmente, experiências humanas, estagiando na carne pelo tempo que lhes fora concedido. E há muitas maneiras de auto aniquilar-se em prestações. 

A atualidade terrestre é de pleno domínio das sensações, em que a criatura humana pretende, com a satisfação dos senti¬dos, compensar suas frustrações ou libertar-se da tensão, males próprios de uma sociedade que atinge culminâncias no campo material, mas permanece subdesenvolvida moralmente. 

Sob a orientação da propaganda mercenária, multidões buscam a maneira mais agradável de minar as defesas orgânicas com álcool, cigarro, excessos à mesa. Muitos resvalam para as drogas, ante as perspectivas da tranquilidade artificial ou da euforia ilusória, sempre seguidos pelo inferno da dependência e comprometedores desajustes físicos.

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Entrevista com Dr. Andrei Moreira

Homossexualidade é ou não uma doença à luz do Espírito imortal?

“Desde 1973, a homossexualidade deixou de ser classificada como tal pela Associação Americana de Psiquiatria. Em 1975 a Associação Americana de Psicologia adotou o mesmo procedimento, deixando de considerar a homossexualidade como doença. No Brasil, em 1985, o Conselho Federal de Psicologia deixa de considerar a homossexualidade como um desvio sexual e, em 1999, estabelece regras para a atuação dos psicólogos em relação à questões de orientação sexual, declarando que “a homossexualidade não constitui doença, nem distúrbio e nem perversão” e que os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura da homossexualidade. No dia 17 de Maio de 1990 a Assembléia-geral da Organização Mundial de Saúde (sigla OMS) retirou a homossexualidade da sua lista de doenças mentais, a Classificação internacional de doenças (sigla CID). Por fim, em 1991, a Anistia Internacional passa a considerar a discriminação contra homossexuais uma violação aos direitos humanos”

A Homossexualidade, segundo a ciência, é uma orientação afetivo-sexual normal. Sob o ponto de vista espírita, tem sido catalogada por muitos escritores espíritas como doença ou distúrbio da sexualidade, em franco desrespeito ao conhecimento científico atual. Não há base no conhecimento espírita para se afirmar tal coisa. Não há uma visão que seja consenso sobre o assunto no movimento espírita, mas há excelentes textos dos espíritos André Luiz e Emmanuel nos direcionando o pensamento e a reflexão para o respeito, acolhimento e inclusão da pessoa homossexual, entendendo a homossexualidade como uma condição evolutiva natural (e o termo “natural” como sinônimo de “presente na natureza”), decorrente de múltiplos fatores, sempre individuais para cada espírito, construída ou escolhida pelo espírito, em função de tarefas específicas ou provas redentoras, incluindo aí as condições expiativas e reeducativas devidas a abusos afetivo-sexuais no passado, que parecem ser a causa determinante da maior parte das condições homossexuais, segundo a literatura espírita.

2. Qual a diferença entre orientação e escolha sexual?

Orientação sexual representa o desejo e o interesse afetivo-sexual (note bem: não somente sexual, mas também afetivo) do indivíduo, decorrente de múltiplos fatores, os quais determinam com qual sexo ele se sente realizado para uma parceria íntima.  A orientação sexual é fruto da história pessoal do indivíduo, presente e passada; é influenciada pela cultura e pelas identificações psicológicas, porém não controlada ou determinada conscientemente pelo indivíduo. Nasce-se com ela. Escolha é fruto da decisão consciente de se viver ou não a orientação, aceitá-la ou reprimi-la, de acordo com as idealizações e a pressão familiar-social-cultural do meio em que o indivíduo se encontra reencarnado.


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