Atualidades

O termo desonestidade é empregado para descrever os atos velhacos, a corrupção, a falta de probidade, a ausência de integridade, o mentir ou ser deliberadamente falaz. O mau caráter é adverso ao decoro; é indecente; é desonrado; é escandaloso e assim vai...

A propósito, será que realmente somos honestos?

Não somos mentirosos?

Contemporizamos com a rapina, com as fraudes, a sonegação de impostos, a falcatrua.

A rigor, ser incorruptível requer disciplina. Ser honesto demanda disciplina moral e ética, fadiga para abater más tendências, diligência por não se consentir desabar na perdição das trapaças.

A desonestidade remete à fantasia instantânea de levar vantagem inescrupulosa, contudo certamente ficaremos a mercê da inevitável cobrança da consciência e não há como enganá-la. A consciência não se corrompe; nela estão assentadas as Leis de Deus, é ela que nos espicaça e traz a realidade das circunstâncias e atos que praticamos quando agindo de má fé, utilizando-nos da infeliz lei do proveito insensato.

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Um amigo, às voltas com filhos adolescentes, que ele chama de “aborrescentes”, suspirava:

– Ah! Que bom seria se a criançada dormisse no início na puberdade e despertasse na idade adulta!

Reporta-se à complexidade desse ser estranho, instável, inseguro, impertinente, ansioso por auto-afirmação, adepto fervoroso da contestação, que olha com desdém para os pais, “esses caretas, mais por fora que braço de afogado”.

E pretende ser dono de seu nariz, embora conste como dependente na declaração de renda familiar, para todos os efeitos, até mesmo quando exercita a liberdade de decidir como vai gastar a mesada.

A solução não seria pô-lo a dormir, mas ajudá-lo a despertar.

O grande problema do adolescente é justamente o fato de ser alguém que chega ao fim de longo sono, a partir de seu mergulho na carne.

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Marcos Paterra

O bullying é a violência escolar; e, diz respeito a todos os comportamentos agressivos e anti-sociais, incluindo os conflitos interpessoais, danos ao patrimônio, atos criminosos, etc. Muitas dessas situações dependem de fatores externos, cujas intervenções podem estar além da competência e capacidade das entidades de ensino e de seus funcionários.

Algumas crianças, por serem diferentes de seus colegas altos ou baixos demais, gordinhos ou muito magros, tímidos, crianças mais frágeis ou muito sensíveis, sofrem intimidações constantes. Discriminados em sala de aula, as vítimas do que hoje é conhecido como “bullying, na maioria das vezes, sofrem caladas frente ao comportamento de seus ofensores; e as consequências podem ser desastrosas: desde repetência e evasão escolar até o isolamento, depressão e, em casos extremos, suicídio e homicídio.

O comportamento violento, que causa tanta preocupação, resulta da interação entre o desenvolvimento individual e os contextos sociais, como a família, a escola e a comunidade.

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Diante de um tema  tão complexo, devemos entender que a violência é a expressão que designa um fenômeno social de comportamento deliberadamente transgressor e agressivo ocorrido em função do convívio urbano. A violência urbana tem algumas qualidades que a diferencia de outros tipos de violência; e se desencadeia em conseqüência das condições de vida e do convívio no espaço urbano. Sua manifestação mais evidente é o alto índice de criminalidade; e a mais constante é a infração dos códigos elementares de conduta civilizada.

O Brasil hoje vive  uma  turbulência  em meio   da violência onde  há policiais assassinados, civis mortos por balas perdidas, sequestros, roubos, estupros, crianças mortas brutalmente, famílias indefesas, cidadãos privados dos seus direitos de liberdade; Nos últimos anos, a sociedade brasileira entrou no grupo das sociedades mais violentas do mundo. Hoje, o país tem altíssimos índices de violência urbana.

A sociedade brasileira deve  conscientizar de que, violência não é ação. Violência é, na verdade, reação. O ser humano não comete violência sem motivo. É verdade que algumas vezes as violências recaem sob pessoas erradas, (pessoas inocentes que não cometeram as ações que estimularam a violência). No entanto, as ações erradas existiram e alguém as cometeu, caso contrário não haveria violência.

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Marcos Paterra

O vicio é um tema um tanto complexo, onde temos de abordar de varias maneiras  para poder o entender, vamos começar pela Organização Mundial de Saúde (OMS) através do Código Internacional de Doenças (CID-10), preconiza que a dependência química é uma enfermidade incurável e progressiva, apesar de poder ser estacionada pela abstinência.

