Atualidades

12 Anos da desencarnação de Chico Xavier

Chico Xavier é um dos mais destacados expoentes da cultura brasileira do século XX. Nascido em 1910, desde os 5 anos de idade, começou a ver e ouvir os Espíritos, tendo estabelecido com eles um relacionamento que deu resultado à publicação de mais de 412 obras, todas por ele psicografadas.


Com uma qualidade literária extraordinária, as obras de Chico Xavier são um autêntico sucesso editorial e já alcançaram mais de 25 milhões de exemplares, somente em língua portuguesa.

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Contagem regressiva para a nova TV da Federação Espírita Brasileira: a FEBtv.

No dia 3 de agosto a FEB apresentará ao público uma TV em novo formato, com conteúdo doutrinário e de qualidade em uma linguagem moderna e formato dinâmico e atraente.

A TV será transmitida via satélite, cabo ou internet, lições de amor, consolo e reflexão com palavras e imagens de bem e solidariedade, com selo de qualidade da FEB. 


Não é o sangue que nos irmana, mas o espírito. Os laços consanguíneos são ilusórios e efêmeros. Kardec explica no item 8 do capítulo XIV de O Evangelho

Segundo o Espiritismo: “O corpo procede do corpo, mas o espírito não procede do espírito, pois já existia antes da formação do corpo. O pai não gera o espírito do filho. Fornece-lhe apenas o envoltório corporal, mas deve ajudar o seu desenvolvimento intelectual e moral, para fazê-lo progredir”. Filhos de outros pais, procedentes de outro sangue, podem ser muito mais ligados aos pais adotivos que os filhos consanguíneos.

Essa é uma das razões por que os pais adotivos geralmente não querem revelar a verdade aos filhos que adotaram. O amor paterno e materno ressurge ante o filho que volta ao seu convívio. Mas Emmanuel revela um dos aspectos da lei da reencarnação que exige atenção e respeito. Os filhos que voltam ao lar por vias indiretas são espíritos em prova e, portanto, em fase de correção moral. Precisam conhecer a sua verdadeira situação para que a medida corretiva atinja a sua eficiência. E se quisermos burlar a lei só poderemos acarretar-lhes maiores sofrimentos.

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Por: Richard Simonetti

“Chocou a opinião pública o episódio na Brasilândia, São Paulo, em que supostamente um adolescente matou quatro familiares e matou-se, algo inconcebível, principalmente por partir de alguém que aparentemente não tinha problemas psicológicos, nem carência afetiva. Era, inclusive, o centro das atenções dos pais, em face de enfermidade congênita.

Admitindo que tenha ocorrido a ação do menino, algo que parece confirmado pelas evidências e que se constitui em apenas mais um episódio dentre semelhantes que se sucedem na atualidade, especulações são feitas, na tentativa de uma explicação.

Nas lides religiosas fala-se da influência do demônio, empenhado em chocar a população para impor seu reinado de horrores.

No meio espírita as teses são mais sofisticadas, avançando nos domínios dos resgates cármicos e na ação de Espíritos que cobram por ofensas desta ou doutras existências.

Das fantasias teológicas às teses propostas pela Doutrina Espírita, das informações especulativas à investigação policial, há uma profusão de possibilidades.

Parece-me, todavia, leitor amigo, que o buraco é mais embaixo, considerando-se que tragédias dessa natureza são meros sintomas de uma humanidade enferma que, digamos, perdeu o rumo de Deus.

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“Atrás do trio elétrico também vai quem já “morreu”...”. - Revista Visão Espírita, março de 2000

Poucos sabem que a palavra Carnaval é, na verdade, uma abreviatura da frase: a carne nada vale. Em contrapartida, grande parte dos brasileiros acredita que participar das festividades carnavalescas em nada atrapalha sua organização psico-físico-espiritual. Algo como mudar totalmente o padrão vibracional, adentrando por quatro dias e cinco noites num maremoto energético de baixo teor e dizer que isso não desarmoniza ninguém, ao contrário, “desestressa”. Será mesmo só esse o resultado do envolvimento em tal festividade? Desestressamento?

Estudiosos da psicologia realizaram um trabalho de pesquisa interessante sobre o tema, trazendo-nos alguns dados que já nos suscitam importantes reflexões. Vou transcrever parte da matéria que saiu no Jornal Correio Brasiliense, onde constam tais informações: “(...) de cada dez casais que caem juntos na folia, sete terminam a noite brigados (cenas de ciúme, intrigas, etc.); desses mesmos dez casais, posteriormente, três se transformam em adultério; de cada dez pessoas (homens e mulheres) no carnaval, pelo menos sete se submetem a coisas que abominam no seu dia-a-dia, como o álcool e outras drogas (...). Concluíram que tudo isto decorre do êxtase atingido na grande festa, quando o símbolo da liberdade, da igualdade, mas também da orgia e da depravação, estimulado pelo álcool leva as pessoas a se comportarem fora de seus padrões normais (...)”.

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O MUNDO SÓ É UMA DROGA PARA QUEM SE DROGA NO MUNDO

Randal Juliano.
Vimos atender o pedido de diversos jovens e pais que chegam até nós, solicitando um esclarecimento sobre as drogas. Comecemos então, pela definição do termo: droga é qualquer substância estranha ao nosso corpo, que, estando dentro dele, nos cause alterações fisiológicas ou psíquicas, assim, droga é aquele remédio que você toma para sarar da gripe ou a vacina que você tomou quando era pequeno... mas não pára por aí, pois também pode ser utilizada para deprimir, estimular ou perturbar nossa atividade cerebral, por isso são chamadas drogas psicotrópicas.

