Atualidades

Pela visão espírita, todos somos adotados. Porque o único Pai legítimo é Deus. Os pais da Terra não SÃO nossos pais, eles ESTÃO nossos pais.

Porque a cada encarnação, mudamos de pais consangüíneos, mas em todas elas Deus é sempre o mesmo Pai. Mas, para entendermos melhor a existência desta experiência na vida de muitos pais, é necessário analisá-lo sob a óptica espírita, sob a luz da reencarnação. A formação de um lar é um planejamento que se desenvolve no Mundo Espiritual.

Sabemos que nada ocorre por acaso. Assim como filhos biológicos, nossos filhos adotivos também são companheiros de vidas passadas. E nossa vida de hoje é resultado do que angariamos para nós mesmos, no passado. Surge, então, a indagação: "se são velhos conhecidos e deverão se encontrar no mesmo lar, por que já não nasceram como filhos naturais?" Na literatura espírita encontramos vários casos de filhos que, em função do orgulho, do egoísmo e da vaidade, se tornaram tiranos de seus pais, escravizando-os aos seus caprichos e pagando com ingratidão e dor a ternura e zelo paternos.

De retorno à Pátria Espiritual (ao desencarnarem), ao despertarem-lhes a consciência e entenderem a gravidade de suas faltas, passam a trabalhar para recuperarem o tempo perdido e se reconciliarem com aqueles a quem lesaram afetivamente. Assim, reencontram aqueles mesmos pais a quem não valorizaram, para devolver-lhes a afeição machucada, resgatando o carinho, o amor e a ternura de ontem. Porque a lei é a de Causa e Efeito. Não aproveitada a convivência com pais amorosos e desvelados, é da Lei Divina que retomem o contato com eles como filhos de outros pais chegando-lhes aos braços pelas vias de adoção. Aos pais cabe o trabalho de orientar estes filhos e conduzi-los ao caminho do bem, independente de serem filhos consangüíneos ou não.

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“Aliás, não é racional considerar-se a infância como um estado normal de inocência.
Não se vê em crianças dotadas dos piores instintos, numa Idade em que ainda nenhuma influência pode ter tido a educação?
Donde a precoce perversidade, senão da inferioridade do Espírito, uma vez que a educação em nada contribuiu para isso?”

(O Livro dos Espíritos, Allan Kardec questão 199-a.)

Crianças obsidiadas suscitam em nós os mais profundos senti-mentos de solidariedade e comiseração.
Tal como acontece ante as demais enfermidades que atormentam as crianças, também sentimos ímpetos de protegê-las e aliviá-las, desejando mesmo que nada as fizesse sofrer.

Pequeninos seres que se nos apresentam torturados, inquietos, padecentes de enfermidades impossíveis de serem diagnosticadas, cujo choro aflito ou nervoso nos condói e impele à prece imediata em seu benefício, são muita vez obsidiados de berço. Outros se apresentam sumamente irrequietos, irritados desde que abrem os olhos para o mundo carnal. Ao crescer, apresentar-se-ão como crianças-problemas, que a Psicologia em vão procura entender e explicar.

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Tragédias partem os corações sensíveis. Elas causam um despertamento brusco quanto a efemeridade da existência, tantas vezes no auge da juventude. Quem não sofre vendo a vida extinguir-se quando tudo era alegria, beleza, potencial de conhecimento?

A fé espírita traz conhecimento racional e consolador, mostrando por que ninguém é vítima nesses processos de "retorno para casa". Todos reencarnam com uma programação que ajudará a corrigir seu passado construindo um novo futuro, possuindo a rota básica que deverão traçar para que sejam levados a vencer. Dentre os detalhes previstos na programação pré-encarnatória está também o tipo e tempo da morte.

Ninguém desencarna por acaso ou antes da hora, exceto no caso de suicídio. Cabe dizer que a irresponsabilidade, a imprudência, o descaso, o egoísmo dos que direta e indiretamente causam as tragédias, serão cobrados destes quando for a hora. Disse Jesus que o escândalo haveria de vir (ele sabia que erraríamos), mas lembrou que "ai daquele" através do qual o mal acontecer, mesmo que este mal seja aproveitado como expiação e provas para outrem. Ninguém escapa impune da balança divina da justiça.

Nas mortes coletivas sentimos vibratoriamente o sofrimento moral gerado por tantas pessoas, é o que mais choca. E tantas vezes somos impedidos pela visão imediatista da existência, esquecendo da sua transitoriedade - ninguém precisa ficar feliz com a morte, mas é importante compreendê-la como parte da vida.