Na CID.10 a dependência é definida como :“ Um conjunto de fenômenos comportamentais, cognitivos e fisiológicos que se desenvolvem após repetido consumo de uma substância psicoativa, tipicamente associado ao desejo poderoso de tomar a droga, à dificuldade de controlar o consumo, à utilização persistente apesar das suas conseqüências nefastas, a uma maior prioridade dada ao uso da droga em detrimento de outras atividades e obrigações, a um aumento da tolerância pela droga e por vezes, a um estado de abstinência física.

A síndrome de dependência pode dizer respeito a uma substância psicoativa específica (por exemplo, o fumo, o álcool ou o diazepam), a uma categoria de substâncias psicoativas (por exemplo, substâncias opiáceas) ou a um conjunto mais vasto de substâncias farmacologicamente diferentes.

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A jovem francesa Isabelle Caro, após sofrer todo tipo de constrangimentos físicos e morais, desencarnou  no dia 17 de novembro de 2010. Caro foi a “modelo” que se tornou mundialmente conhecida após mostrar seu corpo “esqueleticamente nu” para as imagens midiáticas, na tentativa altruística de advertir as jovens das passarelas da moda sobre as consequências da anorexia, doença que sofria desde os 13 anos.

Segundo o informe do Instituto Nacional de Saúde Mental Norte Americano (NIMH), as desordens alimentícias apresentam as taxas de mortalidade mais altas de todas as patologias mentais. Na década de 1970, Karen Carpenter, cantora do grupo Carpenters, também desenvolveu anorexia nervosa. Ela tentou, em 1982, tratamento com renomados psicanalistas americanos, porém, no ano seguinte, Karen, com 32 anos, desencarnou em decorrência de uma parada cardíaca.

Escrevemos para a Revista Eletrônica O Consolador um artigo (1) sobre o drama de Terri Schiavo, uma mulher da Flórida-EUA, que esteve em estado vegetativo por longos 15 anos e que foi desconectada do tubo que a alimentava, depois de um intenso debate entre seus familiares, o governo americano e os tribunais. Embora não seja citado no artigo, Schiavo sofreu um ataque cardíaco em 1990, decorrente de anorexia, o que a levou ao dramático estado de coma.

Nos anos que vão de 1200 a1500, na Europa Medieval, muitas mulheres faziam prolongados jejuns, e por se conservarem vivas apesar do seu estado de inanição, eram tidas como santas ou milagrosas. O termo "anorexia santa" foi cunhado por Rudolph Bell que, valendo-se de uma moderna teoria psicológica que explicava o jejum, classificou-o como sintoma de anorexia. Sob o pretexto de que as mulheres alcançariam posição espiritual mais elevada, conservando-se distantes dos prazeres sexuais e comprometendo-se com Deus, a Idade Média as forçou a praticar o jejum. O registro da manifestação da anorexia, no entanto, não teve início nesse período, mas este é, sem dúvida, um momento de capital importância no estudo dos possíveis paralelos entre as diversas culturas históricas.

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Sérgio Biagi Gregório

1. CONCEITO

Ansiedade. É um intenso mal-estar físico e psíquico, acompanhado de aflição e agonia. Figuradamente, desejo veemente e impaciente.

Na Psicologia, a ansiedade pode variar de simples apreensão aos ataques de fobias, melancolia e síndrome de pânico. Pode-se dizer que é um estado de agitação motora e excitação intelectual, provocado por sentimentos de natureza penosa, que se revela por movimentos desordenados, mas pouco variados, indicando medo, angústia, desespero, pavor etc. (Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira)

2. CONSIDERAÇÕES INICIAIS

A ansiedade e os termos correlacionados, tais como, medo, angústia, melancolia, síndrome de pânico, não é somente de nossos dias, embora a correria do mundo moderno possa provocá-la mais intensamente do que no passado.

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O amor, em todos os tempos, tem sido apresentado como o sentimento por excelência. Citações como “amar ao próximo como a si mesmo”, “fazer pelos outros o que quereríamos que os outros fizessem por nós”, são expressões que resumem todos os deveres de evolução na concepção humana e espiritual.

O Espiritismo afirma que na medida em que aprofundamos no estudo da vida, somos elucidados sobre nossa criação e da decorrência das existências em que angariamos informações, conhecimentos e com eles, desenvolvemos dentro das inúmeras oportunidades que Deus nos dá, o reajuste dos atos falhos de um passado não muito distante.

A Doutrina Espírita esclarece que a reencarnação do espírito se dá desde o início dos tempos e que caracteriza o infinito amor de Deus por seus filhos. Ainda esclarece que o ser, após ter concluído seu período de preparação no plano espiritual, se submete ao mergulho no envoltório físico, a fim de aprimorar o aprendizado entre as pessoas e situações que irão fortalecê-lo.

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Segundo as leis de Deus, o aborto ocorrido de forma proposital, é um crime, a interrupção de uma gravidez impede que o espírito reencarnante renasça neste mundo, implicando em grande repercussão negativa em sua marcha evolutiva, visto que ao provocar a morte do feto este deixará de passar pelas provas e expiações necessárias ao seu progresso vital.