São depressores : álcool ; soníferos ou hipnóticos (barbitúricos); ansiolíticos (acalmam, inibem a ansiedade) as principais drogas pertencentes a essa classificação são os benzodiazepínicos (diazepam, lorazepam, etc); opiáceos (aliviam a dor e dão sonolência) como a morfina, heroína, codeína e meperidina; inalantes ou solventes (colas, tintas, removedores, etc).

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Esta pergunta está presente em todos os círculos da sociedade.

Os relacionamentos, seja de qual tipo for, se rompem com a maior facilidade.

O ser humano se ressente e se magoa a qualquer contrariedade e situação.O Amor que existia se transforma em ódio, desprezo, aversão, etc.

O fato é que, apesar de mágoas, ressentimentos e todas as revezes de sentimentos que passam pela vida, o verdadeiro Amor resiste a tudo.

Nos momentos difíceis não é lembrado deste abençoado sentimento e muitas vezes, acha-se que perdeu-se a capacidade de amar.

Ledo engano, Deus concedeu a todos a benção de poder amar e ser feliz.

O amor existe dentro de nós e tem muitas facetas.

Nosso coração comporta muitos amores: amor de mãe, de pai, de filho, de casais, de amigos e tanto outros amores.

Os grandes vilões, na verdade, se chamam orgulho e egoísmo.

São estes os dois principais sentimentos que travam e retardam uma reconciliação.

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Desde tempos imemoriáveis, a melhor medicina sempre foi a preventiva.

O grande alquimista Paracelso insistia: "Não se deve tratar a doença; deve-se tratar a saúde". Podemos dizer que, o melhor meio para não se apanhar uma doença, consiste em se manter saudável.

Ou seja, proteger o sistema imunológico, de forma a bloquear qualquer germe ou vírus que tentar invadir nosso organismo. Pode-se pensar que seja fácil atingir tal objetivo, através de uma boa dieta, escolhendo alimentos de baixo valor de colesterol, reduzindo o consumo de carne, abstendo-se de consumir açúcar, realizando exercícios físicos, enfim, submetendo-se a tudo aquilo que uma propaganda insistente nos propõe.

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– Orson Peter Carrara

A grande responsável pela onda de violência no estado de São Paulo, iniciada no final de outubro e que se estende pelos dias de novembro, é a ignorância plena de nossa verdadeira natureza.

Inicio a abordagem utilizando-me do lamentável fato das mortes, em número expressivo, nas madrugadas da capital e outras cidades de expressão do estado, mas o mesmo raciocínio pode ser aplicado aos que roubam, estupram, violentam, planejam sequestros e roubos, invadem residências e torturam pessoas, desviam verbas, corrompem. E cabe também aos que manipulam bastidores para obter vantagens, chantageiam, pressionam com abusos, torturam emocionalmente, aos que tripudiam sobre a liberdade alheia.

E não escapam os que se afundam na vaidade, na prepotência, na arrogância, julgando-se melhores ou mais importantes que os outros, desprezando e espezinhando pessoas, sob alegações variadas, no abuso de cargos, poderes, status ou posição.

Não há dúvida que há graus variados de atuação, mas todos gerando consequências no futuro. E não é castigo, é meramente consequência.

Sim, consequência dos desatinos que a consciência cobrará reparação.

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O dia de finados é, para muitos, importante para sua relação com seus entes queridos que morreram para a vida carnal. Para estes, orar junto ao túmulo é uma forma de dizer "te amo, sinto sua falta, não te esqueci".

O termo ideal para usarmos ao nos referirmos a essa transição, não é morte, mas desencarnação. Desencarnar significa a libertação do espírito que dá a vida mental e moral ao corpo. Essa máquina carnal, uma vez desligada, deixa seu usuário livre para outras atividades e até para usufruir, posteriormente, de outra máquina através da reencarnação.

Aquele que era o operador do corpo, espírito agora livre, continua sendo quem foi em conhecimentos, sentimentos, virtudes e imperfeições, não muda abruptamente, pois não era o corpo quem lhe dava defeitos e qualidades.

Raramente um espírito mantém-se preso ao corpo após a morte, se o faz é com grande sofrimento numa tentativa de manter o laço carnal, o que é impossível. Sejam bons ou maus, o comum é que o espírito siga adiante em busca de locais e companheiros de sua afinidade. Ir ao cemitério, portanto, para o espírito pode nada significar, uma vez que lá não reside.

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Antes de entrarmos no mérito da questão, necessário se faz a conceituação da palavra alma, para que nosso pensamento seja claro e objetivo, embasado no bom-senso kardequiano, através da magistral “Introdução ao Estudo da Doutrina dos Espíritos”, inserida em “O Livro dos Espíritos”, onde no inciso II, explica o Codificador Espírita:

“Segundo uns, a alma é o princípio da vida material orgânica. Não tem existência própria e se aniquila com a vida: é o materialismo puro”.

Com esta conceituação de alma, poderíamos dizer que as plantas, os animais e os homens teriam alma, mas incorreríamos em erro, pois com essa opinião estaríamos fazendo da alma efeito e não causa. Outra opinião seria:

“Pensam outros que a alma é o princípio da inteligência universal do qual cada ser absorve uma certa porção”.

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