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O que é saúde e o que é doença à luz da doutrina espírita?
• Doença e saúde se referem ao estado em que se encontram as pessoas e não ao estado de órgãos ou partes do corpo. 
• O corpo físico nunca está só doente ou só saudável, já que nele se expressam realmente as informações da consciência. 
• O corpo de um ser humano vivo deve seu funcionamento ao espírito que o habita.  
• Quando as várias funções corporais se desenvolvem em conjunto dentro de uma harmonia, ele se encontra num estado que denominamos de saúde. 
• Se uma função falha, ela compromete a harmonia do todo e então falamos que ele se encontra em um estado de doença. A doença é a perda relativa da harmonia. 
• Esta perturbação da harmonia acontece em nível de consciência, que é a parte espiritual do ser, enquanto o corpo é a forma de apresentação desta desarmonia. 
• O nosso “não consciente” envia mensagens ao nosso “consciente”, sob a forma de tensões ou sofrimentos físicos e emocionais. Procurando “silenciar” esta tentativa de comunicação, utilizamos medicamentos para acabar com os sintomas, sem perceber o que gerou os mesmos. 
• Para se dar conta de onde está situada a causa inicial, médicos e pacientes precisam aprender não apenas a perceber o que é visível na luz, mas também identificar o que está escondido na sombra.

Por que médicos e pacientes precisam aprender a perceber onde está a causa inicial? 
• Médicos, porque tem o papel de orientar. Se não souberem a causa, irão tratar apenas a conseqüência. 
• Pacientes, porque são os principais interessados e responsáveis por sua cura.

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“Atrás do trio elétrico também vai quem já “morreu”...”. - Revista Visão Espírita, março de 2000

Poucos sabem que a palavra Carnaval é, na verdade, uma abreviatura da frase: a carne nada vale. Em contrapartida, grande parte dos brasileiros acredita que participar das festividades carnavalescas em nada atrapalha sua organização psico-físico-espiritual. Algo como mudar totalmente o padrão vibracional, adentrando por quatro dias e cinco noites num maremoto energético de baixo teor e dizer que isso não desarmoniza ninguém, ao contrário, “desestressa”. Será mesmo só esse o resultado do envolvimento em tal festividade? Desestressamento?

Estudiosos da psicologia realizaram um trabalho de pesquisa interessante sobre o tema, trazendo-nos alguns dados que já nos suscitam importantes reflexões. Vou transcrever parte da matéria que saiu no Jornal Correio Brasiliense, onde constam tais informações: “(...) de cada dez casais que caem juntos na folia, sete terminam a noite brigados (cenas de ciúme, intrigas, etc.); desses mesmos dez casais, posteriormente, três se transformam em adultério; de cada dez pessoas (homens e mulheres) no carnaval, pelo menos sete se submetem a coisas que abominam no seu dia-a-dia, como o álcool e outras drogas (...). Concluíram que tudo isto decorre do êxtase atingido na grande festa, quando o símbolo da liberdade, da igualdade, mas também da orgia e da depravação, estimulado pelo álcool leva as pessoas a se comportarem fora de seus padrões normais (...)”.

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O MUNDO SÓ É UMA DROGA PARA QUEM SE DROGA NO MUNDO

Randal Juliano.
Vimos atender o pedido de diversos jovens e pais que chegam até nós, solicitando um esclarecimento sobre as drogas. Comecemos então, pela definição do termo: droga é qualquer substância estranha ao nosso corpo, que, estando dentro dele, nos cause alterações fisiológicas ou psíquicas, assim, droga é aquele remédio que você toma para sarar da gripe ou a vacina que você tomou quando era pequeno... mas não pára por aí, pois também pode ser utilizada para deprimir, estimular ou perturbar nossa atividade cerebral, por isso são chamadas drogas psicotrópicas.

São depressores : álcool ; soníferos ou hipnóticos (barbitúricos); ansiolíticos (acalmam, inibem a ansiedade) as principais drogas pertencentes a essa classificação são os benzodiazepínicos (diazepam, lorazepam, etc); opiáceos (aliviam a dor e dão sonolência) como a morfina, heroína, codeína e meperidina; inalantes ou solventes (colas, tintas, removedores, etc).

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Esta pergunta está presente em todos os círculos da sociedade.

Os relacionamentos, seja de qual tipo for, se rompem com a maior facilidade.

O ser humano se ressente e se magoa a qualquer contrariedade e situação.O Amor que existia se transforma em ódio, desprezo, aversão, etc.

O fato é que, apesar de mágoas, ressentimentos e todas as revezes de sentimentos que passam pela vida, o verdadeiro Amor resiste a tudo.

Nos momentos difíceis não é lembrado deste abençoado sentimento e muitas vezes, acha-se que perdeu-se a capacidade de amar.

Ledo engano, Deus concedeu a todos a benção de poder amar e ser feliz.

O amor existe dentro de nós e tem muitas facetas.

Nosso coração comporta muitos amores: amor de mãe, de pai, de filho, de casais, de amigos e tanto outros amores.