Diante da concepção o espírito se une ao embrião do corpo futuro, através de seu laço fluídico, extensão de seu perispírito. Ao receberem o filho, os pais, devem vê-lo como um espírito imortal, que necessita seguir seu caminho espiritual.

Muitas vezes a gestação pode ser uma oportunidade de aprendermos a amar, através do vínculo familiar, um espírito com quem tivemos alguma desavença no passado, ou ainda algum espírito afim com quem tínhamos uma ligação de amor.

Se tal processo é interrompido de forma delituosa, todos os envolvidos se comprometem com o ato, exemplo: o médico que fez o aborto e seus auxiliares, o pai ou qualquer outro que financie, etc...

Após o aborto, o espírito nem sempre aceita o ocorrido passando a cobrar todos aqueles que, de uma forma ou de outra, tiveram ligação com o ato, ou seja, passa a obssediar os envolvidos diretos e indiretos.

Em relação à gravidez advinda do estupro, é nítida a dificuldade da mulher em prosseguir com gestação, mas a retirada do feto não apagará a violência por ela sofrida, perante a situação, necessário se faz meditar, não de forma que nos afete individualmente, mas sim em seu âmbito geral, recorrendo a Deus, que em sua misericórdia divina não permitiria que isso acontecesse se ela não tivesse débitos pregressos vinculados a violência sexual e que este filho concebido nestas circunstâncias pode ser um amigo de outras reencarnações e ambos podem ter alguns resgates para efetuarem em conjunto.

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Embora seja discutida como se fosse uma doença única, a esquizofrenia pode ser considerada como uma síndrome heterogênea, ou ainda, como um grupo de transtornos com causas heterogêneas. A sua pode ser considerada a história da própria psiquiatria, uma vez que a quantidade de estudiosos desta enfermidade é vasta. Neste contexto, o psiquiatra francês Benedict Morel (1809-1873) foi quem primeiro se utilizou do termo démense precoce, o qual seria latinizado, mais tarde, por Emil Kraepelin (1856-1926) como dementia precox. Caberia, porém, ao suíço Eugen Bleuer, em 1911, a criação do termo “esquizofrenia” que indica a presença de um cisma entre pensamento, emoção e comportamento (esquizo = cisão, frenia = mente).

Muito embora se considere a esquizofrenia um achado raro, atualmente se sabe que a sua prevalência é algo em torno de 1% em todo mundo; entretanto, apenas uma pequena parcela desta população recebe o tratamento adequado.

Não há características patognomônicas da doença, ou seja, os sinais e os sintomas não são exclusivos da esquizofrenia, podendo-se, assim, encontrá-los em outros distúrbios psiquiátricos e/ou neurológicos. Dessa maneira, a sintomatologia esquizofrênica se apresenta demasiada abrangente. É interessante notar, no entanto, a presença importante das alucinações e dos delírios.

Ainda, pela complexidade do distúrbio, foram diferenciados vários tipos de esquizofrenias, sendo estes os principais subgrupos: paranóide – caracterizada, fundamentalmente, pela presença de delírios de perseguição ou de grandeza; desorganizada ou hebefrênica – caracterizada, principalmente, por uma regressão acentuada a um comportamento primitivo; catatônica – caracterizada por uma acentuada perturbação psicomotora; indiferenciada – nesta modalidade, pacientes dificilmente se encaixam em um dos outros tipos; residual – em que os delírios e/ou alucinações são pobres.

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Segundo a doutrina espírita, reencarnar com a Síndrome de Down é uma oportunidade abençoada de evolução, inclusive para os pais que assumem esta sublime missão.

O nascimento de um bebê, sem dúvida, é um momento mágico dentro de uma família. É a manifestação da essência divina através de uma nova vida de corpo frágil e pequenino que necessita de cuidados especiais para poder crescer e se desenvolver. Mas quando essa gravidez foge dos padrões planejados e os pais recebem o diagnóstico da chegada de um filho portador da Síndrome de Down, assim como qualquer outro tipo de deficiência, surge uma sensação de medo e angústia em lidar com a situação inesperada.

Mesmo diante do turbilhão de dificuldades, um novo caminho pode ser trilhado quando se descobre que, apesar das limitações e de necessidades especiais, existe um potencial a ser desenvolvido e que deve ser estimulado por meio de uma educação que permita o aprendizado, além do amor, que é fator fundamental no desenvolvimento de qualquer criança. Mergulhando neste universo desconhecido por muitas pessoas e fugindo de regras consideradas normais pela sociedade, vamos conhecer os aspectos de ordem física e espiritual da Síndrome de Down.

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