Os grandes vilões, na verdade, se chamam orgulho e egoísmo.

São estes os dois principais sentimentos que travam e retardam uma reconciliação.

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CancerDesde tempos imemoriáveis, a melhor medicina sempre foi a preventiva.

O grande alquimista Paracelso insistia: "Não se deve tratar a doença; deve-se tratar a saúde". Podemos dizer que, o melhor meio para não se apanhar uma doença, consiste em se manter saudável.

Ou seja, proteger o sistema imunológico, de forma a bloquear qualquer germe ou vírus que tentar invadir nosso organismo. Pode-se pensar que seja fácil atingir tal objetivo, através de uma boa dieta, escolhendo alimentos de baixo valor de colesterol, reduzindo o consumo de carne, abstendo-se de consumir açúcar, realizando exercícios físicos, enfim, submetendo-se a tudo aquilo que uma propaganda insistente nos propõe.

Mas como explicar, nesse caso, o elevadíssimo número de pessoas que seguiram rigorosamente tais instruções, julgando estar assim protegidas contra os perigos das doenças para um dia, descobrir que seu organismo estava sendo minado pelo câncer?

André Luiz conta, através da psicografia de Chico Xavier que um Espírito ao preparava-se para reencarnar, pediu para seu novo corpo físico uma úlcera que apareceria em sua madureza física e que não deveria encontrar cura até sua desencarnação, para que ele pudesse ressarcir um assassinato que cometeu ao esfaquear um homem (que estava na sua madureza física) na região do estômago. Como vemos, mesmo que este Espírito cuide de sua saúde durante toda sua juventude, não fugirá da úlcera “moral” que “ele pediu”.

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– Orson Peter Carrara

A grande responsável pela onda de violência no estado de São Paulo, iniciada no final de outubro e que se estende pelos dias de novembro, é a ignorância plena de nossa verdadeira natureza.

Inicio a abordagem utilizando-me do lamentável fato das mortes, em número expressivo, nas madrugadas da capital e outras cidades de expressão do estado, mas o mesmo raciocínio pode ser aplicado aos que roubam, estupram, violentam, planejam sequestros e roubos, invadem residências e torturam pessoas, desviam verbas, corrompem. E cabe também aos que manipulam bastidores para obter vantagens, chantageiam, pressionam com abusos, torturam emocionalmente, aos que tripudiam sobre a liberdade alheia.

E não escapam os que se afundam na vaidade, na prepotência, na arrogância, julgando-se melhores ou mais importantes que os outros, desprezando e espezinhando pessoas, sob alegações variadas, no abuso de cargos, poderes, status ou posição.

Não há dúvida que há graus variados de atuação, mas todos gerando consequências no futuro. E não é castigo, é meramente consequência.

Sim, consequência dos desatinos que a consciência cobrará reparação.

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O dia de finados é, para muitos, importante para sua relação com seus entes queridos que morreram para a vida carnal. Para estes, orar junto ao túmulo é uma forma de dizer "te amo, sinto sua falta, não te esqueci".

O termo ideal para usarmos ao nos referirmos a essa transição, não é morte, mas desencarnação. Desencarnar significa a libertação do espírito que dá a vida mental e moral ao corpo. Essa máquina carnal, uma vez desligada, deixa seu usuário livre para outras atividades e até para usufruir, posteriormente, de outra máquina através da reencarnação.

Aquele que era o operador do corpo, espírito agora livre, continua sendo quem foi em conhecimentos, sentimentos, virtudes e imperfeições, não muda abruptamente, pois não era o corpo quem lhe dava defeitos e qualidades.

Raramente um espírito mantém-se preso ao corpo após a morte, se o faz é com grande sofrimento numa tentativa de manter o laço carnal, o que é impossível. Sejam bons ou maus, o comum é que o espírito siga adiante em busca de locais e companheiros de sua afinidade. Ir ao cemitério, portanto, para o espírito pode nada significar, uma vez que lá não reside.

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Antes de entrarmos no mérito da questão, necessário se faz a conceituação da palavra alma, para que nosso pensamento seja claro e objetivo, embasado no bom-senso kardequiano, através da magistral “Introdução ao Estudo da Doutrina dos Espíritos”, inserida em “O Livro dos Espíritos”, onde no inciso II, explica o Codificador Espírita:

“Segundo uns, a alma é o princípio da vida material orgânica. Não tem existência própria e se aniquila com a vida: é o materialismo puro”.

Com esta conceituação de alma, poderíamos dizer que as plantas, os animais e os homens teriam alma, mas incorreríamos em erro, pois com essa opinião estaríamos fazendo da alma efeito e não causa. Outra opinião seria:

“Pensam outros que a alma é o princípio da inteligência universal do qual cada ser absorve uma certa porção”.

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